Open-access Stent Ureteral no Transplante Renal: Benefícios e Riscos na Prevenção de Complicações Urológicas

RESUMO

Introdução:  O transplante renal é o tratamento mais eficaz para pacientes com insuficiência renal crônica terminal, mas complicações urológicas, como obstrução ureteral, podem comprometer o enxerto. O stent ureteral é amplamente utilizado para prevenir essas complicações, embora esteja associado a riscos, como infecção urinária e formação de cálculos, gerando controvérsias quanto ao seu benefício.

Objetivo:  Avaliar o impacto do uso do stent ureteral no transplante renal e sua influência na redução de complicações urológicas.

Métodos:  Revisão integrativa realizada nas bases PubMed e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), incluindo artigos em português e inglês publicados de 2015 a 2025 disponíveis em texto completo e envolvendo adultos. Foram selecionados 20 estudos após triagem de 287 registros.

Resultados:  As publicações nacionais e internacionais abordaram revisões sistemáticas, ensaios clínicos e estudos de coortes, analisando principalmente infecção urinária, estenose e fístula associadas ao uso do stent.

Discussão:  O tempo de permanência do stent mostrou impacto direto nas complicações. A retirada precoce, até 14 dias, reduziu a infecção do trato urinário (ITU) sem aumentar fístulas ou estenoses, enquanto o uso prolongado elevou a colonização bacteriana. A ausência do stent aumentou vazamentos e estenoses, reforçando seu papel protetor. O duplo J associou-se a menor risco de complicações graves, mas com maior incidência de ITU.

Conclusão:  O stent ureteral reduz complicações urológicas no transplante renal, mas o tempo de permanência influencia o risco de ITU e estenose. São necessários novos estudos comparando estratégias de uso e diferentes materiais para orientar protocolos mais seguros.

Descritores
Stent Ureteral; Transplante Renal; Risco Cirúrgico; Complicações Urológicas; Resultados Pós-Operatórios

ABSTRACT

Introduction:  Kidney transplantation is the most effective treatment for patients with end-stage chronic kidney disease. However, urological complications, such as ureteral obstruction, may compromise the graft. Ureteral stenting is widely used to prevent these complications, although it is associated with risks such as urinary tract infections and stone formation, raising controversies regarding its actual benefit.

Objective:  To evaluate the impact of ureteral stent use in kidney transplantation and its influence on reducing urological complications.

Methods:  An integrative review was conducted in PubMed and Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) databases, including articles in Portuguese and English published from 2015 to 2025, available in full text, and involving adult patients. A total of 20 studies were selected after screening 287 records.

Results:  National and international publications included systematic reviews, clinical trials, and cohort studies, mainly addressing urinary tract infection, ureteral stenosis, and fistula associated with stent use.

Discussion:  The duration of stent placement showed a direct impact on complications. Early removal, within 14 days, reduced urinary tract infection (UTI) incidence without increasing fistulas or stenosis, while prolonged use favored bacterial colonization. The absence of a stent increased leakage and stenosis rates, confirming its protective role in some scenarios. Double-J stents were associated with a lower risk of severe complications but with a higher UTI incidence.

Conclusion:  Ureteral stenting reduces urological complications in kidney transplantation, but dwell time directly affects the risk of UTI and stenosis. Further studies comparing duration strategies and different stent materials are needed to support safer clinical protocols.

Descriptors
Ureteral Stent; Kidney Transplantation; Surgical Risk; Urological Complications; Postoperative Outcomes

INTRODUÇÃO

O transplante renal é o tratamento de escolha para pacientes com insuficiência renal crônica em estágio terminal, por oferecer melhores resultados de sobrevida e funcionalidade quando comparado às demais modalidades dialíticas.1 Apesar do avanço das técnicas operatórias, complicações urológicas continuam sendo eventos relevantes no pós-operatório, especialmente a obstrução ureteral, que pode comprometer a função do enxerto e demandar intervenções adicionais.2

O uso do stent ureteral tem sido empregado de forma rotineira, com o objetivo de reduzir complicações mecânicas associadas à anastomose ureterovesical. O dispositivo favorece a drenagem urinária e reduz a chance de obstrução decorrente de edema ou isquemia ureteral. Entretanto, sua utilização está relacionada a eventos adversos, como infecção do trato urinário (ITU), colonização bacteriana e encrustação, o que gera divergências quanto ao seu real impacto no pós-transplante.3,4

A análise do uso do stent ureteral é particularmente relevante no contexto brasileiro, que apresenta elevada demanda por transplantes renais e heterogeneidade no acesso a centros especializados. Embora a sobrevida dos enxertos no país seja comparável à de países desenvolvidos, persistem desafios estruturais e assistenciais que podem influenciar diretamente os resultados cirúrgicos e o manejo pós-operatório.5

Diante desse cenário, torna-se necessário avaliar a relação entre o uso do stent ureteral, o tempo de permanência do dispositivo e a ocorrência de complicações associadas. Essa análise pode subsidiar a revisão de protocolos, orientar condutas e contribuir para a uniformização das práticas assistenciais. Assim, o objetivo deste estudo é analisar o impacto do stent ureteral na prevenção de complicações urológicas em pacientes submetidos ao transplante renal, considerando benefícios, riscos e implicações clínicas.6,7

MÉTODOS

Tipo do estudo

Este trabalho adota como método uma revisão integrativa, abordagem que permite a identificação, análise e síntese de resultados de estudos científicos com distintos delineamentos metodológicos, favorecendo uma compreensão ampliada e crítica sobre determinado fenômeno. A revisão seguirá seis etapas: elaboração da pergunta norteadora; busca na literatura; coleta de dados com instrumento estruturado; análise crítica dos estudos; discussão dos resultados; e apresentação da síntese das evidências mais relevantes.8

Bases de dados e descritores

Os descritores utilizados para a busca dos artigos foram selecionados a partir da plataforma Descritores em Ciências da Saúde/Medical Subject Headings (DeCS/MeSH), sistema criado para uniformizar os termos utilizados na indexação de documentos científicos na área da saúde. Os descritores escolhidos para este trabalho foram: stent ureteral (ureteral stent), transplante renal (kidney transplantation), risco cirúrgico (surgical risk) e complicações urológicas (urologic complication). Também foram utilizados seus respectivos sinônimos, como: stent ureteral (stent ureter e stent urinary), stent duplo J (double-J stent), transplante renal (kidney transplant), risco cirúrgico (surgery risk), fístula urinária (urinary fistula), estenose ureteral (ureteral stenosis), nEnsaio clínico randomizado ose ureteral (randomized clinical nTrial ureteral osis), infecções do trato urinário (urinary tract infections), complicações pós-operatórias (postoperative complications) e complicações do trato urinário (urinary tract complications).

A busca e a recuperação dos artigos foram realizadas nas bases de dados Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e PubMed. Na base PubMed, utilizou-se a seguinte estratégia de busca: ((((((((ureteral stent) OR (ureteral stents)) OR (stent ureter)) OR (stent urinary)) OR (double-j stent)) OR (double-j stents)) AND ((kidney transplantation) OR (kidney transplant))) AND ((surgical risk) OR (surgery risk))) AND ((((((((urologic complication) OR (postoperative complications)) OR (urinary fistula)) OR (urinary fistulas)) OR (ureteral stenosis)) OR (ureteral nEnsaio clínico randomizado osis)) OR (urinary tract infections)) OR (urinary tract complications)). Na BVS, a mesma estratégia foi aplicada em inglês, conforme os descritores e seus sinônimos, resultando em uma amostra representativa da produção científica sobre o tema. A busca pelos artigos foi finalizada em abril de 2025.

Critérios de elegibilidade

Para a seleção dos estudos incluídos nesta revisão integrativa, foram estabelecidos critérios de elegibilidade que priorizassem a relevância dos trabalhos em relação ao tema central da pesquisa. Foram considerados aptos para inclusão os artigos que abordavam o uso de stent ureteral em pacientes submetidos ao transplante renal, especialmente aqueles que relacionavam esse uso com possíveis complicações urológicas ou cirúrgicas (Tabela 1).

Tabela 1
PICOS

Optou-se por restringir a busca a artigos publicados nos últimos 10 anos (2015 a 2025), com o objetivo de garantir a atualidade das evidências e a aderência aos protocolos mais recentes. Além disso, apenas trabalhos disponíveis em texto completo, redigidos em português ou inglês, foram considerados. Durante a triagem, foram excluídos os estudos que abordavam exclusivamente populações pediátricas, por apresentarem condutas e características clínicas distintas da população adulta. Também foram removidos relatos de caso, revisões narrativas e artigos que, mesmo tratando de complicações no transplante renal, não traziam relação direta com o uso de stents. Ainda foram descartados registros duplicados e artigos que, após leitura de título e resumo, mostraram-se fora do escopo da pesquisa.

Síntese e análise de dados

Após a seleção dos artigos incluídos nesta revisão, foi elaborada uma planilha eletrônica com o objetivo de organizar de forma sistemática as principais informações de cada estudo. Foram registrados dados como autor, título, ano de publicação, base consultada, referências, fatores de risco, metodologia, principais resultados, epidemiologia, país e assunto principal do artigo. A utilização dessa ferramenta facilitou a comparação entre os estudos, permitindo uma visualização mais clara das semelhanças e divergências nos resultados encontrados.

Com os dados devidamente organizados, foi realizada a análise de conteúdo, técnica da abordagem qualitativa que permite interpretar o material a partir da identificação de núcleos de sentido presentes nos textos. De acordo com Bardin (2016)9, essa análise ocorre em três etapas: pré-análise, exploração do material e tratamento dos resultados obtidos com inferência e interpretação. A aplicação dessa metodologia possibilitou uma leitura crítica dos artigos, indo além da descrição dos dados e permitindo a construção de interpretações mais aprofundadas sobre o uso do stent ureteral no contexto do transplante renal. A partir desse processo analítico, foi possível identificar temas recorrentes e relações significativas entre os achados dos estudos, o que permitiu a delimitação de eixos temáticos que serão apresentados na próxima seção e a exclusão de artigos que não favoreciam nossa temática. Esses eixos darão sustentação à análise dos resultados, permitindo uma discussão fundamentada sobre os benefícios, riscos e implicações clínicas do uso do stent ureteral.

Com o objetivo de sistematizar e facilitar a análise comparativa dos estudos incluídos, a Tabela 2 apresenta uma síntese das principais características metodológicas das publicações selecionadas, contemplando as seguintes informações: autor, método, nível de evidência segundo a classificação de Oxford, grau de recomendação e observações relevantes.

Tabela 2
Classificação do material do estudo.

RESULTADOS

Na fase de identificação, foram encontrados 287 registros, sendo 109 na BVS e 178 na PubMed. A partir daí, 12 registros duplicados foram eliminados. Em seguida, 152 artigos foram excluídos por ausência de texto completo ou indisponibilidade para leitura. Ainda na triagem inicial, 75 estudos foram excluídos automaticamente pelas bases por não estarem de acordo com o recorte temporal estipulado (2015-2025), e 28 foram descartados por fugirem da temática após leitura de títulos e resumos.

Ao final dessa etapa, 60 estudos seguiram para a leitura completa. Assim, 20 estudos compuseram a amostra final da revisão. O processo de triagem está detalhado no fluxograma da Fig. 1.

Figura 1
Fluxograma de seleção do material do estudo.

Infecção do Trato Urinário

A ITU foi a complicação mais frequentemente analisada. Em diversos ensaios e revisões, observou-se que a permanência prolongada do stent ureteral aumentou a incidência de ITU. A remoção precoce (≤ 7-14 dias ou < 3 semanas) mostrou-se consistentemente associada a menor ocorrência de infecção, sem aumento de complicações urológicas relevantes.

As taxas de colonização e bacteriúria variaram entre os estudos. A colonização do stent oscilou entre 11% e 22,4%, enquanto a bacteriúria ocorreu em torno de 7,4%, com Enterococcus spp. sendo o microrganismo mais frequente. A ITU após a retirada foi observada em 18% dos casos, especialmente em pacientes que já apresentavam infecção durante o período de permanência do dispositivo. Em outro estudo, a pielonefrite aguda do enxerto ocorreu em 15,8% dos transplantados nos primeiros 30 dias.

Fatores como idade avançada, maior tempo de internação, uso de globulina antitimócito e a própria presença do stent foram associados a maior risco de infecções. Em uma análise multivariada, o stent ureteral surgiu como o único preditor independente de ITU, e a presença de infecção se relacionou a pior função renal após um ano de transplante. A profilaxia com sulfametoxazol-trimetoprim no momento da retirada do stent mostrou redução significativa das infecções.

Estenose ureteral

A utilização do stent ureteral reduziu a ocorrência de estenose em praticamente todos os estudos comparativos. Pacientes com stent apresentaram menor necessidade de reoperações e menor taxa de obstrução ureteral, independentemente do tempo de retirada. Ensaios clínicos e revisões sistemáticas mostraram que a remoção precoce não aumentou a incidência de estenose.

Fístula urinária

O stent também demonstrou efeito protetor frente às fístulas urinárias, principalmente em anastomoses extravesicais. Revisões e coortes apontaram menor taxa de fístula em pacientes que receberam o dispositivo. Em um centro de alta expertise e técnica padronizada sem uso de stent, a taxa de complicações foi baixa (1,4%), sugerindo que resultados sem stent dependem fortemente da experiência cirúrgica.

Remoção precoce versus tardia

A comparação entre remoção precoce e tardia mostrou um padrão consistente: retirar o stent mais cedo reduz ITU, colonização bacteriana e necessidade de antibioticoterapia, além de diminuir o tempo de internação e os custos hospitalares. Não foram observadas diferenças relevantes quanto a extravasamento urinário, estenose, hidronefrose ou complicações urológicas maiores.

Tipos de stent e estratégias de uso

O stent duplo J demonstrou desempenho superior ao stent simples J, com menor necessidade de nefrostomia percutânea, menor taxa de estenose e melhor custo-efetividade. Também apresentou melhores resultados quando comparado ao stent suprapúbico, principalmente em termos de complicações urológicas totais. Quanto ao material, stents PercuflexTM Plus apresentaram menor formação de biofilme e encrustação em comparação aos de silicone.

Revisões recentes sugerem que o uso seletivo (em situações de maior risco cirúrgico) pode reduzir complicações infecciosas sem comprometer a segurança urológica; porém, em muitos contextos clínicos, o uso rotineiro ainda demonstra benefícios na prevenção de estenose e fístula.

De maneira geral, os estudos mostram que o stent ureteral exerce papel importante na prevenção de estenose e fístula urinária, enquanto seu principal risco é a ITU, especialmente quando permanece por períodos prolongados. A remoção precoce configura-se como estratégia segura e vantajosa, reduzindo infecções sem aumentar complicações estruturais. O tipo de stent, a profilaxia utilizada e a experiência do centro também influenciam diretamente os desfechos.

A Tabela 3 resume os estudos selecionados, destacando autorias, objetivos, metodologias utilizadas e principais achados. A disposição facilita a comparação entre diferentes abordagens e a interpretação crítica das evidências.

Tabela 3
Características dos estudos incluídos na revisão.

DISCUSSÃO

Os achados desta revisão indicam que o stent ureteral desempenha papel relevante na prevenção de complicações urológicas mecânicas, especialmente fístula urinária e estenose ureteral, sobretudo em anastomoses extravesicais. A consistência desse efeito entre estudos com diferentes delineamentos reforça a utilidade do dispositivo como elemento adjuvante de segurança cirúrgica.

Entretanto, o tempo de permanência do stent configura-se como fator determinante para o risco de ITU e colonização bacteriana. Evidências recentes mostram que períodos prolongados de permanência aumentam significativamente esses desfechos, possivelmente devido à formação de biofilme e à ascensão bacteriana. Nesse contexto, a remoção precoce tem se consolidado como estratégia eficaz, uma vez que reduz a incidência de infecções sem elevar a taxa de complicações mecânicas, como extravasamento urinário ou estenose ureteral.

A análise comparativa entre os diferentes tipos de stent demonstra que dispositivos internos, como o duplo J, apresentam menor frequência de complicações urológicas maiores quando comparados aos modelos externos. Apesar disso, a maior taxa de infecção associada ao duplo J, especialmente quando mantido por longos períodos, deve ser levada em consideração. O material do stent também influencia o risco de incrustação, embora os dados sobre esse aspecto ainda apresentem heterogeneidade.

Resultados positivos observados em centros que não utilizam stents rotineiramente, desde que associados a técnicas extravesicais altamente padronizadas e volumes cirúrgicos elevados, sugerem que o sucesso em estratégias seletivas depende fortemente da expertise institucional. Esses achados não são necessariamente generalizáveis a todos os serviços.

Entre as limitações dos estudos incluídos, destacam-se a variabilidade nos critérios diagnósticos para infecção e estenose, heterogeneidade metodológica, as diferenças nos protocolos de retirada e predomínio de delineamentos observacionais. Esses fatores dificultam a comparação direta entre os trabalhos e limitam a elaboração de recomendações universais. Ainda assim, observa-se convergência entre os estudos quanto à necessidade de equilibrar os benefícios mecânicos do stent com o risco infeccioso associado ao seu uso prolongado.

CONCLUSÃO

A presente revisão demonstrou que a utilização do stent ureteral em pacientes submetidos ao transplante renal contribui para a redução de complicações urológicas, ainda que o tempo de permanência do dispositivo exerça impacto direto na incidência de ITU, fístula urinária e estenose ureteral. Apesar dos resultados favoráveis, a heterogeneidade metodológica, a ausência de padronização dos desfechos e a diversidade de desenhos de estudo limitam a generalização dos achados.

Assim, reforça-se a importância da condução de novas pesquisas, mais específicas, que comparem não apenas o uso e o tempo de permanência, mas também os diferentes materiais de stent disponíveis, de modo a subsidiar recomendações clínicas mais seguras e precisas na prática do transplante renal.

AGRADECIMENTOS

Os autores expressam sua sincera gratidão aos familiares e amigos pelo apoio contínuo, compreensão e incentivo ao longo de todas as etapas de desenvolvimento deste trabalho. O suporte emocional, a paciência e o encorajamento recebidos foram essenciais para a manutenção da dedicação e do empenho necessários à conclusão desse estudo.

  • FINANCIAMENTO
    Nada a declarar.
  • DECLARAÇÃO DE USO DE FERRAMENTAS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
    Os autores declaram que ferramentas de inteligência artificial foram utilizadas exclusivamente para a revisão linguística e correção gramatical do texto, não tendo sido empregadas para a elaboração do conteúdo científico, interpretação de dados, análise crítica ou formulação de conclusões. A responsabilidade integral pelo conteúdo do artigo é dos autores. Para os métodos (ou seção equivalente): ferramentas de inteligência artificial foram utilizadas exclusivamente para apoio na revisão linguística e correção gramatical do texto, sem interferência na condução metodológica do estudo ou na análise crítica da literatura; para o resumo: ferramentas de inteligência artificial foram utilizadas exclusivamente para revisão linguística do manuscrito.

DISPONIBILIDADE DE DADOS DE PESQUISA

Todos os dados foram gerados ou analisados neste estudo.

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Datas de Publicação

  • Publicação nesta coleção
    09 Fev 2026
  • Data do Fascículo
    2026

Histórico

  • Recebido
    06 Out 2025
  • Aceito
    30 Nov 2025
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