Hobson16 Escócia |
Estudo transversal, descritivo. Amostra: 74 mergulhadores (62 homens e 12 mulheres). Objetivo: Verificar o impacto do uso da máscara de mergulho em relação aos sinais e sintomas da DTM em mergulhadores |
Os resultados indicaram que o uso da máscara de mergulho pode contribuir, negativamente, nos casos de DTM. O desconforto durante o uso da máscara foi considerado preditor para presença de alteração muscular. |
Persson e Kiliaridis17 Suécia |
Estudo transversal, descritivo. Amostra: 26 lutadores e 26 não lutadores (controle) do sexo masculino. Objetivo: examinar a prevalência de problemas dentários, DTM e cárie dentária. |
Os lutadores apresentaram alterações dentárias mais graves e frequentes, localizadas em sua maioria, na região anterior da maxila quando comparados aos controles. Não foram identificadas diferenças estatísticas na prevalência de cárie ou DTM entre os grupos. |
Aldridge e Fenlon18 Reino Unido |
Estudo transversal, descritivo. Amostra: 63 mergulhadores (42 homens e 21 mulheres). Objetivo: Investigar a prevalência de DTM. |
A prevalência de DTM entre os mergulhadores foi de 47,6%. Quando analisados separadamente os valores de DTM de água quente e água fria, a prevalência de DTM é maior nesse último. |
Jagger et al.19 Reino Unido |
Estudo transversal, descritivo. Amostra: 200 mergulhadores. Objetivo: avaliar as complicações orais associadas com o mergulho tais como a DTM e fraturas dentárias. |
A prevalência de dor orofacial foi de 44%, demonstrando ser alteração comum em mergulhadores. |
Weiler et al.20 Brasil |
Estudo transversal, descritivo. Amostra: 46 jogadores de basquete, adolescentes do sexo masculino e 41 adolescentes não atletas pertencentes ao grupo controle. Objetivo: Comparar a prevalência de sinais e sintomas de DTM, bem como examinar a associação entre sinais e sintomas de DTM em diferentes estágios de Tanner. |
Não houve diferença significativa entre atletas e não atletas em relação aos sinais ou sintomas de DTM. Ao comparar os adolescentes que apresentaram pelo menos um sintoma da DTM nos diferentes subgrupos de estágios de Tanner, não foram encontradas diferenças estatisticamente significantes. |
Weiler et al.21 Brasil |
Estudo transversal, descritivo. Amostra: 89 jogadores de basquete adolescentes do sexo feminino e 72 adolescentes não atletas (controle). Objetivo: Comparar a prevalência de sinais e sintomas de DTM, bem como examinar a associação entre sinais e sintomas de DTM nessa população em diferentes estágios de Tanner. |
Não houve diferença significativa entre atletas e não atletas em relação à presença de DTM. Ao comparar os adolescentes que apresentaram sintomas de DTM entre os diferentes subgrupos dos estágios de Tanner, não foram encontradas diferenças estatisticamente significantes. |
Mendoza-Puente et al.22 Espanha |
Estudo de caso controle. Amostra: 18 boxeadores e 20 jogadores de handball. Objetivo: avaliar diferenças na incidência de cefaleia, mecanosenssibilidade do nervo trigêmeo e DTM entre atletas de diferentes modalidades. |
A comparação entre os grupos encontrou diferenças significativas em todas as medidas de desfecho (p<0,05) relativas à região da face, com piores resultados no grupo de boxeadores. |
Lobbezoo et al.23 Holanda |
Estudo transversal, descritivo. Amostra: 536 mergulhadores sem sinais ou sintomas de DTM antes do início da prática do mergulho. Objetivo: determinar preditores para o desenvolvimento de queixas de DTM em mergulhadores. |
44,1% dos mergulhadores relataram dor associada à DTM. Apertamento e mordedura, bem como uma posição mais baixa da máscara de mergulho são preditores para a presença de dor nessa população. Mergulhar em água fria mostrou-se ser um fator de proteção para dor na ATM. |
Bonotto et al.24 Brasil |
Estudo transversal, descritivo. Amostra: profissionais praticantes de karatê (grupo I; n = 24), praticantes amadores de karatê (grupo II; n = 17), lutadores de artes marciais mistas de alto desempenho (grupo III; n = 13), e não atletas (grupo IV; n = 28). Objetivo: investigar a prevalência de DTM em atletas de alto desempenho e compará-la com a prevalência em atletas amadores e não atletas. |
A prevalência de DTM nos grupos I (54,2%; p=0,003) e III (61,5%; p=0,002) foi significativamente maior que no grupo IV (14,3%). A prevalência no grupo II foi semelhante ao grupo IV, (p>0,05). Diagnóstico de deslocamento do disco foi identificado com maior frequência nos grupos I (45,8%; p=0,013) e III (38,5%; p=0,012) do que no grupo IV (7,1%). A dor crônica associada à DTM foi de baixa intensidade e não incapacitante em todos os grupos. |
Bonotto et al.25 Brasil |
Estudo transversal, descritivo. Amostra: 30 jogadores de rugby (grupo I) e 28 não atletas (grupo II). Objetivo: determinar a prevalência de DTM em jogadores de rugby. |
A prevalência de DTM foi maior no grupo I (53,3%) quando comparada ao grupo II (14,3%), assim como a dor miofascial (40% e 7,1%, respectivamente). Diagnóstico de deslocamento do disco e apertamento dentário também foram superiores no grupo I em relação ao grupo II. |