| Silva et al.(11)
|
Brasil |
45 |
Avaliar o efeito do LBP em indivíduos com disfunção temporomandibular intra-articular, quantificar e comparar a gravidade dos sinais e sintomas antes, durante e após as aplicações do laser. |
Sim |
Foram 10 sessões, realizadas duas vezes por semana, durante 5 semanas. A energia do dispositivo durante as aplicações foi de 70 mW, o tempo de aplicação variou por ponto, e o comprimento de onda utilizado foi de 780 nm. Para a dose de 52,5 J/cm2, o tempo de aplicação foi 30 segundos e 60 segundos para a emissão de 105,0 J/cm2. O laser foi aplicado de forma contínua em 5 pontos condilares, 3 no masseter e 3 no temporal. |
Duas dosagens diferentes de Laser e placebo. |
Movimentos mandibulares e sintomas dolorosos evocados pela palpação muscular. |
A análise de variância mostrou diferenças estatisticamente significantes entre os grupos, com nível de 1% entre as doses, (exceto para as variáveis de protrusão: diferença significativa de 5% e abertura: não significativa) e também entre as avaliações (exceto para variável lateralidade – 5% de diferença estatística. |
Este estudo concluiu que o LBP aumentou a amplitude dos movimentos mandibulares. |
| De Carli et al.(12)
|
Brasil |
15 |
Comparar o uso do LBP e toxina botulínica no tratamento da dor miofascial e se eles modificam a abertura da boca de pacientes com desordem temporomandibular. |
Não informado |
Foram 7 aplicações, realizadas em intervalos de 48h entre cada aplicação. O comprimento de onda utilizado foi o de 830nm, com dosagem de 80 J/cm2 e potência de 100mW. A aplicação foi em 2 pontos do músculo masseter e 1 no temporal. |
Laser e Toxina Botulínica tipo A. |
Amplitude de abertura da boca e intensidade de dor. |
Em relação a amplitude de abertura da boca, não foi encontrada diferença estatística significante entre o grupo Laser e o grupo Toxina, considerando que ambos os grupos não apresentaram aumento significativo durante o tratamento (p = 0,272). |
As duas terapias não apresentaram melhora estatisticamente significativa na amplitude de abertura da boca. |
| Kato et al.(13)
|
Brasil |
18 |
Comparar a eficácia da estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS) e da terapia a laser de baixo nível no tratamento de pacientes com DTM miogênica crônica. |
Não informado |
Foram realizadas 10 sessões, 3 vezes por semana, durante 4 semanas, com o comprimento de onda de 830 a 904nm, com uma saída de 4J/cm2 e potência de 100mW, com movimentos de varreduras, durante 9 minutos em cada lado da face. |
Laser e TENS |
Amplitude de abertura da boca e intensidade de dor. |
Os resultados demonstraram aumento na amplitude de abertura da boca de ambos os grupos (p < 0,05). Houve uma melhora significativa na amplitude de abertura da boca (média inicial de 42,5 mm, sendo 43 mm do grupo Laser e 42 mm no grupo TENS, e média final de 47,4 mm, sendo 47,6 e 47,2 mm nos grupos Laser e TENS, respectivamente. A ANOVA demonstrou que não houve diferença estatisticamente significante entre os grupos, incluindo o efeito imediato (p = 0,860 e p = 0,091, respectivamente). No entanto, foi encontrada diferença de significância entre as sessões (p<0,0010). |
Ambas as terapias foram eficazes em reduzir os sinais e sintomas da DTM, mas o efeito imediato não teve significância e o efeito acumulativo pode ter sido responsável por essa melhora. |
| Kogawa et al.(14)
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Brasil |
19 |
Avaliar a efetividade do laser de baixa potência e do estímulo muscular microelétrico (MENS) no tratamento de pacientes com disfunções temporomandibulares (DTM). |
Sim |
A laserterapia foi realizada três vezes por semana, em um total de dez sessões, com comprimento de onda de 830 a 904nm, com saída de 4 joules por cm2 e potência de 100mW. |
Laser e MENS |
Amplitude de abertura da boca, palpação muscular e da ATM; e Escala Visual Analógica (EVA). |
Os resultados apresentaram aumento na amplitude de abertura da boca. As médias inicial e final de amplitude para o grupo Laser foram de 46,3 mm e 49,4 mm, respectivamente e do Estimulador miolétrico (MENS) 46,3 mm e 44 mm, respectivamente. Não mostrando diferença significativa entre os grupos. |
Concluiu-se que ambas as terapias (Laser e MENS) são eficazes no tratamento da DTM miogênica, mas recomendou-se cautela na análise dos resultados, pelo aspecto auto limitante da DTM. A amplitude de abertura da boca melhorou nos dois grupos. |
| Machado et al.(15)
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Brasil |
82 |
Investigar a eficácia da combinação dos exercícios mioterápicos orais (OM) e LBP, comparado ao protocolo de terapia oromiofuncional (TMO), ao tratamento apenas com LBP, e ao placebo combinado aos exercícios. Verificar os efeitos de cada um dos programas imediatamente após o tratamento e no acompanhamento a longo prazo. |
Sim |
Foram 12 sessões semanalmente durante 60 dias e depois quinzenalmente. Emissão contínua a 780nm de comprimento de onda, 60mW de potência e densidade de energia variando entre 60 +- 1J/cm2. Foi aplicado em 5 locais da ATM e nos músculos masseter e temporal. |
Laser + exercícios OM; apenas Laser; placebo + OM e protocolo de TMO completo. |
Autoavaliação da gravidade da DTM, dor a palpação, intensidade subjetiva da dor, estado miofuncional orofacial (aparência /postura, mobilidade e desempenho das funções estomatognáticas). |
Os resultados do protocolo AMIOFE foram mais baixos que os do grupo placebo, não mostrando resultados estatisticamente significativos entre os grupos. |
O LBP com os exercícios OM combinados foi mais eficaz do que apenas o LBP isolado, com redução dos sinais e sintomas da DTM e melhora dos movimentos mandibulares. |
| Öz et al.(16)
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Turquia |
40 |
Avaliar a eficiência do laser e compará-lo com placas oclusais no tratamento da dor miofacial. |
Sim |
Foram realizadas 10 sessões, 2 vezes por semana. O comprimento de onda utilizado foi o infravermelho (820nm), com dosagem de 3J/cm2, uma potência de saída de 300 mW e duração de 10s em cada ponto. O laser foi aplicado de forma precisa e contínua nos pontos-gatilho. |
Laser e placas interoclusais. |
Exame funcional, determinação do limiar de dor à pressão (LDP) e amplitude de abertura da boca. |
Ambos os grupos apresentaram melhoras estatisticamente significativas nos movimentos mandibulares verticais, após o tratamento e não foram identificadas diferenças significativas entre os grupos. |
O Laser foi tão eficaz quanto as placas interoclusais, podendo ser uma alternativa como tratamento, com base na sua natureza não invasiva e não farmacológica. |
| Seifi et al.(17)
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Irã |
40 |
Avaliar o efeito da terapia com LBP e da TENS nas DTM. |
Sim |
Foram 4 sessões de meia hora por semana. O comprimento de onda utilizado foi de 810nm, com uma potência contínua de 0,5W, durante 60 s. |
Laser, placebo do Laser, TENS e placebo da TENS. |
Sensibilidade da musculatura mastigatória e amplitude de abertura da boca. |
A amplitude de abertura da boca melhorou com o tempo, no entanto, não se manteve após 1 mês em relação a linha de base (p=0,192). Não houve diferenças significativas entre os grupos LBP e TENS (p=0,820) em todas as etapas. Não foi encontrada nenhuma diferença estatística significante entre os placebos (p=0,738). A variável de abertura da boca nos grupos de Laser e TENS foi significante e maior que nos grupos placebos (p=0,002), mas não no seguimento de 1 mês (p=0,692). |
Os efeitos do Laser e da TENS podem melhorar os sinais e sintomas da DTM em curto prazo, podendo ser modalidades físicas de alternativas complementares e suplementares na DTM. |
| Gökçen-Röhlig et al.(18)
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Turquia |
40 |
Investigar a eficácia do LBP com 820 nm, 3 J/cm2, 300 mW potência de saída no tratamento de DTM de origem muscular. |
Sim |
Foram 10 sessões de laser, realizadas diariamente, durante 3 semanas. O comprimento de onda utilizado foi o infravermelho (820nm), com dose de 8J/cm2 e potência de 300mW, por 10 s. A aplicação foi realizada de forma contínua, em 3 pontos do músculo masseter, 1 no temporal e 1 no esternocleidomastoideo. |
Laser e placebo |
Limiar de dor por pressão (LDP), escala visual analógica (EVA) e mobilidade da mandíbula. |
O grupo Laser demonstrou melhorias estatisticamente significativas nos movimentos mandibulares verticais e excursões laterais. |
Os efeitos do Laser são superiores aos resultados do grupo placebo. |
| Madani et al.(19)
|
Irã |
45 |
Investigar a eficácia do LBP no tratamento da osteoartrite e DTM |
Sim |
Foram 12 sessões, realizadas 3 vezes por semana, durante 4 semanas. O laser foi aplicado em forma de contato, com potência de 50 mW, 6J por ponto, 3,4J/cm2 em 4 pontos da ATM, 3 do masseter, 3 do temporal e na inserção do músculo pterigoideo interno. |
Laser, Laser acupuntura e placebo |
Grau de dor, amplitude de abertura da boca e ruídos articulares. |
Após 12 sessões de aplicação do Laser, a amplitude média de abertura da boca aumentou de 29,2mm para 31,7mm (aumento de 8%) no grupo Laser e de 23,5mm para 24,7mm (melhora de 5%) no tratamento com placebo. A análise não mostrou diferença estatística significante entre os grupos de estudo ou entre os diferentes tempos de avaliação em cada grupo. |
Os grupos Laser e placebo não apresentaram melhora significativa em relação à amplitude de abertura da boca. |
| Sancakli et al.(20)
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Turquia |
30 |
Avaliar o efeito da aplicação do LBP nos maiores pontos de dor em pacientes com dor muscular mastigatória crônica (dor miofascial). |
Sim |
Foram 12 sessões, realizadas 3 vezes por semana, durante 1 mês. O comprimento de onda utilizado foi o infravermelho (820nm), com dose de 3J/cm2 e potência de saída de 300 mW por 10 s. A aplicação foi realizada nos maiores pontos de dor e em 3 pontos dos músculos masseter e temporal. |
Laser nos maiores pontos de dor, e em pontos pré-determinados. |
Mobilidade de mandíbula (amplitude, excursões laterais, protusão), LDP e medida da pressão, e medida subjetiva da dor. |
Os movimentos mandibulares verticais, excursões laterais e protrusão melhoraram significativamente nos grupos de LBP. |
O LBP apresentou efeitos positivos em relação aos movimentos mandibulares, devido aos seus efeitos analgésicos e miorrelaxantes. Não houve diferença entre a aplicação nos pontos dolorosos e nos pontos pré-determinados. |