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Coluna/Columna, Volumen: 24, Numero: 3, Publicado: 2025Coluna/Columna, Volumen: 24, Numero: 3, Publicado: 2025
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EDITORIAL TUMOR/INFECTION CONCEPTOS ACTUALES SOBRE TUMORES BENIGNOS DE LA COLUMNA VERTEBRAL CARELLI, LUIS E. |
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ORIGINAL ARTICLE: TUMOR/INFECTION HEMANGIOMAS AGRESIVOS DE LA COLUMNA VERTEBRAL: DIAGNóSTICO DIFERENCIAL Y ESTRATEGIAS DE TRATAMIENTO SILVA, OCTAVIO AUGUSTO TOMé DA CARELLI, LUíS FERNANDO VIEIRA DE MELLO RODRIGUES ROCHA, ANTôNIO VINICIUS GONçALVES DA CHANTRE-JUSTINO, MARIANA BARROS, ALDERICO GIRãO CAMPOS DE CARELLI, LUíS E. Resumen en Portugués: RESUMO Objetivo: Descrever uma série de casos de hemangiomas vertebrais agressivos e hemangioendoteliomas tratados em um centro de referência, com ênfase no diagnóstico diferencial e nas estratégias terapêuticas empregadas. Métodos: Estudo retrospectivo de casos e revisão da literatura, com inclusão de pacientes sintomáticos e confirmação diagnóstica por imagem e/ou histopatologia, tratados nos últimos 25 anos em um centro latino-americano especializado em cirurgia da coluna. Resultados: Seis pacientes (cinco mulheres, um homem; média de 46,3 anos) foram tratados com técnicas como vertebroplastia, ressecção intralesional ou vertebrectomia em bloco. A maioria apresentou dor intensa e metade tinha déficit neurológico. Foram realizados embolização pré-operatória em três casos e radioterapia em dois. Todos apresentaram evolução clínica satisfatória. Conclusões: Hemangiomas vertebrais agressivos e hemangioendoteliomas exigem diagnóstico cuidadoso e abordagem individualizada. A estratégia multimodal, combinando embolização, cirurgia e radioterapia, mostrou-se eficaz no controle dos sintomas e na prevenção de recidiva. Nível de Evidência IV; Estudo Retrospectivo de Série De Casos.Resumen en Español: RESUMEN Objetivo: Describir una serie de casos de hemangiomas vertebrales agresivos y hemangioendoteliomas tratados en un centro de referencia, destacando el diagnóstico diferencial y las estrategias terapéuticas empleadas. Métodos: Serie de casos retrospectiva y revisión de la literatura que incluyó pacientes sintomáticos con diagnóstico confirmado por imágenes y/o histopatología, tratados durante los últimos 25 años en un centro latinoamericano especializado en cirugía de columna. Resultados: Seis pacientes (cinco mujeres, un hombre; edad media de 46,3 años) fueron tratados con vertebroplastia, resección intralesional o vertebrectomía en bloque. La mayoría presentó dolor intenso y la mitad tenía déficit neurológico. Se realizó embolización preoperatoria en tres casos y radioterapia en dos. Todos evolucionaron con mejoría clínica satisfactoria. Conclusiones: Los hemangiomas vertebrales agresivos y los hemangioendoteliomas requieren diagnóstico preciso y manejo individualizado. El enfoque multimodal, que combina embolización, cirugía y radioterapia, fue eficaz en el control de los síntomas y la prevención de recurrencias. Nivel de Evidencia IV; Estudio Retrospectivo de Series de Casos.Resumen en Inglés: ABSTRACT Objective: To describe a case series of aggressive vertebral hemangiomas and hemangioendotheliomas treated at a referral center, highlighting differential diagnosis and therapeutic strategies. Methods: A retrospective case series and literature review including symptomatic patients with imaging and/or histopathological confirmation, treated over the past 25 years at a Latin American spine surgery center. Results: Six patients (five females, one male; mean age 46.3 years) were treated with vertebroplasty, intralesional resection, or en bloc vertebrectomy. Most presented with severe pain, and half had neurological deficits. Preoperative embolization was performed in three cases and radiotherapy in two. All patients showed satisfactory clinical improvement. Conclusions: Aggressive vertebral hemangiomas and hemangioendotheliomas require precise diagnosis and individualized management. A multimodal approach combining embolization, surgery, and radiotherapy proved effective in symptom control and recurrence prevention. Level of Evidence IV; Retrospective Case Series. |
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ORIGINAL ARTICLE: TUMOR/INFECTION PERFIL EPIDEMIOLóGICO DE LAS BIOPSIAS TUMORALES DE LA COLUMNA VERTEBRAL EN UN CENTRO DE REFERENCIA: RESULTADOS DURANTE UNA DéCADA RAMALHO, DAVI SOéJIMA CORREIA CAVALCANTI, LUCAS ROCHA ROCHA, ANTôNIO VINICIUS DA SILVA GONçALVES DA BARROS, ALDERICO GIRãO CAMPOS DE CARELLI, LUíS E. Resumen en Portugués: RESUMO Objetivo: Definir o perfil epidemiológico dos tumores da coluna diagnosticados por biópsia percutânea em um hospital brasileiro de referência entre 2015 e 2025. Métodos: Estudo transversal descritivo baseado em um banco de dados prospectivo de biópsias de coluna vertebral realizadas entre 2015 e 2025. Foram incluídos pacientes com diagnóstico histopatológico de tumores benignos, malignos ou pseudotumorais. Excluíram-se os casos com diagnóstico infeccioso. As biópsias foram feitas por via percutânea com agulha de Jamshidi, guiadas por fluoroscopia. Foram avaliados: sexo, idade, diagnóstico histopatológico e localização da lesão. Resultados: Total analisado: 195 pacientes (após exclusão de 26 com infecção). Predomínio feminino: 55,8%. Faixa etária predominante: 18 a 65 anos (66,1%). Lesões benignas: 6,1% (mais comuns: cisto ósseo aneurismático e hemangioma). Lesões malignas: 40,5% (sendo 44% metástases e 32% mieloma múltiplo). Lesões pseudotumorais: 7,1% (ex: doença de Paget, SAPHO, osteonecrose). Laudos inconclusivos/negativos: 46,3%. Topografia predominante: sacro, seguido da coluna lombar (sobretudo L4). Distribuição das malignas: predomínio lombossacro; benignas, na região torácica. Conclusões: As lesões malignas são as mais prevalentes entre os tumores da coluna vertebral, destacando-se metástases e mieloma múltiplo. Lesões benignas são menos frequentes, com predominância de cistos ósseos aneurismáticos. O alto número de laudos inconclusivos alerta para limitações das técnicas percutâneas. A presença de lesões pseudotumorais reforça a importância da biópsia para diagnóstico diferencial. Nível de Evidência IV; Série de Casos.Resumen en Español: RESUMEN Objetivo: Definir el perfil epidemiológico de los tumores de la columna vertebral diagnosticados mediante biopsia percutánea en un hospital brasileño de referencia entre 2015 y 2025. Métodos: Estudio transversal descriptivo basado en una base de datos prospectiva de biopsias de columna vertebral realizadas entre 2015 y 2025. Se incluyeron pacientes con diagnóstico histopatológico de tumores benignos, malignos o pseudotumorales. Se excluyeron los casos con diagnóstico infeccioso. Las biopsias se realizaron por vía percutánea con aguja de Jamshidi, guiadas por fluoroscopía. Se evaluaron: sexo, edad, diagnóstico histopatológico y localización de la lesión. Resultados: Total analizado: 195 pacientes (tras excluir 26 con infección). Predominio femenino: 55,8%. Grupo etario predominante: entre 18 y 65 años (66,1%). Lesiones benignas: 6,1% (las más comunes: quiste óseo aneurismático y hemangioma). Lesiones malignas: 40,5% (de las cuales 44% fueron metástasis y 32% mieloma múltiple). Lesiones pseudotumorales: 7,1% (ejemplos: enfermedad de Paget, SAPHO, osteonecrosis). Resultados inconclusos/negativos: 46,3%. Topografía predominante: sacro, seguido de columna lumbar (especialmente L4). Distribución de las malignas: predominio lumbosacro; benignas: en región torácica. Conclusiones: Las lesiones malignas son las más prevalentes entre los tumores de la columna vertebral, destacándose las metástasis y el mieloma múltiple. Las lesiones benignas son menos frecuentes, con predominancia de quistes óseos aneurismáticos. El alto número de resultados inconclusos alerta sobre las limitaciones de las técnicas percutáneas. La presencia de lesiones pseudotumorales refuerza la importancia de la biopsia para el diagnóstico diferencial. Nivel de Evidencia IV; Serie de casos.Resumen en Inglés: ABSTRACT Objective: Define the epidemiological profile of spinal tumors diagnosed by percutaneous biopsy over the past ten years in a Brazilian referral center. Methods: This was a cross-sectional, descriptive study based on a prospective database of patients who underwent spinal biopsies between 2015 and 2025. Inclusion criteria were histopathological diagnoses of benign, malignant, or pseudotumoral spinal lesions. Cases of infection were excluded. Biopsies were performed percutaneously using Jamshidi needles under fluoroscopic guidance. Variables analyzed included sex, age, histopathology, and lesion location. Results: Total analyzed: 195 patients (after excluding 26 with infections). Female predominance: 55.8%. Age range: 18 to 65 years (66.1%). Benign lesions: 6.1% (most common: aneurysmal bone cyst and hemangioma). Malignant lesions: 40.5% (44% metastases and 32% multiple myeloma). Pseudotumoral lesions: 7.1% (e.g., Paget’s disease, SAPHO, osteonecrosis). Inconclusive/negative results: 46.3%. Most affected area: sacrum, followed by the lumbar spine (especially L4). Malignant lesions: mostly lumbosacral; benign lesions: mostly thoracic. Conclusion: Malignant spinal lesions are more frequent than benign ones, with metastases and myeloma being the most prevalent. The high number of inconclusive biopsies highlights the limitations of percutaneous techniques. Pseudotumoral lesions underscore the importance of biopsy in differential diagnosis. Level of Evidence IV; Case Series. |
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ORIGINAL ARTICLE TUMOR/INFECTION OSTEOCONDROMAS DE LA COLUMNA VERTEBRAL EN PACIENTES PEDIáTRICOS: SERIE DE CASOS Y REVISIóN BIBLIOGRáFICA FERNáNDEZ, CLAUDIO ALFREDO REMONDINO, RODRIGO VARELA, MARíA EMILIA MOREIRO MANZONE, PATRICIO PABLO MIRANDA, MARíA GABRIELA FIORE, NéSTOR Resumen en Portugués: RESUMO Objetivo: Avaliar uma série pediátrica de osteocondromas espinhais (OCs) com revisão de literatura e ênfase no tratamento. Métodos: Revisão retrospectiva multicêntrica de pacientes em crescimento com OCs espinhais. Nas avaliações estatísticas utilizaram-se testes não paramétricos de Wilcoxon Rank e a correlação multivariada de Pearson. Resultados: Foram coletados 13 pacientes (14 OCs), 8 homens/5 mulheres, com idade média ao diagnóstico de 11.5 anos (2 - 17 anos); predominaram as cervicais. Três casos associados à Osteocondromatose Múltipla (OM); 7 eram com crescimento intracanal (IC) e 7 eram com crescimento exofítico extracanal (EC). Quatro pacientes (5 OCs) assintomáticos ao diagnóstico; nos demais predominou a presença de massa e/ou dor; 3 estreou com déficit neurológico. Volume tumoral médio: 31,50 cm3, com diferença entre EC (37,75 cm3) e IC (19 cm3). Os IC apresentaram percentuais significativos de ocupação do canal (média 53,9%), sendo maior nos casos com déficit (57,4%). Onze dos 13 pacientes foram submetidos à cirurgia, a maioria com ressecções marginais; um teve desaparecimento espontâneo. Acompanhamento médio: 10,5 anos (6 meses - 26 anos). Dois casos com déficit neurológico apresentaram recuperação. No início tardio, houve duas deformidades na coluna e uma subluxação neurológica do quadril. Não houve recidivas, apenas um caso de resíduo devido à ressecção incompleta. Conclusões: 1) Considerar a ressecção de OCs EC assintomáticos volumosos devido à possível malignidade. 2) Os OCs IC que crescem ou apresentam sintomas devem ser ressecados independentemente do seu volume. 3) Monitoramento rigoroso dos pacientes com OM para verificar a possibilidade de apresentar OCs IC sintomáticos. 4) Evitar ablação intralesional devido ao risco de recorrência ou resíduo. A ressecção marginal é adequada, mas uma ressecção ampla pode ser necessária. Nível de Evidência IV; Série de Casos.Resumen en Español: RESUMEN Objetivo: Evaluar una serie pediátrica propia de Osteocondromas (OCs) espinales con revisión de literatura y énfasis en el manejo. Métodos: Revisión retrospectiva multicéntrica de pacientes en crecimiento con OCs raquídeos. Análisis estadístico con tests no paramétricos de Wilcoxon Rank y correlación multivariable de Pearson. Resultados: Recolectamos 13 pacientes (14 OCs), 8 varones/5 mujeres, con edad promedio al diagnóstico de 11,5 años (2 - 17 años); predominaron los cervicales. Tres casos asociados a Osteocondromatosis Múltiple (OM); 7 eran intracanal (IC) y 7 de crecimiento exofítico extracanal (EC). Cuatro pacientes (5 OCs) asintomáticos al diagnóstico; en los otros predominó la presencia de masa y/o dolor; 3 debutaron con déficit neurológico. Volumen tumoral promedio: 31,50 cm3, con diferencia entre EC (37,75 cm3) e IC (19 cm3). Los IC mostraron porcentajes importantes de ocupación del conducto (promedio 53,9%), siendo mayor en los casos con déficit (57,4%). Once de 13 pacientes fueron operados, mayoritariamente con resecciones marginales; uno tuvo desaparición espontánea. Seguimiento promedio: 10,5 años (6 meses - 26 años). Dos casos con déficit neurológico mostraron recuperación. Tardíamente hubo 2 deformidades espinales y una subluxación neurológica de cadera. No hubo recidivas, solo un caso de residuo por resección incompleta. Conclusiones: 1) Considerar resecar OCs voluminosos EC asintomáticos por la posible malignización. 2) Los OCs IC que crecen o dan síntomas deben resecarse sin importar su volumen. 3) Seguir los pacientes con OM estrechamente por la posibilidad de desarrollar OCs IC sintomáticos. 4) Evitar la ablación intralesional por riesgo de recidiva o residuo. La resección marginal es adecuada, pero una resección amplia puede necesitarse. Nivel de Evidencia IV; Serie de Casos.Resumen en Inglés: ABSTRACT Objective: To evaluate a pediatric series of spinal osteochondromas (OCs), with a literature review and emphasis on management. Methods: Multicentric retrospective review of growing patients with spinal OCs. In statistical analysis non-parametric Wilcoxon Rank tests and multivariable Pearson correlation were used. Results: We collected 13 patients (14 OCs), 8 males/5 females, with a mean age at diagnosis of 11.5 years (2-17 years); cervical tumors predominated. Three cases were associated with Multiple Osteochondromatosis (MO); 7 were intracanal (IC) and 7 with extracanal exophytic growth (EC). Four patients (5 OCs) were asymptomatic at diagnosis; the others were predominantly characterized by mass and/or pain; 3 presented with neurological deficit. Mean tumor volume: 31.50 cm3, with a difference between EC (37.75 cm3) and IC (19 cm3). The IC showed significant percentages of canal occupation (mean 53.9%), being higher in cases with deficit (57.4%). Eleven of the 13 patients underwent surgery, mostly with marginal resections; one had spontaneous disappearance. Mean follow-up: 10.5 years (6 months-26 years). Two cases with neurological deficits showed recovery. Two spinal deformities and one hip subluxation due to neurological impairment appeared during follow-up. There were no recurrences, only one case of residual tissue due to incomplete resection. Conclusions: 1) Consider resecting bulky asymptomatic EC OCs due to possible malignancy. 2) IC OCs that enlarge or become symptomatic should be resected regardless of their volume. 3) Closely control patients with OM due to the possibility of developing symptomatic IC OCs. 4) Avoid intralesional ablation due to increased risk of recurrence or residue. Marginal resection is adequate, but a wide resection may be necessary. Level of Evidence IV; Case Series. |
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CASE REPORT: TUMOR/INFECTION OSTEOCONDROMAS DE LA COLUMNA: ¿SON SIEMPRE RAROS E INOFENSIVOS? UNA SERIE DE SEIS CASOS SINTOMáTICOS ALVES, GABRIEL FARIAS BARROS, ALDERICO GIRãO CAMPOS DE CARELLI, LUíS E. Resumen en Portugués: RESUMO O osteocondroma é o tumor ósseo benigno mais comum, mas sua ocorrência na coluna vertebral é rara. Este estudo apresenta uma série de seis casos de osteocondromas espinhais sintomáticos, incluindo pacientes com formas solitárias e com exostoses múltiplas hereditárias (MHE). As manifestações incluíram dor, déficits neurológicos e sinais de mielopatia, sendo a cirurgia indicada para ressecção tumoral com ou sem instrumentação. A média de idade foi de 20 anos, inferior à média da literatura. Apesar de benignos, os osteocondromas podem provocar complicações significativas, especialmente quando há compressão medular. A excisão completa e o cuidado com a estabilidade da coluna são essenciais para o sucesso do tratamento. Nível de Evidência IV; Série de Casos.Resumen en Español: RESUMEN El osteocondroma es el tumor óseo benigno más común, aunque su aparición en la columna vertebral es poco frecuente. Este estudio presenta una serie de seis casos de osteocondromas espinales sintomáticos, incluyendo formas solitarias y asociadas a exostosis múltiples hereditarias (MHE). Las manifestaciones clínicas incluyeron dolor, déficits neurológicos y signos de mielopatía, siendo la cirugía indicada para la resección tumoral con o sin instrumentación espinal. La edad promedio fue de 20 años, inferior a la media reportada en la literatura. Aunque benignos, los osteocondromas pueden provocar complicaciones importantes, especialmente con compresión medular. La resección completa y la estabilización vertebral son esenciales para el éxito terapéutico. Nivel de Evidencia IV; Serie de Casos.Resumen en Inglés: ABSTRACT Osteochondroma is the most common benign bone tumor, though spinal involvement is rare. This study presents a case series of six symptomatic spinal osteochondromas, including both solitary forms and cases associated with multiple hereditary exostoses (MHE). Clinical manifestations included pain, neurological deficits, and signs of myelopathy, with surgery indicated for tumor excision with or without spinal instrumentation. The average age was 20 years, lower than the literature average. Although benign, osteochondromas may cause significant complications, particularly when spinal cord compression is present. Complete excision and maintaining spinal stability are critical for successful outcomes. Level of Evidence IV; Case Series. |
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CASE REPORT: TUMOR/INFECTION MANEJO DE LA DEFORMIDAD CIFóTICA CERVICAL DESPUéS DE LA RESECCIóN DE UN TUMOR INTRADURAL EN PACIENTES PEDIáTRICOS CALASSARA, PAULA DE CAMPOS ALMEIDA, GIANCARLO JORIO CHANTRE-JUSTINO, MARIANA BARROS, ALDERICO GIRãO CAMPOS DE CARELLI, LUíS E. Resumen en Portugués: RESUMO Essa série de casos descreve os pacientes pediátricos com deformidade cifótica cervical progressiva após ressecção de tumores intradurais, as estratégias cirúrgicas e os seus desfechos clínicos. Estudo retrospectivo foi realizado com cinco pacientes operados entre março de 2002 e novembro de 2024, em instituição pública de referência no Brasil. Todos os pacientes apresentavam cifose progressiva (>45°) e foram submetidos a correção cirúrgica. Foram coletados dados clínicos, radiográficos e evolutivos. A média de idade dos pacientes na ressecção tumoral foi de 5,6 anos. Todos os casos envolveram facetectomia, sendo bilateral em 60%. A abordagem anterior foi empregada em 80%, isolada ou combinada. A média de correção angular foi 54,4°. Quatro pacientes apresentaram melhora neurológica (escala de Frankel) e um apresentou piora. Dessa forma, observa-se que a deformidade cifótica cervical pós-ressecção tumoral em crianças apresenta alto risco de progressão e de déficit neurológico. Durante o planejamento pré-operatório da ressecção inicial, estratégias específicas devem ser adotadas para prevenir o desenvolvimento da deformidade. Uma vez que a cifose está instalada, é fundamental considerar diferentes abordagens cirúrgicas e a associação de técnicas complementares para uma correção eficaz. Nível de Evidência IV; Série de Casos.Resumen en Español: RESUMEN Esta serie de casos describe a pacientes pediátricos con deformidad cifótica cervical progresiva tras la resección de tumores intradurales, las estrategias quirúrgicas empleadas y sus desenlaces clínicos. Se realizó un estudio retrospectivo en cinco pacientes que se sometieron a corrección quirúrgica entre marzo de 2002 y noviembre de 2024 en un centro público de referencia en Brasil. Todos los pacientes desarrollaron cifosis progresiva (> 45°) y se sometieron a cirugía correctiva. Se recopilaron datos clínicos, radiográficos y de seguimiento. La edad media en el momento de la resección del tumor fue de 5,6 años. Todos los casos implicaron facetectomía, que fue bilateral en el 60% de los pacientes. El abordaje anterior se empleó en el 80% de los casos (solo o en combinación). La corrección angular media alcanzada fue de 54,4°. Cuatro pacientes mostraron mejoría neurológica según la escala de Frankel, mientras que un paciente tuvo deterioro neurológico. Por lo tanto, estos hallazgos resaltan el alto riesgo de progresión de la deformidad cifótica y déficit neurológico después de la resección del tumor en pacientes pediátricos. Se deben adoptar estrategias preoperatorias para prevenir el desarrollo de la deformidad. Una vez establecida la deformidad cifótica, se deben considerar diferentes abordajes quirúrgicos y técnicas complementarias para una corrección eficaz. Nivel de Evidencia IV; Serie de Casos.Resumen en Inglés: ABSTRACT This case series describes pediatric patients with progressive cervical kyphotic deformity after intradural tumor resection, the surgical strategies employed, and their clinical outcomes. A retrospective study was conducted on five patients who underwent surgical correction between March 2002 and November 2024 at a public referral center in Brazil. All patients developed progressive kyphosis (>45°) and underwent corrective surgery. Clinical, radiographic, and follow-up data were collected. The mean age at the time of tumor resection was 5.6 years. All cases involved facetectomy, which was bilateral in 60% of patients. The anterior approach was employed in 80% of cases (used alone or in combination). The mean angular correction achieved was 54.4°. Four patients showed neurological improvement according to the Frankel scale, while one patient had neurological deterioration. Therefore, these findings highlight the high risk of kyphotic deformity progression and neurological deficit after tumor resection in pediatric patients. Preoperative strategies should be adopted to prevent the development of the deformity. Once kyphotic deformity is established, different surgical approaches should be considered and complementary techniques for effective correction. Level of Evidence IV; Case Series. |
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CASE REPORT: TUMOR/INFECTION MANEJO DEL GRANULOMA EOSINóFILO CERVICAL ALMEIDA, GIANCARLO JORIO CALASSARA, PAULA DE CAMPOS LEAL, ANA CAROLINA BARROS, ALDERICO GIRãO CAMPOS DE CARELLI, LUíS E. Resumen en Portugués: RESUMO Relatar a apresentação clínica, os achados radiológicos, o manejo e os desfechos de três casos de granuloma eosinófilo (GE) da coluna cervical, além de revisar a literatura atual sobre o tema. Foi realizado estudo retrospectivo com inclusão de todos os casos de GE cervical, com confirmação histopatológica, tratados entre 2003 e 2024 em um hospital ortopédico de nível quaternário de um sistema público de saúde. Em seguida, foi realizada uma revisão narrativa da literatura, com ênfase em aspectos epidemiológicos, clínicos, diagnósticos e terapêuticos. Foram tratados três casos no período do estudo, todos pacientes entre 3 e 4 anos de idade com dor cervical persistente, sendo dois com lesão unifocal e um multifocal. Um dos casos apresentava instabilidade atlantoaxial e foi tratado cirurgicamente. Nenhum dos pacientes apresentou complicações e todos tiveram resolução dos sintomas. O GE da coluna cervical é raro mas deve ser considerado em pacientes com cervicalgia persistente na presença de lesão lítica ou instabilidade aos exames de imagem. O tratamento deve ser individualizado e varia de conservador a cirúrgico com artrodese, conforme extensão da doença, instabilidade ou presença de déficit neurológico. Nível de Evidência IV; Série de Casos.Resumen en Español: RESUMEN Reportar la presentación clínica, hallazgos radiológicos, manejo y evolución de tres casos de granuloma eosinófílo (GE) de la columna cervical, además de revisar la literatura actual sobre el tema. Se realizó un estudio retrospectivo que incluyó todos los casos de GE cervical con confirmación histopatológica, tratados entre 2003 y 2024 en un hospital ortopédico de nivel cuaternario del sistema público de salud. Posteriormente, se llevó a cabo una revisión narrativa de la literatura, con énfasis en los aspectos epidemiológicos, clínicos, diagnósticos y terapéuticos. Se trataron tres casos durante el período del estudio, todos en pacientes entre 3 y 4 años con cervicalgia persistente. Dos casos eran unifocales y uno multifocal. Un paciente presentó inestabilidad atlantoaxoidea y fue tratado quirúrgicamente. No hubo complicaciones y todos los pacientes evolucionaron con resolución de los síntomas. El GE cervical es raro, pero debe considerarse en pacientes con cervicalgia persistente y lesiones líticas o inestabilidad en estudios de imagen. El tratamiento debe individualizarse y puede variar desde el manejo conservador hasta la artrodesis quirúrgica, según la extensión de la enfermedad, la inestabilidad o la presencia de déficit neurológico. Nivel de Evidencia IV; Serie de Casos.Resumen en Inglés: ABSTRACT To report the clinical presentation, radiological findings, management, and outcomes of three cases of eosinophilic granuloma (EG) of the cervical spine, in addition to reviewing the current literature on the topic. A retrospective study was conducted, including all cases of histopathologically confirmed cervical EG treated between 2003 and 2024 at a quaternary-level orthopedic hospital within a public healthcare system. A narrative literature review was subsequently performed, focusing on epidemiological, clinical, diagnostic, and therapeutic aspects. Three cases were treated during the study period, all involving patients aged three to four years with persistent cervical pain. Two cases were unifocal, and one was multifocal. One patient presented with atlantoaxial instability and underwent surgical treatment. No complications occurred, and all patients experienced symptom resolution. Cervical spine EG is rare but should be considered in patients with persistent neck pain and radiographic evidence of lytic lesions or instability. Treatment should be individualized and range from conservative management to surgical arthrodesis, depending on disease extent, spinal instability, or neurological deficit. Level of Evidence IV; Case Series. |
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CASE REPORT: TUMOR/INFECTION DEFORMIDADES TORACOLUMBARES SECUNDARIAS A TUMORES ESPINALES Y SUS TRATAMIENTOS: ¿ES POSIBLE PREVERLAS Y PREVENIRLAS? AFONSO, PEDRO PASCHOAL CASSAPIS CARDOSO BARROS, ALDERICO GIRãO CAMPOS DE CARELLI, LUíS E. ALMEIDA, GIANCARLO JORIO Resumen en Portugués: RESUMO Deformidades toracolombares relacionadas a tumores vertebrais ou a seus tratamentos tornaram-se um desafio clínico relevante, principalmente pelo impacto na estabilidade da coluna, funcionalidade e qualidade de vida dos pacientes. As alterações estruturais podem ocorrer após ressecções tumorais, radioterapia ou quimioterapia, especialmente em populações vulneráveis, como crianças e adolescentes. Este trabalho tem como objetivo analisar os fatores de risco, mecanismos fisiopatológicos e estratégias preventivas associados ao desenvolvimento de deformidades da coluna toracolombar durante ou após o tratamento de tumores espinhais. Revisão narrativa, baseada em literatura publicada nas últimas três décadas extraídas da base de dados PubMed. Foram incluídos artigos originais, revisões sistemáticas, metanálises e diretrizes clínicas abordando a instabilidade vertebral, impacto dos tratamentos oncológicos na biomecânica da coluna e abordagens preventivas e terapêuticas. O desenvolvimento de deformidades da coluna é multifatorial, envolvendo fatores anatômicos, idade do paciente, localização tumoral, extensão da ressecção cirúrgica e efeitos adversos da radioterapia e quimioterapia. Estratégias preventivas potenciais incluem laminoplastias, uso criterioso de órteses, acompanhamento radiográfico e fusões profiláticas, especialmente em pacientes pediátricos. A abordagem dos tumores espinhais deve ir além da ressecção da lesão, incorporando medidas voltadas à preservação da biomecânica da coluna. A identificação precoce de pacientes de maior risco e a adoção de estratégias preventivas são cruciais para reduzir a incidência de deformidades pós-tratamento e melhorar o prognóstico funcional dos pacientes. Nível de Evidência: IV; Série de Casos.Resumen en Español: RESUMEN Las deformidades toracolumbares relacionadas con tumores espinales o sus tratamientos han surgido como un desafío clínico significativo, principalmente debido a su impacto en la estabilidad de la columna, la funcionalidad, y la calidad de vida de los pacientes. Los cambios estructurales pueden ocurrir tras la resección tumoral, la radioterapia o la quimioterapia, particularmente en poblaciones vulnerables como niños y adolescentes. Este trabajo tiene como objetivo analizar los factores de riesgo, los mecanismos fisiopatológicos y las estrategias preventivas asociadas con el desarrollo de deformidades toracolumbares durante o después del tratamiento de tumores espinales. Revisión narrativa basada en literatura publicada en las últimas tres décadas, y recuperada de la base de datos PubMed. Se incluyeron artículos originales, revisiones sistemáticas, metaanálisis y guías clínicas que abordan la inestabilidad vertebral, las consecuencias biomecánicas de los tratamientos oncológicos y los enfoques preventivos y terapéuticos. El desarrollo de deformidades espinales es multifactorial, involucrando factores anatómicos, edad del paciente, localización del tumor, extensión de la resección quirúrgica y efectos adversos de la radioterapia y quimioterapia. Las estrategias preventivas potenciales incluyen la laminoplastia, el uso selectivo de órtesis, el monitoreo radiográfico periódico y la fusión profiláctica, especialmente en pacientes pediátricos. El manejo de los tumores espinales debe ir más allá de la resección tumoral, incorporando medidas dirigidas a preservar la biomecánica de la columna. La identificación temprana de pacientes de alto riesgo y la implementación de estrategias preventivas son esenciales para reducir la incidencia de deformidades posoperatorias y mejorar los resultados funcionales. Nivel de Evidencia IV; Serie de Casos.Resumen en Inglés: ABSTRACT Thoracolumbar deformities related to spinal tumors or their treatments have emerged as a significant clinical challenge, primarily due to their impact on spinal stability, function, and patients’ quality of life. Structural changes may occur following tumor resection, radiotherapy, or chemotherapy, particularly in vulnerable populations such as children and adolescents. To analyze the risk factors, pathophysiological mechanisms, and preventive strategies associated with the development of thoracolumbar deformities during or after the treatment of spinal tumors. This narrative review is based on literature from the past three decades retrieved from the PubMed database. It includes original articles, systematic reviews, meta-analyses, and clinical guidelines addressing spinal instability, the biomechanical consequences of oncologic treatments, and preventive and therapeutic approaches. The development of spinal deformities is multifactorial, involving anatomical factors, patient age, extent of surgical resection, tumor location, and the adverse effects of radiotherapy and chemotherapy. Potential preventive strategies include laminoplasty, selective use of orthotic bracing, regular radiographic monitoring, and prophylactic spinal fusion, particularly in pediatric populations. The management of spinal tumors should extend beyond tumor resection to include measures aimed at preserving spinal biomechanics. Early identification of high-risk patients and the implementation of preventive strategies are essential to reducing the incidence of post-treatment deformities and improving functional outcomes. Level of Evidence IV; Case Series. |
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CASE REPORT TUMOR/INFECTION TIMOMA RECIDIVANTE CON INVASIÓN DE LA COLUMNA TORACOLUMBAR PARO, GIOVANNI SCORZONI SANTIAGO, MATHEUS AUGUSTO MACIEL ROTONDO, ITALO GERARDO NARAZAKI, DOUGLAS KENJI Resumen en Portugués: RESUMO Objetivo: Apresentar um caso atípico de timoma torácico recorrente com invasão secundária da coluna vertebral e revisar o papel da intervenção cirúrgica no tratamento da doença com base em casos semelhantes na literatura. Caso: Mulher de 73 anos, com histórico de timoma tratado em 2013, apresentou recidiva em 2023, manifestando tosse, febre e lombalgia. Estudos de imagem demonstraram invasão da caixa torácica, pleura, diafragma e do forame intervertebral T11-T12, com envolvimento do nervo espinal XI, mas sem lesão macroscópica do corpo vertebral. O tratamento consistiu em ressecção cirúrgica em bloco por meio de costotransversectomia, osteotomia sagital e artrodese de T9 a L2, alcançando margens cirúrgicas livres e um desfecho clínico estável. Revisão: Um total de sete casos semelhantes foram identificados na literatura, sugerindo que a ressecção completa está associada a um prognóstico melhor. Discussão: A proximidade da lesão com a coluna vertebral exige uma estratégia cirúrgica que siga o princípio oncológico de ressecção em bloco com margens livres, fundamental para reduzir a recorrência e melhorar os desfechos funcionais a longo prazo. O desfecho favorável neste caso, junto com os resultados positivos em outros quatro casos, reforça a eficácia dessa abordagem. Conclusão: A raridade dos timomas com envolvimento vertebral secundário limita o estabelecimento de uma conduta terapêutica padronizada. A ressecção cirúrgica em bloco com margens livres demonstra benefício potencial, embora as evidências disponíveis - incluindo o presente relato de caso, classificado como nível de evidência IV - sejam limitadas por seu desenho observacional e pelo número restrito de casos descritos na literatura. Nível de Evidência IV; Série de Casos.Resumen en Español: RESUMEN Objetivo: Presentar un caso atípico de timoma recidivado en el tórax con invasión secundária a la columna y revisar el papel del tratamiento quirúrgico en la enfermedad, a partir de casos similares reportados en la literatura. Caso: Mujer de 73 años, con antecedente de timoma tratado en 2013, presentó recurrencia en 2023, manifestada por tos, fiebre y lumbalgia. Los estudios de imagen evidenciaron invasión de la parrilla costal, pleura, diafragma y foramen intervertebral T11-T12, con compromiso del XI nervio espinal, sin lesión macroscópica del cuerpo vertebral. La conducta incluyó resección quirúrgica en bloque mediante costotransversectomía, osteotomía sagital y artrodesis de T9 a L2, logrando márgenes libres y evolución clínica estable. Revisión: Se encontraron siete casos similares en la literatura, sugiriendo que la resección completa mejora el pronóstico. Discusión: La proximidad de la lesión con la columna exige un abordaje quirúrgico basado en el principio oncológico de resección en bloque con márgenes libres, con el objetivo de reducir recurrencias y mejorar la funcionalidad a largo plazo. El desenlace favorable de este caso, sumado a resultados positivos en otros cuatro, refuerza la eficacia de la cirugía como tratamiento. Conclusión: La rareza de este caso dificulta el consenso sobre el manejo de los timomas con afectación vertebral secundaria. La resección quirúrgica en bloque con márgenes libres demuestra un beneficio potencial, aunque la evidencia disponible - incluido el presente reporte de caso, clasificado como nivel de evidencia IV - es limitada por su diseño observacional y la escasez de series de casos en la literatura. Nivel de evidencia IV; Serie de casos.Resumen en Inglés: ABSTRACT Objective: To present an atypical case of recurrent thoracic thymoma in the thorax with secondary spinal invasion and to review the role of surgical intervention in the treatment of the disease based on similar cases in the literature. Case: A 73-year-old woman with a history of thymoma treated in 2013 presented in 2023 with recurrence, manifesting as cough, fever, and lumbalgia. Imaging studies demonstrated invasion of the rib cage, pleura, diaphragm, and the T11-T12 intervertebral foramen, with involvement of the XI spinal nerve, but without macroscopic lesion of the vertebral body. Management consisted of an en bloc surgical resection via costotransversectomy, sagittal osteotomy, and arthrodesis from T9 to L2, achieving clear surgical margins and a stable clinical outcome. Review: A total of seven similar cases were identified in the literature, suggesting that complete resection is associated with improved prognosis. Discussion: The lesion’s proximity to the spine demands a surgical strategy that adheres to the oncological principle of en bloc resection with clear margins, which is crucial for reducing recurrence and enhancing long-term functional outcomes. The favorable outcome in this case, along with positive results in four others, reinforces the effectiveness of this strategy. Conclusion: The rarity of thymomas with secondary vertebral involvement limits the establishment of a standardized treatment approach. En bloc surgical resection with free margins demonstrates potential benefit, although the available evidence - including the present case report, classified as level of evidence IV - is limited by its observational design and the limited case series in the literature. Level of Evidence IV; Case Series. |
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REVIEW ARTICLE: TUMOR/INFECTION CIRUGíA DE TUMORES DE LA COLUMNA CERVICAL: EXPOSICIóN QUIRúRGICA, CONTROL Y MOVILIZACIóN DE LA ARTERIA VERTEBRAL ALVES, ÓSCAR LUíS ALVES, MARGARIDA RIOS Resumen en Portugués: RESUMO A taxa de morbilidade global relacionada à cirurgia de tumores da coluna cervical é de aproximadamente 20%, o que torna necessário o desenvolvimento de estratégias de mitigação. Diversas estruturas anatômicas presentes na coluna cervical, como a medula espinhal, raízes nervosas e artéria vertebral, podem sofrer danos cirúrgicos iatrogênicos, o que pode aumentar a morbilidade. Os programas de treinamento cirúrgico priorizam o aprendizado da dissecção tumoral em relação às estruturas nervosas, porém costumam apresentar lacunas quanto à exposição e ao manejo da artéria vertebral quando esta está envolvida pelo tumor. O temor de danificar a artéria vertebral frequentemente limita a remoção total do tumor ou exige o uso de ângulos de abordagem menos favoráveis, resultando em uma retração excessiva do neuro-eixo, o que aumenta a morbilidade. A artéria vertebral pode ser exposta segundo uma técnica cirúrgica precisa que reduz ao mínimo a sua lesão iatrogénica. Neste artigo de revisão, os autores analisam a anatomia cirúrgica da artéria vertebral, abrangendo suas variantes e anomalias. Além disso, discutem a argumentação e a viabilidade da exposição, esqueletonização, controle e mobilização da artéria vertebral por meio das abordagens laterais à coluna cervical e à charneira crânio-vertebral. Nível de Evidência V; Opinião do Especialista.Resumen en Español: RESUMEN La tasa de morbilidad general relacionada con la cirugía de tumores de la columna cervical es de aproximadamente el 20%, lo que requiere el desarrollo de estrategias de mitigación. Varias estructuras anatómicas en la columna cervical, como la médula espinal, las raíces nerviosas y la arteria vertebral, pueden sufrir daño quirúrgico iatrogénico, lo que puede aumentar la morbilidad. Los programas de capacitación quirúrgica priorizan la disección del tumor sobre las estructuras nerviosas, pero a menudo carecen de conocimiento sobre la exposición y el manejo de la arteria vertebral cuando está afectada por el tumor. El temor a dañar la arteria vertebral a menudo limita la extirpación total del tumor o requiere el uso de ángulos de abordaje menos favorables, lo que resulta en una retracción excesiva del neuroeje, lo que aumenta la morbilidad. La arteria vertebral puede exponerse utilizando una técnica quirúrgica precisa que minimiza la lesión iatrogénica. En este artículo de revisión, los autores analizan la anatomía quirúrgica de la arteria vertebral, abarcando sus variantes y anomalías. Además, se analiza la justificación y la viabilidad de exponer, esqueletizar, controlar y movilizar la arteria vertebral mediante abordajes laterales a la columna cervical y la charnella craneovertebral. Nivel de Evidencia V; Opinión de Expertos.Resumen en Inglés: ABSTRACT The overall morbidity associated with cervical spine tumor surgery is approximately 20%, necessitating the development of mitigation strategies. Several critical anatomical structures inside the cervical spine are vulnerable to iatrogenic injury, adding significantly to morbidity. These include the spinal cord, nerve roots, and vertebral artery (VA). Despite the emphasis on meticulous neuro-dissection from the tumor mass in training programs, a majority of surgeons still refrain from working around the VA. This creates a persistent fear of harming the VA, resulting in partial tumor removal or more difficult angles of attack on the tumor, requiring greater retraction of the neural tissue and contributing to morbidity. The VA can be exposed with a precise surgical technique that minimizes the iatrogenic lesion and the potential morbidity. In this paper, the authors review the surgical anatomy of the vertebral artery, including its variants, and analyze the rationale and feasibility of exposing, skeletonizing, controlling, and mobilizing the VA using the lateral approaches to cervical spine and craniovertebral junction (CVJ). Level of Evidence V; Expert Opinion. |
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REVIEW ARTICLE TUMOR/INFECTION MANEJO QUIRÚRGICO DE TUMORES DE LOCALIZACIÓN ANTERIOR EN LA UNIÓN CRANEOVERTEBRAL: AVANCES Y DESAFÍOS ROCHA, ANTONIO VINICIUS DA SILVA GONÇALVES DA CHANTRE-JUSTINO, MARIANA SILVA, OCTAVIO AUGUSTO TOMÉ DA RAMALHO, DAVI SOÉJIMA CORREIA BARROS, ALDERICO GIRÃO CAMPOS DE TOSCANO, ULLYANOV CARELLI, LUIS E. Resumen en Portugués: RESUMO Os tumores primários que afetam a junção craniovertebral (JCV) geralmente incluem lesões benignas e malignas. Os tumores da JCV são desafiadores devido à sua localização anatômica crítica ao redor de estruturas neurais e vasculares. Portanto, é necessário um planejamento mais detalhado da abordagem cirúrgica a fim de obter uma ressecção completa do tumor, reduzir riscos e oferecer melhores desfechos clínicos. Diversas abordagens cirúrgicas têm sido descritas para a remoção desses tumores. Além disso, a remoção de tumores localizados anteriormente na JCV é particularmente complexa e requer estratégias cirúrgicas adequadas e desafiadoras. As abordagens transoral, anterolateral, labiomandibular e circunglossal são geralmente indicadas para acessar esses tumores. No entanto, essas abordagens cirúrgicas ainda são pouco relatadas na literatura. Neste artigo, descrevemos as principais abordagens para acesso aos tumores anteriores da JCV, as etapas cirúrgicas e seus principais desafios. Nível de Evidência II; Artigo de Revisão.Resumen en Español: RESUMEN Los tumores primarios que afectan la unión craneovertebral (UCV) generalmente incluyen lesiones benignas a malignas. Los tumores de la UCV representan un desafío debido a su ubicación anatómica crítica, que rodea estructuras neurales y vasculares. Por lo tanto, se requiere una planificación más detallada del abordaje quirúrgico para lograr una resección completa del tumor, reducir los riesgos y ofrecer mejores resultados clínicos. Se han descrito diversos abordajes quirúrgicos para la extirpación de tumores de la UCV. Además, la extirpación de tumores de localización anterior en la UCV es particularmente compleja y requiere estrategias quirúrgicas adecuadas y complejas. Los abordajes transoral, anterolateral, labiomandibular y circungloso suelen estar indicados para acceder a estos tumores. Sin embargo, estos abordajes quirúrgicos aún están poco documentados en la literatura. En este artículo describimos los principales abordajes para acceder a los tumores anteriores a nivel de la UCV, los pasos quirúrgicos y sus principales desafíos. Nivel de Evidencia II; Artículo de Revisión.Resumen en Inglés: ABSTRACT Primary tumors affecting the craniovertebral junction (CVJ) range from benign to malignant lesions. The CVJ tumors are challenging due to their critical anatomical location adjacent to neural and vascular structures. Therefore, more detailed planning of the surgical approach is required to achieve complete tumor resection, reduce risks and offer better clinical outcomes. Several surgical approaches have been described for removal of CVJ tumors. Additionally, the removal of anteriorly located tumors at the CVJ is particularly complex and requires precise and demanding surgical strategies. The transoral, anterolateral, labiomandibular, and circumglossal approaches are usually indicated to access these tumors. However, these surgical approaches are still poorly reported in the literature. In this article, we describe the main approaches to access the anterior tumors at the CVJ, the surgical steps, and their main challenges. Level of Evidence II; Review Article. |
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REVIEW ARTICLE TUMOR/INFECTION TUMOR DE CéLULAS GIGANTES EN LA COLUMNA VERTEBRAL ROSITTO, GABRIEL CARELLI, LUIS E. KAHL, GUILLERMO LAPENNA, YACO RODRIGUEZ Resumen en Portugués: RESUMO O tumor de células gigantes (TCG) da coluna vertebral representa um dos desafios mais complexos na cirurgia oncológica espinhal. Apesar de ser classificado como uma neoplasia benigna, seu comportamento localmente agressivo, o potencial de metástase pulmonar e a alta taxa de recorrência em casos de ressecção incompleta tornam seu manejo delicado. A estreita relação anatômica do tumor com estruturas neurovasculares críticas limita a possibilidade de ressecções oncológicas extensas e aumenta o risco de complicações neurológicas. O tratamento cirúrgico, especialmente a ressecção em bloco, continua sendo a abordagem preferencial para alcançar controle local duradouro, embora sua aplicação prática dependa da localização do tumor e da viabilidade técnica. Nos últimos anos, o denosumabe surgiu como um agente terapêutico importante, oferecendo a possibilidade de redução tumoral antes da cirurgia ou controle em casos irressecáveis. No entanto, seu uso não está isento de complicações, principalmente em relação à sua influência na arquitetura tumoral e ao aumento das taxas de recorrência local quando utilizado como terapia neoadjuvante. Apresentamos uma revisão dos aspectos clínicos, radiológicos, histopatológicos e terapêuticos do TCG espinhal. São discutidas as estratégias cirúrgicas atuais, o papel emergente do tratamento biológico com denosumabe e os fatores prognósticos associados à progressão da doença. A experiência multidisciplinar e o manejo em centros especializados são fundamentais para otimizar os resultados oncológicos e funcionais desses pacientes. Nível de Evidencia V; Retrospectivo de série de casos e revisão de literatura.Resumen en Español: RESUMEN El tumor de células gigantes (TCG) de la columna vertebral representa uno de los desafíos más complejos dentro de la cirugía oncológica espinal. A pesar de su clasificación como neoplasia benigna, su comportamiento localmente agresivo, el potencial de metástasis pulmonares y la alta tasa de recurrencia en casos de resecciones incompletas lo convierten en una entidad de manejo delicado. La estrecha relación anatómica del tumor con estructuras neurovasculares críticas limita la posibilidad de realizar resecciones oncológicas amplias y aumenta el riesgo de complicaciones neurológicas. El tratamiento quirúrgico, especialmente la resección en bloque, sigue siendo el enfoque preferido para lograr un control local duradero, aunque su aplicación práctica depende de la localización tumoral y la viabilidad técnica. En los últimos años, el denosumab ha surgido como un agente terapéutico clave, con la posibilidad de reducir el volumen tumoral antes de la cirugía o controlar la enfermedad en casos irresecables. Sin embargo, su uso no está exento de complicaciones, particularmente por su efecto sobre la arquitectura tumoral y el aumento en las tasas de recurrencia local cuando se emplea como terapia neoadyuvante. Se presenta una revisión de los aspectos clínicos, radiológicos, histopatológicos y terapéuticos del TCG espinal. Se discuten las estrategias quirúrgicas actuales, el papel emergente del tratamiento biológico con denosumab y los factores pronósticos asociados a la progresión de la enfermedad. La experiencia multidisciplinaria y el manejo en centros especializados son fundamentales para optimizar los resultados oncológicos y funcionales en estos pacientes. Nivel de Evidencia V; Tipo de estudio: Estudio retrospectivo de series de casos y revisión de la literatura.Resumen en Inglés: ABSTRACT Giant cell tumor (GCT) of the spine represents one of the most complex challenges in spinal oncologic surgery. Despite its classification as a benign neoplasm, its locally aggressive behavior, potential for pulmonary metastasis, and high recurrence rate in cases of incomplete resection make it a delicate condition to manage. The tumor’s close anatomical relationship with critical neurovascular structures limits the possibility of extensive oncological resections and increases the risk of neurological complications. Surgical treatment, especially en bloc resection, continues to be the preferred approach for achieving lasting local control, although its practical application depends on tumor location and technical feasibility. In recent years, denosumab has emerged as a key therapeutic agent, offering the possibility of tumor reduction prior to surgery or control in unresectable cases. However, its use is not without complications, especially regarding its influence on tumor architecture and increased local recurrence rates when used as a neoadjuvant therapy. We present a review of the clinical, radiological, histopathological, and therapeutic aspects of spinal GCT. Current surgical strategies, the emerging role of biological treatment with denosumab, and prognostic factors associated with disease progression are discussed. Multidisciplinary experience and management in specialized centers are key to optimizing oncological and functional outcomes in these patients. Level of Evidence V; Retrospective study of case series and literature review. |
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REVIEW ARTICLE TUMOR/INFECTION QUISTE ÓSEO ANEURISMáTICO PRIMARIO DE LA COLUMNA VERTEBRAL: DIAGNóSTICO Y ALTERNATIVAS TERAPéUTICAS DESDE EL MANEJO FARMACOLóGICO HASTA EL QUIRúRGICO - ARTíCULO DE REVISIóN OLIVEIRA, MARCELO BRAGANçA DOS REIS SILVA, PEDRO DAVID CAMPOS DE SOUZA E BARROS, ALDERICO GIRãO CAMPOS DE CARELLI, LUíS EDUARDO Resumen en Portugués: RESUMO O cisto ósseo aneurismático (COA) é uma neoplasia benigna, rara e potencialmente agressiva, que pode afetar a coluna vertebral e representa desafios terapêuticos significativos, especialmente nessa localização. Embora a ressecção cirúrgica tenha sido historicamente a base do tratamento, avanços recentes em estratégias farmacológicas e minimamente invasivas - como embolização, escleroterapia e injeções intralesionais - ampliaram as alternativas terapêuticas. Métodos cirúrgicos tradicionais estão associados a altas taxas de recorrência e morbidade significativa, especialmente quando a coluna está envolvida. Esta revisão sintetiza o conhecimento atual sobre a fisiopatologia, os métodos diagnósticos e o espectro das modalidades terapêuticas, com ênfase no papel das técnicas minimamente invasivas para o tratamento do COA espinal. Nível de Evidência IIIb; Artigo de Revisão.Resumen en Español: RESUMEN El quiste óseo aneurismático (QOA) es una neoplasia benigna, rara y potencialmente agresiva que puede afectar la columna vertebral y plantea importantes desafíos terapéuticos, particularmente en esta localización. Aunque la resección quirúrgica ha sido históricamente el pilar del tratamiento, los avances recientes en estrategias farmacológicas y mínimamente invasivas - como la embolización, la escleroterapia y las inyecciones intralesionales - han ampliado las alternativas terapéuticas. Los métodos quirúrgicos tradicionales están asociados con altas tasas de recurrencia y morbilidad significativa, especialmente cuando está involucrada la columna vertebral. Esta revisión sintetiza el conocimiento actual sobre la fisiopatología, los métodos diagnósticos y el espectro de modalidades terapéuticas, con énfasis en el papel de las técnicas mínimamente invasivas para el QOA espinal. Nivel de Evidencia IIIb; Artículo de Revisión.Resumen en Inglés: ABSTRACT Aneurysmal bone cyst (ABC) is a benign, rare, and potentially aggressive neoplasm that may affect the spine and pose significant therapeutic challenges, particularly in this location. Although surgical resection has historically been the mainstay of treatment, recent advances in pharmacological and minimally invasive strategies - such as embolization, sclerotherapy, and intralesional injections - have expanded the therapeutic alternatives. Traditional surgical methods are associated with high recurrence rates and significant morbidity, especially when the spine is involved. This review synthesizes the current knowledge regarding pathophysiology, diagnostic methods, and the spectrum of therapeutic modalities, emphasizing the role of minimally invasive techniques for spinal ABCs. Level of Evidence IIIb; Review Article. |
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