Emília Snethlage, alemã, veio ao Brasil em 1905 para trabalhar no Museu Paraense Emílio Goeldi, tornando-se uma destacada ornitóloga. Em 1922, foi contratada como naturalista-viajante pelo Museu Nacional. Em setembro de 1929, viajou a Porto Velho para estudar as aves do rio Madeira, até que, na manhã do dia 25 de novembro, foi encontrada morta por uma funcionária do hotel onde estava hospedada. Aqui apresento documentos inéditos, guardados no Museu Nacional, sobre o falecimento da naturalista, entre os quais atestado de óbito, local de sepultamento e espólio encontrados em Porto Velho. Esses documentos escaparam do incêndio de 2018, por estarem em prédio separado.
Rio Madeira; Mulheres cientistas; Museu Nacional; História da zoologia; Emília Snethlage (1868-1929
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