Na entrevista, Gabriel Feltran discute sua trajetória e a violência como cerne da política. A partir de etnografias nas periferias de São Paulo, ele conceitua o “mundo do crime" e o PCC como regimes de poder autônomos que desafiam o monopólio estatal, refletindo sobre a falência do projeto democrático e a ascensão de reações totalitárias.
PALAVRAS-CHAVE:
Gabriel Feltran; mundo do crime; violência e política; etnografia urbana