| Santos, Condessa |
Analisar a atenção à saúde bucal da gestante dentro da Atenção Primária à Saúde (APS) no município de Porto Alegre. |
Os dentistas da APS sentem-se seguros para realização do pré-natal odontológico e orientam as pacientes sobre doenças periodontais e higiene bucal. |
| Oliveira et al.
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Identificar a interdisciplinaridade no acompanhamento odontológico no pré-natal na perspectiva do enfermeiro. |
Há interdisciplinaridade no acompanhamento odontológico, porém, apresenta fragilidades na interação entre os profissionais e no fluxo de encaminhamento. |
| Brito et al.
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Apreciar a percepção e os conhecimentos de gestantes cadastradas na estratégia saúde da família sobre a importância do pré-natal odontológico, em um município do Sul do Brasil. |
As gestantes apresentam percepções positivas sobre o pré-natal odontológico (PNO), destacando a disponibilidade de equipamentos odontológicos e o conhecimento e a habilidade prática dos profissionais das ESB. |
| Cunha, Moraes |
Relatar sobre o PNO e abordar a contribuição da Estratégia Saúde da Família (ESF) no contexto da atuação multidisciplinar, e importância da educação e capacitação para desmistificação do atendimento a gestantes. |
ESF tem trazido contribuições positivas para a manutenção dos cuidados de saúde bucal em gestantes. Observa-se, ainda, uma baixa adesão das gestantes ao PNO. |
| Limeira et al.
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Avaliar como o PNO está sendo realizado no município de Caicó-RN, utilizando como base a visão da usuária do serviço e do cirurgião-dentista. |
Gestantes que se negam a procurar atendimento devido às crenças e mitos de que o tratamento odontológico possa ser prejudicial ao bebê. As condições socioeconômicas das gestantes impactam o acesso às informações em saúde bucal. |
| Simões et al.
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Investigar as práticas do PNO sob a perspectiva das gestantes do município de Itacoatiara, Amazonas. |
A maioria das gestantes não conhecia o PNO e relataram não o fazer e não ter participado de ações de educação em saúde, mas relataram ter tido ao menos uma consulta com o dentista, marcada pela enfermeira da equipe. |
| Esposti et al.
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Analisar as desigualdades sociais e geográficas na adequação da assistência odontológica pré-natal no Sistema Único de Saúde (SUS) da Região Metropolitana da Grande Vitória, ES. |
Existem desigualdades geográficas na implementação do PNO, favorecendo gestantes da Região Metropolitana. Os serviços odontológicos são mais influenciados pela organização do cuidado pré-natal do que pela estrutura dos cuidados odontológicos. |
| Ruiz et al.
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Verificar a taxa de gestantes satisfeitas com a consulta odontológica realizada no Sistema Único de Saúde (SUS-Brasil) e fatores associados. |
A maioria das gestantes realizou consulta odontológica e relatou estar satisfeita com a consulta. |
| Schwab et al.
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Verificar os fatores associados à realização de atividades educativas relacionadas à saúde bucal durante o acompanhamento pré-natal na Região Metropolitana da Grande Vitória, ES, Brasil. |
Número maior de consultas de pré-natal, cobertura dos serviços de saúde e condições externas de moradia adequadas estiveram associadas positivamente às atividades educativas durante o pré-natal. |
| Gonçalves et al.
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Avaliar a prevalência de utilização de serviço de saúde bucal no pré-natal e seus fatores associados, a partir dos dados dos ciclos I (2011-12) e II (2013-14) do PMAQ-AB. |
No ciclo I, a prevalência de utilização do serviço de saúde bucal no pré-natal foi de 45,9% e de 51,9% no ciclo II. No ciclo I, os fatores associados à utilização foram: municípios de grande porte, renda entre 1 e 2 salários-mínimos, idade de 31 a 40 anos e registro de consulta odontológica. No ciclo II, os fatores incluíram a região Sudeste, alta cobertura de saúde bucal, idade de 31 a 40 anos, equipe com ações de educação permanente e horário de funcionamento adequado. |
| Moimaz et al.
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Verificar quais são os cuidados ofertados à saúde da gestante na Atenção Primária, de acordo com o Protocolo da Atenção Básica da Saúde das Mulheres. |
A maioria das unidades básicas oferece tratamento odontológico curativo e práticas de educação. |
| Saliba et al.
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Realizar análise documental de protocolos de atenção à saúde bucal de gestantes. |
Foram identificados 12 protocolos municipais, 5 estaduais e 8 internacionais. Nos protocolos nacionais, há discordâncias significativas quanto aos procedimentos recomendados, e o sistema de referência e contrarreferência foi pouco abordado. A maioria dos protocolos internacionais foca em cuidados gerais para a atenção odontológica na gestação. |
| Herval et al.
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Compreender a percepção das mães sobre a educação em saúde desenvolvida pelos serviços de APS. |
As ações desenvolvidas na APS não são adequadas para enfrentar o contexto cultural das mães. Observou-se múltiplas práticas para o cuidado da saúde bucal e falta de adesão às orientações dadas pelos profissionais. |
| Lopes et al.
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Identificar a autopercepção das gestantes sobre o PNO. |
A maioria das gestantes recebeu orientação, especialmente de enfermeiros, sobre a importância do pré-natal odontológico (PNO). Reconheceram a relevância da consulta odontológica durante a gestação e a possível relação entre alterações bucais e a saúde geral do bebê. |
| Moimaz et al.
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Analisar a assistência pré-natal na atenção básica do SUS. |
A maioria dos municípios não possui diretrizes definidas para o atendimento odontológico. Em 46,4%, o acesso ocorre por demanda espontânea, e 32,1% não reconhecem gestantes como grupo prioritário e apenas 67,9% instituíram o PNO. |
| Mustafa, Moura |
Compreender os determinantes para o acesso das gestantes à atenção odontológica durante o pré-natal em Unidades de Atenção Primária à Saúde (UAPS). |
Gestantes da zona urbana têm maior acesso ao atendimento odontológico, são mais frequentemente encaminhadas por outros profissionais e informadas sobre a prioridade no agendamento. O medo de procedimentos invasivos é comum entre gestantes de ambas as unidades. |
| Frutuoso |
Problematizar a atenção à SB durante o pré-natal na Atenção Básica à Saúde (ABS) na região dos Morros de Santos, São Paulo. |
Os dentistas foram os profissionais que mais expressaram preconceito no atendimento a gestantes. A dor permanece como principal motivador da busca por atendimento em saúde bucal. |
| Rodrigues et al.
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Avaliar como se dá a assistência odontológica a pacientes gestantes na rede pública de atenção básica em saúde, através das práticas descritas pelos dentistas que compõem essa rede. |
A maioria dos dentistas atendia gestantes, com média mensal de 1 a 4 consultas, principalmente por encaminhamentos médicos, de enfermeiros ou por demanda espontânea. Os profissionais relataram sentir-se seguros na assistência a gestantes. |
| Silva et al.
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Descrever o conhecimento e as atitudes dos dentistas com relação aos cuidados com a saúde bucal das gestantes no pré-natal odontológico. |
Cerca de 31% dos entrevistados nunca discutiram o PNO com a equipe de saúde. Profissionais de saúde bucal têm pouco envolvimento com o SISPRENATAL, não realizam visitas domiciliares nem busca ativa de gestantes, e realizam orientações sobre higiene bucal após consumo de açúcar e os benefícios da amamentação. |
| Lampert, Bavaresco |
Enfatizar a importância de consolidar e incorporar a saúde bucal ao pré-natal e levar informações e conhecimento ao cirurgião-dentista. |
A literatura indica baixa adesão das gestantes ao atendimento odontológico. A atuação da equipe multidisciplinar contribui para a motivação das gestantes e para a elaboração de ações estratégicas interdisciplinares. |
| Figueiredo, Brião |
Avaliar os atendimentos odontológicos prestados às gestantes do município de Rio Grande, no Rio Grande do Sul. |
A proporção de gestantes em atendimento odontológico, em relação ao número de pacientes em acompanhamento pré-natal, variou de 32,17% a 75,26%. A consulta odontológica no pré-natal não se estabeleceu como rotina no atendimento às gestantes. |
| Santos et al.
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Avaliar a resposta autopercebida da assistência odontológica no acompanhamento pré-natal do SUS na Região Metropolitana da Grande Vitória, ES. |
A prevalência de impacto da saúde bucal na qualidade de vida foi de 14,7%. A realização de seis ou mais consultas e participação em atividades educativas esteve associada à atenção odontológica adequada. |
| Garbin et al.
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Analisar a percepção e as atitudes sobre saúde bucal das gestantes cadastradas no SIS Pré-Natal do município de Bilac, SP. |
A maioria das gestantes não recebeu informações sobre saúde bucal e não procurou o dentista durante a gestação. Demonstraram também pouco conhecimento sobre prevenção e doenças bucais. |
| Venancio et al.
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Conhecer as percepções do enfermeiro que atua na ESF sobre a organização da atenção à saúde bucal prestada à mulher gestante. |
Enfermeiros apontam a falta de envolvimento do dentista como barreira para o desenvolvimento de ações, com ênfase na atenção curativa, associando a busca odontológica à resolução de problemas. |
| Reis et al.
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Discutir a importância da educação em saúde como estratégia de promoção de saúde bucal no período gestacional. |
A literatura avaliada sugere que ações de saúde bucal, especialmente de educação em saúde, devem ser incluídas no Programa de Atenção à Saúde da Mulher, em especial, ao grupo de gestantes. |
| Codato et al.
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Discutir a percepção de gestantes usuárias do SUS e das assistidas em serviço privado conveniado sobre saúde bucal no período gestacional. |
A busca por atenção odontológica rotineira durante a gestação foi observada apenas entre usuárias do SUS. As justificativas incluem a continuidade do cuidado desde a infância ou o atendimento odontológico oferecido durante a gestação. |
| Albuquerque et al.
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Identificar e analisar qualitativamente barreiras individuais ao atendimento odontológico de gestantes cadastradas no Programa Saúde da Família (PSF) do Cabo de Santo Agostinho. |
Crenças populares desestimulam as gestantes a procurarem atendimento odontológico durante a gestação. Além disso, os riscos associados ao deslocamento para marcar consultas, especialmente à noite, são citados como barreiras, destacando uma questão social. |