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Amir et al. (2009) |
n=48; GT: n=22 (12 mulheres); GC: n=26 (14 mulheres); |
a) Houve uma redução significativa do VAA nos participantes do GT em comparação ao GC |
a) Houve uma redução significativa da ansiedade social nos participantes do GT em comparação ao GC. |
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b) 50% dos participantes do grupo GT não atendiam mais aos critérios diagnósticos |
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c) Enquanto no GC, essa porcentagem foi de 14% |
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Clark-Elford et al. (2014) |
n=42; HSA: n=16 (6 mulheres); M=27,13 (DP=9,25); GC: n=26 (13 mulheres); M=26,00 (DP=6,32) |
a) Os indivíduos do grupo HSA mostraram um VAA maior para rostos ameaçadores em comparação aos controles. |
a) O grupo HSA apresentou níveis significativamente maiores de ansiedade tanto em estado (state) quanto em traço (trait) em comparação aos controles saudáveis, com diferenças estatisticamente significativas |
| b) A administração de ocitocina reduziu a diferença no VAA entre os grupos HSA e controle para todos os estímulos emocionais. |
b) O grupo HSA também demonstrou um humor significativamente mais baixo em comparação aos controles, com uma diferença significativa |
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c) A administração de ocitocina não teve efeito significativo nas avaliações subjetivas de humor ou ansiedade dos participantes. |
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De Voogd et al. (2014) |
n=32 (16 meninas); GT: n=16 (8 meninas), M=14,94 (DP=0,6); GC: n=16 (8 meninas), M=15,15 (DP=0,44) |
a) O GT apresentou um viés positivo depois do treinamento em comparação ao controle; |
a) O GT reduziu o viés para informações negativas e diminuiu os sintomas de ansiedade social (RCADS); |
| b) O mesmo não aconteceu para as medidas de depressão (RCADS) e autoestima (RSES); |
b) O mesmo não aconteceu para as medidas de depressão (RCADS) e autoestima (RSES); |
| Fitzgerald et al. (2016) |
n=120; GT: n=61 (36 mulheres); M=15,95 (DP=0,69). GC: n=59 (34 mulheres); M=15,93 (DP=0,68). |
a) O impacto do treinamento de modificação do VAA foi considerado não significativo. |
a) Não foram observadas mudanças significativas nas medidas de autorrelato relacionadas à ansiedade social e ao VAA após o treinamento. Nem em depressão, também. |
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Huppert et al. (2018) |
n=43; TCC: n=22 (8 mulheres); M=29,41 (DP=7,33). GT: n=21 (11 mulheres); M=28,62 (DP=9,10) |
a) Não foram observadas mudanças significativas no VAA em nenhum dos grupos (GT e TCC). Isso sugere que, apesar das intervenções, o viés, conforme medido, não se alterou de maneira significativa, nem com o GT nem com a Terapia. |
a) Tanto a TCC quanto o GT mostraram reduções significativas nos sintomas de ansiedade social, conforme indicado pelos escores da LSAS. |
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b) Os resultados mostraram que, para os escores de ansiedade social baseados, houve um efeito significativo ao longo do tempo para os relatos dos pais. |
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c) No GT, não foram observadas mudanças significativas nas cognições negativas ou crenças. |
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d) No grupo que recebeu TCC, observou-se uma redução significativa nas cognições e crenças negativas. |
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Kuckertz et al. (2014) |
n=158; GAMA: n=40 (26 mulheres); M=35,1 CAA: n=39 (28 mulheres); M=38,00 MA+AM: n=39 (27 mulheres); M=42,00; TCCi: n=40 (25 mulheres); M=39,50 |
a) Aqueles participantes que receberam o treinamento de atenção (MA+AM e e AMA) mostraram uma redução significativa do VAA em comparação com os grupos controle (CAA e TCCi) |
a) Aqueles participantes que receberam o treinamento de atenção (MA+AM e e AMA) mostraram uma redução significativa nos sintomas de ansiedade social em comparação com os grupos controle (CAA e TCCi) |
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b) Também melhoraram a qualidade de vida |
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c) Os efeitos foram mantidos depois de 4 meses. |
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Liang & Hsu (2016) |
n=72 participantes GT: n=36 participantes (18 mulheres); M=22 anos; GC: n=36 participantes (18 mulheres); M=24 anos |
a) o ABM-100 facilita o desligamento dos participantes de situações relacionadas e não relacionadas a ameaças estímulos de distração (dica inválida) |
a) redução do VAA para os estímulos de ameaça social foi correlacionada com reduções nas pontuações de ansiedade social, como medido pelo Brief Fear of Negative Evaluation Scale (BFNE) e pelo Interaction Anxiety Scale (IAS). |
| b) enquanto o ABM-500 facilita a atenção do participante no desligamento apenas dos estímulos de distração relacionados à ameaça |
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McAllister et. al (2017) |
n=31; GT: n=17 (8 mulheres); M=NE (DP=NE). GC: n=14 (7 mulheres); M=NE (DP=NE). |
a) Os participantes do GT mostraram uma redução significativa nas latências de resposta para os estímulos de ameaça social. |
a) Os participantes do GT relataram uma redução significativa nos níveis de ansiedade social após a intervenção. As medidas de autorrelato indicaram que os indivíduos se sentiram mais confortáveis em situações sociais e relataram uma diminuição nas preocupações relacionadas ao julgamento social. |
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Naim et al. (2017) |
n=95; GT (CBMA-A): n=23 (16 mulheres); M=31,96 (DP=8,48); GT (CBM-R): n=24 (16 mulheres); M=31,02 (DP=11,43); ABMT+CBM-R: n=23 (16 mulheres); M=33,09 (DP=8,03); CC: n=25 (10 mulheres); M=32,34 (DP=10,09) |
a) CBM-R: Não teve efeito; CBM-A: Embora o tenha mostrado eficácia em reduzir o VAA, as análises indicaram que não houve uma mudança significativa no VCR dentro do grupo CBM-A |
a) CBM-R: Não teve efeito |
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b) CBM-A: Os participantes que passaram pelo CBM-A relataram uma diminuição nos níveis de ansiedade social em comparação com os grupos de controle e outras intervenções, como o CBM-R (Modificação de VCR) e a combinação de ABMT+CBM-R |
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Neubauer et al. (2013) |
n=56; GT: n=28 (16 mulheres); M=40,07 GC: n=28 (21 mulheres); M=39,00 |
a) Não houve diferença entre os grupos ao fim da intervenção e 4 meses depois. |
Não teve efeito em nenhuma autoavaliação. |
| b) Os participantes continuaram a apresentar dificuldade em desviar a atenção de estímulos de ameaça social (rosto de nojo) tanto na avaliação pós-tratamento quanto na avaliação de acompanhamento 4 meses após a conclusão do treinamento. |
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Ollendick et al. (2018) |
n=58; GC: n=29 (20 mulheres), M=14,10 anos; DP=1,25); GT: n=29 (9 mulheres), M=14,48 anos; DP=1,35 |
a) Não houve mudanças significativas no VAA ao longo do tempo entre os grupos de tratamento |
a) mudanças nos escores de ansiedade social ao longo do tempo, essas mudanças não foram diferentes entre os grupos de tratamento |
| b) Também não houveram diferenças significativas entre os momentos de avaliação (A, D e P) |
b) Não houve mudanças significativas nos escores de ansiedade social relatados pelas crianças ao longo do tempo. |
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Pergamin-Hight et al. (2016) |
n=67; GT: n=31 (11 meninas); M=12,71 (DP=3,11); GC: n=36 (8 meninas); M=12,20 (DP=3,08) |
a) Interação Significativa: o efeito do tratamento sobre a redução da ansiedade social variou de acordo com o VAA inicial dos participantes. Isso significa que para aqueles com um viés mais elevado, a CBM-A pode ter sido mais eficaz em reduzir os sintomas de ansiedade social em comparação com o GC. |
a) Para a medida de autorrelato de ansiedade social (SPAI), houve uma redução significativa nos sintomas de ansiedade entre os participantes do GT em comparação com o grupo GC, especialmente para aqueles com menor controle de atenção. |
| b) Para aqueles com um viés mais baixo, a diferença entre os tratamentos não foi tão pronunciada. |
a) Os participantes no GT relataram uma redução maior na ansiedade social em comparação com o GC. |
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White et al. (2019) |
n=40; GT: n=19 (13 mulheres); M=14,37 (DP=1,26). GC: n=21 (15 mulheres); M=14,24 (DP=1,30). |
a) Os participantes do GT mostraram uma redução significativa no VAA medida pelo probe. |
a) Apenas a mudança no VAA medida pela tarefa de dot probe foi associada a mudanças nos sintomas de ansiedade social relatados pelos jovens participantes. |
| b) O mesmo aconteceu na medida de eye-tracking. |
b) Considerando a avaliação dos pais, os participantes dos dois grupos mostraram melhora ao longo do tempo. Não houve diferença entre eles nessa melhora; |