| 1. Shrestha et al. (2017, Nepal). |
Center for Epidemiologic Studies Depression (CES-D) (434, ♂) |
Estimar a prevalência e os fatores associados à depressão. |
35,3 % dos internos com sintomas depressivos. |
Idade, estado civil, e religião não se associaram à sintomatologia depressiva. |
Apoio institucional e reincidência associados à depressão. |
Sintomas físicos e ideação suicida mais comuns. |
| 2. Beyen et al. (2017, Etiópia). |
Patient Health Questionare-9 (PHQ-9) (649, ♂♀) |
Avaliar a prevalência da depressão entre detentos. |
43,8% da amostra apresentou sinais de depressão. |
Não houve associação com a depressão. |
A falta de apoio social se associou à depressão. |
Ideação suicida se associou à depressão. |
| 3.Constatino et al. (2016, Brasil). |
Inventário de Depressão de Beck (BDI) (1573, ♂♀) |
Avaliar a prevalência de depressão e estresse na população encarcerada. |
♂ 24,8% sintomas moderados e 6,3% severo. ♀ 39,6% moderados e 7,5% severos. |
Associação da depressão com as variáveis idade, estado civil e religião em ambos os sexos. |
Apoio social reduzido e atividade laborativa na prisão se associaram à depressão. |
Estresse no encarceramento apresentou relação com a depressão. |
| 4. Vélez-Álvarez et al. (2016, Colômbia). |
Zung self-rating depression scale (303, ♂) |
Avaliar a presença ou ausência de sintomas depressivos na população encarcerada. |
27,4% com sintomatologia leve, 8,6% moderada e 2,6% severa. |
Houve associação da faixa etária com sintomas depressivos. |
Não houve associação da depressão a fatores institucionais. |
Desânimo, alterações no sono e ansiedade foram associados à depressão. |
| 5. Osasona & Koleoso (2015, Nigéria). |
Hospital Anxiety and Depression Scale (HADS) (252, ♂♀) |
Determinar a prevalência de depressão e ansiedade entre presidiários. |
72,6% da amostra foi identificada com sintomas depressivos. |
Associação da depressão com as variáveis idade e estado civil. |
Apoio institucional foi associado à depressão. |
Sintomas físicos foram associados à depressão. |
| 6. Uribe-Rodríguez et al. (2012, Colômbia). |
Inventário de Depressão Estado-Rasgo (Ider) (112, ♂) |
Identificar a prevalência de depressão e ansiedade entre a população aprisionada. |
16,07% da amostra com sintomas de depressão na prisão. |
Idade e estado civil se associaram à sintomatologia depressiva. |
Não foi especificada a relação da depressão com fatores institucionais. |
Não houve associação da depressão com suas características clínicas. |
| 7. Canazaro & Argimon (2010, Brasil). |
Inventário de Depressão de Beck (BDI-II) (287, ♀) |
Investigar a prevalência de sintomas depressivos e de desesperança. |
48,7% da amostra com prevalência de depressão. |
Ter filhos indicou prevalência maior de sintomatologia depressiva. |
A atividade laborativa na prisão se associou a sintomas depressivos. |
Ideação suicida foi associada à depressão. |
| 8. Pinese et al. (2010, Brasil). |
Beck Depression Inventory (BDI) (100, ♀) |
Identificar o perfil de mulheres encarceradas e estimar a depressão. |
82 ♀ com sinais de depressão e 20 ♀ com quadro grave. |
Idade, estado civil e religião se associaram com sintomas depressivos. |
Apoio social associado à sintomatologia depressiva. |
Alterações no apetite associados à depressão. |
| 9. Mojica et al. (2009, Colômbia). |
Beck Depression Inventory (BDI) (95, ♂). |
Avaliar a relação entre risco de suicídio, depressão e desesperança. |
41,2% com sintomatologia leve, 27,8% moderada e 11,3% grave. |
Não houve associação da depressão com variáveis sociodemográficas. |
A reincidência foi associada à depressão. |
A depressão foi correlacionada com a desesperança. |
| 10. Boothby & Durham (1999, EUA). |
Beck Depression Inventory (BDI) (1494, ♂♀). |
Investigar a prevalência de depressão na admissão da prisão. |
57% com sintomas de moderado a grave. |
Houve associação da depressão com a variável idade. |
Relação da reincidência criminal com a depressão. |
Não houve associações com a depressão. |