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O novo e o velho modelos de gestão dos resíduos
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“Antes eu fazia a gestão de resíduos de outra maneira, agora não sei como fazer.” |
O contraste entre passado e presente conscientiza de que há um misto de fatores técnicos, legais, comportamentais e relacionais que ocasionam distúrbios no cotidiano da atividade. A comparação da forma como se fazia a atividade no passado com a forma como se faz agora mostra que gerir resíduo está cada vez mais difícil e complexo. |
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Queixas e propostas de uma nova solução para os distúrbios da atividade
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“A solução mais rápida está em mim ou no meu setor.” |
Momento inicial de questionamento. Desabafos sobre o momento presente na atividade. |
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Qualidade da comunicação
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“Eu acredito que a gestão de resíduos é de uma maneira, mas não tenho certeza, pois a forma correta de fazer tem mudado constantemente.” |
Análise coletiva da atividade: “Como nós trabalhávamos no passado?” Revisita as legislações da gestão de resíduos e a dinâmica de transformação dos procedimentos internos. |
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Entre os processos de agentividade e de passividade
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“Eu acho que o meu procedimento no dia a dia é irrelevante e não me sinto responsável. Eu estou aborrecido, sinto sono e fico em silêncio. Mas posso escolher me comprometer individualmente com a gestão de resíduos coletiva.” |
O reexame do passado da atividade gera resistência e pessimismo para possíveis contribuições dos trabalhadores do hospital sobre o futuro da atividade, mas também conscientiza sobre as possibilidades individuais de ação. |
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Reivindicação por atenção
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“Eu só consigo discordar, ironizar e provocar o comentário do outro. Não faço contribuições construtivas.” |
O exame do presente gera ceticismo e pessimismo. O futuro desejado é impossível, pois não contempla o que alguns participantes pensam. |
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Mérito
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“Estou aqui há mais tempo, conheço a gestão de resíduos há mais tempo. Sei mais que os meus colegas. Então preciso ser mais ouvido.” |
Ao retroceder ao passado da atividade, o grupo percebe que alguns participantes têm mais conhecimento técnico sobre a questão. Há uma dinâmica interna de que, por esse motivo, as contribuições dessas pessoas teriam mais importância. |
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Diferentes posições hierárquicas
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“O conhecimento do trabalhador de nível operacional vale x, de nível médio 2x, de nível superior 4x.” |
O contraste entre passado e presente evidenciou que, por mais que as contribuições de trabalhadores operacionais fossem coerentes, elas não eram ouvidas ou simplesmente ignoradas. |
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Particularidades do funcionamento de uma organização pública. |
“Como podemos mudar a gestão de resíduos se a nossa autonomia para mudar procedimentos de gestão é limitada?” |
O grupo enxerga inúmeras alternativas para possibilitar melhorias incrementais e relacionais da atividade. Mas acaba limitado, seja pelo contexto legal, seja pelos procedimentos internos de gestão. |