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Sproles e Kendall (1985)
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País: EUA. 111 universitárias. |
Encontram-se seis fatores: perfeccionistas, preço, marca, moda, confuso e que evita compras. |
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Sproles e Kendall (1986)
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País: EUA. Estudo com 482 estudantes de ensino médio. |
Foram incluídos os estilos: lealdade, impulsividade e hedonismo, e retirado o que evita compras, resultando num instrumento de 40 itens. A solução fatorial explicou 46% da variação total. |
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Hafstrom et al. (1992)
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País: Coréia. 311 estudantes de ensino médio. |
Encontram-se oito fatores, respondendo por 47% da variância. Apenas o estilo orientado pela moda não foi confirmado pela amostra coreana. Foi adaptado o fator que caracteriza a atitude de evitar compras da escala de Sproles e Kendall (1985) e incluíram o estilo de tempo/energia, mas com baixa confiabilidade. |
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Durvasula et al. (1993)
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País: Nova Zelândia. 210 estudantes (média de idade - 20 anos). |
A solução com oito fatores se mostrou ideal explicando 56% da variância. As escalas representando perfeccionismo, impulsivo e hedonismo foram estáveis e internamente consistentes. Preço, confuso e marca apresentaram alphas muito baixos. |
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Zotos et al. (1996)
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País - Amostra. Grécia - 95. Índia - 73. Nova Zelândia - 210. EUA - 108. Total - 486 estudantes. |
A análise fatorial indicou a exclusão do estilo orientado pelo preço. A solução com sete fatores foi capaz de explicar de 52,2% a 57,7% da variância entre as quatro amostras. O CSI recebeu maior suporte nos dois países mais desenvolvidos economicamente (EUA e NZ). Os autores indicam que os fatores marca, moda, leal e perfeccionismo foram mais estáveis entre os quatro países. |
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Mitchell e Bates (1998)
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País: Inglaterra. 401 estudantes universitários. |
Obteve confiabilidade (Alpha de Cronbach - 0,63) para a dimensão tempo/energia, introduzida por Hafstrom et al. (1992) e que não havia sido validada em nenhum outro estudo. A solução de dez fatores explicou 57,5% da variância. Os fatores confuso, preço e perfeccionismo apresentaram a mesma estrutura do original. |
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Walsh et al. (2001)
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País: Alemanha. 455 entrevistas, 184 em Hamburgo e 271 em Lüneburgo. |
A melhor solução encontrada foi composta por sete fatores explicando 52% da variância total. O fator preço apresentou confiabilidade e validade muito baixa e teve de ser excluído. Dois itens de lealdade agruparam-se num novo fator, ao qual somaram-se os quatros itens da moda e da marca, caracterizando o estilo de busca por variedade. Os fatores perfeccionismo, confuso e impulsivo apresentaram configuração similar ao estudo original. |
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Hiu et al. (2001)
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País: China. 387 entrevistas em Guangzhou. |
Encontraram-se apenas 18 dos 40 itens da escala, em sete fatores. O fator impulsivo foi retirado e o preço teve apenas um item. Apesar da forte redução nos itens, a escala obteve confiabilidade aceitável às dimensões: perfeccionismo, moda, hedonismo e confuso. |
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Bakewell e Mitchell (2004)
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País: Inglaterra. 245 homens entre 18 e 22 anos. |
Obteve-se a solução de 12 fatores, sendo oito conforme o estudo inicial, dois (tempo/energia e lealdade) de acordo com Mitchell e Bates (1998) e dois novos (promiscuidade e confuso por tempo restrito) com apenas dois itens cada e confiabilidades de 0,32 e 0,35, respectivamente. Essa solução explicou 63,4% da variância. Apenas os fatores marca, moda e confuso obtiveram confiabilidade aceitável. |
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Mitchell e Walsh (2004)
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País: Alemanha. 358, 180 mulheres e 178 homens entre 17 e 44 anos. |
Para as mulheres e homens, uma solução com nove fatores foi encontrada, porém apenas quatro fatores foram comuns a ambos (perfeccionismo, marca, impulsivo e confuso). Os fatores moda, hedonismo e tempo/energia ficaram restritos à amostra feminina. |
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Tai (2005)
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País: China. 289, 163 em Hong Kong e 126 em Xangai. |
Testou a diferença entre duas cidades da China da escala CSI e outros itens, obtendo 60 itens e 15 fatores, dos quais dez foram confirmados, dentre esses perfeccionismo, marca, moda, preço e lealdade. |