| E1 |
Chang et al.,14 2006*/ China |
60 primíparas |
Massagem |
Cuidados de enfermagem padrão |
As medidas foram aplicadas em três fases, sendo elas nas dilatações de 3 a 4 cm, de 5 a 7 cm e de 8 a 10 cm. |
| E2 |
Taghinejad et al.,15 2010*/ Irã |
101 primíparas |
Massagem / Musicoterapia |
Próprio grupo |
Quando o colo do útero estava dilatado em até 3 a 4 cm, as mulheres do grupo de massagem terapêutica foram solicitadas a fechar os olhos e respirar profundamente. As mulheres do grupo de musicoterapia foram solicitadas a ouvir música tradicional suave, usando fones de ouvido por 30 min, começando no início da fase ativa do trabalho de parto. |
| E3 |
Fahami et al.,16 2011*/ Irã |
64 nulíparas |
Terapia térmica |
Cuidado de enfermagem padrão |
Aplicou-se uma bolsa térmica na primeira e segunda fase do TP, considerando um mínimo de 80 minutos na primeira ocasião, onde a região lombar foi o alvo, e ao menos 5 minutos na segunda, que focou na região perineal. |
| E4 |
Barbieri et al.,17 2013*/ Brasil |
15 **
|
Banho quente/ Exercício perineal / Intervenção combinada |
Próprio grupo |
O banho foi realizado a uma temperatura de 37° C, onde um jato de água foi direcionado à região sacral durante 30 minutos. Referente ao exercício perineal, utilizou-se uma bola suíça, a parturiente sentou-se com as pernas flexionadas em 90°, executando movimentos de propulsão e rotação durante 30 minutos. No grupo em que as medidas foram combinadas, seguiram-se os mesmos passos de quando foram aplicadas isoladamente. |
| E5 |
Abdolahian et al.,18 2014*/ Irã |
60 primíparas |
Dança |
Cuidado de enfermagem padrão |
No grupo de trabalho de dança, as mulheres foram instruídas a ficar em pé com inclinação pélvica e balançar os quadris para frente e para trás ou em círculo enquanto seu parceiro - que foi instruído a ficar na frente delas, massageava suas costas e sacro pelo menos 30 minutos. No grupo controle, as participantes podiam escolher sua própria posição e receber os cuidados habituais durante o trabalho de parto fisiológico, sem deambulação ou qualquer intervenção. Em ambos os grupos eram oferecidas as mesmas condições ambientais. |
| E6 |
Calik e Komurcu19 2014*/ Turquia |
100 primíparas |
Acupressão SP6 |
Cuidado de enfermagem padrão |
A acupressão SP6 foi aplicada colocando os polegares em ambas as pernas ao mesmo tempo, do início ao fim da contração, com a pressão média em torno de 3 a 5 kg, sendo 35 vezes durante as contrações uterinas, 15 vezes a 2-3 cm de dilatação cervical e 10 vezes a 5-6 cm e 8-9 cm de dilatação cervical. |
| E7 |
Namazi et al.,20 2014*/ Irã |
126 primíparas |
Aromaterapia |
Placebo |
No grupo de aromaterapia, quadrados de gaze foram embebidos em 4 mL de C. aurantium água destilada. No grupo controle, gazes foram embebidos em 4 mL de soro fisiológico e fixadas em colares nas participantes. |
| E8 |
Akbarzadeh et al.,21 2014*/ Irã |
150 primíparas e multíparas |
Acupressão no ponto BL32 |
Cuidado de enfermagem padrão |
No grupo controle (suporte) - a doula acompanha a mulher até o final da segunda fase do trabalho de parto. No grupo de acupressão foi localizado o ponto BL32 e pressionado. |
| E9 |
Asadi et al.,22 2015*/ Irã |
63 nulíparas |
Acupuntura |
Placebo |
No início da fase ativa foram realizadas acupuntura para o grupo de estudo e acupuntura sham para o grupo controle. |
| E10 |
Taavoni et al.,23 2016*/ Irã |
90 primíparas |
Bola de parto/ Terapia térmica |
Nenhuma intervenção |
No primeiro estágio da fase ativa com dilatação entre 4 a 8 cm foram alocadas em dois grupos de intervenção (terapia térmica e bola de parto) e controle, enquanto as gestantes em fase latente foram observadas até o início da fase ativa. |
| E11 |
Mafetoni and Shimo24 2016*/ Brasil |
156 nulíparas e multíparas |
Acupressão em SP6 |
Placebo / Nenhuma intervenção |
As parturientes do grupo de acupressão BP6 receberam pressão profunda (± 5kg), com descompressão brusca e rápida com o dedo polegar, sem ocasionar desconforto. No grupo toque receberam um toque superficial, de baixíssima intensidade (± 100g). Em ambos os grupos o contato foi no ponto BP6 bilateral, durante as contrações, em período único de 20 minutos. O grupo controle recebeu apenas os cuidados de rotina. |
| E12 |
Abedi et al.,25 2017*/ Irã |
80 nulíparas |
Auriculoterapia |
Cuidado de enfermagem padrão |
Pontos específicos da orelha foram estimulados entre os intervalos das contrações uterinas quando o útero atinge as dilatações de 4, 6 e 8 cm. |
| E13 |
Karkal et al.,26 2017*/ Índia |
60 primíparas |
Musicoterapia |
Nenhuma intervenção |
A musicoterapia foi aplicada com primigestas durante a fase ativa do primeiro estágio do trabalho de parto e a dor foi mensurada por meio da aplicação da escala visual analógica de dor. |
| E14 |
Yazdkhasti et al.,27 2018*/ Irã |
120 primíparas |
Terapias de calor e frio |
Cuidado de enfermagem padrão |
A termoterapia de calor foi aplicada nas regiões lombar e abdominal pelo menos em 60 minutos durante a primeira fase do parto, já no segundo estágio o foco foi a região perineal, em que a fonte aquecida agiu por no mínimo 4 minutos. Na intervenção que utilizou o frio aplicou-se uma bolsa de gelo por 10 minutos com intervalos de meia hora no decorrer da primeira fase e no períneo por 5 minutos a cada 15 minutos na segunda etapa. O grupo controle recebeu apenas os cuidados de rotina. |
| E15 |
Valiani et al.,28 2018*/ Irã |
84 primíparas |
Auriculoterapia |
Cuidado de enfermagem padrão |
A terapia auricular foi aplicada no decorrer das dilatações uterinas durante 1 minuto. |
| E16 |
Wang et al.,29 2020*/ China |
110 primíparas |
Bola de entrega com posição livre |
Cuidados de enfermagem padrão |
As parturientes utilizaram a bola de parto em posição livre, na qual podem escolher realizar os exercícios na posição pé, sentada, agachada, ajoelhada ou prona. |
| E17 |
Çevik e Karaduma30 2020*/Turquia |
60 primíparas |
Massagem sacral |
Cuidados de enfermagem padrão |
As mulheres do grupo experimental receberam uma massagem na região sacral por 30 min. Enquanto as outras mulheres receberam somente os cuidados de rotina. |