A cultura do meloeiro possui relevante importância socioeconômica, especialmente na região Nordeste do Brasil. Nos programas de melhoramento que utilizam técnicas biotecnológicas, nessa espécie, é indispensável o desenvolvimento de métodos eficientes de regeneração in vitro de plantas. Com isso, objetivou-se desenvolver um protocolo de regeneração a partir de explantes cotiledonares. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial, duas cultivares de meloeiro (‘Pele de Sapo’ e ‘Cantaloupe’) x cinco concentrações de 6- benzilaminopurina - BAP (0; 4,44; 8,88; 13,32 e 17,75 μM), com cinco repetições de cinco tubos de ensaio contendo um explante cada. Os percentuais de cotilédones que formaram calos e gemas, o número de gemas formadas por calo e a massa fresca do calo foram avaliados aos 35 dias, após a inoculação in vitro dos explantes. Os dados foram submetidos à análise de variância, sendo as médias comparadas pelo teste Tukey entre cultivares, e à análise de regressão entre doses de BAP. No meio de cultivo sem BAP não houve formação de gemas, sendo necessário sua adição, em ambos as cultivares. Em ‘Cantaloupe’ 68% dos calos formaram gemas, no meio de cultivo com 8,88 μM de BAP, em ‘Pele de Sapo’, apenas 12%. A cultivar ‘Cantaloupe’ registrou as maiores massas frescas dos calos e números de gemas regeneradas/explante, indicando ser mais responsiva in vitro do que a ‘Pele de Sapo’.
Palavras-chave:
Cucumis melo L; Organogênese; Cultura de tecidos vegetais.
Thumbnail
Thumbnail
Thumbnail
Thumbnail
Thumbnail
Thumbnail





