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Corrêa et al. (2017) |
Terra (2001, 2005), Grotto (2002), Magalhães, Dalmau, Souza (2014) e Moscoso-Zea et al. (2016) |
Tipos de conhecimentos tácito e implícito tratados como sinônimos. |
| Wong (2005) |
Lee e Yang (2000) |
Incompleto por não apresentar as fases de aplicação e uso do conhecimento, bem como os elementos a cultura e a estratégia. Abrangência limitada e não especifica “como” implementar a GC. |
| Gore e Gore (1999) |
Apresenta poucas considerações sobre as necessidades organizacionais, transferência do conhecimento e medição dos resultados. Abrangência limitada. |
| Wiig (1997) |
Precisamente orientado a grandes empresas, pois assume abundância de recursos humanos, financeiros, tempo, conhecimento e experiência. |
| Holsapple e Joshi (2002) |
Insuficiência na descrição de “como” implementar a GC. |
| Wiig, De Hoog e Van Der |
Ausência de diretrizes sólidas que conduzam a iniciação |
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Spek (1997) |
ou a implementação da GC. |
| Jarrar (2002) |
Precisamente orientado a grandes empresas, pois enumera diversos cargos específicos para a GC. |
| Apostolou et al. (2000), Mentzas (2001) e Mentzas et al. (2001) |
Precisamente orientado a grandes empresas, pois assume a implantação da GC em sua completude em toda a organização. |
| McCampbell, Clare e Gitters (1999) |
Apresenta foco tecnológico, negligenciando aspectos como cultura, fatores motivacionais, recompensas e sistemas de incentivo. |
| Rubenstein-Montano et al. (2001) |
Estrutura complexa, com documentação extensa. Ademais, apresenta o sistema de motivação e recompensa precocemente na fase de estratégia. |
| Apostolou e Mentzas (1998) |
Ausência das fases de aplicação e uso do conhecimento. |
| Lai e Chu (2002) |
Precisamente orientado a grandes empresas. |
| APQC (1999) |
Não determina os tipos de conhecimentos a serem geridos pelo modelo. |
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Pons et al. (2014) |
Nonaka e Takeuchi (1995) |
Não detalha as atividades, entradas, saídas, técnicas e ferramentas a serem utilizadas em cada processo. |
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Wiig (1994) |
Não distingue o conhecimento cognitivo e real. |
| Ponte (1999) |
Não distingue o conhecimento cognitivo e real. |
| Fivaz e Pretorius (2015) |
Nonaka, Toyama e Konno (2000) |
Foco na criação do conhecimento, negligenciando o restante do ciclo da GC. |
| Alavi, Wahab e Muhamad (2010) |
Embora abrangente, não detalha os tipos de conhecimentos e mecanismos a serem utilizados no processo, bem como não apresenta as atividades de GC. |
| Holsapple e Jones (2005) |
Atividades de GC são percebidas como sequenciais e sem feedback e trata os tipos de conhecimento como semelhantes. |
| Kamhawi (2010) |
Foco na atividade de compartilhamento de conhecimento e não apresenta os mecanismos para a GC. |
| Diakoulakis et al. (2004) |
Diferentes tipos de conhecimento tratados como análogos. |
| GarcíaFernández (2015) |
Kim (1993) |
Foco na criação do conhecimento somente por indivíduos. Não apresenta como o conhecimento pode ser armazenado e transferido. |
| Nonaka e Takeuchi (1995) |
Não se concentra em condições fomentadoras a criação do conhecimento, de onde o conhecimento é originado e como esse pode ser aplicado dentro da organização. |
| Crossan, Lane e White (1999) |
Não descreve como promover a exploração e implementação do conhecimento. |
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Senge (1990) |
Não aborda como as disciplinas podem ser alcançadas. |