Este artigo oferece uma crítica ao referencial teórico utilizado pelo Fundo Monetário Internacional como referência para seus programas de estabilização. Também esclarece o papel dos juros sobre a dívida antiga e as diferenças entre a abordagem monetarista e keynesiana da balança de pagamentos.
PALAVRAS-CHAVE:
crise da dívida; dívida externa; estabilização