| 2000 |
“[...] O objetivo deste estudo foi reunir descrições dos componentes de uma boa morte de pacientes, dos familiares e profissionais por meio de discussões em grupos focais e entrevistas em profundidade. [...]” (Steinhauser et al., 2000, p. 825). |
“Alternativamente, as descrições de mortes ruins frequentemente incluíam cenários em que as preferências de tratamento não eram claras. Os pacientes se sentiram desconsiderados, os familiares ficaram perplexos e preocupados com o sofrimento e os profissionais se sentiram fora de controle e temiam não estar prestando um bom atendimento. Decisões que não haviam sido discutidas anteriormente geralmente tinham que ser tomadas durante uma crise, quando as reservas emocionais já estavam baixas” (Steinhauser et al., 2000, p. 827). |
| 2007 |
“[...] Este artigo descreve o programa, usando indicadores qualitativos e quantitativos de estrutura, processo e resultado, avaliando, entre outros, o desempenho da rede regional, incluindo os resultados dos grupos de qualidade, capacitação, registro, tratamento e pesquisa. [...]” (Herrera et al., 2007, p. 591). |
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“[...] A prestação de cuidados paliativos não deve estar condicionada à localização geográfica do doente, à sua condição ou doença ou à capacidade de pagamento, mas apenas à necessidade. [...]” (Herrera et al., 2007, p. 591).
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“[...] Como princípio de saúde pública, todo cidadão espanhol em situação terminal tem direito a receber cuidados. No entanto, o desenvolvimento destes serviços tem variado muito de região para região do país. [...]” (Herrera et al., 2007, p. 592).
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| 2012 |
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“[...] Nosso objetivo foi analisar o processo de trabalho de profissionais da saúde que atuam na Saúde da Família/Atenção Primária e já cuidaram de pessoas em processo de morte, a fim de traçar possíveis contribuições para a área de Saúde Pública no que se refere à implantação dos cuidados paliativos na Atenção Primária. [...]”
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(Combinato; Martins, 2012, p. 433).
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“Considerando os princípios do SUS, da Atenção Primária e da Política Nacional de Humanização, avalia-se como essencial a sistematização de diretrizes e ações para implantação dos cuidados paliativos na Atenção Primária em função da demanda existente para a Saúde da Família; da dimensão epidemiológica da população no País; da possibilidade de proporcionar melhores condições de cuidado ao paciente e sua família no ambiente domiciliar; e, principalmente, porque os cuidados no processo de morte caracterizam-se por cuidados na e da vida” (Combinato; Martins, 2012, p. 440). |
| 2012 |
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“[...] decretado por Despacho de Sua Excelência o Senhor Ministro da Saúde, de 15 de junho de 2004, o Programa Nacional de cuidados paliativos, a ser aplicado no âmbito do Serviço Nacional de Saúde e no plano nacional de saúde 2004-2010. Neste Programa Nacional (2004), os cuidados paliativos constituem uma resposta organizada à necessidade de tratar, cuidar e apoiar ativamente os doentes na fase final da vida. [...]” (Carvalho, 2012, p. 7). |
| 2014 |
“[...] no Brasil, os cuidados paliativos (CP) ainda não estão estruturados adequadamente, e essa realidade transforma essa temática em um problema de saúde pública e faz com que iniciativas nesse contexto tornem-se relevantes. Este trabalho objetiva compartilhar a experiência ocorrida em um hospital de referência em oncologia do Estado do Maranhão e apresentar iniciativas que auxiliaram no desenvolvimento do Serviço de CP.” (Garcia; Rodrigues; Lima, 2014, p. 286). |
“Um dos maiores obstáculos apontados na literatura para viabilização de programas de CP nos países em desenvolvimento é a falta de compromisso dos governos com a filosofia dos CP. Nesses países, e aqui se inclui o Brasil, muitas das dificuldades ao estabelecimento de serviços de CP decorrem da ausência de estratégias governamentais consistentes e de uma política nacional de alívio da dor gerada a partir da escuta e ampla discussão com as sociedades envolvidas com a dor.” (Garcia; Rodrigues; Lima, 2014, p. 290). |
| 2015 |
“[...] O objetivo foi identificar casos de usuários, a fim de inventariar os problemas éticos que a equipe vivencia. [...]” (Souza et al., 2015, p. 349). |
“[...] apesar de se reconhecer o impacto das doenças crônicas sobre o conjunto da família, os sistemas de saúde ainda não estão focados no atendimento das necessidades dessa clientela. [...]” (Souza et al., 2015, p. 355). |
| 2017 |
“[...] O objetivo deste estudo foi avaliar a disponibilidade atual e as barreiras para os cuidados paliativos, e o conhecimento e as percepções dos profissionais de saúde sobre o controle da dor paliativa no oeste do Quênia.” (Zubairi et al., 2017, p. 154). |
“Apesar do recente crescimento dos serviços de fim de vida em todo o mundo, médicos e enfermeiros são frequentemente insuficientemente treinados em cuidados paliativos. [...].” (Zubairi et al., 2017, p. 154). |
| 2020 |
“[...] Identificar, relatar e mapear a presença de estratégias, planos, legislação e recursos governamentais nacionais de cuidados paliativos em 198 países. [...]” (Clelland et al., 2020, p. 183). |
“Conclusões: há um longo caminho a percorrer até que os cuidados paliativos em todo o mundo sejam universalmente apoiados por intenções de políticas públicas que realizem o seu necessário desenvolvimento” (Clelland et al., 2020, p. 183). |
| 2021 |
“O objetivo deste estudo é analisar como os especialistas entendem o desenvolvimento e o estado atual dos cuidados paliativos. [...]” (Agren et al., 2021, p. 508). |
“[...] Os participantes não endossaram um ‘caminho certo’ de mortes ‘boas’. Em vez disso, os cuidados paliativos foram considerados localizados em um estado complexo onde o desenvolvimento histórico, consistindo em ideais desejáveis, negações de morte e falta de diretrizes, e desenvolvimentos mais recentes de esforços em direção a conceitos universais, ‘melhoria’ e aumento da burocracia desempenharam um papel significativo na forma como os cuidados paliativos se desenvolveram e são organizados e conduzidos hoje.” (Agren et al., 2021, p. 507). |
| 2022 |
“[...] Este artigo procura fazer uma análise inicial dos impactos das políticas atuais dentro do cenário da Saúde Pública e suas repercussões na construção de uma política de cuidados paliativos sólida.” (Rodrigues; Silva; Cabrera, 2022, p. 1). |
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“[...] Identifica-se a baixa prioridade dada pela maior parte dos governos ao redor do mundo para a questão do alívio do sofrimento e dos cuidados com o luto, representada pelo baixo investimento em cuidados paliativos. [...]” (Rodrigues; Silva; Cabrera, 2022, p. 1).
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“[...] No nosso país, os cuidados paliativos começam a ser reconhecidos pelos profissionais de saúde, bem como por alguns legisladores estaduais e pelos poderes executivos estaduais. No entanto, muito ainda precisa ser feito para a implementação de uma política consolidada de cuidados paliativos em nosso país.” (Rodrigues; Silva; Cabrera, 2022, p. 5).
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