O artigo analisa a produção científica sobre branquitude no Serviço Social, investigando como a categoria tem abordado ou negligenciado o racismo estrutural a partir da crítica à branquitude. Para isso, foi realizada uma pesquisa qualitativa, de caráter bibliográfico exploratório. O estudo conclui que a branquitude é um elemento estruturante das desigualdades, e sua crítica é um importante instrumento para a atuação profissional comprometida com a transformação social.
Palavras-chave:
Serviço Social; Racismo; Branquitude; Capitalismo