| Yaegashi C, et al15 |
Descritivo, retrospectivo e observacional |
0-1: 82 1-5: 418 6-10: 170 > 10: 113 |
Alto percentual de crianças admitidas ainda sonolentas na SRPA, necessitando de observação contínua. 14% da população avaliada apresentou complicações como dessaturação, agitação, dor, náuseas e vômitos e laringoespasmo. O estudo retratou a importância de uma equipe multidisciplinar na assistência ao paciente, adoção de controle da dor, náuseas/vômitos e necessidade de contato com os pais até a indução anestésica. |
| Avila MAG, et al17 |
Ensaio clínico randomizado paralelo controlado |
06 a 14 |
A oferta de orientações perioperatórias com e sem uso da história em quadrinhos foi capaz de reduzir a ansiedade dos pais, porém ao ocorrerem no dia da cirurgia não tiveram impacto sobre a ansiedade de crianças e adolescentes. O estudo recomendou que a preparação pré-operatória seja realizada no momento do agendamento cirúrgico. |
| Rızalar S, et al18 |
Estudo multicêntrico |
06 a14 |
A alimentação pós-operatória precoce em crianças submetidas a apendicectomia afetou a ocorrência da primeira evacuação de flatos e fezes, o tempo de internação e o nível de fome, sede e dor. Sugeriu-se que os enfermeiros juntamente com a equipe multidisciplinar incorporem as evidências encontradas e afirmem o desenvolvimento de protocolos de alimentação precoce juntamente com a equipe. |
| Santos, MP28 |
Estudo de caso |
17 |
No desenvolvimento de um plano de cuidados de enfermagem foi possível identificar fatores, intra, inter e extra pessoais que permitiram planejar a assistência e os níveis de prevenção propostos por Neuman, ampliando a visão da enfermagem para o holismo e bem-estar. Dor, ansiedade e risco de lesão neurológica foram os estressores mais recorrentes. |
| Martinelli, AM32 |
Estudo de caso |
13 |
Os cuidados perioperatórios de enfermagem favorecem a recuperação e diminuem o tempo de internação. O pós-operatório seguiu sem intercorrências, com alta após seis dias de cirurgia, sem complicações. O investimento no plano de cuidados possibilita o retorno mais breve às atividades cotidianas do paciente. |
| Balakas K, et al19 |
Guia teórico |
0 a 18 |
Criou-se um guia de cuidados para pacientes neuroatípicos e comportamentos desafiadores. Sugeriu-se manter a ambiência da sala, reduzir tempo de espera, ter um profissional de referência, melhorar a comunicação entre a equipe. Além disso, recomendou-se a inclusão da família no cuidado, administração de medicamentos antes da chegada no hospital, identificação dos quartos de pacientes com comportamentos desafiadores e utilização da People First Language.
|
| Busen N, et al32 |
Guia teórico |
Não especificada |
O guia destacou a garantia da segurança do paciente, o planejamento e manejo do cuidado perioperatório com intervenções de educação que possam reduzir a ansiedade de familiares e adolescentes no preparo cirúrgico. Trouxe recomendações para abordagem clínica do adolescente de acordo com a idade e aplicação do consentimento informado. |
| Bray L, et al20 |
Guia teórico |
Não especificada |
Guia teórico para crianças e jovens portadores de estomias que abordou o preparo para colocação do dispositivo, por meio de jogos, álbuns de fotos, construção de storyboard e diário vivo. O uso do serious game foi incentivado como alternativa para individualizar a assistência |
| YOO JB, et al21 |
Projeto post hoc de controle não equivalente |
Crianças e adolescentes (sem idade especificada) (n:76) |
O estudo demonstrou que fornecer informação visual sobre a sala de recuperação anestésica e manter a presença de um familiar nesta unidade foi eficaz na redução da ansiedade, delírio e dor em crianças e adolescentes ao despertar da anestesia. Indica-se que a enfermagem acate esta conduta. |
| Fina K29 |
Relato de caso |
13 |
O cuidado de enfermagem perioperatório holístico de crianças e suas famílias deve considerar a avaliação das necessidades espirituais e identificação das intervenções que ajudem pacientes e familiares a alcançarem o conforto espiritual, como o uso da escuta terapêutica e acesso facilitado à prática de ritos e rituais religiosos conforme as crenças. |
| Sampaio CEP, et al22 |
Revisão sistemática |
Não especifica |
A ansiedade é um dos sentimentos preponderantes no paciente que será submetido a cirurgia, o que impacta diretamente na assistência prestada. A enfermagem deve atuar por meios de ações que orientem o paciente e sejam capazes de atenuar a carga emocional. A revisão reconheceu a importância do apoio familiar e a interação com grupos de apoio para redução da ansiedade. |
| Santos MP, et al14 |
Revisão Integrativa |
Não especifica |
A revisão identificou as manifestações psicológicas, sociais e físicas relacionadas à assistência perioperatória no adolescente. Indicou o desejo deles em obterem informações sobre a cirurgia e serem protagonistas de seu cuidado, além de envolver os pais nesta trajetória. Direcionou a necessidade de ampliar os estudos sobre a temática. |
| Lima FM, et al23 |
Estudo quali-quantitativo |
10-19 |
Os adolescentes esperaram pela cirurgia no corredor do Centro Cirúrgico o que impactou sua experiência de forma negativa. Se queixaram de constrangimento frente ao vestuário cirúrgico utilizado e mais da metade dos participantes classificaram a trajetória cirúrgica como desagradável. O estudo indicou a readequação do vestuário e a primordialidade de que o enfermeiro atue na assistência ao adolescente por meio de contatos anteriores a cirurgia para compreensão das necessidades dos pacientes. |
| Literatura Cinzenta |
| Santos MP14 |
Estudo de caso, revisão sistemática. |
Não especifica |
O estudo desenvolveu um sistema de prevenção de ansiedade perioperatória chamado 3P2A seguindo a primeira fase do modelo de intervenções complexas do Medical Research Council. Foram conduzidas revisões e pesquisas originais como estudos de casos e avaliações qualitativas que abordaram: a percepção do adolescente sobre o período perioperatório; a atuação do enfermeiro voltada para adolescente; utilização de intervenções não farmacológicas como as Práticas Integrativas e complementares como forma de reduzir a ansiedade do adolescente. A partir disso criou-se modelo a ser aplicado nos períodos pré, trans e pós-operatório a ser testado em pesquisas futuras. |
| Pereira MJASN30 |
Revisão Sistemática da Literatura de abordagem quantitativa |
11 a 15 anos |
O uso de imagens guiadas, treinamento de relaxamento e musicoterapia apresentaram-se como ferramentas na redução da ansiedade na preparação dos adolescentes para cirurgia. Os resultados defendem o treinamento de enfermeiros para fornecer informações personalizadas individualmente aos adolescentes, em que é imperativo que as disciplinas de saúde colaborem para projetar programas de educação perioperatória eficaz. |
| Sardinha P24 |
Metodologia de Projeto. |
Não especifica |
O sistema informatizado para a preparação de fármacos anestésicos pode prevenir erros relacionados com a terapêutica anestésica e deve ser incentivado na rotina do Bloco Operatório. |
| Aciolly P25 |
Estudo metodológico |
Não especifica |
Estudo metodológico voltado para criação de instrumento a ser utilizado na assistência de enfermagem perioperatória pediátrica. |
| D`Oliveira DAE26 |
Metodologia de Projeto. |
Não especifica |
A falta de estrutura para receber pais/pessoa significativa é uma lacuna da assistência perioperatória, além da falta de conhecimento deste direito ou da presença de receios/medos de entrar no serviço. A presença de pais/pessoa significativa aumenta a satisfação dos pais, diminui a ansiedade dos pais no pré-operatório e na sala de espera, aumenta a confiança nos cuidados perioperatórios, permite a redução da ansiedade das crianças e representa um elo com a criança/jovem. |
| Canejo I27 |
Metodologia de Projeto. |
Não especifica |
O acompanhamento até à indução anestésica gerou tranquilidade nos acompanhantes. Os pacientes referiram que foi importante a presença do familiar pois sentiram-se mais seguras, calmas e confortáveis. O fato de poderem levar o seu brinquedo preferido também ajudou. |