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Hamari et al. (2016)
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Investigar as motivações das pessoas para participar do consumo colaborativo. |
Survey respondido por 168 usuários registrados no serviço Sharetribe e que foram recrutados por meio de um boletim informativo oficial do Sharetribe por e-mail. Os dados demográficos descritivos foram analisados com o SPSS 20, e todos os testes foram conduzidos por mínimos quadrados parciais (PLS), e a análise foi feita com o SmartPLS 2,0 M3.
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A sustentabilidade percebida do serviço de compartilhamento está associada positivamente à atitude em relação ao consumo colaborativo, não apresentando efeito direto sobre as intenções comportamentais. O prazer exerce efeito significativo tanto na atitude das pessoas em participar das práticas de compartilhamento quanto na intenção comportamental. A reputação afeta de maneira significativa a atitude das pessoas em relação às atividades compartilhadas, bem como a intenção comportamental. Os benefícios econômicos exercem influência direta e positiva na intenção comportamental de participar das práticas de compartilhamento. Quanto à relação empírica entre atitude e intenção comportamental, identificou-se que a atitude em relação aos SMC exerce uma influência direta e positiva nas intenções comportamentais. |
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Mohlmann (2015)
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Identificar os determinantes mais importantes para explicar a satisfação de escolher uma opção de compartilhamento e identificar os determinantes mais importantes para explicar a probabilidade de escolher uma opção de compartilhamento novamente. |
A coleta dos dados ocorreu por meio de dois estudos on-line quantitativos independentes, distribuídos sequencialmente por meio de uma lista de discussão para estudantes da Universidade de Hamburgo: no estudo 1, foram pesquisados os usuários do serviço de compartilhamento de carros B2C Car2Go; e no estudo 2, foram pesquisados os usuários do mercado de hospedagem comunitária on-line C2C Airbnb. A modelagem de caminho de mínimos quadrados parciais (PLS) com base em variância técnica foi aplicada para testar as hipóteses utilizando o software SmartPLS 2.0.
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Foram constatadas a satisfação e a probabilidade de escolher uma opção de compartilhamento novamente para ser explicada predominantemente por determinantes que servem de benefício próprio aos usuários. Utilidade, confiança, economia de custos e familiaridade foram consideradas essenciais em ambos os estudos, enquanto a qualidade do serviço e o pertencimento à comunidade foram identificados somente no estudo 1. |
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Yakin et al. (2017)
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Determinar a motivação de participação dos consumidores turcos que contribuem para a economia de partilha, utilizando a teoria da autodeterminação |
O estudo empregou a escala utilizada por Hamari et al. (2016). A análise fatorial confirmatória foi realizada primeiramente usando o programa Amos22 e, em seguida, a modelagem de equações estruturais. As hipóteses foram testadas para verificar fatores de escala no estudo. |
Entre os três fatores motivacionais (benefício econômico, prazer e sustentabilidade), apenas o nível de prazer percebido tem o maior efeito sobre a atitude e a intenção do comportamento. |
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Yang & Ahn (2016)
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Verificar como a motivação para a economia compartilhada e a segurança percebida afetam a atitude e a lealdade dos usuários em relação a um negócio representativo de economia compartilhada, o Airbnb. |
Os resultados foram obtidos por meio uma pesquisa de direcionamento de URL, projetada para trabalhar em dispositivos móveis, sendo o público investigado estudantes universitários que fizessem cursos relacionados ao marketing. Para análise dos dados, foi empregada a técnica de modelagem de equações estruturais (SEM). |
O prazer e a reputação tiveram um efeito positivo na atitude em relação à Airbnb, enquanto outros aspectos motivacionais, como sustentabilidade e benefícios econômicos, pareciam não ter nenhum efeito significativo. |
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So et al. (2018)
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Examinar o poder preditivo das motivações e das restrições que afetam a adoção pelo consumidor do Airbnb.
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Pesquisa on-line nacional e quantitativa nos Estados Unidos, medindo as motivações e as restrições dos consumidores da Airbnb para usar a acomodação do Airbnb . A coleta de dados foi por meio do Qualtrics Online Sample. O poder preditivo dos fatores de motivação e de restrição foi testado pela modelagem dos mínimos quadrados parciais (PLS-PM). |
Quanto às motivações, o valor do preço, o prazer e os benefícios domésticos explicam significativamente a atitude geral em relação ao Airbnb. Quanto às restrições, a desconfiança é o único fator que prevê significativamente a atitude geral, enquanto a insegurança está diretamente relacionada às intenções comportamentais. Atitude geral, controle comportamental percebido e normas subjetivas, como influência social, tendência e afinidade, são preditores de intenções comportamentais. |
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Miranda (2018)
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Identificar os fatores que estão associados à atitude em relação ao consumo colaborativo no Brasil |
A amostra foi composta de 321 respondentes. Realizou-se uma regressão linear múltipla para verificar a associação da variável dependente. |
Os benefícios econômicos, a sustentabilidade e a dimensão materialista da satisfação dos respondentes possuíam tendência a se associar positivamente com a atitude em relação ao consumo colaborativo, enquanto os riscos percebidos representaram uma barreira à prática do consumo colaborativo. |
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Sampaio et al. (2018)
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Demonstrar o comportamento do consumidor no modelo de economia compartilhada, possibilitando compreender como ele interage e quais são as suas expectativas. |
O instrumento de pesquisa foi construído a partir do modelo proposto por Hamari et al. (2016), montado na plataforma Google Forms e distribuído pelas redes sociais, de forma a obter a maior abrangência possível na região citada. Para análise dos dados, foi empregada a técnica de modelagem de equações estruturais (SEM). Os constructos foram submetidos à análise fatorial confirmatória, utilizando-se do software SmartPLS 3.2.
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Ao analisar as motivações intrínsecas, a variável sustentabilidade não foi capaz de prever significativamente a atitude para CC e tampouco teve influência direta ou indireta nas intenções de comportamento para CC. A variável satisfação percebida foi positivamente associada à atitude em relação ao CC e à intenção de comportamento na participação do consumo colaborativo. A análise das motivações extrínsecas evidenciou que o possível aumento na reputação não causa influência nas atitudes em relação ao CC, como também não está associado à intenção comportamental no que tange à participação do consumo colaborativo. Ainda nas motivações extrínsecas, em contraposição ao observado na variável reputação, as motivações relativas a benefícios econômicos foram positivamente associadas a atitudes em relação ao consumo colaborativo e tiveram influência significativamente positiva na intenção comportamental de participar do CC. Por fim, a atitude quanto ao consumo colaborativo teve efeito positivo sobre a intenção comportamental da participação do CC. |
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Presente estudo
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Identificar os determinantes da utilização dos SMC no contexto brasileiro |
Realizou-se uma survey com 597 respondentes, utilizadores dos SMC, tendo como base o instrumento de pesquisa de Hamari et al. (2016), com pontuais adaptações semânticas. Como técnica multivariada da análise de dados, utilizou-se da análise fatorial confirmatória (Covariance-Based Structural Equation Modeling - CB-SEM). |
Os resultados indicam que os benefícios econômicos, o prazer e a sustentabilidade são preditores da atitude em relação aos SMC e da intenção comportamental relativa aos SMC. Notou-se um relacionamento negativo entre reputação e atitude em relação aos SMC. Observou-se uma relação positiva entre atitude quanto aos SMC e intenção comportamental. |