A RESS publica artigos científicos no campo da saúde coletiva, incluindo epidemiologia, ciências sociais e humanas na saúde, gestão e planejamento, e que apresentem evidências relevantes para o SUS. A abreviatura de seu título é Epidemiol Serv Saude, que deverá ser utilizada em bibliografias, notas de rodapé, em referências e legendas bibliográficas. |
Breve histórico
A RESS é a continuação do Informe Epidemiológico do SUS (IESUS) iniciado em 1992 pelo Centro Nacional de Epidemiologia (CENEPI), antecessor da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde. Em 2023, a partir do volume 12, número 1, a revista passou a ser denominada Epidemiologia e Serviços de Saúde. A Epidemiologia e Serviços de Saúde: revista do SUS (RESS) é um periódico científico de acesso aberto, publicado com periodicidade anual e modalidade contínua, sem custos aos autores e leitores, que é editado pela Coordenação Geral de Editoração Técnico-Científica em Vigilância em Saúde, Departamento de Ações Estratégicas de Epidemiologia e Vigilância em Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ministério da Saúde. É regida pela Portaria nº 14, de 13 de agosto de 2015, e pelo seu Estatuto. |
Conformidade com a ciência aberta
Este periódico segue o modelo de acesso aberto Diamante, sem custo aos autores ou leitores. A RESS se alinha com as práticas de ciência aberta. São acolhidos manuscritos depositados em servidores confiáveis de preprints, a exemplo de SciELO Preprints, bioRxiv e medRxiv, antes ou em paralelo à submissão. O autor correspondente deve informar sobre tal depósito no Formulário de Conformidade com a Ciência Aberta, documento que deve acompanhar a submissão. A disponibilidade dos dados da pesquisa deve ser declarada nesse formulário e no manuscrito, na seção “Disponibilidade de dados”, com a devida citação e referenciamento. Como padrão, o sistema de submissão da RESS segue modelo de avaliação por pares duplo-cega, na qual autores e pareceristas não são identificados. A abertura do processo de avaliação é prevista de acordo com as etapas:
Todos os artigos publicados informam o nome e ORCID de todos os editores envolvidos no processo, bem como dos revisores que concordaram com tal divulgação. Os pareceres de avaliação dos manuscritos aprovados são publicados na modalidade “Pareceres de revisão por pares”, com a identificação dos pareceristas na autoria, para os casos em que o revisor concordou com a publicação do parecer. |
Ética na publicação
A Declaração sobre ética na publicação da RESS, disponível em: https://ress.iec.gov.br/files/1722614466088-308027317.docx, expressa o compromisso da revista na adoção de melhores práticas e ética na publicação científica. Os autores, ao submeterem os artigos à RESS, se comprometem e estão cientes dessa declaração. A RESS adota os princípios da ética na publicação do código de conduta do Committee on Publication Ethics (COPE) para nortear seus procedimentos editoriais. Para pesquisas com seres humanos no Brasil, os autores devem observar integralmente as normas constantes nas Resoluções do Conselho Nacional de Saúde. O manuscrito deve incluir quadro contendo (i) o nome do comitê de ética em pesquisa que aprovou o estudo, (ii) número do parecer, (iii) data de aprovação, (iv) certificado de apresentação de apreciação ética, (v) registro de consentimento livre e esclarecido. Estudos sem apreciação ética devem apresentar justificativa. |
Foco e escopo
A RESS publica artigos científicos no campo da saúde coletiva, incluindo epidemiologia, ciências sociais e humanas na saúde, gestão e planejamento, e que apresentem evidências relevantes para o SUS. O público-alvo são pesquisadores, professores e estudantes de graduação e pós-graduação, da área da Saúde Coletiva; gestores e profissionais de saúde; e demais interessados em debater temas relacionados à saúde pública. |
Preservação digital
Este periódico segue os padrões definidos no programa de Política de Preservação Digital do Programa SciELO. Todos os volumes da revista são preservados digitalmente, no Instituto Evandro Chagas (IEC) e nas Coleções SciELO, a partir da sua admissão na coleção em 2014 (volume 23). A RESS, como parte das Coleções SciELO Brasil e SciELO Saúde Pública, conta com a preservação digital na estrutura da Rede Cariniana, criada pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict/MCTI) e que opera como um sistema de preservação digital baseado no modelo de rede distribuída, com armazenamento pelo sistema de código aberto LOCKSS, criado pela Stanford University. |
Fontes de indexação
Os artigos publicados na RESS são indexados ou resumidos por:
Indexadores: Diretórios:
Biblioteca virtual: |
Ficha bibliográfica
|
Websites e mídias sociais
As seguintes redes estão disponíveis, acessadas por meio do nome de usuário @revistadosus: |
POLÍTICA EDITORIAL
Preprints
São acolhidos manuscritos depositados em servidores confiáveis de preprints, a exemplo de SciELO Preprints e medRxiv, antes ou em paralelo à submissão. O autor correspondente deve informar sobre o depósito por meio do preenchimento do Formulário de Conformidade com a Ciência Aberta, que deve ser submetido como arquivo suplementar ao manuscrito. Essa prática se alinha à publicação contínua como mecanismo para acelerar a comunicação de pesquisas. Preprints compartilham com o periódico o ineditismo na publicação dos artigos. |
Processo de avaliação por pares
Após a submissão pelos autores, os manuscritos passam pelas seguintes etapas de avaliação:
O tempo estimado para avaliação editorial é de 90 dias a partir da submissão dentro das regras do periódico. A admissão do manuscrito ocorre após seu acolhimento no sistema pela secretaria executiva frente à lista de verificação (etapa 2 acima). Tal verificação reflete as instruções aos autores. As revisões das etapas do processo editorial serão enviadas aos autores pelo Sistema ScholarOne, com definição do prazo para reformulação. Recomenda-se aos autores atenção às comunicações enviadas ao endereço de e-mail informado na submissão e observação dos prazos para resposta. Como padrão, o sistema de submissão da RESS segue modelo de avaliação por pares duplo-cega, na qual autores e pareceristas não são identificados. A abertura do processo de avaliação é prevista de acordo com as etapas:
Todos os artigos publicados informam o nome e ORCID e a identidade dos pareceristas que concordaram com a divulgação. Os pareceres de avaliação concordaram com a divulgação na modalidade “Pareceres de revisão por pares”, com a identificação dos pareceristas na autoria, para os casos em que o revisor concordou com a publicação do parecer. |
Dados abertos
Os dados de pesquisa (bancos de dados, códigos, métodos e outros materiais utilizados e resultantes da pesquisa) idealmente devem ser depositados em repositórios de dados confiáveis como o repositório SciELO Data e OSF (lista disponível em https://wp.scielo.org/wp-content/uploads/Lista-de-Repositorios-Recomendados_pt.pdf), preferencialmente com um identificador persistente como o digital object identifier (DOI). O acesso a tais dados com o link para o repositório deverá ser informado na seção “Disponibilidade de dados”. Deve haver citação dos dados no texto, preferencialmente nos “Métodos”, e a referência completa deve ser incluída na seção de “Referências”, seguindo exemplo:
Durante o processo editorial, editores podem solicitar o acesso às bases de dados do estudo aos autores para subsidiar a avaliação. |
Cobrança de taxas
A RESS atua no modelo de acesso aberto diamante (diamond open access), na qual não há cobranças para autores ou leitores. Não efetua cobrança de taxas de submissão, avaliação ou publicação de artigos. Todos os manuscritos são acessíveis gratuitamente, sem cobrança de taxas ou inscrição ao leitor. Os artigos são traduzidos gratuitamente para o inglês e o resumo, para o espanhol. Os custos de publicação são cobertos pela instituição mantenedora, a Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS), em alinhamento com a Declaração SciELO sobre Sustentabilidade Financeira. |
Política de ética e más condutas, errata e retratação
A RESS segue as orientações das Recomendações para elaboração, redação, edição e publicação de trabalhos acadêmicos em periódicos médicos, do International Committee of Medical Journal Editors (ICMJE) e adota os princípios da ética na publicação do código de conduta do Committee on Publication Ethics (COPE) para nortear seus procedimentos editoriais, incluindo condutas em caso de erros ou má-prática em pesquisa e comunicação científica. Tais procedimentos se alinham ao Guia de boas práticas para o fortalecimento da ética na publicação científica do SciELO. Ao submeter o manuscrito, os autores se comprometem com a qualidade e integridade do seu trabalho. Isso inclui o uso de linguagem adequada e a garantia de que o texto reflita os procedimentos de pesquisa e comparação com a literatura. Ao identificar erros, os autores devem comunicar os editores a fim de realizar as correções por meio da elaboração e publicação de errata. Práticas que ferem a integridade científica, como plágio, autoplágio, fabricação de dados, publicação redundante e conflitos de interesses não divulgados, entre outras más práticas, serão avaliadas pelo corpo editorial da RESS de acordo com as recomendações do COPE, assegurando a comunicação aos autores sobre as etapas e decisão do processo. Na suspeita de má conduta, os editores da RESS iniciarão investigação conforme as diretrizes do COPE, que a depender da gravidade e estágio de submissão ou publicação, pode resultar em:
Os autores da RESS se comprometem a cooperar com os editores nas correções e retratações. |
Política sobre conflito de interesses
Os autores devem declarar a presença de conflitos de interesses, reportando existência de interesses – aparentes ou não – capazes de influenciar o processo de elaboração e de revisão dos manuscritos, e que podem ser de natureza diversa – pessoal, comercial, política, acadêmica ou financeira. A declaração de conflitos de interesses será publicada na versão final do manuscrito. Os autores devem encaminhar o Formulário de declaração de potenciais conflitos de interesses preenchido e assinado por cada autor após aprovação do manuscrito. Pareceristas envolvidos no processamento editorial deverão declarar no sistema de avaliação seus potenciais conflitos de interesses com o manuscrito em apreciação. Anualmente, todos os membros do corpo editorial da RESS apresentam sua declaração de conflitos de interesses e os editores associados renovam seu termo de compromisso para atuação como tal, que inclui compromissos éticos e de integridade em pesquisa no manejo dos manuscritos. Como forma de assegurar a independência editorial da revista em relação à instituição mantenedora, a decisão sobre a aprovação dos manuscritos para publicação compete aos editores chefe e científicos, pesquisadores com autonomia institucional e independência acadêmica. |
Adoção de softwares de verificação de similaridade
A revista utiliza o sistema iThenticate para identificar plágio. Autores são encorajados a remover similaridades com textos prévios, em especial sentenças completas. Recomenda-se manter o texto final abaixo de 30% de similaridade com outros documentos. Em casos de texto derivados de trabalhos acadêmicos que não consigam atender esse limiar, tal deliberação caberá aos editores. A verificação de similaridade é realizada durante a revisão por pares, com encaminhamento do relatório do sistema iThenticate juntamente com os pareceres para ajuste dos autores. A versão final do manuscrito aceito é verificada para assegurar que as recomendações da revista foram observadas. |
Adoção de softwares de inteligência artificial
Os autores devem informar se utilizaram tecnologias de inteligência artificial na carta de apresentação e na seção “Uso de inteligência artificial generativa” do manuscrito. Caso tais ferramentas tenham sido empregadas, os autores devem garantir a precisão das citações e a originalidade do conteúdo gerado com auxílio de inteligência artificial, assegurando a ausência de plágio. |
Questões de sexo e gênero
A RESS observa a política de equidade de gênero na formação de seu corpo editorial. A equipe editorial da RESS e seus autores devem observar os princípios da Diretriz sobre Equidade de Sexo e Gênero em Pesquisa (Sex and Gender Equity in Research, SAGER), cuja tradução oficial ao português foi realizada e publicada pela RESS. Por esta diretriz, os termos sexo (atributo biológico) e gênero (moldado por circunstâncias sociais e culturais) devem ser usados com atenção, a fim de evitar imprecisão em seu uso. |
Comitê de ética
A observância dos preceitos éticos na condução e publicação dos resultados da pesquisa é de inteira responsabilidade dos autores, que devem respeitar as recomendações éticas contidas na Declaração de Helsinque. As pesquisas que envolvam seres humanos devem ser aprovadas pelo comitê de ética em pesquisa competente, no nível regional ou nacional. Para pesquisas com seres humanos no Brasil, os autores devem observar integralmente as normas constantes nas Resoluções do Conselho Nacional de Saúde. O manuscrito deve incluir quadro contendo (i) nome do comitê de ética em pesquisa que aprovou o estudo, (ii) número do parecer, (iii) data de aprovação, (iv) certificado de apresentação de apreciação ética, (v) registro de consentimento livre e esclarecido. Estudos sem apreciação ética devem apresentar justificativa. Ensaios clínicos devem informar o número de protocolo registrado em um dos registros validados pela Organização Mundial da Saúde (OMS, disponível em: https://www.who.int/clinical-trials-registry-platform/network/primary-registries, dentre os quais se inclui o Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos, disponível em: https://ensaiosclinicos.gov.br. |
Direitos autorais
Os autores retêm o direito autoral do artigo publicado (copyright), e concedem à RESS o direito de primeira publicação, sob a licença Creative Commons Attribution CC BY 4.0. Essa atribuição de licença permite que os artigos sejam reutilizados e distribuídos sem restrição, desde que o trabalho original seja corretamente citado. Todos os autores preenchem e assinam o Termo de cessão de diretos autorais após a aprovação do manuscrito. |
Propriedade intelectual e termos de uso
Todo o conteúdo da revista e os artigos publicados pela RESS, exceto onde especificado de outra forma, estão licenciados sob a licença Creative Commons Attribution CC BY, que permite a reutilização e distribuição sem restrição, desde que o trabalho original seja corretamente citado. Os autores mantêm o direito autoral, e a RESS, o direito de primeira publicação. Os dados, opiniões e conceitos emitidos nos artigos, bem como a exatidão das referências bibliográficas, são de inteira responsabilidade do(s) autor(es). A RESS encoraja os autores a autoarquivar seus manuscritos aceitos, publicando-os em blogs pessoais, repositórios institucionais e mídias sociais acadêmicas, bem como postando-os em suas mídias sociais pessoais, desde que seja incluída a citação completa à versão do website do periódico. |
Instituição mantenedora
Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS). |
Editor chefe
|
Editores científicos
|
Editora executiva
|
Secretaria executiva
|
Editores associados
|
Comitê editorial
|
Equipe técnica
Revisão de linguagem
Tradução
Diagramação, normalização e editoração eletrônica
|
A Epidemiologia e Serviços de Saúde: revista do SUS (RESS) publica artigos científicos no campo da saúde coletiva, incluindo epidemiologia, ciências sociais e humanas na saúde, gestão e planejamento, e que apresentem evidências relevantes para o SUS. |
Tipos de documentos aceitos
A RESS acolhe manuscritos nas modalidades descritas abaixo. Os manuscritos devem ser submetidos em português e podem ter sido publicados como preprints, depositados em servidores confiáveis.
Além das modalidades acima, submetidas pela comunidade científica, os editores são responsáveis pela elaboração de Editoriais (limite: 1.500 palavras) e Entrevistas (limite: 3.500 palavras) com personalidades ou autoridades. As características das modalidades acolhidas pela RESS estão sumarizadas abaixo. Em casos justificados e em manuscritos que com citações restritas a artigos científicos, poderão ser aceitas referências acima do limite, a depender da decisão dos editores. Características das modalidades acolhidos
|
Contribuição dos autores
Os autores devem atender aos critérios de autoria em consonância com as deliberações do ICMJE, a saber:
Todos aqueles designados como autores devem atender aos quatro critérios de autoria. Demais casos devem ser reconhecidos nos Agradecimentos, com o termo de anuência a ser encaminhado no sistema de submissão. A RESS adota o sistema de especificação Contributor Roles Taxonomy (CRediT, disponível em: https://credit.niso.org) que define 14 papéis ou funções de autoria:
Conceituação: Ideias; formulação ou evolução de metas e objetivos de pesquisa relevantes. |
Preparação do manuscrito
Após observar se a pesquisa se alinha ao escopo da RESS, os autores devem escolher a modalidade e adequar o manuscrito dentro da estrutura permitida. Os manuscritos devem ser redigidos em língua portuguesa, em espaço simples, fonte Times New Roman 12, no formato DOC ou DOCX (documento do Word). Na elaboração dos manuscritos, os autores devem orientar-se pelas Recomendações do ICMJE. Para permitir a transparência do projeto e análise, a estrutura do manuscrito deve estar em conformidade com as orientações constantes nos guias de redação científica, de acordo com o seu delineamento. A relação completa dos guias encontra-se no site da Enhancing the QUAlity and Transparency Of health Research (EQUATOR), disponível em: http://www.equator-network.org/reporting-guidelines). A seguir, são relacionados os principais guias pertinentes ao escopo da RESS.
Estimativas em saúde: Guidelines for Accurate and Transparent Health Estimates Reporting (GATHER) versões em inglês e português. |
Formato de envio dos artigos
Os manuscritos devem ser submetidos à RESS por meio do Sistema ScholarOne, em documento único contendo:
Os seguintes dados deverão ser inseridos diretamente no sistema de submissão e não devem constar no manuscrito para permitir avaliação cega. Após aprovação, os dados serão extraídos diretamente do sistema, motivo pelo qual se orienta o cadastramento com atenção:
|
Ativos digitais
São aceitas tabelas e figuras, observando o limite da modalidade e as instruções abaixo. Poderão ser encaminhadas até duas tabelas e figuras suplementares em arquivo único, citadas no texto e em ordem sequencial, no formato: “Figura suplementar n”; “Tabela suplementar n”. O material suplementar deve seguir as mesmas instruções para elaboração de ilustrações, assegurando a precisão na sua preparação e revisão, pois tal recurso não é diagramado. Em casos justificados, poderão ser aceitos tabelas ou figuras suplementares acima do limite, a depender da decisão dos editores. Títulos de tabelas e figuras devem ser claros, informativos e apresentar o conteúdo da tabela ou figura. Informar o local, ano(s) e total de participantes incluídos na ilustração. Separar termos por vírgula e não incluir ponto no final dos títulos. Títulos devem ser autossuficientes para a ilustração, dispensando consultar o texto. Siglas essenciais para compreensão da ilustração devem constar preferencialmente no título, conforme exemplo: “Tabela 3. Razões de prevalências (RP) brutas e ajustadas e intervalos de confiança de 95% (IC95%) do [desfecho] pelas variáveis do estudo. Local, ano (n = xx). Não incluir detalhes metodológicos ou tipo de ilustração (ex.: gráfico de fluxo; mapa) no título das tabelas e figuras. Os nomes das unidades federativas (UF) devem ser grafados por extenso. Não utilizar a palavra “município” antes do nome de cidades ou “estado” antes da UF, a exceção de cidades e estados com nomes idênticos (ex.: “município do Rio de Janeiro”, “estado de São Paulo”). Notas de rodapé devem ser utilizadas para esclarecer resultado apresentado, identificadas por letras do alfabeto minúsculas e sobrescritas, em ordem sequencial e separadas por ponto e vírgula. A autoria das tabelas e figuras deve ser dos autores, dispensando tal indicação em nota de rodapé, semelhante à fonte dos dados e demais detalhes metodológicos, que devem constar nos métodos. Tabelas Apresente informações relevantes e suficientes; evite tabelas longas ou complexas. O título, a tabela e suas notas devem caber em duas páginas A4, no máximo, com margens mínimas de 1,5 cm, em modo retrato ou paisagem. A fonte padrão é Times New Roman, tamanho mínimo 10pt, com espaçamento simples. Utilize a opção “Repetir linhas de cabeçalho” do Word, sem quebrar manualmente as tabelas com duas páginas. Linhas e colunas de tabelas devem ser criadas com recurso de tabela, sem uso de espaço ou quebra de parágrafos. Títulos e notas de rodapé devem ficar fora das linhas de grade das tabelas. Evite mesclar linhas ou colunas da tabela, o que impacta na diagramação. Utilize os mesmos termos do manuscrito nas colunas e linhas da tabela e mantenha o formato das tabelas idêntico ao apresentar a mesma informação de grupos ou análises diferentes. Verifique se o dado em cada célula é consistente entre colunas e linhas. Inclua colunas ou linhas com estatísticas descritivas ou inferenciais, medidas de associação e intervalos de confiança, quando apropriado. Apresente dados que se complementam em coluna única, como frequência absoluta e relativa: “| N (%) |” e medida de associação e de dispersão: “| RP (IC95%) |”. Evite colunas com recíproco de dado já apresentado (informação redundante), por exemplo: somente uma coluna com a distribuição absoluta e relativa da doença, sem necessidade de outra coluna com a distribuição entre saudáveis. Mantenha a consistência ao alinhar dados, símbolos e texto. Crie cabeçalhos curtos, autoexplicativos e com unidade de medida, se aplicável. Todos os dados das células devem ter a mesma natureza do que foi informado no cabeçalho da tabela. Não é permitido, por exemplo, em uma tabela cujo cabeçalho informa contagens, incluir média e desvio padrão. Especifique as estatísticas relatadas nos cabeçalhos (ex.: “Média±DP”, “Mediana (IIQ)”, “n (%)”) e informe as unidades de medida nas colunas, quando aplicável, sem repetir as unidades em cada célula (ex.: %). Informe a unidade na linha da variável (ex.: “Renda (salários mínimos)”; “Faixa etária (anos)”) e remova repetições nas categorias da variável. Utilize hífen (“-”) para intervalos numéricos das categorias (ex.: 0-4) e assegure compatibilidade entre as categorizações apresentadas nas tabelas e aquelas informadas nos métodos, com consistência em todo o texto. Variáveis ou categorias de referência nas investigações de associações devem ser indicadas na célula da tabela por “1,00”. A organização dos dados é uma boa prática. Alinhe os dados numéricos à direita e os de texto à esquerda nas células. Organize linhas e colunas de forma lógica e intuitiva, aplicando hierarquia para organizar as variáveis. Agrupe variáveis semelhantes e ordene colunas e linhas de forma lógica (ex.: ordem alfabética, cronológica, crescente ou decrescente).
A precisão dos dados também é importante. Apresente-os com o número correto de dígitos significativos (observar padrão de casas decimais nas Orientações para preparação do texto, adiante), agrupando variáveis categóricas conforme pertinente à distribuição para evitar excesso de linhas. Dê preferência à mediana e quartis para descrever variáveis contínuas, exceto para dados normalmente distribuídos. Colunas ou linhas com valores constantes, sem variação, devem ser excluídas e informadas diretamente no texto (ex.: “Todas as participantes foram consultadas por médico no último ano”). Em amostras inferiores a 100, apresente somente números absolutos, sem porcentagens.
Figuras Em caso de aceite, as figuras devem ser encaminhadas em arquivos separados para diagramação. Gráficos, mapas e demais figuras devem ser enviados no formato PDF, SVG e EPS, exportadas em um dos formatos diretamente do software utilizado na sua criação. Gráficos criados em Excel devem ser enviados no formato XLSX. Em caso de fotos, a resolução mínima é de 300 dpi, no formato JPEG. O título, a figura e sua legenda devem caber em uma página A4, no máximo, em modo retrato ou paisagem, com margens de 1,5 cm em todos os lados. Todos os símbolos, setas, números ou letras usados nas figuras devem ser identificados e explicados claramente na legenda, que deve ser concisa e com detalhes suficientes para a compreensão da figura. Siglas e abreviações devem ser explicadas preferencialmente no título da figura. Para figuras compostas (mosaicos), identifique cada parte com letras maiúsculas e descreva-as na legenda, em texto completo de sentido (ex.: “Consumo de medicamentos em homens (A) e mulheres (B)”). Preferencialmente empregue a mesma escala nas figuras que compõem o mosaico. Minimize o número de elementos dentro do campo de dados e certifique-se de que todos estejam claramente identificados. Identifique cada eixo claramente com o nome da variável, as unidades em que a variável é plotada e quaisquer multiplicadores associados às unidades. Indique claramente o ponto zero dos eixos X e Y do gráfico, especialmente se um ou ambos os eixos não começarem em zero. Organize as escalas para que os valores do eixo Y aumentem de baixo para cima e os valores do eixo X da esquerda para a direita. Ajuste as escalas para maximizar o uso do campo de dados. Inclua apenas divisões e rótulos essenciais, lógicos e geralmente equidistantes nas escalas. Minimize as divisões desnecessárias e as marcas de escala sem rótulo. Evite usar apresentações 3D, a menos que uma terceira dimensão seja essencial para a representação dos dados. Ao interpretar gráficos com dois eixos verticais diferentes, observe claramente as diferentes escalas e destaque se as diferenças ou semelhanças visuais refletem com precisão as relações entre os dados. Certifique-se de que os dados sejam visualmente distintos e claramente identificáveis. Ao inserir mapas, apresente a escala com a relação entre as distâncias no mapa e as distâncias reais e orientação cartográfica, inclua a indicação do Norte (N) e legenda com todos os símbolos, cores e informações representadas. Utilize gradiente de cor padronizado para indicar densidade em todos os mapas do manuscrito, evitando induzir erros ao mudar o significado de cores a cada mapa. Caso sejam incluídos mosaicos de mapas, apresente legenda única, comum a todos os mapas. Orientações para preparação do texto Como revista do SUS, a RESS reconhece a importância da clareza e precisão na comunicação científica. O texto deve ser livre de termos estigmatizantes ou despersonalizantes; adotar terminologia adequada e atual, com emprego de termos como “pessoas escravizadas” ao invés de “escravos”, ou “pessoas com obesidade” ao invés de “obesos”. Estrangeirismos, mesmo que usuais, devem ser evitados, optando por termo no vernáculo (ex.: empregue “dados faltantes” ao invés de “missing”; e “pareamento [determinístico ou probabilístico] dos dados” ao invés de “linkage”). Priorize frases curtas e diretas, com apenas uma ideia principal em cada uma. Limite o uso de apostos: explique termos complexos com objetividade, sem excesso de informações entre vírgulas. Se a frase ocupar muitas linhas, revise-a e busque maneiras de torná-la mais concisa: divida em frases menores ou elimine palavras desnecessárias. Evite construções complexas, hiperbólica ou exageros – evidencie a relevância por meio de dados factuais e remova advérbios e adjetivos. Remova artigos indefinidos para indicar situações definidas (ex.: “um aumento”, “uma diminuição”). As sentenças devem ter sentido completo, com emprego de conector textual adequado (preposição, conjunção etc.) ao invés de símbolos ou pontuações. Não usar texto telegráfico ou tentar induzir sentido: apresentar construções com uso de palavras para traduzir o sentido desejado. Opte por voz ativa e declarações diretas e positivas em vez de voz passiva e construções negativas ou indiretas (ex.: empregue "é comum" em vez de "não é incomum"; ou "é permitido" em vez de "não é proibido"). Esforce-se para uma comunicação clara que transmita informações compreensíveis. Seja particularmente cuidadoso com a denominação das variáveis. Utilize terminologia adequada ao padrão técnico-científico e dentro da norma culta. Desfechos negativos requerem especial atenção: denominar uma variável como “negligência no exame do pé” seria mais adequado do que as opções “não teve o pé examinado” ou “nenhum exame do pé”. A clareza e simplicidade da comunicação devem nortear a padronização adotada. Certifique-se de que a estrutura da frase faça sentido lógico semanticamente, evitando construções inconsistentes ou paradoxais, como “presença de ausência” (ex.: optar por “a negligência foi maior em idosos” ao invés de “a presença de negligência foi maior em idosos”). As ideias devem fluir de forma lógica e sequencial ao longo dos parágrafos, com coesão textual. Conjunções de início de frase que pretendem trazer essa conexão devem ser evitadas, como por exemplo, “Além de”, “No entanto”, “Nesse sentido”, “No que se refere à”, “Contudo”. Na apresentação ou discussão dos resultados, evite anunciar o tema no início da frase. Vá direto ao ponto: prefira “As mulheres foram maioria” a “Em relação ao sexo, as mulheres foram maioria”. Evite uso de “respectivo” ou “respectivamente”, seja na comparação com a literatura ou apresentação de resultados – trazer os dados para próximo da sua correspondência, o que torna o texto mais claro para os leitores. No texto dos resultados, não faça inferências, interpretações ou comparações com a literatura. Tanto no texto completo quanto no resumo, cada afirmação apresentada nos resultados deve ser acompanhada por dado numérico que a apoie, indicando a ilustração pertinente. Apresentar resultados exatos e não aproximados, sem uso de construções como “cerca de”, “aproximadamente” etc. Evite texto pouco específico como “foi associado” ou “encontrou-se associação”, informar a direção da associação por meio de texto informativo, como “o desfecho foi maior em crianças”, apresentando imediatamente a medida de associação e intervalo de confiança, sem interpretações como “foi duas vezes maior”. Nas seções de revisão de literatura (introdução e discussão), o foco deve ser os dados científicos. Evitar destacar organismos, autores ou nomes de relatórios, cujas informações encontram-se nas referências. Construções como “outros autores”, “outros estudos”, “a literatura aponta” etc. devem ser evitadas: apresentar o dado com clareza e citar a referência próximo à afirmação. Afirmações categóricas sobre ausência de estudos prévios devem ser evitadas em delineamentos que não sejam revisões sistemáticas da literatura. Siglas ou acrônimos só devem ser empregados se forem consagrados na literatura e em casos que o uso contribui para clareza da comunicação. Mesmo se tratando de jargão da área, os autores devem dar preferência por expressões que comuniquem com clareza e objetividade ao leitor de qualquer área. O texto deve ser livre de termos compostos que não adicionam informação (ex.: “diabetes mellitus” ao invés de “diabetes”, “hipertensão arterial sistêmica” ao invés de “hipertensão”), minimizando necessidade de siglas. Siglas para substituir termos únicos (ex.: “TB” ao invés de “tuberculose”) igualmente devem ser excluídas, bem como as siglas não utilizadas ou pouco frequentes no texto. As siglas indispensáveis ao texto devem ser explicadas na primeira menção no resumo, texto completo e cada tabela ou figura (preferencialmente no título), por meio do termo por extenso, seguido da sigla entre parênteses.
Para indicar a sigla de razão de chances, o seguinte padrão deve ser empregado: “razão de chances (odds ratio, OR)”. A medida de associação de tempo para evento hazard ratio deve ser grafada em inglês e em itálico, com indicação na primeira menção da seguinte forma: “hazard ratio (HR)”. Utilizar ponto como separador de milhar e vírgula para frações. Padronizar o número de casas decimais nos métodos, resultado e ilustrações: percentual 1 casa decimal, medida de associação: 2 casas decimais, p-valor: 3 casas decimais; apresentar p-valor exato com 3 casas decimais; ocorrências “0,000” devem ser grafadas como “<0,001”. Na introdução e na discussão, por se tratar de comparação com dados externos à pesquisa, apresentar dados sem casas decimais, preferencialmente. Não incluir espaço antes e após sinais (=, <, >, ≤, ≥ etc.). Apresentar medidas de frequência ou associação e de dispersão no padrão: indicar a sigla da medida sem sinal de igual ou dois pontos, com espaço entre a sigla e o número: “RP 1,52”. Separar intervalos por ponto e vírgula, e com espaço entre a pontuação e numeral subsequente: “(IC95% 1,14; 2,23)”. Caso ambas as medidas sejam apresentadas entre parênteses, incluir ponto e vírgula para separar as medidas: “(RP 1,52; IC95% 1,14; 2,23)”. |
Citações e referências
A RESS segue o estilo Vancouver (formato ICMJE e Manual de citações e referências na área da medicina da Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos) para formatação e citação das referencias no manuscrito, na qual: As referências devem ser citadas em sistema numérico, segundo a ordem de citação no texto, com os números entre parênteses, imediatamente após a passagem do texto em que é feita a citação, e antes da pontuação do texto, separados entre si por vírgulas; se números sequenciais, separados por hífen, enumerando apenas a primeira e a última referência do intervalo sequencial de citação; exemplo: (7,10-16). A lista de referências deve conter todas as referências listadas na ordem de citação no texto. Para referência com mais de seis autores, listar os seis primeiros, seguidos da expressão latina “et al.” para os demais. Títulos de periódicos deverão ser grafados de forma abreviada, de acordo com o estilo usado no Index Medicus ou no Portal de Revistas Científicas de Saúde. Títulos de livros e nomes de editoras deverão constar por extenso. Recomenda-se fortemente o uso de gerenciador de referências bibliográficas, como EndNote, Mendeley e Zotero, o que minimiza erros de referência e facilita o processo de ajuste do manuscrito pelos autores, etapa em que inserções e exclusões de referencias são usuais e podem inserir erros no manuscrito caso sejam realizados manualmente. O estilo Vancouver está disponível em todos esses softwares. O formato para citar artigos científicos segue o padrão:
Autor(es). Título. Nome abreviado do periódico. Ano;Volume(Número):Página. (com a página final abreviada [ex.: 123-5] ou página eletrônica [e-page]).
Artigo científico (Journal article)
Livro (Book)
Capítulo de livro (Book section)
Site (Web page)
Banco de dados (Datasets) Além de observar o estilo de citação e referenciamento, os autores devem observar critérios para seleção das referências. As referências citadas indicam atualização e conexão com investigações relevantes dos autores e seu texto. Recomenda-se citar pesquisas científicas relevantes (metodologicamente bem conduzidas, que foram avaliadas na íntegra pelos autores), atualizadas (até 5 anos), e acessíveis (artigos publicados em periódicos indexados, evitar sites e relatórios que podem se tornar indisponíveis). A boa prática na revisão da literatura e construção do texto veta a prática de citação de citação (apud), que frequentemente ocorre ao citar informações presentes na introdução ou discussão da publicação. Tal procedimento configura citação indireta e introduz erros factuais no texto. |
Documentos suplementares
Na submissão do manuscrito, os autores devem encaminhar os seguintes arquivos pelo Sistema ScholarOne:
|
Declaração de financiamento
Informar fontes de apoio para o trabalho, incluindo nomes de patrocinadores e número de processo. Fornecedores de materiais, equipamentos, insumos ou medicamentos, gratuitos ou com descontos, também devem ser descritos como fontes de financiamento, incluindo-se cidade, estado e país de origem desses fornecedores. |
Informações adicionais
A celeridade na divulgação científica é um princípio ético e de integridade em pesquisa respeitado pela RESS. Todas as atividades editoriais são orientadas por tais princípios – inclusive as presentes instruções –, com objetivo de aprimorar o manuscrito candidato à publicação em tempo de processamento que favoreça os autores e o esforço empreendido na submissão. Contribuições da comunidade são acolhidas por meio do e-mail revista.svs@saude.gov.br, onde podem ser encaminhadas críticas, sugestões de aprimoramento e elogios. Após a aprovação, o manuscrito segue para a produção editorial, constituída das seguintes etapas:
1) Revisão de linguagem: revisão e edição para clareza, gramática e estilo; Os autores poderão entrar em contato com a secretaria executiva da RESS por meio dos contatos abaixo, em caso de dúvidas sobre as instruções ou solicitação de informação sobre o andamento do manuscrito, que fica também disponível no Sistema ScholarOne. |
Contato
Epidemiologia e Serviços de Saúde: revista do SUS (RESS) |