Este ensaio analisa o apagamento e a restauração da figura de Bélizaire, jovem negro retratado por Jacques Amans em 1837. Com base em tratados artísticos do século XIX e leituras críticas contemporâneas, discute-se a lógica estética e ideológica da invisibilidade racial na pintura de costumes do Sul dos Estados Unidos.
PALAVRAS-CHAVE
Bélizaire; Pintura de costumes; Retrato; Invisibilidade; Racismo visual
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