fp
Fisioterapia e Pesquisa
Fisioter. Pesqui.
1809-2950
2316-9117
Universidade de São Paulo
RESUMEN
Este estudio tiene como objetivo verificar la relación entre la evaluación de los movimientos generales (GMA) con las variables obstétricas (lactancia materna, complicaciones del embarazo, medicación durante el embarazo, alcohol en el embarazo, tabaquismo durante el embarazo, complicaciones al nacer, necesidad de ingreso en la UCI neonatal y necesidad de mecánica ventilatoria), la presencia de riesgo psicológico y el resultado en el desarrollo del lenguaje, cognitivo y motor en bebés entre los 18 y 24 meses. La muestra constó de 42 bebés y se filmaron sus movimientos espontáneos por 15 minutos hasta los cuatro meses de edad. Los movimientos generales se determinaron por la técnica de evaluación cualitativa de Prechtl, los cuales se clasificaron como normales o anormales según la presencia de fluidez, complejidad y variabilidad. Los datos se analizaron estadísticamente con relación a las variables obstétricas y la presencia de riesgo psíquico, evaluadas por los Señales PREAUT, los indicadores clínicos de riesgo al desarrollo y el M-CHAT. Se encontró que no hubo asociación entre el método GMA y las variables analizadas. Debido a que la muestra estuvo compuesta mayoritariamente por bebés nacidos a término o prematuros tardíos sin complicaciones y que la evaluación fue transversal, en un solo momento, no fue posible analizar si los movimientos evaluados como anormales fueron transitorios o no. Los cambios en los movimientos mediante el método de Prechtl no se asociaron con las variables analizadas en la muestra de prematuros tardíos y nacidos a término.
INTRODUÇÃO
Depois do nascimento, os quatro primeiros anos de uma criança são vistos como críticos para o estabelecimento de uma base sólida para o seu desenvolvimento posterior. A maioria das crianças apresenta um desenvolvimento normal, geralmente precisando somente de consultas de rotina com o pediatra. Entretanto, o desenvolvimento inicial de um subgrupo de crianças é pontuado por atrasos, que, se negligenciados, podem dar origem a um curso posterior de dificuldades ou distúrbios do desenvolvimento, que demandam atenção especializada de profissionais de referência1.
Vários fatores podem influenciar o desenvolvimento do bebê antes, durante e após seu nascimento. Dentre os fatores de risco biológico, o destaque é para o nascimento prematuro, uma vez que geralmente vem acompanhado de baixo peso ao nascimento, tempo de internação na unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) e uso da ventilação mecânica (VM). Entre os fatores ambientais que podem influenciar negativamente no desenvolvimento futuro da criança estão a baixa escolaridade materna e renda familiar, além de condições gestacionais e emocionais, como humor materno alterado, interação insuficiente da mãe com o bebê e baixa oferta de estímulos e brinquedos ao bebê1. Esses fatores enfatizam a importância da realização de avaliações precoces com o intuito de prevenir problemas ou atrasos no desenvolvimento infantil.
A ocorrência de fatores de risco em determinada idade da criança não significa que esta irá apresentar problemas no futuro, contudo, é importante que ela receba um acompanhamento diferenciado, com consultas e avaliações de rotina. Dessa forma, é possível que alterações sejam identificadas precocemente e a família receba as devidas orientações. Também são realizadas escutas dos familiares, de modo que eles mesmos possam perceber as modificações no seu cotidiano que possam ter efeitos no desenvolvimento infantil2. Nesse sentido, os trabalhos de avaliação de risco psíquico3 sugerem a necessidade de se tomar eventuais riscos de modo indiciário e não como uma profecia negativa, pois, a partir do fato de que o desenvolvimento da criança está em curso e não consolidado, é possível pensar que tanto a plasticidade cerebral quanto interações qualificadas no ambiente podem reverter o risco. Isso é especialmente importante quando se pensa no autismo, que é considerado uma patologia congênita que afeta os movimentos intencionais e a intenção comunicativa4. Há estudos que evidenciam a possibilidade de identificação do autismo já no primeiro ano de vida5), (6 e outros no segundo ano( 7). Quanto mais precoce a detecção de risco psíquico, melhores as condições para o desenvolvimento da criança: a detecção pode ser decisiva para o desenvolvimento de uma deficiência intelectual associada, por exemplo, ao risco de autismo8.
Nesse contexto, a realização de avaliações do desenvolvimento psicomotor, no campo da Fisioterapia; da linguagem e audição, no campo da Fonoaudiologia; da cognição e da constituição do psiquismo, na Psicologia, e do cotidiano infantil no campo da Terapia Ocupacional são exemplos de aspectos que interessam no estudo do desenvolvimento infantil. Especificamente em relação ao desenvolvimento motor, o método Prechtl’s General Movements Assessment (GMA) é inovador e busca analisar os movimentos do bebê para a detecção de problemas neurológicos9. Já escalas como a Bayley Scales of Infant and Toddler Development (Bayley III) estão entre os melhores instrumentos de avaliação do desenvolvimento infantil, sendo mundialmente reconhecidas10.
Considerando a maior especificidade e sensibilidade do teste Bayley III, bem como os novos estudos sobre GMA, esta pesquisa avaliou bebês desde o nascimento até o segundo ano de vida. A partir da análise de filmagens realizadas durante as avaliações, foi possível observar a interação dos bebês com suas mães aos três meses e a presença ou ausência de algum movimento indicativo de problemas neurológicos, por meio do teste com o método GMA, bem como sua qualidade e relação com desfecho no desenvolvimento infantil aos 18 e 24 meses de vida dos bebês com o Bayley III. Esse acompanhamento justifica-se pela já referida maior plasticidade cerebral nessa faixa etária11 e pela possibilidade de se investigar sinais que permitissem diferenciar as demandas mais precoces para intervenção.
Portanto, o objetivo da presente pesquisa foi verificar a relação entre a avaliação do repertório motor analisada por meio do método GMA com as variáveis obstétricas (aleitamento materno; intercorrência na gestação; medicação na gestação; álcool na gestação; fumo na gestação; intercorrência ao nascer; necessidade de internação em UTI neonatal e necessidade de ventilação mecânica), a presença de risco psíquico e o desfecho no desenvolvimento da linguagem, cognitivo e motor aos 18 e 24 meses. Acredita-se que se for possível verificar algum tipo de sinal que indique risco ou atraso motor precocemente com o GMA, seria possível intervir rapidamente para evitar problemas posteriores. Dessa maneira, questiona-se se há relação entre os resultados do GMA no terceiro mês de vida com o desfecho do desenvolvimento no segundo ano de vida.
MÉTODO
Local do estudo e sujeitos
Este estudo foi realizado nas dependências do Serviço de Atendimento Fonoaudiológico de uma universidade da região central do estado do Rio Grande do Sul. A pesquisa foi realizada no período entre agosto de 2016 à março de 2017, mediante aceite do termo de consentimento livre e esclarecido pelos pais/responsáveis. As avaliações foram realizadas desde o terceiro mês de vida dos bebês e os dados anteriores ao 17º mês foram coletados de forma retrospectiva, pois fizeram parte de uma pesquisa maior realizada com bebês nascidos pré-termo e a termo, provenientes do projeto “Análise comparativa do desenvolvimento de bebês prematuros e a termo, com e sem risco psíquico: da detecção à intervenção”, coordenado pela autora Ana Paula Ramos de Souza. As crianças foram acompanhadas pelo projeto desde seus primeiros dias de vida, com avaliações periódicas.
Tipo de estudo e amostra
Estudo longitudinal, de caráter analítico, prospectivo e retrospectivo, com realização das avaliações do desenvolvimento infantil até os 24 meses.
A amostra foi de conveniência, a partir da demanda das avaliações do projeto mãe, no qual participou uma subamostra dessa pesquisa. Dessa forma, foram avaliados 47 bebês. Cinco destes foram excluídos por não ser possível a observação no vídeo para a análise do GMA, devido interferência de algum objeto ou mesmo do posicionamento da mãe, dificultando a visualização do bebê. Portanto, a amostra foi composta por 42 bebês, 12 prematuros e 17 nascidos a termo. A idade gestacional foi corrigida até os 24 meses nos nascidos prematuros.
Procedimento de coleta de dados
A coleta iniciou após a explicação sobre os procedimentos do estudo, que consistiam em observações e filmagens durante os dois primeiros meses de desenvolvimento. Os bebês foram captados em uma unidade básica de saúde no dia em que compareceram para a realização do teste do pezinho. Alguns bebês e seus familiares também foram convidados em setor de seguimento de prematuros extremos em um hospital universitário próximo a unidade. Em sua maioria, eram bebês nascidos a termo e prematuros tardios. Nesse momento, foi realizada uma entrevista com os familiares, com o intuito de coletar dados a respeito da história do bebê, sobretudo informações obstétricas e sobre seus cuidados iniciais. Após essa entrevista, a mãe foi orientada a retornar em outro momento para a avaliação do desenvolvimento do bebê. Essa avaliação ocorreu em cinco faixas etárias, nas quais foram realizadas as avaliações utilizadas na presente pesquisa, entre outras do projeto maior. A seguir estão descritos apenas os procedimentos desta pesquisa:
Bebês de 3 meses e 1 dia a 4 meses e 29 dias: foram realizadas as avaliações com os sinais PREAUT (Programme de Recherche et Evaluation sur l’autisme) 5; indicadores de risco ao desenvolvimento infantil (IRDI)4 fase I; filmagem do bebê interagindo com a mãe por 15 minutos - sendo que durante seis minutos o bebê permanece em decúbito ventral e em prono. A partir dessa filmagem, foi realizada análise por meio do método GMA. Cabe destacar o caráter complementar entre sinais PREAUT e IRDI na avaliação do psiquismo12.
Bebês de 8 meses e 1 dia a 8 meses e 29 dias: foram realizadas as avaliações com sinais PREAUT, IRDI fase II e filmagem de 15 minutos do bebê sentado com caixa de brinquedos correspondentes à faixa etária e interagindo com a mãe.
Bebês de 11 meses e 1 dia a 12 meses e 29 dias: foram realizadas avaliações com o roteiro IRDI fase III e filmagem de 15 minutos do bebê sentado com caixa de brinquedos correspondentes à faixa etária e interagindo com a mãe.
Bebês de 17 meses e 1 dia a 18 meses e 29 dias: foram realizadas avaliações com o roteiro IRDI fase IV; aplicação do questionário M-CHAT13; filmagem de 15 minutos do bebê sentado com caixa de brinquedos correspondentes à faixa etária e interagindo com a mãe; realização do teste Bayley III14.
Bebês de 23 meses e 1 dia a 24 meses e 29 dias: foram realizadas avaliações com o questionário M-CHAT; filmagem de 15 minutos do bebê sentado com caixa de brinquedos correspondente à faixa etária e interagindo com a mãe; realização do teste Bayley III.
As filmagens realizadas com os bebês e as mães faziam parte do projeto maior. Para a presente pesquisa, foi utilizado um recorte apenas de momentos das filmagens em que o bebê permaneceu em decúbito ventral, quando foi possível observar seus movimentos. Os testes para detecção do risco psíquico, sinais PREAUT, roteiro IRDI e M-CHAT foram observados pelos pesquisadores durante as entrevistas e filmagens de cada faixa etária e assinalados em seus valores.
Os sinais PREAUT são específicos para captar risco para autismo quando a sua pontuação é inferior a cinco pontos e risco de outra psicopatologia quando a pontuação está entre cinco e 15 pontos. Crianças com 15 pontos são consideradas fora de risco4.
O roteiro IRDI é composto por 18 indicadores, distribuídos em quatro faixas etárias. Se o bebê tem dois ou mais indicadores ausentes, ele pode ser considerado um caso de risco aos 18 meses. Este risco pode ser ao desenvolvimento, quando não há risco de emergência de uma psicopatologia, ou risco para uma psicopatologia, como autismo ou psicose12.
O teste M-CHAT propõe-se a avaliar o risco para o transtorno do espectro autista (TEA) e é uma ferramenta cientificamente validada e projetada para a triagem de crianças de 18 e 24 meses de idade. Trata-se de um questionário com 23 questões em que os pais indicam presença ou ausência de um determinado comportamento7), (13), (15. O teste é composto por 19 questões relativas à presença ou ausência de competências e de quatro questões relativas à presença ou ausência de comportamentos atípicos. Tratando-se de crianças típicas, a resposta esperada para as questões relativas às competências típicas é “sim”; a resposta para as questões que indicam comportamento atípico, “não”. Dentre as questões do questionário, existem seis que são considerados itens críticos para um desenvolvimento autístico (questões de número 2, 7, 9, 13, 14 e 15). Dessa forma, considera-se que existe um risco para o desenvolvimento autístico quando a criança falha em dois ou mais itens críticos ou em três itens que qualquer natureza13.
O método GMA aborda movimentos espontâneos do bebê que envolvem todo o corpo com uma sequência variável de movimentos de braços, pernas, pescoço e tronco, alternando em amplitude e velocidade. É realizado por meio da observação desde o nascimento até as 15 semanas pós-termo, permitindo avaliação de bebês muito prematuros logo após o nascimento, incluindo os bebês em ventilação mecânica16. Na presente pesquisa, foi realizado juntamente com a primeira filmagem (de 3 meses e 1 dia a 4 meses e 29 dias) por uma profissional capacitada para tal, que não tinha nenhuma informação sobre o fato de o bebê ser nascido a termo ou prematuro, ou a respeito do perfil geral da amostra. O teste é baseado na observação dos movimentos espontâneos da criança sem intervenção ou estímulo externo, realizada através de filmagens da criança deitada em supino, enquanto ela está acordada, repousando na incubadora ou no leito17. Os movimentos gerais (general movements - GM) são avaliados de forma qualitativa e classificados como normais ou anormais de acordo com sua fluência, variabilidade e complexidade. Os GM normais têm início e fim graduais; eles envolvem todo o corpo em padrões complexos e variáveis de flexão, extensão e rotação que dão uma impressão de fluência e elegância. GM a partir de 10 semanas de idade pós termo são chamados de Fidgety Movements (FM) (16. A organização dos FM varia com a idade, sendo que na fase inicial (de 6 a 8 semanas) surgem em momentos isolados, com aumento da frequência, e diminuem novamente após 15-18 semanas, coincidindo com o período em que os movimentos antigravitacionais e intencionais começam a dominar. Os FM podem ser normais (contínuos, intermitentes e esporádicos) e anormais (ausentes e esporádicos em algumas partes do corpo) (17.
O teste Bayley III foi realizado por uma fisioterapeuta formada para sua aplicação apenas entre os 18 e 24 meses dos bebês, por se tratar de teste extenso (duas sessões para a aplicação) que teve pouca adesão dos familiares. Na pesquisa, o foco foi o teste Bayley III para o desfecho por se entender sua importância como padrão ouro na literatura internacional18. Embora não façam parte das análises aqui apresentadas, os bebês foram acompanhados com outros testes durante as filmagens na pesquisa maior. O funcionamento da escala Bayley III foi explicado aos pais/responsáveis, e foi solicitado que estes não ajudassem e interferissem durante o teste, a menos que fosse solicitado - senão a questão poderia não ser pontuada. Inicialmente foi calculada a idade gestacional dos bebês, corrigindo quando prematuros até os 24 meses. A partir daí verificou-se o ponto de partida do teste e encontrou-se a base para cada bebê (três questões corretas). O teste só era finalizado quando o bebê respondia cinco questões incorretas. Na avaliação com a escala Bayley III nesta pesquisa, foram utilizados três dos cinco subtestes: de desenvolvimento da linguagem, que aborda comunicação receptiva e expressiva, de desenvolvimento cognitivo e de desenvolvimento da coordenação motora fina e grossa.
Variáveis em análise
As variáveis analisadas na presente pesquisa são gestacionais e de nascimento, como o aleitamento materno, intercorrência durante a gestação, medicação durante a gestação, álcool durante a gestação, fumo durante a gestação, intercorrência ao nascer, necessidade de internação em UTI neonatal e necessidade do uso da ventilação mecânica; testes para detecção do risco psíquico, PREAUT aos 9 meses, IRDI total até os 18 meses e M-CHAT dos 18 e 24 meses; teste Bayley III aos 18 e 24 meses (cognitivo, linguagem e motor).
Análise de dados
Inicialmente, foram calculados os percentuais para as variáveis de interesse. Posteriormente, foram avaliadas as associações entre o método GMA com as variáveis obstétricas, as condições de nascimento, os testes psíquicos e o desfecho final do teste Bayley III (no segundo ano de vida), sendo utilizado o teste Exato de Fisher (para frequências pequenas) e, para o Método GMA com o aleitamento materno, o teste de associação qui-quadrado. Para a realização das análises, foi utilizado o aplicativo computacional Statistica 9.1, sendo considerado o nível de significância de 5%.
RESULTADOS
A amostra foi composta por 42 bebês, 61,9% (n=26) do sexo masculino e 38,1% (n=16) do sexo feminino, sendo 40,5% (n=17) nascidos pré-termo e 59,5% (n=25) nascidos a termo. A Tabela 1 apresenta os resultados do método GMA considerando a comparação entre nascidos a termo e pré-termo. Dos 42 bebês avaliados pelo método GMA, 29 (69,0%) apresentaram normalidade na avaliação dos FM - destes 12 (41,4%) foram nascidos prematuros e 17 (58,6%) a termo. Dos 13 (31,0%) bebês que apresentaram anormalidade nos FM, 5 (38,5%) foram prematuros e 8 (61,5%) nascidos a termo. Não houve diferença entre ser ou não prematuro na análise de GMA, já que tanto entre prematuros quanto entre nascidos a termo os percentuais foram muito próximos.
Tabela 1
Distribuição percentual do método GMA e comparação conforme idade gestacional
GMA
N (%)
RNPT
RNT
p_valor**
Normal
29 (69,0%)
12 (41,4%)
17 (58,6%)
1,0000
Alterado/anormal
13 (31,0%)
5 (38,5%)
8 (61,5%)
*p valor ≤0,05; **Teste Exato de Fisher; RNPT: recém-nascido pré-termo; RNT: recém-nascido a termo; GMA: Prechtl’s General Movements Assessment; N: número; %: porcentagem.
A Tabela 2 refere-se aos dados do método GMA e o tipo de aleitamento materno realizado, ocorrido de forma exclusiva, mista ou artificial. Conforme a análise da associação com o teste qui-quadrado, observa-se que não houve associação entre essas variáveis. A Tabela 3 apresenta o resultado entre o método GMA e as variáveis obstétricas pré e pós-natais (intercorrência na gestação, medicação na gestação, álcool na gestação, fumo na gestação, intercorrência ao nascer, UTI neonatal e ventilação mecânica). Não houve associação entre essas variáveis.
Tabela 2
Distribuição percentual do método PGM e comparação conforme o tipo de aleitamento materno
Tipo de aleitamento
GMA normal
GMA alterado/anormal
p_valor**
N
(%)
n
(%)
Exclusivo
13
46,4
9
69,3
0,1611
Misto
9
32,2
4
30,7
Artificial
6
21,4
0
0
*p valor ≤0,05; **Teste qui-quadrado; GMA: Prechtl’s General Movements Assessment; N: número; %: porcentagem.
Tabela 3
Distribuição percentual do método GMA e comparação conforme variáveis obstétricas pré e pós-natais
Variáveis
PGM normal
PGM alterado/ anormal
p_valor**
n
(%)
n
(%)
Intercorrência na gestação (n=41)
Sim
16
57,1%
7
53,9%
1,0000
Não
12
42,9%
6
46,1%
Medicação na gestação (n=40)
Sim
15
55,6%
4
30,8%
0,1861
Não
12
44,4%
9
69,23
Álcool na gestação (n=38)
Sim
0
0
0
0
1,0000
Não
26
100%
12
100%
Fumo na gestação (n=38)
Sim
2
7,7%
0
0
1,0000
Não
24
92,3%
12
100%
Intercorrência ao nascer (n=41)
Sim
5
17,9%
4
30,8%
0,4288
Não
23
82,1%
9
69,2%
UTI neonatal (n=41)
Sim
5
17,9%
4
30,8%
0,4288
Não
23
82,1%
9
69,2%
Ventilação mecânica (n=38)
Sim
4
15,4%
1
8,3
1,0000
Não
22
84,2%
11
91,7%
*p valor ≤0,05; **Teste Exato de Fisher; GM: General Movements; GMA: Prechtl’s General Movements; N: número; %: porcentagem; UTI: unidade de terapia intensiva.
Na Tabela 4, estão expostos os resultados entre a relação do método GMA com os testes psíquicos (PREAUT, IRDI, M-CHAT). Cada teste variou de acordo com a participação dos bebês em cada etapa do estudo. É possível observar que não houve associação estatisticamente significativa entre os resultados dos testes psíquicos e o método GMA. A Tabela 5 refere-se à análise da associação entre os resultados do método GMA e o desfecho final com o teste Bayley III aos 18 e 24 meses. Não houve associação da presença ou não de atraso no teste Bayley III com a normalidade ou anormalidade com o método GMA.
Tabela 4
Distribuição percentual da análise de associação entre o método PGM e testes psíquicos (PREAUT, IRDI, M-CHAT)
Testes
General movements
Normal
alterado/anormal
n
%
n
%
p_valor**
PREAUT 9 meses (n=40)
Sem risco
20
74,1%
10
76,9%
1,0000
Com risco
7
25,9%
3
23,1%
IRDI total (n=42)
Sem risco
22
75,9%
9
69,2%
0,7132
Com risco
7
24,1%
4
30,8%
M-CHAT 18 meses (n=35)
Sem risco
19
76,0%
7
70,0%
0,6936
Com risco
6
24,0%
3
30,0%
M-CHAT 24 meses (n=37)
Sem risco
25
92,6%
8
80,0%
0,2914
Com risco
2
7,4%
2
20,0%
*p valor ≤0,05; **Teste Exato de Fisher; N: número; %: porcentagem.
Tabela 5
Distribuição percentual da análise de associação entre o método PGM e Bayley III
Testes
General movements
Normal
Alterado/anormal
n
%
n
%
p_valor**
Bayley cognitivo 18 meses (n=27)
Média: 103,9
Média: 107,5
Sem atraso
16
84,2%
8
100%
0,5323
Com atraso
3
15,8
0
0
Bayley cognitivo 24 MESES (n=40)
Média: 91,9
Média: 96,9
Sem atraso
16
59,3%
9
69,2%
0,7301
Com atraso
11
40,7%
4
30,8%
Bayley linguagem 18 MESES (n=27)
Média: 85,1
Média: 91,8
Sem atraso
9
47,4%
5
62,5%
0,6776
Com atraso
10
52,6%
3
37,5%
Bayley linguagem 24 meses (n=40)
Média: 87,7
Média: 91,5
Sem atraso
13
48,2%
8
61,5%
0,5106
Com atraso
14
51,8%
5
38,5%
Bayley motor 18 meses (n=26)
Média: 98,4
Média: 105,0
Sem atraso
18
94,7%
6
85,7%
0,4738
Com atraso
1
5,3%
1
14,3%
Bayley motor 24 meses (n=40)
Média: 94,9
Média: 96,6
Sem atraso
23
85,2%
10
76,9
0,6622
Com atraso
4
14,8%
3
23,1%
*p valor ≤0,05; **Teste Exato de Fisher; N: número.
DISCUSSÃO
As variáveis do aleitamento materno; intercorrência durante a gestação; medicação durante a gestação; álcool durante a gestação; fumo durante a gestação; intercorrência ao nascer; necessidade de UTI neonatal e ventilação mecânica não apresentaram resultados significativos quando analisados com a avaliação GMA. A ausência de significância parece estar relacionada ao fato de que a maior parte da amostra foi composta por prematuros tardios (15 bebês) e bebês nascidos a termo, basicamente sem grandes intercorrências ao nascimento, e GMA é um procedimento que possivelmente tem mostrado maior sensibilidade em casos que apresentam efeitos cumulativos de risco biológico, ambientais, e intercorrências ao nascer5), (19)- (22.
A literatura reporta que a avaliação dos GM é um indicador confiável de avaliação da integridade do sistema nervoso jovem, sendo uma ferramenta confiável para identificar crianças com risco de déficits neuromotores23), (24, comportamentais e cognitiva17. As evidências sugerem que o GMA tem maior especificidade em coortes de alto risco e para um diagnóstico de paralisia cerebral, principalmente ligados aos GM do tipo Fidgety ausentes25)- (28. Outros autores descreveram um padrão atípico de GM durante as primeiras 20 semanas de vida em bebês diagnosticados posteriormente com desordem do espectro do autismo29)- (31. Entretanto, vale salientar que a predição da avaliação do GM é baseada nas trajetórias de desenvolvimento desses movimentos e que uma única avaliação, de forma transversal, não revela se os GM avaliados como anormais ou esporádicos são apenas transitórios ou estarão, de fato, presentes por várias semanas, confirmando um diagnóstico. Isso sugere alguma limitação na aplicação desse método por meio da visualização de um único vídeo, como ocorreu nesta pesquisa, e sugere estudos futuros nos quais os bebês possam ser avaliados em mais de uma sessão nas primeiras semanas.
O número de bebês com aleitamento materno é percentualmente maior no grupo com GMA alterado (69,3 %), demonstrando que o aleitamento, ao menos inicialmente, não foi protetivo para este grupo, o que se opõe aos resultados de diversos estudos sobre os benefícios do aleitamento. No entanto, é possível, dado o baixo percentual de bebês com desenvolvimento motor alterado durante o acompanhamento destes, que o aleitamento tenha sido protetivo no curso evolutivo desses bebês com alteração inicial no GMA. O aleitamento materno, além de favorecer o vínculo entre a mãe e o bebê e trazer diversos benefícios já bem documentados à saúde infantil, mostra-se fortemente ligado à capacidade intelectual geral. Portanto, a amamentação deve ser sempre estimulada nos países em desenvolvimento, onde as crianças são expostas a vários riscos ambientais e biológicos, com grandes prevalências de doenças e até mesmo gestações desfavoráveis ou prematuras e precárias condições socioeconômicas32.
O estudo de Spittle et al. (33 teve como objetivo verificar o desenvolvimento neurológico de nascidos pré-termo por meio do método GMA no primeiro e terceiro meses de vida e de Bayley III aos dois e quatro anos. Foi evidenciado que quando os GM mostraram resultado anormal no primeiro mês de vida, os resultados do Bayley III subteste motor foram piores aos dois e quatro anos. Já a avaliação do GM no terceiro mês com resultado anormal associou-se com piores desempenhos cognitivos, de linguagem e motor aos dois e quatro anos de idade. Logo, pode-se dizer que GM anormal no terceiro mês de vida é preditivo de pior desenvolvimento neurológico. Diferentemente do estudo de Spittle et al. (33, os resultados desta pesquisa não mostraram resultado significativo entre a associação entre o teste Bayley III com o método GMA. Esse fato também pode ser explicado com base no perfil da amostra que participou da coleta do GM, visto que esta difere bastante dos estudos já publicados.
Fidgety Movements (movimentos irregulares) anormais, ausentes ou esporádicos indicam predisposição maior de disfunções neurológicas posteriores quando comparados aos normais, principalmente quando acompanhados de outros movimentos suaves e fluentes. O reconhecimento precoce desses sinais neurológicos facilita uma intervenção precoce, principalmente quando se trata de neonatos que estão mais expostos aos fatores de risco17. Nesta pesquisa, não verificamos o mesmo tipo de alteração desses estudos, em função da falta de relação entre as variáveis na amostra estudada entre os desfechos em cognição, linguagem e motricidade no teste Bayley III com a avaliação realizada no GMA.
Cabe destacar que a facilidade de aplicação do método GMA sobre filmagens, desde que haja um profissional fisioterapeuta habilitado para observar os vídeos, permite indicar que se trata de tecnologia de baixo custo e que pode integrar o sistema de telessaúde, o que é desejável em um país com a extensão territorial do Brasil e com pequeno número de fisioterapeutas na atenção primária. A inexistência de uma carreira em saúde cria dificuldades importantes para que o conhecimento científico das profissões que estudam desenvolvimento infantil chegue na puericultura, que ainda é muito limitada ao crescimento físico, nutrição e detecção de doenças na realidade brasileira. No entanto, a presença de fisioterapeutas nos núcleos de assistência à estratégia de saúde da família, poderia se valer do método GMA como forma de seleção dos bebês que demandem uma avaliação mais específica do profissional de fisioterapia.
CONCLUSÃO
Com base nos resultados desta pesquisa, verificou-se que não houve relação entre o método GMA e as variáveis analisadas. Acredita-se que, pelo fato de a amostra ter sido composta, em sua maioria, por bebês nascidos a termo ou prematuros tardios sem intercorrências e de a avaliação ter sido de forma transversal, em um único momento, não foi possível analisar se os movimentos avaliados como anormais foram ou não transitórios. Esses resultados contribuem para reforçar a importância da realização de avaliações longitudinais dos bebês que de fato são considerados de risco, seja pelo nascimento prematuro ou por algum outro tipo de intercorrência.
A limitação na amostra deste estudo ocorreu em razão da perda de sujeitos relacionada à impossibilidade de comparecer a duas avaliações do Bayley III, pois uma pesquisa com amostra maior seria mais consistente para ocorrer a generalização dos resultados. No entanto, esta pesquisa enfatiza a importância para o uso do método GMA nos casos de prematuridade extrema e em bebês que passaram por intercorrências antes, durante e após o nascimento. As limitações organizacionais da puericultura na realidade brasileira demandam que as equipes façam escolhas dos métodos mais eficazes para cada população. A vantagem do GMA é a possibilidade da sua utilização sobre filmagens, sem nenhum estresse ao bebê, salvaguardadas a idade do bebê e a qualidade das filmagens para sua visualização - algo que, com o acesso a tecnologias, como a dos celulares, é facilitado atualmente.
REFERÊNCIAS
1
1. Weiss LG, Oakland T, Aylward GP. Bayley-III: uso clínico e interpretação. São Paulo: Pearson Clinical Brasil 2017.
Weiss
LG
Oakland
T
Aylward
GP
Bayley-III: uso clínico e interpretação
São Paulo
Pearson Clinical Brasil
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General movements in very preterm children and neurodevelopment at 2 and 4 years
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2013
132
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10.1542/peds.2013-0177
Fonte de financiamento: CAPES
3
Aprovado pelo Comitê de Ética: 28586914.0.0000.5346.
ORIGINAL RESEARCH
Prechtl’s General Movements Assessment (GMA) in early detection for child development risk
0000-0001-5976-9760
Nunes
Sabrina Felin
1
0000-0003-1550-6373
Chiquetti
Eloá Maria dos Santos
2
0000-0002-6578-0613
Moraes
Anaelena Bragança de
3
0000-0003-4733-0632
Souza
Ana Paula Ramos de
4
1
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) - Santa Maria (RS), Brasil. E-mail: sah_felin@hotmail.com.
2
Universidade Federal do Pampa (Unipampa) - Uruguaiana (RS), Brasil. E-mail: eloachiquetti@unipampa.edu.br.
3
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) - Santa Maria (RS), Brasil. E-mail: moraesanaelena@gmail.com.
4
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) - Santa Maria (RS), Brasil. E-mail: ana.souza@ufsm.br.
Corresponding address: Sabrina Felin Nunes - Rua José Inácio Xavier, 160/503 - Santa Maria (RS), Brazil - Zip Code: 97060-390 - E-mail: sah_felin@hotmail.com
Conflict of interest: nothing to declare
ABSTRACT
To verify the relationship between the general movements assessment (GMA) and obstetric variables (maternal breastfeeding, pregnancy complications, gestational medication, alcohol consumption during gestation, smoking during gestation, intercurrence at birth, need for neonatal ICU admission, and need for mechanical ventilation), the presence of psychological risk and the outcome in language, cognitive, and motor development at 18 and 24 months. In total, 42 infants composed the sample and were filmed until the age of four months, in spontaneous movement for 15 minutes. The general movements were evaluated by videos using the qualitative evaluation of Prechtl and they were classified as normal or abnormal depending on the presence of fluency, complexity, and variability. The data were statistically analyzed regarding obstetric variables and the presence of psychological risk evaluated by the PREAUT signs, clinical indicators of developmental risk and M-CHAT. It was verified that there was no association between the GMA method and the analyzed variables. It is believed that because the sample was mostly composed of full-term infants or late premature infants without intercurrence, and the evaluation was transverse in a single moment, it was not possible to analyze whether the movements evaluated as abnormalities were or were not transient. The change of movements by the Prechtl method was not associated with the variables analyzed in the sample of late and term premature infants.
Keywords |
Child Development
Risk Assessment
Risk Factors
Movement Disorders
Disability Evaluation
INTRODUCTION
After birth, the first four years of a child are seen as critical for establishing a solid foundation for the children’s further development. Most children have a normal development, usually needing only routine appointments with the pediatrician. However, the initial development of a subgroup of children is punctuated by delays, that, if neglected, can give rise to later course of difficulties or developmental disorders, which require specialized attention from reference professionals1.
Several factors can influence the development of the infants before, during and after their birth. Among the biological risk factors, premature birth is highlighted, since it is usually followed by low birth weight, length of stay in the neonatal intensive care unit (NICU), and use of mechanical ventilation (MV). Among the environmental factors that can negatively influence the future development of child are low maternal education and family income, as well as gestational and emotional conditions, such as altered maternal mood, insufficient mother-newborn interaction and low supply of stimuli and toys to the baby1. These factors emphasize the significance of conducting early assessments in order to prevent problems or delays in child development.
The occurrence of risk factors at a certain age does not mean that the child will present problems in the future, however, it is important that they receive a special follow-up, with appointments and routine evaluations. Thus, it is possible that changes are identified early and the family receives the appropriate guidance. Family members are also listened to, so that they can perceive changes in their daily lives that may affect the child development2. In this sense, the works on psychological risk assessment3 suggest the need to take possible risks in an indicatory way and not as a negative forecast, for, based on fact that the development of the child is ongoing and not yet consolidated, it is possible to think that both brain plasticity and qualified interactions in the environment can reverse the risk. This is especially significant when thinking about autism, which is considered a congenital pathology that affects intentional movements and communicative intendation4. Some studies show the possibility of identifying autism earlier in the first year of life5), (6 and others in the second year7. The earlier the detection of psychological risk, the better the conditions for the child’s development: the detection can be decisive for the development of an intellectual disability associated, for example, with the risk of autism8.
In this context, evaluations of psychomotor development in the field of Physical therapy; language and hearing in the field of Speech Therapy; cognition and the Constitution of psychological aspects in Psychology, and children’s daily life in the field of Occupational Therapy are examples of aspects that are of interest in the study of child development. Specifically regarding motor development, the Prechtl’s General Movements Assessment (GMA) method is innovative and seeks to analyze the child’s movements for the detection of neurological problems9. Scales such as the Bayley Scales of Infant and Toddler Development (Bayley III) are among the best instruments for assessing child development and are recognized worldwide10.
Considering the greater specificity and sensitivity of the Bayley III test, as well as the new studies on General Movements, this research evaluated infants from birth to the second year of life. Based on the analysis of footage recorded during the evaluations, it was possible to observe the interaction of babies with their mothers at three months and the presence or absence of some movement indicative of neurological problems, by the test with the GMA method, as well as its quality and relationship with outcome in child development at 18 and 24 months of the infants’ life with Bayley III. This follow-up is justified by the greater brain plasticity in this age group11 and by the possibility of investigating signs that allow differentiating the earlier demands for intervention.
Therefore, this research investigates the relationship between the evaluation of the motor repertoire analyzed by GMA method and the obstetric variables (breastfeeding; complications during pregnancy; medication use during pregnancy; alcohol during pregnancy; smoking during pregnancy; complications at birth, and the need for hospitalization in the neonatal ICU, and the need for mechanical ventilation), the presence of a risk to the psychological aspects, and the outcome of the development of language, cognitive, and motor aspects to the age of 18 and 24 months. It is believed that if it is possible to check some type of signal indicating risk or motor delay early with the GMA, it would be possible to quickly intervene in order to avoid further problems. Thus, it is questioned whether there is a relationship between the results of the GMA in the third month of life with the outcome of development in the second year of life.
METHOD
Study location and subjects
This study was conducted in the facilites of the Speech Therapy Service of a university in the central region of the state of Rio Grande do Sul. The survey was conducted between August 2016 and March 2017, upon signing the informed consent form by the parents/guardians. The evaluations were carried out from the third month of life of the infants and the data prior to the 17th month were collected retrospectively, as they were part of a larger research carried out with preterm and full-term babies, from the project “Análise comparativa do desenvolvimento de bebês prematuros e a termo, com e sem risco psíquico: da detecção à intervenção,” (Comparative analysis of development in premature and full-term babies, with and without psychic risk, from detection to intervention) coordinated by the author Ana Paula Ramos de Souza. The children were accompanied by the project from their first days of life, with periodic evaluations.
Type of study and sample
Longitudinal study, with analytical, prospective and retrospective character, evaluating child development up to 24 months.
This study used a convenience sample, based on the demand of the evaluations of the mother project, in which a subsample of this research participated. Thus, 47 infants were evaluated. Five of these were excluded because it was not possible to analyze GMA in the video, due to interference of some object or even the positioning of the mother, making it difficult to observe the baby. Therefore, the sample consisted of 42 babies, 12 premature and 17 full-term. Gestational age was corrected to 24 months in preterm births.
Data collection procedure
The collection began after the explanation of the study procedures, which consisted of observations and recording during the first two months of development. The babies were selected in a basic health unit on the day they attended the heel prick test. Some babies and their guardians were also invited to follow-up for extreme preterm infants at a University hospital near the unit. Mostly, they were full-term and late preterm infants. At this time, an interview was conducted with family members in order to collect data about the history of the infant, especially obstetric information and initial care. After this interview, the mother was directed to return at another time for the evaluation of the infant’s development. This evaluation occurred in five age groups, in which the evaluations used in this research were performed, among others of the larger project. The following are described only the procedures of this research:
Infants from 3 months and 1 day to 4 months and 29 days: the evaluations were performed with the PREAUT signs (Programme de Recherche et Evaluation sur l’autisme) (5; Clinical Risk Indicators in Child Development (IRDI) (4 Phase I; recording of the baby interacting with the mother for 15 minutes - and for six minutes the baby remains in ventral decubitus and prone. From this footage, analysis was performed using the GMA method. It is worth highlighting the complementary nature between PREAUT and IRDI signs in the evaluation of psychological aspects12.
Infants from 8 months and 1 day to 8 months and 29 days: evaluations were performed with PREAUT signs, IRDI Phase II and 15-minute footage of the infant sitting with a toy box corresponding to the age group and interacting with the mother.
Infants from 11 months and 1 day to 12 months and 29 days: evaluations were performed with the IRDI Phase III and 15-minute footage of the infant sitting with a toy box corresponding to the age group and interacting with the mother.
Infants aged 17 months and 1 day to 18 months and 29 days: evaluations were performed with the IRDI phase IV; application of the M-CHAT13 questionnaire; 15-minute filming of the infant sitting with a toy box corresponding to the age group and interacting with the mother; the Bayley III test was performed14.
Infants from 23 months and 1 day to 24 months and 29 days: evaluations were performed with the M-CHAT questionnaire; 15-minute filming of the infant sitting with toy box corresponding to the age group and interacting with the mother; Bayley III test was performed.
Filming with infants and mothers was part of the larger project. For this research, we used record clips of the moments in which the infant remained in a ventral position, when it was possible to observe their movements. The tests for the detection of psychological issues risk, PREAUT signals, IRDI script, and M-CHAT were observed by the researchers during the interviews and recording of each age group and marked in their values.
PREAUT signals are specific to capture risk for autism when your score is less than five points and risk for other psychopathology when your score is between five and 15 points. Children with 15 points are considered out of risk4.
The IRDI roadmap consists of 18 indicators, distributed in four age groups. If the baby has two or more missing indicators, it can be considered a case of risk at 18 months. This risk can affect the development, when there is no risk of emergence of a psychopathology, or risk for a psychopathology, such as autism or psychose12.
The M-CHAT test aims to assess the risk for autism spectrum disorder (ASD) and it is a scientifically validated tool designed for screening children aged 18 and 24 months. This is a questionnaire with 23 questions in which parents indicate the presence or absence of a certain behavior7), (13), (15. The test is composed of 19 questions related to the presence or absence of skills and four questions related to the presence or absence of atypical behaviors. For typical children, the expected answer to questions relating to typical skills is ‘yes’; the answer to questions indicating atypical behaviour is ‘no.’ Among the questions of the questionnaire, there are six that are considered critical items for autistic development (questions number 2, 7, 9, 13, 14, and 15). Thus, a risk for development of autism is considered when the child fails in two or more critical items or in three items of any nature13.
The GMA method addresses spontaneous movements of the infant that involve the whole body with a variable sequence of movements of arms, legs, neck, and trunk, alternating in amplitude and speed. It is performed by observation since birth to 15 weeks after birth, enabling the evaluation of very premature infants soon after birth, including babies on mechanical ventilation16. In this study, it was performed together with the first filming (from 3 months and 1 day to 4 months and 29 days) by a qualified professional, who had no information about whether the baby was born full-term or preterm, or about the general profile of the sample. The test is based on the observation of spontaneous movements of the child without intervention or external stimulus, performed by recording the child lying on a bench while they are awake, resting in the incubator or in the bed17. General movements are evaluated qualitatively and classified as normal or abnormal according to their fluency, variability, and complexity. Normal GM have gradual beginning and end; they involve the whole body in complex and variable patterns of flexion, extension, and rotation that give an impression of fluency and elegance. GM from 10 weeks of age Post term are called Fidgety Movements (FM) (16. The organization of FM varies with age, and that organization in the initial phase (from 6 to 8 weeks) arise in isolated moments, with increased frequency, and it decrease again after 15-18 weeks, coinciding with the period in which antigravitational and intentional movements begin to dominate. FM can be normal (continuous, intermittent, and sporadic) and abnormal (absent and sporadic in some parts of the body) (17.
The Bayley III test was performed by a physical therapist trained for its application only between the 18 and 24 months of the infants, because it was an extensive test (two sessions for application) that had little adherence by family members. In the research, the focus was the Bayley III test for the outcome, because its significance as a gold standard is understood in the international literature18. Although they are not part of the analyses presented here, the infants were accompanied with other tests during recording in the larger research. The functioning of the Bayley III scale was explained to parents/guardians, and they were asked to neither help nor interfere during the test unless requested - otherwise the question might not be scored. Initially, the gestational age of the infants was estimated, correcting when preterm up to 24 months. Then, we checked the starting point of the test and found the basis for each infant (three correct questions). The test was only completed when the infant answered five incorrect questions. In the assessment with the Bayley III scale in this research, three of the five subtests were used: language development, which addresses receptive and expressive communication, cognitive development, and development of fine and gross motor coordination.
Variables under analysis
The variables analyzed in this research are gestational and birth, such as breastfeeding, pregnancy complications, gestational medication, alcohol consumption during pregnancy, smoking during pregnancy, intercurrent diseases at childbirth, need for hospitalization in neonatal ICU and need for the use of mechanical ventilation; tests for the detection of mental disorders risk, PREAUT at 9 months, total IRDI up to 18 months and M-CHAT at 18 and 24 months; Bayley III test at 18 and 24 months (cognitive, language, and motor).
Data analysis
Initially, the percentages for the variables of interest were estimated. Subsequently, the associations between GMA method with obstetric variables, birth conditions, psychological tests and the final outcome of the Bayley III test (in the second year of life) were evaluated, using the Fisher’s exact test (for small frequencies) and, for the GMA method with breastfeeding, the Chi-Square test. For the analysis, the software Statistica 9.1 was used, and 5% significance level was considered.
RESULTS
The sample was composed of 42 infants, 61.9% (N=26) male and 38.1% (N=16) female, 40.5% (n=17) preterm and 59.5% (n=25) full-term. Table 1 presents the results of the GMA method considering the comparison between full-term and preterm childbirths. Out of the 42 babies evaluated by the GMA method, 29 (69.0%) presented normality in the evaluation of Fidgety Movements - out of these 12 (41.4%) were born premature and 17 (58.6%) full-term. Out of the 13 (31.0%) infants who presented abnormality in Fidgety Movements, 5 (38.5%) were premature and 8 (61.5%) were born full-term. There was no difference between being premature or not in the analysis of GMA, since both preterm and full-term percentages were very close.
Table 1
Percentage distribution of GMA method and comparison according to gestational age
GMA
N (%)
PTNB
FTNB
p_value**
Normal
29 (69.0%)
12 (41.4%)
17 (58.6%)
1.0000
Altered/abnormal
13 (31.0%)
5 (38.5%)
8 (61.5%)
*p value ≤0.05; ** Fisher’s exact test; PTNB: preterm newborn; FTNB: full-term newborn; GMA: Prechtl’s General Movements Assessment; N: number; %: percentage.
Table 2 refers to data of the GMA method and the type of breastfeeding performed, exclusively breastfeeding, mixed or artificial feeding. According to the analysis of the association with the chi-square test, there was no association between these variables. Table 3 shows the result between the GMA method and the pre- and postnatal obstetric variables (pregnancy complication, gestational medication, alcohol consumption pregnancy, smoking during pregnancy, intercurrent diseases during birth, neonatal ICU and mechanical ventilation). There was no association between these variables.
Table 2
Percentage distribution of the GMA method and comparison according to the type of breastfeeding
Type of breastfeeding
Normal GMA
Altered/abnormal GMA
p_value**
N
(%)
n
(%)
Exclusive
13
46.4
9
69.3
0.1611
Mixed feeding
9
32.2
4
30.7
Artificial feeding
6
21.4
0
0
*p value ≤0.05; ** Chi-square test; GMA: Prechtl’s General Movements Assessment; N: number; %: percentage.
Table 3
Percentage distribution of the GMA method and comparison accorzding to pre-and postnatal obstetric variables
Characteristic
Normal GMA
Altered/abnormal GMA
p_value**
n
(%)
n
(%)
Pregnancy complications (n=41)
Yes
16
57.1%
7
53.9%
1.0000
No
12
42.9%
6
46.1%
Gestational medication (n=40)
Yes
15
55.6%
4
30.8%
0.1861
No
12
44.4%
9
69.23
Alcohol consumption during pregnancy (n=38)
Yes
0
0
0
0
1.0000
No
26
100%
12
100%
Smoking during pregnancy (n=38)
Yes
2
7.7%
0
0
1.0000
No
24
92.3%
12
100%
Intercurrent diseases during childbirth (n=41)
Yes
5
17.9%
4
30.8%
0.4288
No
23
82.1%
9
69.2%
Neonatal ICU (n=41)
Yes
5
17.9%
4
30.8%
0.4288
No
23
82.1%
9
69.2%
Mechanical ventilation (n=38)
Yes
4
15.4%
1
8.3
1.0000
No
22
84.2%
11
91.7%
*p value ≤0.05; ** Fisher’s exact test; GM: General Movements; GMA: Prechtl’s General Movements Assessment; N: number; %: percentage; ICU: Intensive Care Unit.
Table 4 shows the results between the relationship of the GMA method with the psychological tests (PREAUT, IRDI, M-CHAT). Each test varied according to the participation of the infants in each stage of the study. It is possible to observe that there was no statistically significant association between the results of the psychological tests and the GMA method. Table 5 refers to the analysis of the association between the results of GMA method and the final outcome with the Bayley III test at 18 and 24 months. There was no association of the presence or absence of delay in the Bayley III test with normality or abnormality with the GMA method.
Table 4
Percentage distribution of the association analysis between the GMA method and psychological tests (PREAUT, IRDI, M-CHAT)
Test
General movements
Normal
altered/abnormal
n
%
n
%
p_value**
PREAUT 9 months (n=40)
No risk
20
74.1%
10
76.9%
1.0000
With risk
7
25.9%
3
23.1%
Total IRDI (n=42)
No risk
22
75.9%
9
69.2%
0.7132
With risk
7
24.1%
4
30.8%
M-CHAT 18 months (n=35)
No risk
19
76.0%
7
70.0%
0.6936
With risk
6
24.0%
3
30.0%
M-CHAT 24 months (n=37)
No risk
25
92.6%
8
80.0%
0.2914
With risk
2
7.4%
2
20.0%
p value ≤0.05; ** Fisher’s exact test; N: number; %: percentage.
Table 5
Percentage distribution of the association analysis between the GMA and Bayley III method
Test
General movements
Normal
Altered/abnormal
n
%
n
%
p_value**
Bayley cognitive 18 months (n=27)
Mean: 103.9
Mean: 107.5
No delay
16
84.2%
8
100%
0.5323
With delay
3
15.8%
0
0
Bayley cognitive 24 months (n=40)
Mean: 91.9
Mean: 96.9
No delay
16
59.3%
9
69.2%
0.7301
With delay
11
40.7%
4
30.8%
Bayley language 18 months (n=27)
Mean: 85.1
Mean: 91.8
No delay
9
47.4%
5
62.5%
0.6776
With delay
10
52.6%
3
37.5%
Bayley language 24 months (n=40)
Mean: 87.7
Mean: 91.5
No delay
13
48.2%
8
61.5%
0.5106
With delay
14
51.8%
5
38.5%
Bayley motor 18 months (n=26)
Mena: 98.4
Mean: 105.0
No delay
18
94.7%
6
85.7%
0.4738
With delay
1
5.3%
1
14.3%
Bayley motor 24 months (n=40)
Mean: 94.9
Mean: 96.6
No delay
23
85.2%
10
76.9
0.6622
With delay
4
14.8%
3
23.1%
p value ≤0.05; ** Fisher’s exact test; N: number.
DISCUSSION
The variables of breastfeeding; pregnancy complications; gestational medication; alcohol consumption during pregnancy; smoking during pregnancy; intercurrent diseases at birth; need for neonatal ICU, and mechanical ventilation did not present significant results when analyzed with the GMA evaluation. The absence of significance seems to be related to the fact that most sample was composed of late preterm infants (15 babies) and full-term infants, basically without major birth complications, and GMA is a procedure that has possibly shown greater sensitivity in cases that present cumulative effects of biological, environmental risk, and birth intercurrences5), (19)- (22.
The literature reports that the evaluation of general movements is a reliable indicator to evaluate the integrity of the young nervous system, being a reliable tool to identify children at risk of neuromotor23), (24, behavioral, and cognitive deficiencies17. Evidence suggests that GMA has greater specificity in high-risk cohorts and for a diagnosis of cerebral palsy, mainly linked to absent Fidgety general movements (GM) (25)- (28. Other authors have described an atypical pattern of GM during the first 20 weeks of life in infants later diagnosed with autism spectrum disorder29)- (31. However, it is noteworthy that the prediction of the evaluation of GM is based on the trajectories of development of these movements and that a single evaluation - in a cross-sectional way - does not reveal whether the GM evaluated as abnormal or sporadic are only transient or will be, in fact, present for several weeks, confirming a diagnosis. This suggests some limitation in the application of this method by the observation of a single video, as occurred in this research, and suggests the need for future studies in which infants can be evaluated in more than one session in the first weeks.
The number of infants with breastfeeding is percent higher in the group with altered GMA (69.3 %), demonstrating that breastfeeding, at least initially, was not protective for this group, which is opposed to the results of several studies on the benefits of breastfeeding. However, it is possible, considering the low percentage of infants with altered motor development during their follow-up, that breastfeeding was protective in the evolutionary course of these infants with initial change in GMA. Breastfeeding, in addition to favoring the bond between mother and baby and bringing several well-documented benefits to infant health, is strongly associated to general intellectual capacity. Therefore, breastfeeding should always be encouraged in developing countries, where children are exposed to several environmental and biological risks, with high prevalence of diseases and even unfavorable or premature pregnancies and poor socioeconomic conditions32.
The study by Spittle et al. (33 aimed to verify the neurological development of preterm births with the GM method in the first and third months of life and Bayley III at two and four years. It was shown that when the GM showed abnormal results in the first month of life, the results of the Bayley III motor subtest were worse at two and four years. The evaluation of GM in the third month with abnormal result was associated with worse cognitive, language, and motor performance at two and four years of age. Therefore, it can be affirmed that abnormal GM in the third month of life is predictive of worse neurological development. Unlike the study by Spittle et al. (33, the results of this research showed no significant result between the association of the Bayley III test and the GMA method. This fact can also be explained based on the profile of the sample that participated in the GM collection, since this differs greatly from studies already published.
Abnormal, absent, or sporadic Fidgety Movements indicate a greater predisposition to later neurological dysfunctions when compared to normal ones, especially when followed by other smooth and fluent movements. Early recognition of these neurological signs facilitates early intervention, especially related to neonates who are more exposed to risk factors17. In this study, we did not verify the same type of alteration of other studies, due to the lack of relationship between the variables in the studied sample regarding the outcomes in cognition, language, and motor skills in the Bayley III test with the evaluation performed in the GMA.
It should be noted that the simple application of the GMA method on recording - provided that a professional physical therapist qualified to observe the videos is present, allows us to indicate that this is a low-cost technology and that it can integrate the telehealth system, which is desirable in a country with the territorial extension of Brazil and a small number of physical therapists in primary care. The absence of a career in health creates significant obstacles for the scientific knowledge of the professions that study Child Development to reach childcare, which is still very limited to physical growth, nutrition, and disease detection in the Brazilian reality. However, the presence of physical therapists in the centers of assistance to the family health strategy could use the GMA method as a way of selecting infants who require more specific evaluation of the physical therapist.
CONCLUSION
Based on the results of this research, it was found that there was no relationship between the GMA method and the variables analyzed. Thus, considering that the sample was composed mostly of infants born full-term or late premature, without intercurrence and the evaluation was transversal, in a single moment, it was not possible to analyze whether the movements evaluated as abnormal were transient or not. These results contribute to reinforce the significance of carrying out longitudinal evaluations of infants who are in fact considered at risk, either due to premature birth or some other type of complication.
The sample limitation of this study occurred because of the loss of subjects due to the impossibility of attending two Bayley III evaluations, since a survey with a larger sample would be more consistent to generalize the results. However, this research emphasizes the significance of using the GMA method in cases of extreme prematurity and in infants who underwent intercurrence before, during and after birth. The organizational limitations of childcare in Brazil require teams to make choices of the most effective methods for each population. The advantage of GMA is the possibility of its use on recording, without any stress to the infant, safeguarded the infant’s age and the quality of the footage for viewing - something that, with access to technologies, such as that of mobile phones, is facilitated today.
Financing source: CAPES
6
Approved by the Research Ethics Committee: 28586914.0.0000.5346.
Autoría
Sabrina Felin Nunes
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) - Santa Maria (RS), Brasil. E-mail: sah_felin@hotmail.com.Universidade Federal de Santa MariaBrasilSanta Maria, RS, BrasilUniversidade Federal de Santa Maria (UFSM) - Santa Maria (RS), Brasil. E-mail: sah_felin@hotmail.com.
Universidade Federal do Pampa (Unipampa) - Uruguaiana (RS), Brasil. E-mail: eloachiquetti@unipampa.edu.br.Universidade Federal do PampaBrasilUruguaiana, RS, BrasilUniversidade Federal do Pampa (Unipampa) - Uruguaiana (RS), Brasil. E-mail: eloachiquetti@unipampa.edu.br.
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) - Santa Maria (RS), Brasil. E-mail: moraesanaelena@gmail.com.Universidade Federal de Santa MariaBrasilSanta Maria, RS, BrasilUniversidade Federal de Santa Maria (UFSM) - Santa Maria (RS), Brasil. E-mail: moraesanaelena@gmail.com.
Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) - Santa Maria (RS), Brasil. E-mail: ana.souza@ufsm.br.Universidade Federal de Santa MariaBrasilSanta Maria, RS, BrasilUniversidade Federal de Santa Maria (UFSM) - Santa Maria (RS), Brasil. E-mail: ana.souza@ufsm.br.
Endereço para correspondência: Sabrina Felin Nunes - Rua José Inácio Xavier, 160/503 - Santa Maria (RS), Brasil - CEP: 97060-390 - E-mail: sah_felin@hotmail.com
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Tabela 5
Distribuição percentual da análise de associação entre o método PGM e Bayley III
table_chartTabela 1
Distribuição percentual do método GMA e comparação conforme idade gestacional
GMA
N (%)
RNPT
RNT
p_valor**
Normal
29 (69,0%)
12 (41,4%)
17 (58,6%)
1,0000
Alterado/anormal
13 (31,0%)
5 (38,5%)
8 (61,5%)
table_chartTabela 2
Distribuição percentual do método PGM e comparação conforme o tipo de aleitamento materno
Tipo de aleitamento
GMA normal
GMA alterado/anormal
p_valor**
N
(%)
n
(%)
Exclusivo
13
46,4
9
69,3
0,1611
Misto
9
32,2
4
30,7
Artificial
6
21,4
0
0
table_chartTabela 3
Distribuição percentual do método GMA e comparação conforme variáveis obstétricas pré e pós-natais
Variáveis
PGM normal
PGM alterado/ anormal
p_valor**
n
(%)
n
(%)
Intercorrência na gestação (n=41)
Sim
16
57,1%
7
53,9%
1,0000
Não
12
42,9%
6
46,1%
Medicação na gestação (n=40)
Sim
15
55,6%
4
30,8%
0,1861
Não
12
44,4%
9
69,23
Álcool na gestação (n=38)
Sim
0
0
0
0
1,0000
Não
26
100%
12
100%
Fumo na gestação (n=38)
Sim
2
7,7%
0
0
1,0000
Não
24
92,3%
12
100%
Intercorrência ao nascer (n=41)
Sim
5
17,9%
4
30,8%
0,4288
Não
23
82,1%
9
69,2%
UTI neonatal (n=41)
Sim
5
17,9%
4
30,8%
0,4288
Não
23
82,1%
9
69,2%
Ventilação mecânica (n=38)
Sim
4
15,4%
1
8,3
1,0000
Não
22
84,2%
11
91,7%
table_chartTabela 4
Distribuição percentual da análise de associação entre o método PGM e testes psíquicos (PREAUT, IRDI, M-CHAT)
Testes
General movements
Normal
alterado/anormal
n
%
n
%
p_valor**
PREAUT 9 meses (n=40)
Sem risco
20
74,1%
10
76,9%
1,0000
Com risco
7
25,9%
3
23,1%
IRDI total (n=42)
Sem risco
22
75,9%
9
69,2%
0,7132
Com risco
7
24,1%
4
30,8%
M-CHAT 18 meses (n=35)
Sem risco
19
76,0%
7
70,0%
0,6936
Com risco
6
24,0%
3
30,0%
M-CHAT 24 meses (n=37)
Sem risco
25
92,6%
8
80,0%
0,2914
Com risco
2
7,4%
2
20,0%
table_chartTabela 5
Distribuição percentual da análise de associação entre o método PGM e Bayley III
Testes
General movements
Normal
Alterado/anormal
n
%
n
%
p_valor**
Bayley cognitivo 18 meses (n=27)
Média: 103,9
Média: 107,5
Sem atraso
16
84,2%
8
100%
0,5323
Com atraso
3
15,8
0
0
Bayley cognitivo 24 MESES (n=40)
Média: 91,9
Média: 96,9
Sem atraso
16
59,3%
9
69,2%
0,7301
Com atraso
11
40,7%
4
30,8%
Bayley linguagem 18 MESES (n=27)
Média: 85,1
Média: 91,8
Sem atraso
9
47,4%
5
62,5%
0,6776
Com atraso
10
52,6%
3
37,5%
Bayley linguagem 24 meses (n=40)
Média: 87,7
Média: 91,5
Sem atraso
13
48,2%
8
61,5%
0,5106
Com atraso
14
51,8%
5
38,5%
Bayley motor 18 meses (n=26)
Média: 98,4
Média: 105,0
Sem atraso
18
94,7%
6
85,7%
0,4738
Com atraso
1
5,3%
1
14,3%
Bayley motor 24 meses (n=40)
Média: 94,9
Média: 96,6
Sem atraso
23
85,2%
10
76,9
0,6622
Com atraso
4
14,8%
3
23,1%
Como citar
Nunes, Sabrina Felin et al. Evaluación de los Movimientos Generales de Prechtl (GMA) en la detección precoz del riesgo de desarrollo. Fisioterapia e Pesquisa [online]. 2020, v. 27, n. 4 [Accedido 27 Marzo 2025], pp. 347-355. Disponible en: <https://doi.org/10.1590/1809-2950/19008427042020>. Epub 02 Abr 2021. ISSN 2316-9117. https://doi.org/10.1590/1809-2950/19008427042020.
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