Hangai et al. (2016)21
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Humanos |
Aumento de AGEs: a autofuorescência cutânea correlação positiva com idade, sexo, duração do diabetes, velocidade da onda de pulso, pressão arterial sistólica, creatinina sérica e escore de cálcio cardíaco. |
Cento e vinte e dois indivíduos japoneses com diabetes tipo 2 foram reunidos para verificar a associação de AGE tecidual, avaliada por autofuorescência (FA) cutânea, com calcificação da artéria coronária. Eles foram submetidos à tomografia computadorizada de múltiplos cortes para estimativa dos escores de cálcio da artéria coronária total (CACS) e exame com um leitor de autofuorescência de pele. |
Zhang et al. (2018)16
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In vitro |
Inflamação crônica: Hiperglicemia e AGES causam resposta inflamatória mediada por células T e disfunção endotelial vascular pela regulação positiva da proteína ICOS/ICOSL. |
Linfócitos T do sangue periférico humano (CD3) e células endoteliais da veia umbilical (HUVECs) foram tratados com alta concentração de glicose ou produtos fnais de glicação avançada. ELISA e ensaios de produção de NOx foram usados para detectar o nível de citocinas, viabilidade celular e a produção de NOx. |
Mogale et al. (2019)22
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Humanos |
Aumento de AGE (carboximetil-lisina) associado a maiores chances de desenvolver disfunção endotelial |
Estudo caso-controle com pacientes africanos diabéticos do tipo II concluiu que a carboximetil-lisina (AGE) predispõe a disfunção endotelial. Através da análise de marcadores soro/plasma de disfunção endotelial. |
Bezold et al. (2019)25
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In vitro |
Inflamação crônica: A glicação levou a um aumento na formação celular de AGEs em macrófagos, aumento da expressão de citocinas pró-inflamatórias interleucinas 1β (IL-1β) e IL-8 e afetou a expressão de IL-10 e TNF-α, resultando em aumento da inflamação. |
Linha de células monocíticas humanas THP-1 foram cultivadas, diferenciadas em macrófagos pelo PMA 100 ng/mL e β-ME 50 µM. Os macrófagos foram expostos a metilglioxal (MGO) para investigar o efeito da glicação na célula. |
Koska et al. (2018)17
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Humanos |
Estresse oxidativo: Níveis mais baixos de MetSO (sulfóxido de metionina) e níveis mais altos de AGE selecionados estão associados ao aumento da incidência de doença cardiovascular (DCV) em pacientes diabéticos do tipo II. |
Cinco AGEs específicos e dois produtos de oxidação foram medidos na linha de base em dois estudos intensivos de redução de glicose: um subgrupo do Veterans Affairs Diabetes Trial (n= 445) e um subgrupo de casocontrole do estudo Action to Control Cardiovascular Risk in Diabetes (n=271). |
Di Pino et al. (2019)8
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Humanos |
AGE-esRAGE: Indivíduos com hiperglicemia pós-carga 1h apresentam níveis plasmáticos de esRAGE baixos, aumento da velocidade da onda de pulso e espessura da íntima-média. |
Estudo transversal com duzentos e oitenta e dois participantes sem diagnóstico prévio de diabetes. Foi realizada a medida de sRAGE, esRAGE e outros marcadores de inflamação nos indivíduos com hiperglicemia pós-prandial de 1h e examinada a associação com marcadores precoces de dano cardiovascular. |
Xing et al. (2016)26
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Roedores |
AGE-RAGE: Dieta rica em AGEs aumentou os níveis de proteína na urina de 24 horas, os níveis séricos de nitrogênio, ureia, creatinina, proteína C-reativa, lipoproteína de baixa densidade, fator de necrose tumoral α (TNF- α) e interleucina-6 (IL-6) também se elevaram. Houve deterioração da histológica do pâncreas, coração e rins e causou alterações estruturais das células endoteliais, células mesangiais e podócitos no córtex renal. |
Roedores diabéticos induzidos por estreptozocina (STZ) foram alimentados com dieta rica em AGEs. Foram avaliados as características do diabetes, indicadores das funções renais e cardiovasculares e a anatomopatologia do pâncreas, coração e rins. |
Di Pino et al. (2017)9
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Humanos |
AGE-RAGE e inflamação: Dieta rica em AGE pode levar a uma disfunção vascular e ativação inflamatória, contribuindo para o desenvolvimento de complicações vasculares em indivíduos com diabetes tipo 2. |
A rigidez arterial, carboxi-metil-lisina, receptor secretor endógeno para AGEs (esRAGE), proteína C-reativa de alta sensibilidade (hs-CRP), S100A12 e ingestão de macronutrientes foram avaliados em 85 indivíduos diabéticos. |
Nikolov et al. (2020)11
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Humanos |
Níveis séricos de anticorpos anti-AGEs: Os níveis séricos de anticorpos anti-AGEs em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão arterial foram estatisticamente significativamente maiores do que no grupo controle, onde a determinação dos níveis de anticorpos anti-AGEs séricos pode ajudar os médicos a fazer o diagnóstico precoce e o prognóstico da gravidade das complicações tardias do diabetes em pacientes hipertensos. |
ELISA foi usado para medir os níveis de anticorpos de produtos fnais de glicação avançada em soro de noventa e três pacientes com diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão arterial. |
Van Eupen et al. (2016)24
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Humanos |
Autofluorescência da pele correlacionada com enrijecimento da aorta: A associação entre a autofuorescência cutânea, pentosidina e velocidade da onda de pulso carotídeo femoral foram mais pronunciadas em indivíduos com DM2. |
Oitocentos e sessenta e dois participantes (469 glicose normal; 140 glicose alterada; 253 diabetes tipo 2) foram avaliados para determinar a associação de AGEs e enrijecimento arterial. |