rbca
Brazilian Journal of Poultry Science
Braz. J. Poult. Sci.
1516-635X
1806-9061
Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas
Campinas, SP, Brazil
A literature review of the papers published in the area of poultry nutrition was done considering Brazilian publications from the period of 1994 to 1999. During this period a total of 496 papers were published, with an average of 82. 7 papers/year. The publications in nutrition revealed that 64. 52% were made with broiler chickens, 24. 19% with laying hens and replacement birds, 3.93% with broiler breeders and 7.66% with other type of birds. Considering the publications in the form of summary, 226 and 163, were published in the Proceedings of Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícola and Sociedade Brasileira de Zootecnia, respectively. In the Revista da Sociedade Brasileira de Zootecnia and Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia were published, 65 and 34 papers, respectively. Researches in the Universities UFV, UNESP-Jaboticabal and UFRGS, accounted for a total 104, 92 and 46 papers, respectively. The papers in poultry nutrition concentrated mainly in the area of protein/amino acid (21.77%), feedstuffs evaluation (21.77%), minerals (19.15%) and additives (16.33%).
Resultados de Pesquisa em Nutrição de Aves no Brasil Resumo dos Ultimos 5 anos
Results of Poultry Nutrition Research in Brazil
A Summary of the Last 5 years
Autor(es) / Author(s)
Nunes RV2
Nascimento AH2
Albino LFT1
Rostagno HS1
l - Profo do Depto. de Zootecnia - UFV, Viçosa - MG
2 - Zootecnista, estudante de doutorado -DZO - UFV, Viçosa - MG.
Correspondência / Mail Address
Horacio S. Rostagno
Universidade Federal de Viçosa - Depto. de Zootecnia - Campus Universitário 365701-000 - Viçosa - MG - Brasil
E-mail: rostagno@mail.ufv.br
Unitermos / Keywords
avicultura, nutrição, publicações
poultry, nutrition, publication
RESUMO
Foi realizada uma revisão bibliográfica sobre as pesquisas brasileiras na área de nutrição avícola, entre 1994 a l999. Nesse período, foi publicado um total de 496 trabalhos, com uma média de 82,7 trabalhos/ ano. Os trabalhos na área de nutrição revelaram que 64,52% foram realizados com frangos de corte; 24,19%, com poedoiras e aves de reposição; 3,93%, com matrizes pesadas; e 7,66%, com outras aves. Com relação às publicações em forma de resumos expandidos, foram publicados 226 e 163 resumos, nos Anais das Reuniões Anuais da Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas e da Sociedade Brasileira de Zootecnia, respectivamente. Na Revista da Sociedade Brasileira de Zootecnia e no Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia foram publicados, respectivamente, 65 e 34 trabalhos completos. Os pesquisadores das instituições UFV, UNESP-Jaboticabal e UFRGS publicaram no total 104, 92 e 46 trabalhos. As pesquisas concentraram-se principalmente nas áreas de proteína/aminoácidos (21,77%), avaliação de alimentos (21,77%), minerais (19,15%) e aditivos (16,33%).
ABSTRACT
A literature review of the papers published in the area of poultry nutrition was done considering Brazilian publications from the period of 1994 to 1999. During this
period a total of 496 papers were published, with an average of 82. 7 papers/year.
The publications
in nutrition revealed
that 64. 52% were
made with broiler chickens, 24. 19% with laying hens and replacement birds, 3.93% with broiler breeders and 7.66% with other type of birds. Considering the publications in the form of summary, 226 and 163,
were
published in the Proceedings of
Fundação APINCO de
Ciência e
Tecnologia
Avícola and Sociedade
Brasileira de Zootecnia, respectively.
In the Revista da Sociedade Brasileira de Zootecnia and Arquivo Brasileiro de Medicina
Veterinária e Zootecnia
were published, 65 and 34 papers, respectively. Researches in the Universities UFV, UNESP-Jaboticabal and UFRGS, accounted for a total 104, 92 and 46 papers, respectively. The papers in poultry nutrition concentrated mainly in the area of protein/amino acid (21.77%),
feedstuffs evaluation
(21.77%),
minerals (19.15%) and additives (16.33%).
INTRODUÇÃO
A avicultura, nos últimos anos, tem alcançado excelentes resultados em sua produção devido ao incessante trabalho e progresso em todas as áreas: nutrição, genética, manejo, sanidade e ambiência, tornando-se uma atividade altamente competitiva no mercado de carnes e de ovos.
A nutrição contribui de forma considerável para esse progresso, sendo que o grande suporte está no volume de pesquisas geradas por várias instituições públicas e privadas.
Devido ao número elevado de trabalhos realizados nos últimos anos e à extensão do assunto, foi feito um resumo dos tópicos: proteína e aminoácidos, energia, vitaminas, minerais, avaliação de alimentos, formulação de ração, forma física da ração, programas de alimentacão e aditivos.
PRODUÇÃO CIENTÍFICA
Para verificarmos como foi o comportamento das pesquisas na área de nutrição de aves no Brasil, foi realizado um levantamento de algumas revistas e anais de congressos dos últimos anos. Nas Tabelas 1 e 2, são apresentados os resultados avaliados pelo tipo de ave, assunto, instituição, revistas/anais e por ano. No total, foram publicados 496 trabalhos científicos, no período de 1994 a 1999. Não foram quantificados os trabalhos de revisão apresentados em simpósios e congressos.
PROTEÍNA E AMINOÁCIDOS
Frangos de Corte
Os resultados experimentais indicam a necessidade de atualização das exigências nutricionais para aves, em razão das mudanças constantes nas áreas de genética, manejo, ambiência e sanidade. Lisboa et al. (1999ab), avaliando o desempenho de três grupos genéticos de frangos obtidos na Universidade Federal de Viçosa, alimentados com rações contendo diferentes níveis de proteína bruta (16,5 a 21,0%), observaram diferenças no requerimento de proteína bruta para máximo desempenho e rendimento de carcaça entre os grupos.
Rocha et al. (1999), verificando diferentes níveis de proteína (20, 23 e 26%) em rações pré-inicial (1 a 7 dias), observaram melhores conversões alimentares aos 21 dias de idade dos frangos, com os maiores níveis de proteína bruta nos primeiros sete dias. Melhor desempenho dos frangos de corte aos 21 dias de idade foi verificado, quando foram alimentados com ração contendo 20,8% de proteína bruta (Vasconcelos & Santos, 1997). Brandão et al. (1995) encontraram melhores resultados com o nível de 20,1% de PB, na fase de 28 a 42 dias de idade dos frangos. Costa et al. (1999), estudando duas linhagens comerciais de frangos de corte de 21 a 42 dias de idade, constataram ser possível diminuir a proteína da ração para 19%, sem afetar a qualidade da carcaça. Verificando densidade dos frangos no requerimento de proteína da ração, Stringhini et al. (1997ab) relataram que o nível de proteína da ração não afetou o desempenho, porém reduziu a gordura abdominal das aves. Entretanto, com aumento da densidade, há redução no ganho de peso e aumento da produção em kg de peso vivo/m2. Avaliando o efeito do período do dia na utilização de proteína em frangos, Scheuermann et al. (1997) observaram que o nível mais elevado de proteína, à tarde, não melhorou o desempenho dos frangos, a composição da carcaça e o índice bioeconômico.
Com a disponibilidade de aminoácidos sintéticos no mercado nos últimos anos, surgiu o conceito de proteína ideal. O aminoácido lisina foi escolhido pelos pesquisadores como referência, por ser utilizado preferencialmente na síntese de proteína corporal. A recomendação fornecida para a aplicação da proteína ideal na formulação de rações seria a redução do nível protéico, eliminando dessa maneira, o excesso de aminoácidos essenciais e não-essenciais. Deve ser considerado também o melhoramento genético das aves, tornando de suma importância, a determinação do requerimento dos aminoácidos. Conhalato et al. (1997) descreveram que, com base nos resultados de ganho de peso, conversão alimentar e taxa de deposição de proteína na carcaça, a exigência de lisina digestível na ração da fase inicial de frangos de corte machos se situa na faixa de 1,03 a 1,08%. Já Perazzo Costa et al. (1399a) recomendaram 1,16 e 1,10% de lisina digestível para machos e fêmeas Ross, respectivamente. Valério et al. (1999a), mantendo a mesma relação aminoacídica, estimaram a exigência de lisina digestível em 1,16% para frangos de corte de 1 a 21 dias de idade. Em ambiente de alta temperatura, o melhor desempenho dos frangos de 1 a 21 dias de idade foi obtido quando a ração possuia 1,10% de lisina digestível e 1,14% de lisina total (Valério et al., l 999b; Cella et al., 1999). Avaliando a exigência metionina+cistina para essa mesma fase, com dois níveis de proteína bruta (20 e 23%), Silva et al. (1997b) recomendaram o mínimo de 0,965 e 1,025% de metionina+cistina, respectivamente. Esses autores observaram que o aumento do nível de proteína bruta ou de metionina+cistina da ração reduziu o teor de gordura e aumentou o teor de proteína da carcaça (Silva et al., 1997). Albino et al. (1999) indicaram 0,886 e 0,896 % de metionina+cistina para machos e fêmeas Hubbard e 0,890 e 0,868% de metionina+cistina para machos e fêmeas Ross. Determinando a exigência de treonina para frangos no período de 1 a 21 dias de idade, Soares et al. (1999a) relataram que os níveis de 0,86 e 0,73% de treonina total e 0,73 e 0,62% de treonina digestível parecem ser suficientes para ótimo desempenho de machos e fêmeas, respectivamente.
Resultados obtidos por Conhalato et al. (1999), trabalhando com frangos de corte de 22 a 42 dias de idade, indicaram que a exigência de lisina digestível na ração para esta fase, com base no ganho de peso, foi de 1,02%. Perazzo Costa et al. (1999b), reavaliando o requerimento de lisina para frangos de corte Ross, recomendaram os níveis de 1,16% de lisina total (1,06% de digestível) para machos e 1,10% de lisina total (1,00% de digestível) para fêmeas. Nessa mesma fase, Silva et al. (1997c) avaliaram a exigência de metionina+cistina em dois níveis de proteína bruta (17,5 e 20%), recomendando nível mínimo de metionina+cistina de 0,826 e 0,891 %, sendo que as rações com 20% de proteína bruta, e suplementadas com metionina+cistina, proporcionaram carcaça e cortes nobres mais pesados e menores teores de gordura abdominal (Silva et al., 1996a). Maior valor foi encontrado por Barbosa et al. (1998a), os quais estabeleceram exigência de 0,93% tanto para machos como para fêmeas. Para o aminoácido treonina, Soares et al. (1999b) relataram que os níveis de 0,67 % de treonina total e 0,57% de treonina digestível são adequados para maximizar o desempenho de frangos de corte, machos e fêmeas, de 22 a 42 dias de idade.
Para frangos de corte na fase de acabamento (42 a 48 dias de idade), Barboza et al. (1998b) concluíram em seu trabalho que o nível necessário de lisina é de 1,03%. Araújo et al. (1999), utilizando três níveis de lisina 0,95, 1,05 e 1,15%, em rações de frangos de corte de 44 a 55 dias de idade, não encontraram diferenças no desempenho e rendimento de carcaça das aves. Já Móri et al. (1999a), avaliando o requerimento de lisina total (0,93 a 1,08%) na ração de retirada (43 a 49 dias de idade), recomendaram o nível de 0,93% de lisina, por ser o mais econômico. Ainda conduzindo estudos nessa mesma fase, Junqueira et al. (1998), trabalhando com diferentes níveis de metionina (0,38; 0,42; e 0,46%) e lisina (0,95; 1,05; e 1,15%), em rações de frangos de corte de 43 a 54 dias de idade, não detectaram diferenças nos parâmetros de desempenho e carcaça estudados. Para maximizar o rendimento de abate e diminuir a quantidade de gordura na carcaça, Móri et al. (1999b) utilizaram níveis altos de metionina (0,428 a 0,548%) nas rações de frangos de 43 a 49 dias de idade, constatando que não houve aumento no rendimento de carne de peito e coxa dos frangos de corte. O requerimento de metionina+cistina para fase acabamento dos frangos de corte foi recomendado por Rodrigueiro et al. (1999), em 0,764%. Para o triptofano, Castro et al. (1998) estimaram em 0,176% a exigência de triptolano total (0,161% de digestível) para machos, e 0,168% de triptolano total (0,153 % de digestível) para as fêmeas. Barbosa et al. (l998c) observaram melhores resultados de desempenho dos frangos (42 a 55 dias de idade) com o nível de 0,91 % de treonina na ração.
Poedoiras
Averiguando a influência dos níveis protéicos em programa com dieta única nas fases de cria e recria, sobre o desempenho produtivo das aves na fase de produção, Murakami et al. (1997a) afirmaram que o programa de ração única com nível de 16% de proteína bruta poderá ser adotado, sem que ocorram prejuízos na produção das poedeiras. Resultados similares foram encontrados por Rosa et al. (1997ab), que observaram que poedeiras alimentadas com dietas com 16% de proteína bruta na fase de recria obtiveram maiores taxas de postura. Pinheiro et al. (1996), avaliando os níveis de energia metabolizável (2.700 e 3.000 kcal de EM/kg) e proteína bruta (17 e 20%) nas rações de poedeiras, observaram que nível alto de proteína bruta proporcionou maiores médias de produção de ovos, peso do ovo e massa do ovo, e melhor conversão alimentar, enquanto alto nível de energia metabolizável reduziu a massa de ovo e o consumo de ração, e melhorou a conversão alimentar das aves. Foi desenvolvida uma série de experimentos na UNESP - Jaboticabal, estimando a exigência de proteína e nitrogênio para poedeiras, por intermédio do método fatorial, utilizando-se a técnica do balanço de nitrogênio e a do abate comparativo. Basaglia et al. (1996, 1998 e 1999) elaboraram as seguintes equações de exigências diárias de nitrogênio, em função do peso vivo (P) e do ganho de peso diário (G):
1 a 6 semanas:N = 0,3831*P0,75 + G*0,065
7 a 12 semanas: N = 0,3831*P0,75 + G*0,087
13 a 18 semanas de idade: N = ,3831*P0,75+G*0,090
Para a fase de produção, a equação estimada foi:
PB = 1,94*P0, 75+0,48*G+0,301*O
O= massa de ovos produzidos em gramas
Silva et al. (1998 ab e 1999) determinaram o requerimento de lisina para poedeiras comerciais leves e semipesadas de 0 a 6 semanas de idade (independentemente da linhagem) em 0,88% de lisina, e para leves e semipesadas de 7 a 12 semanas, em 0,637 e 0,655%, respectivamente. Para as aves com 13 a 20 semanas, com base no ganho de peso, foram estimadas exigências de 0,48% de lisina (348 mg Lis/ave) para leves e 0,49% (358 mg de Lis/ave) para as semipesadas. Goulart et al. (1996) comentaram que as aves semipesadas têm consumo, produção, massa de ovo e conversão alimentar superiores aos das aves leves, e recomendaram para poedeiras a partir de 21 semanas de idade, 815 e 820 mg de Lis/ave/dia para leves e semipesadas. Para poedeiras de 17 a 38 semanas de idade, Bertechini et al. (1995a) estimaram a necessidade diária, com base na produção de ovos, de 789 mg. Para o segundo ciclo de produção (83 a 98 semanas de idade), Barbosa et al. (1999a) determinaram em 0,76 e 0,80% o requerimento de lisina para poedeiras leves e pesadas. A exigência de metionina+cistina foi estudada por Narváez et al. (1996), os quais observaram melhora no desempenho das poedeiras Leghorn (22 a 38 semanas) com a suplementação de Met+Cis, estimando sua exigência em 745 mg/ave/dia. Para as poedeiras semipesadas, Bertechini et al. (1995b), baseando-se na produção de ovos, na conversão e no peso dos ovos, encontraram os melhores índices com consumo médio de 718 mg de aminoácidos sulfurosos por dia (Met+Cis). Baião et al. (1999), com a adição de DI-metionina em 0,32; 0,34; e 0,36% na ração, verificaram elevação na produção de ovos, no peso dos ovos, na massa de ovo e no consumo de ração. Barbosa et al. (1999b) recomendaram para o segundo ciclo de produção, 0,692 e 0,655% de metionina+cistina, para poedeiras leves e semipesadas, respectivamente. Narváez et al. (1997) concluíram que a exigência de triptolano para poedeiras leves e semipesadas é de 195 e 186 mg/ave/dia, enquanto Valério et al.(1996) obtiveram exigência nutricional para treonina de 498 e 527 mg de treonina/ave/dia para leves e semipesadas, respectivamente.
Outros
A exigência de protema na dieta para reprodutoras de frangos de corte, durante a fase de produção, foi determinada por Brum et al. (1998a), que recomendaram o nível de 12% de PB na dieta como o suficiente para atender à exigência no período de 24 a 56 semanas. Brum et al. (1996) também avaliaram o efeito do nível de proteína das dietas de reprodutoras de frangos de corte no desempenho dos frangos; os níveis de 12 a 18% de PB nas dietas de reprodutoras de 36 a 46 semanas de idade não afetaram o desempenho das progênies até 42 dias de idade. Scheuermann et al. (1998), trabalhando com níveis protéicos (9 a 15%) para galos de matrizes de frangos de corte, concluíram que dietas com 9,0 a 15,0% de PB, com relação adequada de aminoácidos, podem ser utilizadas, sendo que a escolha deve ser feita em função do preço da dieta. Couto et al. (1998a) verificaram que na fase inicial (28 a 32 semanas) de reprodução dos galos, o nível de 15,9% de PB maximizou o número de galos em produção de sêmen e peso corporal, e na segunda fase, o nível de 9,3% de PB foi o adequado para manter a produção de sêmen, a concentração de espermatozóides e a porcentagem de galos em produção de sêmen. Silva et al. (1998c) estimaram equações de predição para as exigências diárias de proteína para matrizes pesadas em crescimento, sendo:
de 3 a 8 semanas:
PB=2,02*P0,75 + 0,350*G
de 9 a 14 semanas:
PB=2,02*P0,75+0,406*G
e de 15 a 20 semanas:
PB=2,02*P0,75+0,463*G
P = peso corporal em kg
G = o ganho diário em g
Testando as equações de predição, Silva et al. (1999d) observaram que as rações formuladas pelas equações ocasionaram efeitos indesejáveis na conformação da carcaça e composição corporal das aves, mas indicaram a possibilidade de reduzir o nível protéico das dietas, desde que sua qualidade seja mantida com aminoácidos sintéticos, se isso for economicamente viável, pois o peso corporal e a uniformidade das aves não foram afetados. Sakomura et al. (1997) e Benatti et al. (1997), verificando os efeitos da utilização de equações de predição no requerimento de proteína bruta e energia metabolizável de poedeiras, detectaram que as equações testadas nas fases iniciais promoveram desempenhos satisfatórios na fase de produção. Verificando o efeito dos diferentes níveis de proteína (16 a 20% de PB) sobre a espermatogênese de codorna, Artoni et al. (1999) concluíram que o nível de 16% parece ser o suficiente para codornas machos. Para codornas na fase de postura, Pinto et al. (1998) determinaram a exigência de proteína bruta de 22,42%. Neto et al. (1997) estimaram a exigência de proteína bruta para faisões-coleira dos 15 a 35 dias de idade, em 30%.
Oliveira et al. (1999), estimando a exigência de lisina para codornas japonesas, constataram que em rações com baixo teor protéico (14,1 %), as estimativas de exigência foi de 1,08% de lisina. Entretanto, a ração testemunha continha 19% de PB e 1,0% de lisina, sendo suficiente para atender às exigências deste aminoácido. Dados semelhantes foram observados por Garcia et al. (1997), os quais recomendaram também 1,0% de lisina para codornas em rações com 18% de PB. No entanto, para metionina, o melhor nível encontrado para o desempenho produtivo de codorna em postura foi de 0,555%. Para faisões na fase de reprodução, foram recomendadas por Neto et al. (1995), rações com nivel de 22% de PB e 0,7% de metionina+cistina. Já Couto et al.(1998b) afirmaram que 494 mg de lisina/ave/dia foram adequados para atender o requerimento de galos reprodutores de corte.
ENERGIA
Frangos de Corte
Rações com níveis maiores de energia metabolizável proporcionam às aves maior ganho de peso e melhor conversão alimentar (Nobre et al., 1994a). Maiorka et al. (1997), verificando se haveria necessidade de níveis altos de energia nas três primeiras semanas de idade dos frangos de corte, testaram os níveis de 2.900, 3.000 e 3.100 kcal/kg em rações e observaram que na primeira semana, o nível energético não influenciou o desempenho das aves. Estudando o efeito do nível de energia da dieta, Furlan et al. (1999) não encontraram diferença no ganho de peso das aves com os níveis de 2.900 e 3.200 nas rações. Avaliando níveis de energia metabolizável (2.850 a 3.150 kcal EM/kg) sobre o desempenho e a composição da carcaça de frangos de corte de 1 a 21 dias de idade, Zanusso et al. (1 999a) concluiram que o nivel de 3.075 kcal de energia metabolizável proporcionou melhores resultados para os frangos de corte machos. Contudo, quando os frangos foram mantidos em estresse de calor, o melhor desempenho dos frangos foi obtido com nível de 3.150 kcal de EM/kg (Zanusso et al., l 999b).
Níveis de energia metabolizável nas rações para a fase de crescimento de frangos de corte foram estudados por Nobre et al. (1994b), que trabalharam com quatro níveis de energia (2.900 a 3.350 kcal de EM/kg), no período de 22 a 42 dias de idade, e não obtiveram diferença no rendimento de carcaça dos frangos. Moreno et al. (1996) verificaram efeito dos níveis de energia em três fases (1 a 20, 21 a 40 e 41 a 45 dias de idade) e relataram que o aumento no nível de energia das rações melhorou apenas o ganho de peso na fase de crescimento. Na fase final de frangos de corte, Bastos et al. (1998) testaram níveis de energia (2.950 a 3.608 kcal de EM/kg) nas rações, no período de 36 a 49 dias de idade, e observaram que o nível de 3.116 kcal de EM/kg proporcionou maiores rendimentos de cortes, sendo que os níveis de energia não afetaram o desempenho dos frangos. Goldflus et al. (1997) comentaram que o aumento no teor de energético das rações acarretou melhora no desempenho, com exceção da indesejável elevação da gordura abdominal. Estudando a influência da restrição alimentar e do nível energético da ração sobre o ganho compensatório em frangos, Giachetto et al. (1998) observaram apenas a influência do nível energético sobre o consumo de ração dos frangos de corte. Oliveira Neto et al. (1999), estudando níveis de energia metabolizável para frangos de 22 a 42 dias de idade mantidos em estresse de calor, relataram melhor desempenho com 3.000 kcal de EM/kg na ração, sendo que a melhor deposição de proteína e a menor deposição de gordura foram obtidas com 3.108 kcal de EM/kg na ração.
Poedoiras e Outros
Hossain et al. (1994), estudando diferentes densidades de nutrientes (2.650 a 3.150 kcal de EM/ kg), nas dietas de frangas de reposição com 8 semanas, até 5% de produção, verificaram diferenças entre linhagens (Shaver e Babcock), mas não entre os níveis de energia das rações. Fonseca et al. (1995) relataram que na fase inicial de poedeiras Hy-line e Lohmann, altos níveis energéticos levaram à redução no consumo de ração e melhora na conversão alimentar. Kratz et al. (1999a) recomendam que durante a pré-postura (17 a 18 semanas de idade) seja usada ração com 2.950 kcal de EM/kg para poedeiras semipesadas. Com 30 semanas de idade, Silva et al. (1995) estimaram que o consumo de 280 kcal/ave/dia é o suficiente para manter a produção e massa de ovos. Peixoto et al. (1996, 1998 e 1999) realizaram uma série de trabalhos sobre níveis de energia metabolizável em rações para poedoiras Leghorn, durante o verão, utilizando os níveis de 2.650 a 2.950 kcal de EM/kg para poedeiras de 48 a 60 semanas de idade, e verificaram que o menor nível energético demonstrou ser o mais eficiente. Durante a primavera, esses autores realizaram experimento com os mesmos níveis energéticos com poedeiras de 39 a 53 semanas de idade e observaram que o maior nível energético diminuiu a eficiência alimentar para a produção de ovos. Com poedeiras de 27 a 40 semanas de idade no período de inverno, esses autores estimaram que o nível energético indicado para melhor produção de ovos está entre 2.750 e 2.850 kcal de EM/kg. Resultados semelhantes foram observados por Ost & Peixoto (1998 e 1999), para poedeiras de ovos marrons. Rutz et al. (1998), avaliando o efeito de diferentes níveis energéticos (2.700 a 3.000 kcal de EM/kg) na dieta para poedeiras semipesadas após muda forçada (utilizando zinco), verificaram que o aumento do nível energético resultou em incremento no peso corporal e no peso dos ovos, mas não na produção e na qualidade da casca.
Assim como para proteína, foram determinadas por Silva et al. (1996b), equações de predição para exigência de energia metabolizável para frangas de postura de 1 a 18 semanas de idade, em função do peso corporal em gramas (PV) e do ganho (G). As equações foram apresentadas:
para 1 a 6 semanas:
EM = 86,12{[(1,2333+0,88657*PV)/100]0, 75}+4,11*G
para 7 a 12 semanas:
EM = 98,95{[(-33,3680+0,98048* PV)/100]0, 75}+5,78* G
e para 13 a 18 semanas de idade:
EM = 116,24{[(-43,7866+0,9743*PV)/100]0,75}+7,32*G
Comentam que as equações são elaboradas para que as tabelas tenham as exigências de energia metabolizável para frangas de reposição, em função do peso, do ganho de peso e da temperatura ambiente. Nessa mesma linha de pesquisa, foram desenvolvidas equações de predição para determinar a exigência de energia metabolizável para matrizes pesadas, Sakomura et al. (1995) e Silva et al. (1998d). Stringhini et al. (1 995a) determinaram que o melhor nível de energia metabolizável na ração de codornas japonesas em postura é de 3.000 kcal de EM/kg.
VITAM I NAS
Frangos de Corte
Com o objetivo de avaliar a utilização de altas doses de vitamina E e selênio, como preventivos da síndrome ascítica em frangos de corte, Fiorentin et al. (1995) verificaram os níveis de 10, 30 e 150 mg/kg de vitamina E combinados com 0,05 e 0,2 mg/kg de selênio na ração e não observaram efeito preventivo no aparecimento da síndrome ascítica até a sexta semana de vida dos frangos de corte. Menten et al. (1997), reavaliando a disponibilidade de colina do farelo de soja por meio de um novo método, verificaram que a colina se encontra 100% disponível. Determinando os efeitos da vitamina A, E, piridoxina, ácido fólico e biotina no desempenho de frangos de corte de 1 a 42 dias de idade, Gai et al. (1997) detectaram que o nível baixo de vitamina A (6.666 UI) e piridoxina (2,66 mg) piorou a conversão alimentar, enquanto o nível alto de vitamina E (26,66 mg) proporcionou melhores ganho de peso e conversão dos frangos de corte. Barreto et al. (1999a), adicionando níveis de vitamina E (25 a 750 mg/kg) na dieta de frangos de corte, verificaram que para cada aumento de 25 mg de vitamina E na dieta, há incremento de 5,49 g no peso corporal, melhoria de 0,0038 pontos na conversão alimentar e aumento de 8,57 mg de a-tocoferol na carne de peito de frangos de corte.
Poedoiras e Outros
Rodrigues et al. (1995), testando três níveis de vitamina D3 (2.000, 2.400 e 2.800 UI/kg) e vitamina C (0, 100 e 200 ppm) para poedeiras no início e final de postura do segundo ciclo de produção, sobre a qualidade do ovo, constataram que os níveis de 2.400 e 2.800 UI de vitamina D3 foram adequados para as poedeiras no início e final de postura respectivamente, e a suplementação da vitamina C na dieta não interferiu nas características das cascas dos ovos. Entretanto, Souza et al. (1996), utilizando os níveis de 0 a 200 ppm de vitamina C na dieta de poedeiras comerciais com 38 semanas, observaram que a adição de 200 ppm de vitamina C na dieta diminuiu a porcentagem de ovos trincados. Para poedeiras com 58 semanas de idade, os mesmos autores verificaram que esta quantidade melhorou a produção de ovos. Faria et al.(1999), analisando o efeito das vitaminas C (0 a 400 ppm) e D (2.500 a 3.500 UI/kg) sobre o desempenho e a qualidade dos ovos de poedeiras, durante o primeiro ciclo de produção, não detectaram efeito.
Uma série de experimentos foi realizada por Barreto et al. (1997 e l 999bcd), com o objetivo de avaliar o efeito da vitamina E na dieta de matrizes pesadas. Esses autores constataram que 25 mg de vitamina E na dieta asseguram bom desempenho produtivo e reprodutivo das reprodutoras no período de 24 a 52 semanas de idade; 250 mg/kg de vitamina E na dieta elevam o peso do pinto ao nascer; e o aumento de 25 para 250 mg/kg de vitamina E eleva as concentrações de a-tocoferol na gema, no soro, no fígado e na excreta das aves.
MINERAIS
Fósforo - Frangos de Corte e Poedoiras
Estabelecendo a exigência nutricional de fósforo nos frangos de corte de 1 a 21 dias de idade, Runho et al. (1 999a) verificaram que o nível adequado seria de 0,45% de fósforo disponível. Valor semelhante foi estimado por Brugalli et al. (1999), 0,426% de fósforo disponível para os frangos de corte de 1 a 21 dias de idade. Lima et al. (1995a), estudando a disponibilidade em algumas fontes de fósforo, verificaram que o fosfato monoamônio e o supertriplo se destacaram. Gomes et al. (1994) determinaram a exigência de fósforo para frangos de corte em 0,34% para a fase de crescimento (22 a 42 dias de idade) e 0,33% na fase de terminação (43 a 49 dias de idade). Runho et al. (1999b) verificaram exigências maiores de fósforo disponível nessas fases, sendo de 0,42% para a de crescimento (22 a 42 dias de idade) e 0,36% para a final (43 a 53 dias). Estudando seis fontes de fósforo para frangos de corte, Veloso & Barboza (1996) observaram que para utilização de fosfatos naturais ou industriais nas rações de frangos de corte, torna-se necessário saber a disponibilidade do fósforo e a quantidade de flúor das fontes, pois o excesso de flúor prejudica o desempenho das aves. Lima et al. (1994), analisando a disponibilidade de fósforo de nove fontes, relataram que o fosfato de rocha (Jacupiranga e Tapira) possui baixa disponibilidade de fósforo para as aves.
Sakomura et al.(1995) determinaram que a exigência de fósforo para poedeiras em fase de produção está acima de 0,32%, constatando que as exigências nutricionais de fósforo das poedeiras foram reduzidas com o avanço da idade e devem ser estabelecidas com base no consumo alimentar. Para poedeiras leves e semipesadas, Narváez et al. (1997a) estimaram a exigência de fósforo disponível para ambas em 0,33%. Barreto et al. (1994) constataram que é necessário 0,45% de fósforo disponível na dieta de poedeiras durante o pico de postura até 31 semanas. Para poedeiras de segundo ciclo, há indícios de que se pode reduzir esse mineral nas rações (Bertechini et al; 1994).
Cálcio - Poedeiras e Codornas
Narvaéz et al. (1997b), estimando a exigência de cálcio para poedeiras comerciais leves, determinaram que o melhor nível seria de 3,58% de cálcio para um consumo de 112,3g/ave/dia, o que corresponde a 4,02g de Ca/ave/dia. Para poedeiras semipesadas no período de pré-postura, os níveis recomendados por Kratz et al. (1999b) estão entre 0,9 e 1,8% de cálcio na dieta. Boscolo et al. (1998), avaliando diferentes níveis de cálcio (3,5 a 4,7%) nas racões sobre o desempenho e a qualidade da casca no período pós-muda forçada das poedoiras, recomendaram o uso de até 4,7% de cálcio. O nível de 3,8% de cálcio é adequado para bom desempenho das aves, em ambas as fases de produção; e a utilização de calcário com partículas grandes no final da postura, no segundo ciclo de produção, melhora a qualidade da casca do ovo (Oliveira et al., 1995). Kira et al. (1997), verificando diferentes fonte de cálcio para poedoiras, concluíram que o calcário grosso deve ser combinado com outra fonte de qualquer granulometria, independente da proporção, visto que isoladamente foi prejudicial à conversão alimentar das aves. Para a qualidade de casca, os melhores resultados foram obtidos com 2/3 de calcário grosso +1/3 de farinha de ostras.
Estudando vários níveis de cálcio (2,5 a 3,5%) para codornas em postura, Pedroso et al. (1997) observaram que somente houve efeito do cálcio na conversão alimentar. Masukawa et al. (1996), verificando os níveis de 2,0 a 3,5% de cálcio na ração de codornas, também relataram que não houve diferença no desempenho produtivo e na qualidade dos ovos, o que pode ser explicado pelo fato de as aves serem altamente tolerantes às variações de cálcio na dieta.
Sódio - Frangos de Corte e Poedeiras
O nível de sódio para frangos de corte em dietas pré-inicial (1 a 7 dias de idade) foi avaliado por Maiorka et al. (1998), os quais observaram que o valor aproximado de 0,40% de sódio total aumenta o ganho de peso, o consumo de ração e de áqua, e melhora a conversão alimentar. Entretanto, Barros et al. (1998a) estimaram a exigência de sódio para frangos de 1 a 21 dias de idade, para machos e fêmeas em 0,25%, para melhor desempenho. Para a fase de crescimento dos frangos de corte (22 a 42 dias de idade), a exigência de sódio foi determinada em 0,292% por Barros et al. (1998b). Diferentes fontes (NaCl e NaHCO3) e níveis de sódio foram estudadas por Café et al. (1996a), os quais verificaram que a utilização de níveis de suplementação de 0,45% de NaCl + 0,15% de NaHCO3 propiciou melhor desempenho de frangos de corte. Butolo et al. (1995) encontraram que o melhor nível de inclusão de NaCl na ração de frangos de corte de 1 a 21 dias de idade foi de 0,55%. Borges et al. (1996a), averiguando os niveis de NaCl (0,30 a 0,90%) na rações de frangos de corte de 1 a 42 dias de idade, relataram que o aumento de NaCl na ração acarretou elevação no ganho de peso, no consumo de água e na relação água:ração.
Para determinar a exigência de sódio para poedeiras leves e semipesadas, Moura et al. (1999) utilizaram seis níveis de sódio (0,027 a 0,327%) e estimaram a exigência de sódio em 0,207% ou 237 mg/dia. Bertechini et al. (1995) observaram que a necessidade de sódio média para maior produção de ovos e melhor conversão alimentar das poedeiras na fase de pico de postura foi de 0,171% e as necessidades de sódio para melhor qualidade dos ovos foram inferiores às exigidas para maior produção e melhor conversão.
Salvador et al. (1998ab), avaliando a suplementação de bicarbonato de sódio na ração (0,5 e 1,0%) e na água (0,25, 0,50 e 0,75%) sobre o desempenho e parametros fisiológicos dos frangos de corte submetidos a estresse calórico, verificaram que o uso do bicarbonato não alterou o desempenho, a temperatura retal e relação heterófilo/linfócito da aves. Ariki et al. (1996) e Borges et al. (1996), adicionando 1,5% de bicarbonato na ração de frangos de corte durante o verão, não constataram diferença no desempenho da aves. Uma melhora no ganho de peso e conversão alimentar de frangos de corte foi observado por Sousa et al. (1995) quando adicionaram na ração bicarbonato de sódio, para frangos criados em condições de alta temperatura.
Outros Minerais
Hossain & Resende (1996ab), estudando três níveis de manganês nas rações para poedeiras leves, observaram que o nível de manganês de 50 e 75 ppm proporcionaram melhores taxa de postura e peso do ovo, respectivamente. Os mesmos autores, verificando em outro estudo, três níveis de magnésio nas rações para poedeiras, relataram que a suplementação de 400mg/kg promoveu melhor peso de ovo. Bertechini et al. (1998) avaliando os efeitos da adição de zinco na ração, na produção e nos parâmetros relacionados à qualidade do ovo de poedeiras comerciais no segundo ciclo, determinaram que as rações devem conter pelo menos 106 ppm de zinco suplementar. Verificando o requerimento de zinco para pintos de corte de 1 a 21 dias de idade, Teixeira et al. (1995a) utilizaram a deposição de zinco nos dedos e nas tíbias e detectaram que as aves requerem de 40 a 44 ppm de zinco para máxima deposição. Outros estudos foram realizados por Teixeira et al. (1995bcd) para verificar a disponibilidade de zinco de diferentes fontes. Albino et al. (1995) estudando a disponibilidade de flúor em alguns fosfatos para pintos de corte de 1 a 21 dias concluíram que:considerando o efeito tóxico do flúor dos fosfatos de rocha, deve-se considerar sua disponibilidade biológica, porque os níveis de toxidade são obtidos com fluoreto de sódio usado em testes. Fazendo suplementação de cromo orgânico em rações de frangos de corte, Hossain et al. (1995) verificaram que o consumo de ração e conversão foram reduzidos e a quantidade de gordura na carne de peito foi diminuída de 1,23 para 0,56%.
AVALIAÇÃO DE ALIMENTOS
Valores Energéticos e Aminoácidos Digestíveis
O conhecimento da composição química e dos valores de energia metabolizável dos alimentos é fundamental para permitir o correto balanceamento de nutrientes das rações. Em função dessa afirmação, Brum et al. (1996b) determinaram a composição química e os valores de energia metabolizável de 10 alimentos. Zanotto et al. (1995), gerando informações sobre a composição química e o valor energético de 15 alimentos, verificaram a necessidade constante de uma caracterização dos alimentos a serem incluídos em dietas de aves, juntamente com a padronização dos processamentos e das metodologias, reduzindo assim, a variabilidade existente entre as diversas tabelas. Fischer Jr et al.(1998a), estimando os valores de energia metabolizável verdadeira e verdadeira corrigida, de nove alimentos, verificaram resultados semelhantes aos da literatura nacional, mas diferentes dos da literatura estrangeira, reforgando o uso de tabelas nacionais para melhor uso dos ingredientes nacionais. O valor de energia metabolizável da farinha de carne e ossos foi determinado por Brum et al. (1999) e Vietes et al. (1999a), sendo que o segundo trabalho apresentou valores de EMA e EMAn variando de 1,12 a 2,28 e de 1,11 a 2,12 kcal/g, respectivamente. Murakami et al. (1997b) e Nascimento et al. (1998) verificaram valores de energia metabolizável verdadeira corrigida do farelo de canola semelhantes (2.097 e 2.106 kcal/kg). Determinando o valor de energia metabolizável verdadeira de vários cultivares do farelo de arroz, Gallinger & Suárez (1996) encontraram variação de 3.467 a 3.872 kcal/kg. A energia metabolizável aparente e aparente corrigida do farelo e da semente de girassol foi de 1.569 e 4.925 kcal/kg, e 1.459 e 4.815 kcal/kg, respectivamente, Mantovani et al. (1999). Butolo et al. (1997a) verificaram valores de energia metabolizável aparente e aparente corrigida de 2.818,98 e 2.484,76 kcal/kg para a levedura de cana de açúcar e de 3.215,20 e 2.859,40 kcal/kg para a levedura de cerveja. Relatando a energia metabolizável aparente corrigida para grãos de milho tratados com diferentes ácidos organicos, Jost et al. (1996) não observaram diferença nos valores energéticos.
São vários os fatores que podem proporcionar ao mesmo alimento valores energéticos diferentes. Butolo et al. (1998), utilizando o método tradicional de coleta total na determinação da energia metabolizável do gérmen de milho desengordurado, verificaram diferença de 108 kcal/kg, quando o nível de inclusão do alimento aumentou de 20 para 40%. Borges et al. (1998a) encontraram diferenças nos valores de energia metabolizável do trigo e subprodutos, quando utilizaram a metodologia de Sibbald e níveis de consumo de 25 e 50 g para a sua determinação. Em outro estudo, esses autores observaram que a técnica de Sibbald é a mais rápida, mas mais sujeita a erros, comparada ao método tradicional, devido ao baixo consumo do alimento, Borges et al. (1998b).
Com o avanço da idade, as aves apresentam maior tolerância a dietas com alto teor de fibras. Krabbe et al. (1996) concluíram que a estimativa da energia metabolizável aparente do farelo de trigo independe da idade e do nível de inclusão do alimento na dieta. Sakomura et al. (1994a), determinando a energia metabolizável aparente e verdadeira do farelo de soja, da soja integral tostada e da soja integral extrusada em diferentes idades dos frangos de corte, observaram que com o avanço da idade dos frangos de corte, houve redução no aproveitamento da energia das sojas. Segundo Furlan et al. (1996 e 1998), para formulação de rações de codornas, têm sido utilizados valores energéticos de alimentos determinados com frangos de corte, o que não atende corretamente à exigência destas aves. Portanto, esses autores determinaram valores de energia metabolizável de vários alimentos utilizando codornas no ensaio. Café et al. (1996b) verificaram diferença no valor de energia metabolizável aparente corrigida do milheto quando utilizaram pintos ou codornas no ensaio, obtendo valores de 2.57 e 2.770 kcal/kg, respectivamente.
Estudando o efeito do tamanho da partícula e do nível de substituição no valor energético da farinha de carne e ossos, Brugalli et al. (1999) relataram a necessidade de padronização físico-química da farinha de carne e ossos para valores energéticos mais exatos na formulação de rações para aves. Zanotto et al. (1999) não observaram variação no valor energético de milho, em que o diâmetro geométrico médio variou de 530 a 815 mm.
Para estimar os coeficientes de digestibilidade verdadeira dos aminoácidos dos alimentos, é utilizado o método de Sibbald (alimentação forçada) com galos cecectomizados. Bellaver et al. (1998a) determinaram os coeficientes de digestibilidade de lisina, metionina+cistina, triptofano e treonina do milho, farelo de soja, farelo de algodão, farinha de vísceras e farinha de carne. Fischer Jr et al. (1998b), determinando os coeficientes de digestibilidade dos aminoácidos do farelo de soja e da soja integral tostada e integral extrusada, concluíram que as duas sojas integrais são bons alimentos alternativos como fontes de aminoácidos. Valores de aminoácidos digestíveis de seis farinhas de carne e ossos foram verificados por Vieites et al. (1999b), que encontraram variação de 52,33 a 80,42% para metionina e de 80,11 a 92,09% para a lisina. Avaliando seis farinhas de penas, Nascimento et al. (1999a) observaram variação de 57,41 a 73,55% para lisina e de 66,30 a 80,12% para metionina e para nove farinhas de visceras, de 64,05 a 90,53% para a lisina e de 73,35 a 92,54% para metionina (Nascimento et al., l999b). Rostagno et al. (1995) determinaram o conteúdo de aminoácidos digestíveis de alguns alimentos (farelo de arroz, farinha de carne e ossos, milho, farinha de penas, farelo de soja, sorgo e farinha de vísceras) para a formulação de rações complexas com base em aminoácidos digestíveis para frangos de corte.
A digestibilidade "in vitro" em pepsina foi estudada por Bellaver et al. (1998b), os quais comentaram que essa metodologia tem pouco valor para estimar a digestibilidade de proteínas, por usar uma concentração muito alta de pepsina, concluindo que a concentração de 0,0002% é a mais indicada para melhorar a estimativa da solubilidade da proteína.
Alimentos nas Rações
Vários são os trabalhos de pesquisas executados em função da utilização de alimentos não-convencionais na alimentação das aves, ou mesmo de alimentos submetidos a diferentes processamentos. Como exemplo, pode-se citar o farelo de canola avaliado por Nascimento et al. (1997), os quais observaram que com o aumento do seu nível de inclusão na ração (10 a 40%), ocorreu uma redução no ganho de peso e consumo de ração dos frangos de corte. Segundo Murakami et al. (1995a), seu uso em substituição ao farelo de soja pode ser em torno de 20%, ficando em função dos preços dos insumos, sendo que na fase de 21 a 40 dias, Murakami et al. (1997) verificaram que esta inclusão pode ser feita até o nível de 33%, sem que haja efeito prejudicial no desempenho das aves. Para todas as fases dos frangos de corte, Brum et al. (1998a) recomendam utilização em até 30% de substituição do farelo de soja pelo farelo de canola. Na alimentação de poedeiras comerciais, Murakami et al. (1995b) verificaram que até o nível de 12,44%, a substituição pode ser realizada sem alterar o desempenho produtivo das aves.
O triticale é excelente matéria-prima alternativa para a formulação de rações de frangos de corte (Vieira et al., 1994) e pode ser incluído em até 60% nas rações sem comprometimento do desempenho das aves. Entretanto, foi observado que os melhores níveis de inclusão foram de 20 a 40% para as fases inicial e final, respectivamente (Albino et al., 1994). Brum et al. (1996) afirmaram que é possível substituir em até 75% do milho pelo triticale.
Rodrigues et al. (1999ab), avaliando o uso do milheto em rações para frangos de corte, determinaram que este pode ser incluído em até 40% nas rações de 1 a 21 e 22 a 42 dias de idade, sem alterar o desempenho das aves. Com a utilização do milheto substituindo o milho nas rações de poedeiras, Café et al. (1999) verificaram que o milheto pode substituir o milho em 100%, devendo ser utilizado um pigmentante natural ou sintético. O mesmo resultado foi observado por Leandro et al. (1999), trabalhando com codornas japonesas em postura.
O uso do farelo de girassol para frango de corte foi pesquisado por Furlan et al. (l999),os quais concluíram que este pode ser utilizado até o nível de 30% de substituição ao farelo de soja, o que corresponde a 15% de inclusão nas rações. Para poedeiras, Pinheiro et al. (1999a) observaram que o girassol pode ser incluído em até 21% nas rações de 6 a 18 semanas de idade. Analisando a inclusão de levedura nas rações de frangos de corte, Butolo et al. (1 997b) e Oliveira et al. (1 998a) relataram que no período de 1 a 21 e 1 a 42 dias de idade, pode ser incluído em até 5% nas rações. Este mesmo nível pode ser incluído em rações de poedeiras, conforme Botelho et al. (1998). Viola et al. (1996) verificaram efeitos prejudiciais ao desempenho no período de 1 a 21 dias de idade dos frangos, quando foi utilizado trigo nas rações. Pieniz et al. (1996) e Brum et al. (1998b) concluíram que o trigo pode substituir o milho, ocorrendo apenas redução na pigmentação da pele. Testando o aproveitamento do fósforo do farelo de arroz integral nas rações de frangos de corte, Souza & López (1994 e 1995) observaram que a inclusão de 14,4% deste alimento não trouxe prejuízos no desempenho das aves, mas não permitiu a retirada total do fosfato bicálcico da ração. Fireman et al. (1997), avaliando o uso de farelo de arroz desengordurado na dieta de poedeiras, detectaram a viabilidade de inclusão até o nível de 25,5%. Albino et al. (1997ab e 1998ab), analisando o uso de melaço em pó para frangos de corte e poedeiras concluíram que sua inclusão pode ser em até 12 e 7,63% nas rações, respectivamente.
Outros alimentos encontrados apenas em determinadas regiões devem ser estudados, na tentativa de diminuir os custos da produção das aves, como a farinha de algaroba (Tavares et al., 1995; Pinheiro et al., 1998 e l999b), a farinha de castanha do Brasil (Cruz & Macedo, 1995), a farinha de raiz de mandioca (Fonseca et al., 1998), farelo de coco (Vasconcelos & Brandão, 1995), o feno de amoreira (Dorigan et al.,1997), o extrato de urucum para poedeiras (Godoi et al., 1999), o feno de Leucaena leucocephala (Vicira et al.,1995), e o farelo de guandu (Mizuti et al., 1995, Pezzato et al., 1995 e 1997). E ainda alimentos como o alho, que pode ser alternativa como promotor de crescimento (Takaki et al., 1998) ou até mesmo o própolis e álcool no controle de salmonella (Mazzuco et al., 1994).
Os alimentos tradicionais que passam por diferentes processamentos, com a finalidade de melhorar a digestibilidade dos seus nutrientes, e as diferentes espécies dos alimentos também são objeto de estudo dos pesquisadores. Freitas et al. (1998) avaliaram a utilização do proteinoso de milho para frangos de corte de 1 a 21 dias de idade e observaram que é possível incluir até 15% deste alimento. Zanella et al.(1995) verificaram que o milho em grão pode ser fornecido junto com concentrado protéico para frangos de corte a partir de 15 dias de idade, sendo uma alternativa para pequenos produtores. O farelo residual de milho também pode substituir o milho da ração em até 50% (Zanotto et al., 1998). A avaliação das sojas integrais tostada e extrusada também foi realizada por Carvalho et al. (1994), Neto et al. (1996) e Laurentz et al. (1995); os últimos autores verificaram pequena vantagem da soja extrusada em relação à tostada, quando utilizados em rações para frangos de corte. Para poedeiras, Sakomura et al. (1995) observaram que os diferentes processamentos da soja afetam o desempenho das aves, recomendando portanto, os níveis de inclusão de 30 e 17% para a soja integral tostada e soja integral extrusada, respectivamente.
Formulação de Rações
Segundo Rosa et al. (1995), a formulação de dietas com base nas exigências de proteína total, certamente, não oferece aporte adequado de aminoácidos para que o animal maximize seu desempenho. Estes autores compararam o desempenho de frangos de corte submetidos a dietas formuladas com base nas necessidades de proteína bruta, aminoácidos totais e aminoácidos digestíveis, verificando que dietas de milho e soja formuladas para atender às exigências de aminoácidos digestíveis ou totais proporcionam melhor desempenho biológico e econômico, em relação àquelas formuladas à base de proteína bruta. Pupa et al. (1995), avaliando rações para frangos de corte formuladas com valores de aminoácidos digestíveis verdadeiros e alimentos alternativos, comentaram que o uso de alimentos alternativos com adequada suplementação de aminoácidos sintéticos pode trazer consideráveis benefícios econômicos à produção de frangos de corte. Mendonza et al. (1999) também verificaram que dietas formuladas para atender às exigências em aminoácidos digestíveis promoveram melhor desempenho biológico. Já Silva et al. (1999), formulando rações para poedeiras com base em aminoácidos digestíveis, não obtiveram os benefícios esperados. Averiguando o efeito da suplementação aminoacídica em dietas com baixo nível de proteína no desempenho de frangos de corte, Braga & Baião (1999) referiram que é possível reduzir os níveis de proteína bruta da ração de frangos de corte, para 20% na fase inicial, 18% na fase de crescimento e 16% na fase de acabamento, com a devida suplementação de lisina e metionina.
FORMA FÍSICA DA RAÇÃO
Avaliando a forma física da ração (farelada e peletizada) no desempenho e na incidência de síndrome ascítica de frangos de corte, Pedreira et al. (1995) observaram que a ração peletizada apresentou melhores resultados de peso vivo e conversão alimentar, entretanto houve maior mortalidade por síndrome ascítica aos 42 e 49 dias de idade. Lecznieski et al. (1996) também verificaram maiores ganho de peso e eficiência alimentar dos frangos de corte consumindo ração peletizada, porém houve também aumento na gordura abdominal. Determinando a influência da forma física de rações sobre o desempenho e composição de carcaça de fêmeas de corte (inverno), Rosa et al. (1996) concluíram que o melhor resultado econômico foi obtido com o uso de ração peletizada após 21 dias e farelada até 21 dias. Zanotto et al. (1999), verificando a granulometria do milho em rações fareladas para frangos de corte, observaram que o aumento da granulometria de 515 para 905 mm não afetou o desempenho das aves, mas o custo da ração e o gasto de energia elétrica foram reduzidos. Também pesquisando sobre a granulometria do milho no desempenho de frangos de corte, Magro et al. (1999) afirmaram que o desempenho dos frangos melhorou com partículas de 0,800 a 1,200 mm de diametro. Zanotto et al. (1995), trabalhando com três granulometrias do milho e duas formas físicas da ração em dietas para frangos de corte, constataram que, com o aumento da granulometria do milho moído de 506 para 1.050 mm em dietas fareladas ou trituradas, as aves tiveram desempenho semelhante e a ração triturada proporcionou melhor desempenho que a farelada. O desempenho das codornas também foi semelhante quando receberam rações com diferentes granulometrias do milho e do farelo de soja (Leandro et al., 1995).
PROGRAMAS DE ALIMENTAÇÃO
Diferentes programas alimentares têm sido utilizados com a finalidade de melhorar a produtividade, fornecendo quantidades de nutrientes mais adequados para aves e para cada período de criação (Shiroma et al., 1996a). Programas de alimentação para poedeiras foram testados por Lima et al. (1995) e Oliveira et al. (1998). Shiroma et al. (1996b), comparando o desempenho de frangos de corte com o fornecimento de três, quatro e cinco rações, durante o período de 1 a 49 dias de idade, verificaram que o programa com cinco rações foi o que teve melhor conversão alimentar, mas a gordura abdominal das aves aumentou com o número de rações fornecidas. Argenta et al. (1999), avaliando vários programas de alimentação para matrizes de corte na fase de produção, evidenciaram a necessidade de redução na quantidade de ração após o pico de produção de ovos.
A prática de restrição alimentar em idade precoce, visando alterar a curva de crescimento do frango de corte pela diminuição da taxa de ganho diário, por curto período de tempo, tem sido sugerida como alternativa para controlar a mortalidade por doenças metabólicas e diminuir a gordura abdominal (Rosa et al., 1994). Esses autores observaram redução no peso vivo de frangos de corte submetidos à restrição. Albanez et al. (1994) submeteram frangos de corte à restrição de 24 horas de 1 a 5 dias (a partir de 7 dias de idade e a cada uma semana) e relataram que o programa de restrição alimentar de até três dias não influiu no desempenho do frango, mostrando-se viáveis economicamente. Mikami et al. (1995ab), verificando a influência da restrição alimentar em dias alternados do 7o aos 19o dias de idade sobre o desempenho e as características de carcaça de frangos de corte, descreveram que não houve melhora no desempenho e na carcaça dos frangos. Já Machado et al. (1999) encontraram menor quantidade de gordura abdominal em frangos de corte aos 28 dias de idade submetidos à restrição alimentar, entretanto não ocorreu interferência na deposição de proteína. Sakomura et al. (1997), trabalhando com restrição qualitativa (15 e 30%) para frangos de corte no período de 7 a 14 dias, observaram que a diluição da ração com casca de arroz não afetou o desempenho dos frangos aos 45 dias de idade, enquanto o uso do calcário piorou o desempenho. Avaliando a restrição alimentar diurna e o fornecimento de ostras para poedeiras comerciais, Faria et al. (1996) verificaram que ambos não ofereceram benefícios à qualidade da casca e gravidade específica.
ADITIVOS
Enzimas, Probióticos e Ácidos Orgânicos
Suplementando dietas de frangos de corte com probiótico, antibiótico e ácidos orgânicos, Henrique et al. (1998ab) observaram que a utilização destes não promoveu melhorias no desempenho e rendimento de carcaça dos frangos. Em outro estudo realizado por Freitas et al. (1999), mas utilizando um complexo de enzimas nas rações de frangos de corte, também não foi encontrado efeito das enzimas nas dietas sobre o desempenho das aves. Em contraposição, Figueiredo et al. (1998) relataram melhores resultados de desempenho dos frangos com o uso das enzimas. Freitas et al. (1998) verificaram que a suplementacão enzimática não se mostrou eficiente para melhorar o desempenho zootécnico das poedeiras. Avaliando o desempenho de frangos de corte submetidos a dietas com níveis de triticale (0, 25, 50, 75 e 100%) e suplementadas com um complexo multienzimático, Fraiha et al. (1997) constataram melhora no desempenho das aves, redução no consumo e maximização do desempenho das aves em nível de 61,5% de substituição do milho por triticale, com o uso das enzimas.
Uma enzima muito estudada foi a fitase. Munaro et al. (1996) observaram que esta enzima age eficientemente sobre o fitato das fontes vegetais, tornando o fósforo mais disponível para as aves, recomendando o uso de 500 e 750 PU/g. López & López (1996) verificaram redução do teor de cinzas da tíbia, sem prejudicar o desempenho das aves com o uso de 15% de farelo de arroz na ração de frangos de corte e não constataram diferença entre o uso de fosfato bicálcico ou fitase. López et al. (1997) não encontraram alteração no teor de cinzas da tíbia dos frangos, com a adição de 15% do farelo de arroz na dieta, e confirmam o efeito positivo da fitase em aumentar a disponibilidade do fósforo para as aves. Outros pesquisadores relataram que o farelo de arroz integral pode ser utilizado em até 10% em níveis normais de fósforo; e com a inclusão de 15% do farelo, mas com o uso de fitase (1.250 U de fitase/kg), pode-se reduzir o fósforo em até 40% (Conte et al., 1999). Zanini et al. (1998) verificaram que a fitase pode melhorar a qualidade da dieta e a mineralização óssea dos frangos, por meio da liberação de minerais e nutrientes, além de poder reduzir a utilização de fosfato inorgânico. Em outro trabalho, os autores comentam que com o uso de enzimas há aumento da digestibilidade dos nutrientes da dieta, sendo possível reduzir o conteúdo energético da ração, sem afetar o desempenho das aves (Zanella et al., 1998). Gomes et al. (1998) detectaram que com a adição de enzimas há aumento do aproveitamento nutricional dos nutrientes da ração em até 2,55% da energia digestível. Outro ponto positivo na adição de fitase nas dietas de frangos de corte seria a redução de forma eficiente na quantidade de nitrogênio e fósforo das excretas, além de melhorar a retenção de fósforo pelas aves (Hossain et al., 1995). Avaliando a energia metabolizável do farelo de arroz, Conte et al. (1999) verificaram que este valor foi aumentado, quando houve adição de enzima. Sakomura et al. (1998) afirmaram que a adição de enzimas proporcionou melhorias na digestibilidade dos nutrientes das rações.
A utilização de probiótico na ração sobre o desempenho de frangos de corte foi estudada por Frizza et al. (1996), que não observaram diferenças no desempenho das aves com o uso desse aditivo. Loddi et al. (1998) relataram maior desempenho das aves que não receberam probiótico ou antibiótico nas rações. Franco et al. (1999) constataram desempenho semelhante das aves com o uso ou não de probióticos nas rações. Wolke et al. (1996) verificaram melhora no desempenho dos frangos de corte machos, com a utilização de probiótico na ração. Cavalcanti et al. (1996), analisando o uso de probióticos e farinha de carne e ossos com contaminação bacteriana, para frangos de corte, constataram que o probiótico diminuiu pela metade a incidência de diarréia e não alterou o efeito do uso da farinha de carne e ossos, mesmo com maior contaminação. Os probióticos usados nas rações de poedeiras podem levar à maior retenção de cálcio e fósforo na casca dos ovos, melhorando sua espessura e resistência (Pedroso et al., 1999). Pedroso et al. (1998) verificaram que para incrementar a espessura da casca, o probiótico deve ser utilizado durante toda a fase de criação das poedeiras, e quantidades adequadas de proteína bruta devem ser oferecidas às aves, principalmente na fase de recria, época do desenvolvimento fisiológico do aparelho reprodutor, pois influenciam a espessura da casca dos ovos. Giampauli et al. (1999) não relataram efeito do uso de probiótico, nas diferentes fases de vida, sobre parâmetros produtivos pós-muda forçada, produção e qualidade dos ovos das poedeiras.
O efeito do ácido fumárico sobre o desempenho de frangos de corte foi verificado por Sakomura et al. (1994), que verificaram redução no consumo de ração e melhora na conversão alimentar, indicando o nível de 0,5% nas rações. Stringhini et al. (1995b) observaram que à medida em que se elevou o ácido fumárico nas rações, houve aumento dos valores de energia metabolizável, sendo que a cada 1,0 g de ácido fumárico, houve acréscimo de 5,75 kcal de EM/kg. Okada et al. (1996), avaliando o efeito da adição de ácido fumárico em rações de poedeiras sobre os parâmetros de produção, constataram que não há justificativa do uso de ácido fumárico para poedeiras. Outros ácidos também foram testados em rações de frangos de corte, como o ácido fórmico e propiônico. Esses pesquisadores observaram que a adição de 2% da mistura dos ácidos orgânicos reduziu o desempenho na fase inicial, ao passo que, no período total (42 dias de idade), somente o consumo de ração foi afetado (Vale et al., 1999). A utilização de ácidos orgânicos como antifúngico foi estudada por Krabbe et al. (1997) e Dari et al. (1995), em que no segundo trabalho, foi verificado que a utilização dos ácidos propiônico e acético é eficiente para controlar o crescimento fúngico do milho com alto teor de umidade, desde que o armazenarnento não seja superior a 40 dias para o propiônico e 20 dias para o acético.
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NUN
Authorship
RV Nunes
Universidade Federal de Viçosa, Depto. de Zootecnia , Viçosa, Minas Gerais, BrazilUniversidade Federal de ViçosaBrazilViçosa, Minas Gerais, BrazilUniversidade Federal de Viçosa, Depto. de Zootecnia , Viçosa, Minas Gerais, Brazil
AH Nascimento
Universidade Federal de Viçosa, Depto. de Zootecnia , Viçosa, Minas Gerais, BrazilUniversidade Federal de ViçosaBrazilViçosa, Minas Gerais, BrazilUniversidade Federal de Viçosa, Depto. de Zootecnia , Viçosa, Minas Gerais, Brazil
LFT Albino
Universidade Federal de Viçosa, Depto. de Zootecnia , Viçosa, Minas Gerais, BrazilUniversidade Federal de ViçosaBrazilViçosa, Minas Gerais, BrazilUniversidade Federal de Viçosa, Depto. de Zootecnia , Viçosa, Minas Gerais, Brazil
HS Rostagno
Universidade Federal de Viçosa, Depto. de Zootecnia , Viçosa, Minas Gerais, BrazilUniversidade Federal de ViçosaBrazilViçosa, Minas Gerais, BrazilUniversidade Federal de Viçosa, Depto. de Zootecnia , Viçosa, Minas Gerais, Brazil
SCIMAGO INSTITUTIONS RANKINGS
Universidade Federal de Viçosa, Depto. de Zootecnia , Viçosa, Minas Gerais, BrazilUniversidade Federal de ViçosaBrazilViçosa, Minas Gerais, BrazilUniversidade Federal de Viçosa, Depto. de Zootecnia , Viçosa, Minas Gerais, Brazil
Nunes, RV et al. Results of Poultry Nutrition Research in Brazil: A Summary of the Last 5 years. Brazilian Journal of Poultry Science [online]. 2000, v. 2, n. 2 [Accessed 3 April 2025], pp. 115-139. Available from: <https://doi.org/10.1590/S1516-635X2000000200002>. Epub 02 June 2003. ISSN 1806-9061. https://doi.org/10.1590/S1516-635X2000000200002.
Fundação de Apoio à Ciência e Tecnologia AvicolasRua Barão de Paranapanema, 146 - Sala 72, Bloco A, Bosque., CEP: 13026-010. , Tel.: +55 (19) 3255-8500 -
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