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Revista Brasileira de Ensino de Física
Rev. Bras. Ensino Fís.
1806-1117
1806-9126
Sociedade Brasileira de Física
Abstract
In this article we offer a new method to obtain the Propagator of Electrodynamics. In order to achieve this goal we will use some important theorems of linear algebra such as the Cayley-Hamilton theorem and some theorems related to projection operators; thus providing an application of linear subspace theory in quantum field theory.
1. Introdução
Na Teoria Quântica de Campos (TQC) o cálculo do propagador é essencial para o desenvolvimento perturbativo na obtenção de seções de choque [1-4], assim como também para elucidar a natureza das excitações que surgem na interação entre partículas e campos [5-7]. Por essa razão, torna-se importante o conhecimento de diferentes métodos para calcular estes propagadores.
Neste trabalho apresentamos um método alternativo para o cálculo de propagadores, e o aplicamos para o caso da Eletrodinâmica. O método proposto é uma aplicação do Teorema de Cayley-Hamilton, no entanto, o conceito de projetores, e sua estreita relação com decomposição em soma direta, é muito útil no caso da Eletrodinâmica; fornecendo desta forma uma aplicação da Álgebra Linear [8-10] à TQC.
Iniciaremos apresentando o problema na seção (2) exemplificado pelo caso da Eletrodinâmica, tomando como ponto de partida a Lagrangiana e obtendo as equações de campo correspondente em termos do operador de onda. Na seção seguinte (3) faremos uma breve revisão de alguns conceitos e teoremas da Álgebra Linear, cujas demonstrações se encontram no Apêndice. Isto nos permite introduzir o método e apresentar suas implicações imediatas, além da sua aplicação. Dando continuidade, solucionaremos o problema para um operador de onda geral em (4); finalmente, em (5) aplicaremos o método para a obtenção do propagador da Eletrodinâmica.
2. Definição do Problema
Partiremos da Lagrangiana da Eletrodinâmica
L
=
-
1
4
F
μ
v
F
μ
v
−
1
2
α
(
∂
μ
A
μ
)
2
−
J
μ
A
μ
,
sendo Aμ o potencial vetor, Fμv=∂μAv−∂vAμ o tensor do campo eletromagnético e Jμ uma corrente externa. O termo de fixação de calibre, com o parâmetro α, deve ser incluído para que seja possível realizar o cálculo do propagador. De fato, como será mostrado, sem este termo o operador de onda não seria inversível.
Podemos reescrevê-la como
L
=
1
2
A
μ
O
μ
v
A
v
−
J
μ
A
μ
,
onde Oμv é o operador de onda, dado por
O
μ
v
=
□
n
μ
v
−
∂
μ
∂
v
+
1
α
∂
μ
∂
v
.
As equações de campo se escrevem da forma
(1)
O
μ
v
=
A
v
=
J
μ
,
cuja solução é dada por
A
v
(
x
)
=
A
h
v
(
x
)
+
∫
d
4
y
(
2
π
)
4
G
v
μ
(
x
−
y
)
J
μ
(
y
)
,
em que Ahv é a solução da equação homogênea associada a (1) e Gvμ são as funções de Green do operador de onda, isto é, são as soluções do seguinte sistema de equações
(2)
O
μ
v
G
v
β
(
x
−
y
)
=
δ
μ
β
δ
(
x
−
y
)
.
Para solucionar (2) usamos as transformadas de Fourier
G
v
μ
(
x
)
=
∫
e
i
p
⋅
x
G
˜
v
μ
(
p
)
d
p
,
δ
(
x
−
y
)
=
1
(
2
π
)
4
∫
e
i
p
.
(
x
−
y
)
d
p
,
que ao serem substituídas em (2) nos fornece uma equação algébrica, cuja solução será dada pela inversão do operador de onda no espaço de momentos, dado por
M
μ
v
(
p
)
=
−
p
2
(
δ
μ
v
−
p
μ
p
v
p
2
)
−
p
2
α
p
μ
p
v
p
2
,
ou, em termos dos operadores transverso T e longitudinal L,
(3)
M
μ
v
(
p
)
=
−
p
2
T
μ
v
(
p
)
−
p
2
α
L
μ
v
(
p
)
.
Portanto, o cálculo das funções de Green se reduz basicamente ao problema de inversão de (3), sendo portanto o objetivo deste trabalho.
Para isso precisamos entender algumas definições matemáticas e um pouco mais sobre projetores.
3. Formalismo matemático
Como vimos, a obtenção das funções de Green se reduz à inversão de operadores lineares, sendo portanto um problema de Álgebra Linear. Tendo isto em mente, faremos uma revisão de alguns conceitos e teoremas da álgebra linear que serão usados para a inversão, os principais sendo o Teorema de Cayley-Hamilton e alguns resultados sobre Projetores e sua relação com decomposição em soma direta. As demonstrações dos teoremas enunciados nesta seção se encontram no Apêndice.
Dado um operador linear T:
V→
V , onde V é um espaço vetorial de dimensão finita, seu polinômio característico é definido por
(4)
p
(
λ
)
=
d
e
t
(
A
−
λ
I
)
,
onde I é a matriz identidade (usaremos a mesma notação para o operador identidade) e A=[T]B é a matriz de T na base B={v1...,vd}, definida por Tvj=∑iAijvi.
Como sabemos, o polinômio característico p de T nos fornece seus autovalores (raízes de p), e em particular nos permite saber se T é inversível, já que este é o caso se, e somente se, p(0)=detA≠0. Além disso, como veremos a seguir, o polinômio característico também nos permite determinar o inverso T-1 de T.
Teorema 1.(teorema de Cayley-Hamilton) SejaT:V→Vum operador linear e p o seu polinômio característico. Então p anula o operador T, isto é, p(T)=0.
Teorema 2
(Polinômio Minimal) Seja
T
:
V
→
V
um operador linear. Então existe um único polinômio de grau
K
≥
1
p
0
(
λ
)
=
a
k
λ
k
+
a
k
−
1
λ
k
−
1
+
...
+
a
0
mônico (ak=1), o qual é o polinômio mônico de menor grau dentre aqueles que anulam T, sendo denominado o polinômio minimal de T. Além disso, p0 divide o polinômio característico de T e possui as mesmas raízes.
3.1. Consequência do Teorema de Cayley-Hamilton
Seja p(λ)=adλd+...+a1λ+a0 o polinômio característico de T, pelo teorema 1 temos
p
(
T
)
=
a
d
T
d
+
...
+
a
1
T
+
a
0
I
=
0.
Agora, supondo que T seja inversível, ou seja, detA=p(0)=a0≠0, e multiplicando ambos os membros da igualdade por T-1 obtemos adT(d−1)+...+a1I+a0T−1=0, donde
(5)
T
−
1
=
−
1
a
0
(
a
d
T
(
d
−
1
)
+
...
+
a
1
I
)
.
Assim, se T é inversível, então T-1 é uma combinação linear das potências de T e da identidade I, com coeficientes determinados pelo polinômio característico de T. Devemos observar que podemos utilizar qualquer polinômio que anule T, como por exemplo seu polinômio minimal p0, este tendo a possível vantagem de diminuir a ordem das potências que aparecem em (5), porém, encontrar p0 pode não ser uma tarefa fácil. Feita esta observação, discutiremos algumas implicações decorrentes de (5), que são relevantes em geral, e em particular para o caso de operadores de onda.
Suponhamos que T seja dado por uma combinação linear
(6)
T
=
∑
i
=
1
n
α
i
T
i
,
o que ocorre com operadores de onda, como em (3), vemos que T-1, caso exista, será uma combinação linear de I e produtos dos operadores Ti. Temos assim a motivação para determinar os produtos TiTj.
Um caso particular interessante ocorre quando TiTj. pertencem a Lin{T1,...,Tn} (subespaço gerado pelos operadores Ti, isto é TiTj=∑kβijkTk. De fato, se T=∑iαiTi for inversível, então T−1∈Lin{I,T1,...,Tn}, ou seja, será uma combinação linear de I e dos Ti. Notemos que, neste caso, o subespaço Lin{I,T1,...,Tn} será uma subálgebra, ou seja, se T, U∈Lin{I,
T1,
…,
Tn} sendo T inversível, então TU,T−1∈Lin{I,T1,...,Tn}.
Definicao 1.
Seja P:V→V um operador linear. Dizemos que P é um projetor se, e somente se, P2=P. Operadores deste tipo são ditos Idempotentes.
Uma consequência imediata é que todo vetor na imagem ImgP={Pv;v
∈
V} de um projetor P é seu autovetor com autovalor 1. De fato, se w∈ImgP, então w=Pv⇒Pw=P2v=Pv, ou seja, Pw=w.
Teorema 3.
Seja P:V→V um projetor, então têm-se
(7)
V
=
I
m
g
P
⊕
ker
P
.
Ou seja, um projetor P decompõe V como soma direta da sua imagem e do seu núcleo ker P={v;Pv=0}.Além disso, (V) (ker P)+ dim(ImgP).
Teorema 4. Seja P um projetor, então I-P também é projetor. Além disso
(8)
k
e
r
P
=
I
m
g
(
I
-
P
)
,
I
m
g
P
=
ker
(
I
-
P
)
.
Teorema 5. Seja W
=
W1
⊕...⊕
Wn⊂V a soma direta dos subespaços Wi. Se, para cada i, Bi é uma base de Wi, então a união delas B=B1
∪…∪
Bn é uma base do subespaço W, e portanto W=∑i=1ndim
Wi.
4. Solução do Problema
Visto que o operador de onda no espaço de momentos (3) é escrito de forma semelhante a seguinte
(9)
M
μ
v
=
α
L
μ
v
+
β
T
μ
v
,
onde α,β∈ℝ. Nosso objetivo principal será usar (9) para obter o operador inverso de (3) da forma mais geral possível. Para isso iniciaremos um estudo mais profundo dos operadores L,T:ℝd→ℝd, definidos por (Lx)μ=Lμvxv
e
(Tx)μ=Tμvxv,
onde
x=(x0,...,xd−1)∈ℝd, a fim de mostrar que são projetores e obtermos o núcleo e a imagem de cada um deles.
4.1. Operador L
Primeiro mostraremos que L é projetor, e para isto basta mostrar que o mesmo é idempotente, ou seja, L2=L. De fato, temos
L
μ
v
L
v
θ
=
p
u
p
v
p
2
p
v
p
θ
p
2
=
L
μ
θ
.
Dando continuidade, encontraremos as dimensões do núcleo e da imagem de L. Considere um vetor x∈ℝd qualquer, assim temos
(
L
x
)
μ
=
p
μ
p
v
p
2
x
v
=
(
p
⋅
x
p
2
)
p
μ
,
ou seja, Lx=p.xp2p, mostrando que a imagem de L é o subespaço gerado pelo vetor p∈ℝd Logo
(10)
d
i
m
(
I
m
g
L
)
=
1
,
uma vez que p≠0, pois estamos considerando o caso p2≠0, e pelo teorema 3, segue-se que
(11)
dim
(
ker
L
)
=
d
−
1.
4.2. Operador T
Da mesma forma que fizemos para L vamos mostrar que T é projetor. De fato, basta notar que T=I−L, e a conclusão segue do teorema 4. Além disso, pelo teorema 3, concluímos que
I
m
g
T
=
k
e
r
L
e
k
e
r
T
=
I
m
g
L
.
Observação: como L2=L e T2=T, temos então LT=L(I−L)=0; assim, pela discussão da seção anterior, concluímos que caso M=αL+βT seja inversível, então M−1 será uma combinação linear de I, L e T.
4.3. Polinômio Característico de M
Agora mostraremos como obter o polinômio característico do operador M=αL+βT a partir dos resultados encontrados sobre L e T=I−L. O ponto crucial para isto é a decomposição em soma direta
ℝ
d
=
ker
L
⊕
I
m
g
L
,
fato que decorre de L ser um projetor. De fato, levando em conta os resultados (10) e (11), escolhemos bases B1={v1,v2,…,
vd−1} de ker L e B2={vd} de ImgL, obtendo assim uma base B=B1∪B2 de ℝd, conforme o teorema 5. Como kerL=ImgT e ImgL=kerT, segue-se B={v1,…,
vd−1,
vd} é uma base de autovetores comuns a L e T, de maneira explícita,
L
(
v
i
)
=
0
,
T
(
v
i
)
=
v
i
,
L
(
v
d
)
=
v
d
,
T
(
v
d
)
=
0.
Aplicando M a vi e a vd, temos
M
(
v
i
)
=
α
L
(
v
i
)
+
β
T
(
v
i
)
=
β
v
i
,
M
(
v
d
)
=
α
L
(
v
d
)
+
β
T
(
v
d
)
=
α
v
d
.
Logo a matriz de M na base B é dada por
[
M
]
B
=
[
β
0
…
0
0
β
…
0
⋮
⋮
⋱
⋮
0
…
…
α
]
,
portanto, o polinômio característico de M=αL+βT é
(12)
p
(
λ
)
=
(
β
−
λ
)
(
d
−
1
)
(
α
−
λ
)
.
Logo M é inversível se, e somente se, p(0)≠0, o que equivale a dizer que α, β≠0.
4.4. Polinômio Minimal de M
Agora, obteremos o polinômio minimal de M, notando que existem duas possibilidades, a saber, α=β e α≠β.
Consideremos primeiramente α≠β, neste caso mostraremos que p0(λ)=(β−λ)(α−λ) é o polinômio minimal de M. Como p0 é o polinômio mônico de menor grau que possui as mesmas raízes que o polinômio característico de M, basta mostrar que p0 anula M. De fato, aplicando p0(M) aos vetores da base B, obtemos
p
0
(
M
)
(
v
i
)
=
(
α
I
−
M
)
(
β
I
−
M
)
(
v
i
)
,
p
0
(
M
)
(
v
i
)
=
(
α
I
−
M
)
(
β
v
i
−
β
v
i
)
=
0
,
e de forma análoga,
p
0
(
M
)
(
v
d
)
=
(
β
I
−
M
)
(
α
v
d
−
α
v
d
)
=
0.
Portanto, conclui-se que p0(λ)=(β−λ)(α−λ) é mesmo o polinômio minimal de M para α≠β.
Já para α=β, o polinômio minimal de M é p0(λ)=(λ−α). Com efeito, neste caso tal polinômio mônico é o de menor grau que possui as mesmas raízes que o característico de M, e como M=α(L+T)=αI temos p0(M)=(M−αI)=0.
5. Cálculo do Propagador
Por fim, vamos aplicar o método e obter M−1 partindo do polinômio minimal p0(λ)=(β−λ)(α−λ) de M, para o caso α≠β. Como
(
β
I
−
M
)
(
α
I
−
M
)
=
0
,
então
β
α
I
−
β
M
−
α
M
+
M
2
=
0
,
multiplicando ambos os membros por M−1, temos
M
−
1
=
1
α
(
I
−
T
)
+
1
β
(
I
−
L
)
,
como T=I−L,
M
−
1
=
1
α
(
I
−
I
+
L
)
+
1
β
T
,
portanto,
(13)
M
−
1
=
1
α
L
+
1
β
T
.
Notemos que este resultado também é válido para α=β, pois neste caso temos M=α(L+T)=αI. Diante do resultado (13) é evidente que para encontrarmos o inverso de (3) basta invertermos os termos que acompanham os operadores L e T, assim obtemos
(14)
G
˜
μ
v
(
p
)
=
−
1
p
2
[
δ
μ
v
−
(
1
−
α
)
p
μ
p
v
p
2
]
.
6. Conclusão e Perspectivas
Neste artigo foi abordado o problema da obtenção do propagador da Eletrodinâmica de forma alternativa obtendo o resultado já conhecido na literatura [5-7].
Embora o método seja um pouco trabalhoso, este nos oferece uma forma mais rica de realizar este cálculo, uma vez que faz amplo uso dos métodos da álgebra linear, permitindo assim a sua utilização nas matérias de Física ou Matemática elementares como um exemplo de aplicação.
Visto que o método nos oferece uma separação em soma direta de subespaços; será interessante saber se o método pode ter utilidade prática, sendo, por isso, necessário generalizá-lo para obter o propagador do graviton, onde sabe-se que aparecem setores não diagonais no cálculo do propagador [5-7].
Material Suplementar
O seguinte material suplementar está disponível online:
Apêndice
Referências
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Itzykson
C.
Zuber
J.B.
Quantum Field Theory
Mcgraw-hill
New York
1980
705
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Ryder
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Quantum Field Theory
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Schwartz
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Quantum Field Theory and the Standard Model
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An Introduction to quantum field theory
Addison-Wesley Publishing Company
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Accioly
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Helayel-Neto
J.
Pereira-Dias
B.
Hernaski
C.
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86
105046
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[5] A. Accioly, J. Helayel-Neto, B. Pereira-Dias e C. Hernaski, Phys. Rev. D 86, 105046 (2012).
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Baeta Scarpelli
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H.
Boldo
J.L.
Helayel-Neto
J.A.
Phys. Rev. D
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Boldo
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Helayel-Neto
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Moraes
L.M.
Sasaki
C.A.G.
Vasquez Otoya
V.J.
Phys. Lett. B
689
112
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Springer-Verlag
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IMPA
Rio de Janeiro
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Linear Algebra Done Right
Springer-Verlag
New York
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Authorship
Flávio P. Cruz
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais, Juiz de Fora, MG, BrasilInstituto Federal de EducaçãoBrasilJuiz de Fora, MG, BrasilInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais, Juiz de Fora, MG, Brasil
José A. Santos
*
*Endereço de correspondência: joseamanciods@gmail.com.
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais, Juiz de Fora, MG, BrasilInstituto Federal de EducaçãoBrasilJuiz de Fora, MG, BrasilInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais, Juiz de Fora, MG, Brasil
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais, Juiz de Fora, MG, BrasilInstituto Federal de EducaçãoBrasilJuiz de Fora, MG, BrasilInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais, Juiz de Fora, MG, Brasil
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais, Juiz de Fora, MG, BrasilInstituto Federal de EducaçãoBrasilJuiz de Fora, MG, BrasilInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais, Juiz de Fora, MG, Brasil
Cruz, Flávio P., Santos, José A. and Otoya, Victor J. V.. A New Method to get the Propagator of Electrodynamics. Revista Brasileira de Ensino de Física [online]. 2019, v. 41, n. 3 [Accessed 3 April 2025], e20180217. Available from: <https://doi.org/10.1590/1806-9126-RBEF-2018-0217>. Epub 17 Dec 2018. ISSN 1806-9126. https://doi.org/10.1590/1806-9126-RBEF-2018-0217.
scite shows how a scientific paper has been cited by providing the context of the citation, a classification describing whether it supports, mentions, or contrasts the cited claim, and a label indicating in which section the citation was made.