CHOJECKI et al.; (8) 2010 |
Estudantes a frequentar o segundo ano do Curso de Enfermagem (n=10) e enfermeiros orientadores (n=2). |
Aprendizagem por pares, em contexto de ensino clínico. |
Comunicação e aprendizagem facilitadas, apoio físico e emocional. Competências técnicas e psicomotoras: liderança, pensamento crítico, conhecimentos específicos em relação ao contexto, compreensão e promoção da cooperação na aprendizagem. |
Qualitativo |
CHRISTIANSEN e BELL; (9) 2010 |
Estudantes do primeiro e do terceiro ano do Curso de Enfermagem (n=54). |
Programa de tutoria entre estudantes. |
Redução do sentimento de isolamento social e ansiedade, promoção de apoio emocional, mecanismos de coping, aquisição de modelos de referência de atuação, e comunicação eficaz. |
Qualitativo |
GARRET et al.; (10) 2010 |
Estudantes de enfermagem séniores (n=30). |
Simulação de alta-fidelidade. Visionamento da gravação, debate e reflexão orientada. |
Exercício do trabalho em equipe, reconhecimento do impacto das suas intervenções, sentimento de confiança e de segurança para intervir. |
Qualitativo |
MORRISON e CANTAZARO; (11) 2010 |
Estudantes no último ano do Curso de Enfermagem. |
Simulação de uma emergência de saúde pública. Aula teórica com powerpoint, vídeos e participação de peritos. Reflexão escrita e sessão de debate. |
Reforço das competências anteriormente adquiridas e desenvolvimento de novas competências: coordenação, liderança e trabalho em equipe. |
Qualitativo e quantitativo |
RUTH-SAHD et al.; (12) 2010 |
Estudantes do último ano do Curso de Enfermagem (n=78). |
Curso clínico de verão ( Externship Nursing Program ). |
Comunicação, o ênfase nos cuidados individualizados, a importância do tempo para cuidar, o significado de ser “um bom enfermeiro”. |
Qualitativo |
SANDAHL et al.; (13) 2010 |
Estudantes séniores, a frequentar o Curso de Enfermagem (n=110). |
Aprendizagem por pares, em contexto de realização de exame teórico. |
Colaboração, desenvolvimento do conhecimento, pensamento crítico, tomada de decisão e as relações intergrupais. Promove a interação, a discussão, o debate de ideias, a escuta ativa, e o respeito pelo outro nas tomadas de decisão. |
Quantitativo |
WATT et al.; (14) 2010 |
Estudantes do último ano do Curso de Enfermagem (n=118). |
Aprendizagem em grupo, orientação por colegas, debates reflexivos e simulações de baixa fidelidade. |
Redução da ansiedade e aumento da auto-eficácia. |
Quantitativo |
KAPLAN e URA; (15) 2010 |
Estudantes (n=97) a frequentar o último semestre, do último ano do Curso de Enfermagem. |
Simulação com múltiplos manequins (três clientes em simultâneo). Reuniões de debate e reflexão crítica. |
Pensamento crítico, indispensável, tomada de decisão e para o trabalho em equipe. Capacidade para comunicar, priorizar, liderar, delegar e implementar ações de enfermagem a clientes em simultâneo. |
Quantitativo e qualitativo |
HUSEBø et al.; (16) 2011 |
Estudantes a frequentar o último semestre do terceiro ano (n=81). Enfermeiras (n=5). |
Simulação de emergência cardiorrespiratória de um cliente. Antes do treino, receberam formação sobre linhas orientadoras de ressuscitação europeia. |
Comunicação verbal e não verbal na intervenção em equipe. |
Qualitativo e quantitativo |
VOGT et al.; (17) 2011 |
Estudantes do Curso de Enfermagem (n=26). |
Formação on-line, com discussão de estudos de caso relacionados com o contexto. Participação num campo de férias para crianças diabéticas, com posterior reflexão escrita (sob a forma de jornais reflexivos). |
Comunicação interpessoal e colaboração multiprofissional, exercício da liderança, pensamento crítico, gestão dos cuidados e participação nas tomadas de decisão diárias. |
Qualitativo e quantitativo |
BAXTER et al.; (18) 2012 |
Estudantes voluntários do quarto ano do Curso de Enfermagem (n=27). |
Estratégias pedagógicas (de vídeo, presenciais e práticas), na resposta a situações simuladas de emergência. |
Aprendizagem e cooperação na intervenção em emergência. |
Quantitativo |
FAY-HILLIER et al.; (19) 2012 |
Estudantes (n=9) que frequentavam a unidade curricular de Saúde Mental do Curso de Enfermagem. |
Simulações com o recurso a Standardized Patients (SPs). Entrega de material pedagógico. Debate crítico. |
Saber fazer, aprender com os erros, analisar as crenças e preconceitos, melhorar a comunicação, incentivar a práticas colaborativas; crítica reflexiva. |
Qualitativo |
SHARPNACK e MADIGAN; (20) 2012 |
Estudantes a frequentar o segundo ano do Curso de Enfermagem (n=32). |
Simulações de baixa fidelidade e “role play” . Sistemas electrónicos: Electronic Health Records (EHR), Computer Assisted instruction (CAI) e software Captivate® . |
Implementação da teoria na prática. O debate após a simulação permite a consolidação dos conhecimentos e a reflexão crítica das intervenções. |
Quantitativo e qualitativo |
SPENCE et al.; (21) 2012 |
Estudantes do segundo (n=8) e do terceiro ano (n=1 ou n=2). Enfermeiras e enfermeiras docentes (n=21). |
Ensino clínico, com inserção em contexto hospitalar. |
Inclusão na equipe de enfermagem, com possibilidade de desenvolvimento da sua capacidade para colaborar com a mesma. |
Qualitativo e quantitativo |
SVEJDA et al.; (22) 2012 |
Estudantes no primeiro ano do Curso de Enfermagem, alvo do novo modelo de ensino clínico (n=61). Estudantes em contexto tradicional de ensino (n=61), no primeiro ano da mesma escola. |
Estágio clínico, simulações de alta fidelidade e realização de portfólios. |
Confiança e desenvolvimento da competência de intervenção nos cuidados, a integração na equipe de saúde, o desenvolvimento de relações e um sentimento de pertencimento à profissão. |
Qualitativo |
YONGE et al.; (23) 2013 |
Estudantes do último ano do Curso de Enfermagem (n=4). Enfermeiros orientadores (n=4). |
Estágio clínico em meio rural. Fotografias narradas. |
Sentimento de pertencimento, e confiança na autonomia para agir. A interdependência, o reconhecimento do seu papel e dos restantes profissionais. |
Qualitativo |
ZANDEE et al.; (24) 2013 |
Estudantes do Curso de Enfermagem. Residentes de três bairros desfavorecidos. |
Estágio clínico comunitário. |
Competências para intervir em equipe na resposta às necessidades de saúde pública/comunitária. |
Quantitativo |
ZARSHENAS et al.; (25) 2014 |
Estudantes de enfermagem (n=35) a frequentar os semestres (do segundo ao oitavo). Enfermeiras (n=8). |
Estágio clínico. |
Integração em equipe de saúde, divisão do trabalho, assumir responsabilidade, sentimento de identificação com a profissão. |
Qualitativo |