Resumo
A eutanásia é o ato deliberado de terminar a vida de uma pessoa, a pedido do paciente ou de seus familiares. Este estudo avaliou os conhecimentos, atitudes e fatores associados sobre eutanásia em internos de medicina de uma universidade peruana (2023–2024). Foi realizado um estudo analítico, transversal, com 103 participantes. Frequências, percentuais e razões de prevalência foram calculadas por meio de regressão de Poisson (IC 95%, p<0,05). Do total, 55,3% eram mulheres, com média de idade de 24,9 anos. Verificou-se que 63,1% apresentaram alto nível de conhecimento sobre eutanásia e 50,5% demonstraram atitude negativa em relação a essa prática. Não foi encontrada associação significativa entre conhecimento e atitude (p>0,05); entretanto, houve associação significativa entre conhecimento em bioética e nível de conhecimento sobre eutanásia (p=0,00), assim como entre ter visto ou lido casos de eutanásia e o nível de conhecimento (p=0,00).
Palavra-chave:
Conhecimento; Atitude; Estudantes de medicina; Eutanásia
Abstract
Euthanasia is the deliberate act of ending a person’s life at the request of the patient or their family. This study assessed the knowledge, attitudes, and associated factors regarding euthanasia among medical interns at a Peruvian university (2023–2024). An analytical, cross-sectional study was conducted with 103 participants. Frequencies, percentages, and prevalence ratios were calculated using Poisson regression (95%CI, p<0.05). Of the participants, 55.3% were female, with a mean age of 24.9 years. In total, 63.1% demonstrated a high level of knowledge about euthanasia, while 50.5% showed a negative attitude toward this practice. No significant association was found between knowledge and attitude (p>0.05); however, there was a significant association between bioethics knowledge and knowledge level (p=0.00), and between having seen or read about euthanasia cases and knowledge level (p=0.00).
Keywords:
Knowledge; Attitudes; Students, medical; Euthanasia
Resumen
La eutanasia es el acto deliberado de terminar con la vida de una persona, a solicitud del paciente o sus familiares. Este estudio evaluó los conocimientos, actitudes y factores asociados sobre la eutanasia en internos de medicina de una universidad peruana (2023-2024). Se realizó un estudio analítico, transversal, con 103 participantes. Se calcularon frecuencias, porcentajes y razones de prevalencia mediante regresión de Poisson (IC 95%, p<0,05). El 55,3% fueron mujeres, con una edad media de 24,9 años. El 63,1% tuvo conocimientos altos sobre eutanasia; y el 50,5% mostró una actitud negativa hacia esta práctica. No se halló asociación entre conocimientos y actitud (p>0,05), pero sí entre conocimientos en bioética y nivel de conocimientos sobre la eutanasia (p=0,00), y entre haber visto o leído casos de eutanasia y el nivel de conocimientos (p=0,00).
Palabras clave:
Conocimientos; Actitudes; Estudiantes de medicina; Eutanasia
A eutanásia, entendida como o ato de pôr fim à vida de um paciente sob pedido explícito, a fim de aliviar o sofrimento causado por uma doença incurável, é um tema complexo e controverso que gera debates éticos, jurídicos e sociais a nível mundial. Especificamente, esse conceito tem sido amplamente discutido nos países industrializados, onde questionam do ponto de vista ético sua execução, a possível violação do juramento de Hipócrates e seu confronto com diversas crenças religiosas 1.
Atualmente, a eutanásia voluntária – realizada com o consentimento do paciente – é aceita legalmente em apenas alguns países, como Canadá, Nova Zelândia, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Colômbia, Espanha e alguns estados da Austrália 2. Nesses contextos, reconhece-se os deveres do médico em relação aos pacientes terminais, enfatizando a prestação de cuidados adequados que garantam uma morte digna, o alívio do sofrimento e a preservação, na medida do possível, da qualidade de vida até o fim 2.
A eutanásia pode ser definida como a ação de um profissional de saúde que acelera ou facilita a morte rápida e sem dor de um paciente, sob pedido deste, a fim de libertá-lo de um sofrimento intolerável e irreversível 3. É essencial diferenciá-la de outras práticas, como o suicídio assistido, que implica que o paciente termine sua vida com meios fornecidos pelo médico, sem intervenção direta deste profissional; e a distanásia, que se refere ao prolongamento artificial da vida por meio do uso de tecnologia médica em pacientes com doenças irreversíveis ou terminais 4.
Dependendo de sua modalidade de ação, a eutanásia pode ser classificada como passiva, ativa e ativa indireta. A eutanásia passiva ocorre quando um tratamento necessário é omitido ou uma terapia é interrompida para evitar o sofrimento prolongado do paciente. Atualmente, prefere-se o termo “limitação do esforço terapêutico” em reconhecimento da importância de evitar o prolongamento desnecessário da agonia 5. A eutanásia ativa envolve a administração de uma substância letal para provocar a morte do paciente terminal sob seu pedido, como o uso de altas doses de morfina 3. Por fim, a eutanásia ativa indireta é baseada no uso de medicamentos destinados a aliviar a dor, mesmo quando podem acelerar a morte, como analgésicos potentes 4.
O debate sobre a eutanásia na área médica abrange múltiplos fatores, relacionados a fatores clínicos, sociodemográficos, jurídicos, políticos, religiosos e éticos, que influenciam o conhecimento e as atitudes dos profissionais de saúde. Do ponto de vista bioético, há posturas contraditórias: o princípio da autonomia garante o direito do paciente de decidir sobre seu tratamento, enquanto o princípio da não maleficência e o direito fundamental à vida, fundamentados na Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas, podem ser interpretados como argumentos contrários a essa prática 4.
Do ponto de vista jurídico, a regulamentação da eutanásia varia globalmente. Em países como Albânia, Luxemburgo e Alemanha, a eutanásia voluntária é permitida, enquanto o suicídio assistido está legalizado na Suíça e em alguns estados dos Estados Unidos 6. Na Holanda, Bélgica e Colômbia, a eutanásia foi despenalizada. Na região da América Latina, o Chile discute a lei “Muerte digna y cuidados paliativos”, que busca regulamentar tanto a eutanásia quanto o suicídio assistido 3.
No Peru, a eutanásia é considerada ilegal pela legislação vigente. Sua despenalização exigiria uma reforma regulatória, mas, mesmo nesse cenário, os médicos teriam direito à objeção de consciência. O Código Internacional de Ética Médica, desenvolvido pela Associação Médica Mundial, reafirma o compromisso do Juramento de Hipócrates de preservar a vida em todas as circunstâncias 5. Da mesma forma, o Código de Ética e Deontologia do Colegio Médico del Perú defende a vida como um direito fundamental e enfatiza que a assistência médica deve garantir o respeito ao processo natural da morte, evitando prolongamentos desnecessários do sofrimento e promovendo o uso de cuidados paliativos quando necessário 7.
Estudos anteriores mostraram que a percepção da eutanásia entre estudantes de medicina tende a ser favorável, com maior inclinação entre os homens e aqueles com crenças agnósticas 6. Embora os avanços na medicina e na tecnologia tenham possibilitado o prolongamento da vida, eles também levantaram questões sobre a qualidade de vida e o direito a uma morte digna, abrindo uma porta para análise bioética e participação do médico.
Este estudo busca contribuir com a compreensão das percepções e atitudes dos futuros médicos sobre a eutanásia, considerando variáveis como idade, sexo e crenças religiosas. O objetivo é determinar o nível de conhecimento e atitudes em relação à eutanásia, bem como seus fatores associados, em estagiários de medicina de uma universidade peruana durante o período 2023-2024.
Material e métodos
Foi realizado um estudo quantitativo, observacional, analítico e transversal em uma amostra de 103 estagiários de medicina da Universidade Ricardo Palma.
Para a análise dos dados, foram calculadas frequências e porcentagens e foi aplicada regressão de Poisson para estimar as razões de prevalência bruta e ajustada, com seus respectivos intervalos de confiança de 95% (IC95%), considerando um valor de p<0,05 como estatisticamente significativo.
A coleta de dados foi realizada por meio de uma técnica de entrevista, utilizando um questionário desenvolvido por Ramírez e colaboradores, publicado em 2016, destinado a avaliar conhecimentos e atitudes sobre a eutanásia em estagiários de medicina e médicos residentes 8,9.
Em relação aos aspectos éticos, este estudo foi avaliado e aprovado pelo Comitê de Ética Institucional da Universidade Ricardo Palma. O respeito à autonomia dos participantes foi preservado por meio da assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido.
Resultados
A Tabela 1 mostra que, dos 103 estagiários de medicina avaliados, 55,3% eram do sexo feminino. A média de idade foi de 24,9+3,8 anos. Em relação à crença religiosa, a maioria dos participantes se identificou como católica (73,8%), enquanto a menor proporção correspondeu à religião evangélica (2,9%).
Além disso, 95,1% (98 participantes) da amostra relatou ter conhecimentos sobre eutanásia, ter recebido formação em bioética e presenciado um caso relacionado a esse tema. Em relação à atitude diante da eutanásia, 87,4% (90 participantes) manifestaram-se favoráveis, enquanto 12,6% (13 participantes) expressaram sua discordância (Tabela 2).
Na análise bivariada, não foi encontrada associação entre a atitude diante da eutanásia e as variáveis: nível de conhecimento sobre o tema, idade, sexo, crença religiosa, percepção de conhecimento sobre Bioética e experiência prévia ao observar ou ler sobre um caso (p>0,05) (Tabela 3).
Da mesma forma, não foi encontrada associação entre o nível de conhecimento sobre a eutanásia e as variáveis sexo, crença religiosa e ser a favor ou contra a eutanásia (p>0,05). No entanto, foi identificada associação significativa com as variáveis idade, conhecimento sobre bioética e ter ouvido, lido ou presenciado um caso de eutanásia (Tabela 4).
Por último, na análise multivariada, verificou-se que o baixo nível de conhecimento sobre a eutanásia esteve significativamente associado aos participantes que relataram “não ter conhecimento sobre bioética” (RPa: 2,56; IC95%: 1,66–3,94; p=0,00), ajustado para as covariáveis idade e ter visto ou lido um caso de eutanásia (Tabela 5).
Discussão
A eutanásia é um tema de grande complexidade, com profundas implicações morais, legais, bioéticas e religiosas, que tem gerado constante debate tanto na comunidade médica quanto na sociedade em geral. Neste estudo, foram analisados os conhecimentos e atitudes em relação à eutanásia em estagiários de medicina de uma universidade peruana, avaliando também a influência de fatores como religião, formação em bioética e experiência prévia com casos reais.
Em relação às atitudes, evidenciou-se que ser favorável à eutanásia está associado a uma maior probabilidade de desenvolver uma postura positiva em relação a essa prática, sugerindo que as crenças pessoais influenciam diretamente na sua aceitação. Esse achado coincide com o estudo de Ramírez 8, que relatou que 88,3% dos estudantes peruanos tinham uma atitude negativa, fundamentada principalmente em argumentos bioéticos e na concepção da eutanásia como atentado à vida humana.
Em contraste com o estudo de Lachowski, que relata que mais de um quarto dos estudantes avaliados expressaram apoio à legalização da eutanásia na Polônia, essa atitude mostra um conflito entre as próprias convicções e as normas legais, o que, no futuro exercício da profissão médica, poderia dificultar a tomada de decisões apropriadas no tratamento de pacientes críticos 2.
Em relação à religião, neste estudo 73,8% dos entrevistados identificavam-se como católicos, 16,5% como agnósticos, 2,9% como evangélicos e 6,8% como pertencentes a outras religiões. Essa distribuição coincide com a relatada por D’Amico 4, em um estudo em que a religião católica predominou com 60,81%, seguida da religião evangélica com 18,45%. O estudo de Mahnoor 10 concluiu que a maioria dos alunos são contra à eutanásia e ao suicídio assistido por um médico (SAP) por causa de suas crenças religiosas e seu otimismo em relação à vida. Da mesma forma, Acosta-Quiroz e colaboradores 11 apontam que a aceitação da eutanásia é influenciada por fatores culturais, especialmente a religião, pois as pessoas com crenças religiosas tendem a ser contra essa prática. No entanto, chama atenção que, embora 73,8% dos participantes se identificassem como católicos, cerca de 50% eram a favor da eutanásia, o que contrasta com o que foi apresentado anteriormente, indicando que poderia haver outros fatores envolvidos.
Em relação à formação em bioética, 95,1% dos estagiários receberam instrução nessa área, 89,3% o fizeram na universidade e apenas 5,8% testemunharam um caso real de eutanásia. Esses resultados são comparáveis aos de Ramírez 8, que constatou que 97,5% dos estudantes tinham formação bioética, embora 11,7% foram expostos a casos de eutanásia. Essa discrepância aponta que, embora a formação teórica seja extensa, a experiência prática é limitada, o que poderia dificultar a aplicação efetiva do conhecimento bioético; portanto, fica evidente a necessidade de fortalecer o ensino de bioética por meio de metodologias que permitam a reflexão crítica e a simulação de dilemas éticos reais.
Em relação ao nível de conhecimento sobre eutanásia, 63,1% dos estagiários tinham um nível elevado, enquanto 36,9% apresentaram um nível baixo, revelando uma lacuna significativa na compreensão deste tema. Estudo realizado no Brasil por Vilela e Caramelli 12 constatou que apenas 63,3% dos médicos especialistas conheciam a definição de eutanásia, reforçando a ideia de que a formação acadêmica nem sempre garante o conhecimento aprofundado. Em contrapartida, Ramírez 8 relatou que 70,6% dos estagiários e médicos residentes no Peru apresentaram alto nível de conhecimento, sugerindo que fatores como contexto institucional e abordagem curricular poderiam influenciar a aquisição de conhecimentos.
Não foi encontrada associação estatisticamente significativa entre o nível de conhecimentos e as atitudes em relação à eutanásia, o que sugere que conhecer mais sobre o tema não determina necessariamente uma postura específica. Isso pode ser explicado pela influência de fatores pessoais, como valores, crenças religiosas e experiências anteriores. No entanto, este achado difere do estudo de Lovera Hidalgo e colaboradores 13, realizado com estudantes de enfermagem da Universidad Nacional de la Amazonía Peruana, no qual foi evidenciada uma correlação entre conhecimento e atitude, indicando a necessidade de mais pesquisas que explorem essas relações em diferentes populações e contextos profissionais.
Por outro lado, foi identificada uma associação significativa entre o conhecimento em bioética e uma atitude favorável à eutanásia. Embora não tenham sido encontrados estudos que contrariem esse resultado, considera-se que deve ser investigada com mais detalhe como essa formação influencia a tomada de decisão na prática médica real, bem como se essa influência se mantém ao longo do tempo. É pertinente explorar se os futuros médicos ao longo dos anos continuam a refletir criticamente sobre esses temas e conseguem amadurecer suas posturas de forma ética e consciente.
Um estudo realizado em Portugal com estudantes de medicina do último ano, durante o período 2015-2016, constatou que a maioria era a favor da legalização da eutanásia (73%) e do suicídio assistido (56%), sendo que a maioria dos entrevistados eram mulheres jovens, solteiras e com crenças religiosas, e mais de metade tinham tratado doentes terminais. Este estudo concluiu que os futuros médicos portugueses mostraram maior aceitação da eutanásia e do suicídio assistido em comparação com os seus pares de outros países europeus, reforçando a importância de considerar as particularidades culturais e sociais na formação médica 14.
Da mesma forma, o estudo realizado por Rodríguez-Calvo e colaboradores 15 mostrou que a maioria dos entrevistados – estudantes de medicina, direito e enfermagem – expressou uma atitude favorável à eutanásia (75%) e ao suicídio medicamente assistido (54%); além disso, foi identificada uma correlação estatisticamente significativa entre essas atitudes e os princípios éticos que as sustentam (p<0,001), bem como entre atitudes positivas e a disposição de participar desses procedimentos se fossem legalmente permitidos.
Por outro lado, uma pesquisa realizada no Brasil sobre as percepções dos profissionais de saúde em relação à eutanásia mostrou uma diversidade de opiniões, tanto a favor quanto contra. No entanto, essa constatação deve ser interpretada considerando que, no contexto brasileiro, a eutanásia é legalmente criminalizada e há uma influência marcante dos valores religiosos na sociedade 16. Essas condições podem restringir o debate aberto sobre a prática, especialmente em ambientes de trabalho, de modo que é plausível supor que mesmo profissionais com atitudes favoráveis possam vivenciar profundos dilemas éticos e emocionais diante da possibilidade de se envolver nesses procedimentos, devido ao medo de enfrentar consequências legais ou julgamentos morais.
Era plausível o fato de que ser favorável à eutanásia está relacionado a atitudes positivas em relação à sua implementação, tendo em vista que as crenças pessoais têm um peso importante na percepção dessa prática. Isso implica que os futuros profissionais que aprovem a eutanásia podem estar mais dispostos a considerá-la em situações clínicas, o que poderia eventualmente impactar seu desempenho profissional e sua interação com os pacientes no final da vida.
Considerações finais
Destaca-se que 63,1% dos estagiários de medicina apresentaram baixo nível de conhecimentos sobre a eutanásia e 50,5% manifestaram uma atitude negativa em relação a essa prática. Embora não tenha constatada uma associação significativa entre nível de conhecimento e atitudes (p>0,05), foi encontrada uma relação estatisticamente significativa entre o conhecimento em bioética e o nível de conhecimentos sobre eutanásia (p=0,00), bem como entre ter visto ou lido casos relacionados e o nível de conhecimento sobre esse procedimento (p=0,00). Entre as limitações deste estudo, destaca-se o desenho transversal, que impede estabelecer causalidade ou extrapolar os resultados para outras populações.
Os resultados desta pesquisa têm implicações relevantes para a educação médica e a prática clínica. Em primeiro lugar, mostram que o ensino sobre eutanásia e bioética não deve se limitar ao conhecimento teórico, também deve abordar crenças e atitudes pessoais. Em segundo lugar, destacam a necessidade de que os futuros médicos devem estar cientes de suas posturas éticas e preparados para agir com respeito e empatia em relação aos pacientes em situações terminais. Recomenda-se que as universidades e o Colegio Médico del Perú desenvolvam programas de capacitação e incentivem pesquisas ativas sobre eutanásia, a fim de melhorar a preparação ética e profissional dos futuros médicos.
Referências
-
1 Herath M, Wijayawardhana K, Wickramarachchi U, Chaturaka R. Attitudes on euthanasia among medical students and doctors in Sri Lanka: a cross sectional study. BMC Medical Ethics [Internet]. 2021 [acesso 18 mar 2025];22(1):162. DOI: 10.1186/s12910-021-00731-2
» https://doi.org/10.1186/s12910-021-00731-2 -
2 Lachowski S, Luszczki J, Lachowska B, Florek-Luszczki M. Euthanasia in opinions of students of medicine. Ann Agric Environ Med [acesso 18 mar 2025];30(1):148-55. DOI: 10.26444/aaem/160085
» https://doi.org/10.26444/aaem/160085 -
3 Picón-Jaimes YA, Lozada-Martinez ID, Orozco-Chinome JE, Montaña-Gómez LM, Bolaño-Romero MP, Moscote-Salazar LR et al. Euthanasia and assisted suicide: an in-depth review of relevant historical aspects. Ann Med Surg (Lond) [Internet]. 2022 [acesso 18 mar 2025];75:103380. DOI: 10.1016/j.amsu.2022.103380
» https://doi.org/10.1016/j.amsu.2022.103380 -
4 D´Amico López R, De Benedictis Serrano GA, Coiran Mendoza HH, Castro Álvarez JF. Conocimiento y percepción de la eutanasia en estudiantes y profesionales de medicina. Med Ética [Internet]. 2020 [acesso 18 mar 2025];31(3):677-712. DOI: 10.36105/mye.2020v31n3.05
» https://doi.org/10.36105/mye.2020v31n3.05 -
5 The World Medical Association. Archivadas: Resolucion de la AMM sobre la Eutanasia [Internet]. 2019 [acesso 18 mar 2025]. Disponível: https://sl1nk.com/Hz69c
» https://sl1nk.com/Hz69c -
6 Arbaiza CMU, Asmat CMM. Eutanasia en el Perú y su regulación jurídica como alternativa a una muerte digna. SSIAS [Internet]. 2016 [acesso 18 mar 2025];9(2). Disponível: https://sl1nk.com/f5odD
» https://sl1nk.com/f5odD -
7 Colegio Médico del Perú. Código de Ética y Deontología del CMP. [Internet]. 2021 [acesso 18 mar 2025]. Disponível: https://sl1nk.com/tF6xN
» https://sl1nk.com/tF6xN -
8 Ramírez R. Rosa K. Nivel de conocimientos y actitudes acerca de la eutanasia en internos y médicos residentes de cinco hospitales del departamento de Lambayeque en el año 2015 [Tese] [Internet]. Lima: Universidade de San Martín de Porres; 2017 [acesso 18 mar 2025]. Disponível: https://sl1nk.com/ozn9H
» https://sl1nk.com/ozn9H -
9 Ramírez-Rojas K, Díaz-Vélez C. Validación de un instrumento para medir el nivel de conocimientos y actitudes acerca de la Eutanasia en Estudiantes de medicina y médicos generales en el departamento de Lambayeque, Perú. Rev Hisp Cienc Salud [Internet]. 2016 [acesso 18 mar 2025];2(1):42-5. Disponível: https://shre.ink/A2Ss
» https://shre.ink/A2Ss -
10 Mahnoor, Shahid AN, Shafiq H, Aslam N, Ayub A. Attitude of undergraduate medical students towards euthanasia and physician-assisted suicide: a cross-sectional study. J Pak Med Assoc. [Internet]. 2024 [acesso 18 mar 2025];74(5):1022-5. DOI 10.47391/JPMA.10112
» https://doi.org/10.47391/JPMA.10112 -
11 Acosta J, Iglesias S, López E. Conocimientos y actitudes acerca de la eutanasia mediante una encuesta en Chiclayo, Perú. Recien [Internet]. 2023 [acesso 18 mar 2025];11(2):39-46. Disponível: https://sl1nk.com/ktuEm
» https://sl1nk.com/ktuEm -
12 Vilela LP, Caramelli P. Knowledge of the definition of euthanasia: study with doctors and caregivers of Alzheimer's disease patients. Rev Assoc Médica Bras (1992, Impr.) [Internet]. 2009 [acesso 18 mar 2025];55(3):263-7. Disponível: https://l1nq.com/BQgpf
» https://l1nq.com/BQgpf -
13 Lovera Hidalgo FM, Lovera Hidalgo NDR, Tuesta Chino TAM. Nivel de conocimiento y actitudes hacia la eutanasia en estudiantes de enfermería de la Universidad Nacional de la Amazonía Peruana, Iquitos-2009 [Tese] [Internet]. Loreto: Universidade Nacional da Amazônia Peruana; 2010 [acesso 18 mar 2025]. Disponível: https://l1nq.com/tVi9x
» https://l1nq.com/tVi9x -
14 Carrapatoso MP, Nunes R. Attitudes of Portuguese medical students towards euthanasia. Rev. bioét. (Impr.) [Internet]. 2021 [acesso 18 mar 2025];29(4):763-81. DOI: 10.1590/1983-80422021294510
» https://doi.org/10.1590/1983-80422021294510 -
15 Rodriguez-Calvo MS, Soto JL, Martínez-Silva IM, Vázquez-Portomeñe F, Muñoz-Barús JI. Attitudes towards physician-assisted suicide and euthanasia in Spanish university students. Rev. bioét. (Impr.) [Internet]. 2019 [acesso 23 jul 2025];27(3):490-9. DOI: 10.1590/1983-80422019273333
» https://doi.org/10.1590/1983-80422019273333 -
16 Silva AAA, Pestana FKM, Rocha FC, Rios BRM, Aquino AA, Sobrinho JFG et al. Percepção de profissionais da saúde sobre eutanásia. Rev. bioét. (Impr.) [Internet]. 2020 [acesso 23 jul 2025];28(1):111-8. DOI: 10.1590/1983-80422020281373
» https://doi.org/10.1590/1983-80422020281373
-
Aprovação CEP/URP-PG 190 2023-A
-
Disponibilidade de dados:
Todos os dados utilizados ou gerados na pesquisa estão integralmente descritos e apresentados no corpo do artigo.
Editado por
-
Editora responsável:
Dilza Teresinha Ambrós Ribeiro
Todos os dados utilizados ou gerados na pesquisa estão integralmente descritos e apresentados no corpo do artigo.
