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16 |
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Limitações ao próprio processo de construção de instrumentos por se encontrar em fase inicial do processo geral de validação. As evidências de validade de conteúdo são essenciais, mas não são suficientes. |
A continuidade das análises psicométricas por meio do emprego de novas medidas de acurácia. |
| Lima et al. (2021a) |
(FR 1, FR 2, FR 3, FR 4, FR 7, FR 8, FR 10, FR 11, FR 12, FR 13, FR 14, FR 15, FR 19, FR 20, FR 21, FR 22) |
NSA |
IRGD |
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| Lima et al. (2021b) |
16 |
4 |
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O tamanho amostral reduzido devido ao curto tempo de coleta dos dados atribuída à crise sanitária mundial, e a ausência de uma avaliação considerada “padrão ouro” da área para diagnosticar as crianças do grupo de risco. |
(1) ampliação do tamanho da amostra; (2) comparação das crianças de risco com o diagnóstico clínico; (3) aplicação do instrumento por mais profissionais a fim de obter outras análises de validação psicométrica; (4) comparação da aplicação em formato digital |
| (FR 1, FR 2, FR 3, FR 4, FR 7, FR 8, FR 10, FR 11, FR 12, FR 13, FR 14, FR 15, FR 19, FR 20, FR 21, FR 22) |
(FR 8, FR 10, FR 12, FR 14) |
IRGD |
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17 |
3 |
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| Pinto et al. (2021) |
(FR 1, FR 3, FR 4, FR 7, FR 8, FR 9, FR 10, FR 11, FR 12, FR 13, FR 14, FR 15, FR 16, FR 17, FR 18, FR 23, FR 24) |
(FR 2, FR 5, FR 10) |
PRGD |
Não menciona |
Não menciona |
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| Walsh et al. (2021) |
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3 |
Métodos observacionais; |
(1) incluir uma amostra maior de crianças com gagueira em diferentes idades e incorporar medidas de risco adicionais. |
(1) criar uma calculadora online na qual os médicos possam inserir a idade da criança, fatores epidemiológicos relevantes e outras pontuações coletadas durante uma avaliação para determinar o risco coletivo de persistência da gagueira em cada criança |
| (FR 1, FR 2, FR 3, FR 5, FR 6, FR 9) |
(FR 1, FR 2, FR 9) |
Métodos complementares: Avaliação da fala/linguagem. |
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| Ávila et al. (2022) |
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(2) Efeito do tamanho da amostra (grupos não homogêneos quanto ao número de participantes); ausência de randomização; controle apenas da variável % de sílabas gaguejadas, sem avaliar outras mudanças relacionadas à gagueira (variabilidade sazonal, fala fora da clínica, habilidades interativas, perfil emocional e ambiental, entre outros); (4) Não contemplou o seguimento a longo prazo das crianças impedindo a análise de desfecho permanente do quadro clínico. |
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NSA |
PRGD |
Não menciona |
| (FR 1, FR 2, FR 3, FR 4, FR 5, FR 6, FR 7, FR 8, FR 9, FR 11, FR 12, FR 13, FR 14, FR 15, FR 16, FR 17, FR 18, FR 23, FR 24) |
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Métodos observacionais; |
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Métodos complementares: SSI-3 |
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7 |
4 |
Métodos baseados em autorrelato; |
(1) As crianças sem comportamentos de gagueira (NCSC) não apresentaram histórico familiar de gagueira. Talvez por isso o estudo não identificou a variável "histórico familiar" como preditor para gagueira; |
Sugerem abranger diferentes faixas etárias para poder analisar o fator de risco de início tardio dos comportamentos de gagueira. |
| Costa et al. (2022) |
(FR 1, FR 3, FR 4, FR 5, FR 6, FR 7, FR 8) |
(FR 3, FR 7, FR 8, FR 10) |
Métodos observacionais; |
(2) a maioria das crianças neste estudo era mais jovem (a média de idade foi de 6,5 anos em ambos os grupos). Talvez por isso não foi possível verificar se os fatores de risco "queixa de gagueira por mais de 12 meses" e "queixa de gagueira antes dos 5 anos de idade" seriam preditores para a gagueira; |
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(3) os resultados deste estudo foram derivados de uma única instituição; |
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(4) A análise da fala se baseou exclusivamente nas primeiras 200 sílabas fluentes e não utilizou outras amostras de fala, como leitura oral, nomeação de palavras isoladas e amostras de fala mais longas. |
| Singer et al. (2022) |
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(1) Incluir dados sobre o temperamento e a reação da criança à gagueira para explorar as consequências negativas relacionadas à gagueira (além da persistência) de forma mais abrangente; |
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Métodos baseados em autorrelato; |
(1) Disponibilidade de dados; não incluiu o domínio temperamento/emoção; |
(2) incluir DTGs ponderadas; |
| 10 |
5 |
Métodos observacionais; |
(2) As medidas empregadas não foram idênticas em todos os casos. |
(3) Incluir o desempenho em uma tarefa de repetição de pseudopalavras; |
| (FR 1, FR 2, FR 3, FR 5, FR 6, FR 9, FR 16, FR 18, FR 25) |
(FR 3, FR 5, FR 9, FR 16, FR 25) |
Métodos complementares: TOCS, SSI-3. |
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(4) Incluir o autorrelato da criança de estar ou não gaguejando ainda; |
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| Tonnis e Ormondt (2022) |
9 |
4 |
NSA |
Não menciona |
Não menciona |
| (FR 1, FR 3, FR 4, FR 5, FR 6, FR 9, FR 16, FR 17, FR 26) |
(FR 1, FR 3, FR 5, FR 6). |
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(1) Análise dos antecedentes familiares dos participantes; |
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(2) Diferenças nos percentuais e perfis das rupturas em grupos de meninos e meninas; |
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| Costa et al. (2023) |
2 |
2 |
Métodos baseados em autorrelato; |
(3) Tempo de início dos sintomas e considerações sobre as atitudes familiares. |
Menciona que as limitações serão abordadas em estudos futuros. |
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(FR 2, FR 10) |
(FR 2, FR 10) |
Métodos observacionais. |
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| Franken et al. |
5 |
NSA |
NSA |
(1) O modelo é baseado em síntese teórica e revisão narrativa da literatura, portanto não tem validação empírica direta. |
Validação empírica do modelo e aprimoramento das escalas de gravidade e impacto da gagueira. |
| -2024 |
(FR 1, FR 4, FR 8, FR 9, FR 27) |
(2) Ele depende da integração de múltiplos fatores de risco (genéticos, neurológicos, linguísticos, emocionais, sociais), mas a relação causal entre esses fatores ainda não está totalmente comprovada; |
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(3) O modelo é mais útil como ferramenta clínica e de comunicação com famílias e pacientes do que como evidência científica de alta hierarquia. |
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Métodos baseados em autorrelato; |
(1) Superestimativa da incidência e prevalência |
Não menciona |
| Sakai et al. (2025) |
7 |
3 |
Métodos observacionais; |
(2) Redução da incidência e a prevalência estimadas pela evitação de alguns pais em confirmar a gagueira dos filhos pelo forte estigma social quanto ao questionário |
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(FR 1, FR 2, FR 5, FR 6, FR 7, FR 10, FR 17) |
(FR 1, FR 10, FR 17) |
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(3) Base em relatos parentais, sem confirmação clínica direta |
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(4) Possibilidade de viés de memória nas respostas dos pais |
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(5) Como crianças com mais de quatro anos não estão incluídas na amostra desta pesquisa, não é possível capturar todos os casos de gagueira de início precoce na infância. |