O presente artigo problematiza a efetivação do Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário. A reflexão teórica articula o universo prisional com autores das Ciências Sociais e apresenta aspectos empíricos dos Estados do Piauí e de Minas Gerais. Relaciona, ainda, a saúde no Sistema Penitenciário e no Sistema Único de Saúde (SUS). Concluiu-se que o acesso equitativo aos serviços de saúde - incluindo-se aí o acesso das populações privadas de liberdade - configura-se na manifestação real da justiça distributiva e da solidariedade, cabendo, também, à comunidade acadêmica acompanhar a qualidade desses processos.
PALAVRAS-CHAVE:
Saúde; Sistema Penitenciário; Populações Privadas de Liberdade.