O meu objetivo neste artigo é desenvolver um método pragmático para explorar e compreender a urgência vivida do HIV/AIDS, considerando como a subjetividade, a experiência e a memória emergem como parte da atividade prática das pessoas e do envolvimento com o seu ambiente. Para William James, o pragmatismo tem origem na palavra grega πρᾶγμα e sua referência à ação, à prática e ao movimento. Isto destaca como a nossa interação contínua e a consciência do mundo estão num processo constante de diferenciação: um fluxo em constante mudança que constitui a nossa experiência e o nosso ser a cada momento. Em resposta a isso, o artigo detalha uma tentativa de desenvolver um contexto etnográfico pragmático e performativo para a compreensão dos sentidos emergentes do eu e dos domínios subjetivos de emoção e memória que surgem através das atividades práticas contínuas e do engajamento com os ambientes materiais familiares.
Palavras-chave:
Pragmatismo; Métodos experimentais; Cidade de Nova York; Morte; Memória
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