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Categoria 1 - Avaliação da prescrição médica e do rótulo das medicações
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| 1. Identificar medicamentos e soluções de infusão prescritos e classificar quanto as suas propriedades: vesicante, irritante, não vesicante e não irritante. |
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| 2. Conferir a ordem de infusão dos medicamentos, priorizando a infusão das drogas vesicantes primeiro sempre que possível. |
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Categoria 2 - Avaliação do sítio de punção e seleção do dispositivo
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| 3. Selecionar CIVP flexível de menor calibre e cânula que acomodará a terapia prescrita. |
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| 4. Utilizar a tecnologia de visualização vascular (infravermelho próximo, ultrassom) para aumentar o sucesso na primeira tentativa em pacientes com acesso intravenoso difícil. |
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0,90 |
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| 5. Discutir a preferência pela seleção do local com o paciente e/ou cuidador, incluindo recomendações para usar locais no lado não dominante. |
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| 6. Preferir veias das superfícies dorsal e ventral dos antebraços, como cefálica, basílica, medianas do antebraço e cotovelo. |
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0,93 |
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| 7. Não puncionar: áreas doloridas, de pele comprometida, com feridas abertas e/ou com sinais flogísticos. |
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| 8. Não utilizar veia jugular externa, veias das extremidades inferiores, veias visíveis no tórax, mama, abdômen ou outros locais no tronco do corpo. |
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| 9 Realizar punção venosa em membros superiores contralaterais a linfadenectomia ou radioterapia. |
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| 10. Evitar punção venosa em uma extremidade com paralisia ou hemiparesia e não puncionar os vasos de membros com presença de fístula arteriovenosa funcionante. |
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| 11. Utilizar método apropriado para promover vasodilatação: uso de aquecimento controlado, da gravidade e prevenção do fluxo venoso com o uso de garrote. |
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Categoria 3 - Procedimento
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| 12. Não utilizar CIVP estabelecido puncionado há mais de 24 horas. |
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| 13. Realizar a higienização das mãos e manter a técnica asséptica adequada em todos os momentos de manipulação do CIVP. |
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| 14. Realizar antissepsia da pele com agente antisséptico alcoólico e aguardar secagem espontânea antes de proceder a punção. |
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| 15. Remover com água e sabão ou clorexidina degermante 2 % se for identificada sujidade visível no local de punção. |
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| 16. Empregar técnicas que reduzam o medo sempre que possível, o que pode incluir distração. |
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| 17. Providenciar um novo dispositivo CIVP a cada tentativa de punção no mesmo paciente. |
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| 18. Utilizar um par de luvas não estéreis para inserção do CIVP. |
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| 19. Não tocar ou palpar o local de inserção após antissepsia da pele. |
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| 20. Restringir duas tentativas de punção por cada profissional e quatro no total, por paciente. |
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| 21. Utilizar garrotes passíveis de limpeza entre um paciente e outro. |
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Categoria 4 - Fixação e estabilização
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| 22. Aplicar um curativo estéril transparente semipermeável capaz de permitir inspeção visual e avaliação do local de inserção do acesso vascular, e que não exerça pressão na área ou sob o dispositivo. |
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| 23. Avaliar a pele quando quanto ao risco potencial de lesões associada a fixação e devido à idade, movimento articular e presença de edema. |
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| 24. Não reintroduzir um CIVP deslocado na veia. |
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| 25. Substituir curativo quando úmido, solto ou visivelmente sujo. |
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| 26. Registar em evolução o calibre do cateter, número de tentativas e o nome do profissional responsável pela inserção. |
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Categoria 5 - Manutenção
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| 27. Inspecionar o local do CIVP regularmente a cada visita ao leito do paciente, por inspeção visual e palpação para determinar a sensibilidade e identificar precocemente possíveis complicações. |
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| 28. Realizar flushing e aspiração para verificar o retorno de sangue antes de cada infusão. |
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0,98 |
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| 29. Infundir 20ml de solução salina 0,9 % antes de cada administração de medicamentos. |
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| 30. Utilizar frascos de dose única ou seringas preenchidas comercialmente disponíveis para a prática de flushing e lock do cateter. |
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0,90 |
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| 31. Promover a desinfecção na conexão de cada via, injetor lateral e oclusores com álcool a 70 % antes de administrar o medicamento por meio do cateter. |
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| 32. Utilizar seringas de 10ml para flushing. Em caso de resistência, avaliar possíveis fatores (como, por exemplo, clamps fechados ou extensores e linhas de infusão dobrados). |
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| 33. Utilizar técnica da pressão positiva para minimizar o retorno de sangue para o lúmen do CIVP. |
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| 34. Orientar o paciente e/ou acompanhante quanto aos cuidados na manutenção do cateter e sinais de alerta que devem ser reportados. |
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| 35. Não utilizar bomba de infusão para administração de droga vesicante. |
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Categoria 6 - Remoção e descarte
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| 36. Remover o CIVP na suspeita de contaminação, ou na presença de complicações ou mau funcionamento. |
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| 37. Aplicar pressão firme no local após a remoção da cânula até que a hemostasia seja alcançada. |
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| 38. Examinar CIVP quanto à integridade após a remoção e antes do descarte. |
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| 39. Descartar perfurocortantes imediatamente após a punção em coletor específico e descartar os cateteres flexíveis junto do circuito de infusão, sem ser desconectado, em coletor de resíduo B. |
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