Breve Histórico
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Sobre a Revista A revista Ars é uma publicação do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo que reúne trabalhos relevantes no debate da arte produzidos no meio universitário e fora dele. Propõe um foco ampliado na abordagem conforme, ademais, as exigências da própria produção artística contemporânea. Com isso, objetiva contribuir no debate cultural para além dos muros da universidade e interrogar as próprias perspectivas da arte no contexto contemporâneo. Ao mesmo tempo, valoriza a área teórica e a contribuição de disciplinas mais antigas, como a filosofia, a estética e a história da arte, ainda que frequentemente se trate de confrontar ou apontar os limites dessa tradição em face dos desafios da situação contemporânea. Ars tem interesse em divulgar, ao lado dos trabalhos dos artistas, críticos, historiadores de arte e alunos de pós-graduação do Departamento de Artes Visuais colaborações de pesquisadores, artistas, intelectuais e outros profissionais do meio artístico, favoráveis à experimentação e à pesquisa teórica especializada. Histórico do periódico O lançamento de ARS foi precedido por um intenso processo de discussão e por atividades ligadas à organização de seu projeto, que se desenvolveram a partir de meados de 2002. A ideia foi motivada pela constatação, à época, da alarmante lacuna de revistas especializadas em artes e ciências humanas no país, capazes de estimular as discussões intelectuais em condições especialmente favoráveis porquanto isentas dos interesses de uma publicação comercial. A Ars surge da vontade de intervenção no debate acerca da arte contemporânea tendo em vista que as questões que envolvem uma escola de arte não devem permanecer restritas ao ambiente acadêmico, mas mobilizar o debate cultural para além dos muros da universidade e interrogar as próprias perspectivas da arte no contexto contemporâneo. Sendo assim, a revista pretende, desde suas primeiras edições, contribuir para formar uma cultura crítica no meio artístico do país, incentivando o trabalho de novas gerações de pesquisadores e preparando-as para a intervenção na vida pública. O primeiro número da Ars foi trazido a público em março de 2003. Até 2015 foi editada semestralmente pelos professores Gilbertto Prado, Sônia Salzstein e Marco Giannotti, com projeto gráfico do professor Mario Ramiro. Entre 2017 e 2023, a revista passou a ser uma publicação quadrimestral do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da ECA-USP. Nossa política editorial segue a comunicação de pesquisa no modus operandi de Ciência Aberta. Desde 2024 a ARS passou a adotar a modalidade de publicação em fluxo contínuo, com um único volume anual, reunindo artigos inéditos, ensaios visuais e traduções. |
Acesso Aberto
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A revista Ars segue o modelo de Acesso Aberto (Open Acess), permitindo o acesso virtual, sem restrição (incluindo restrições financeiras), a todos os textos científicos publicados pelo periódico. Acesso aberto é a condição em que o detentor dos direitos autorais de um trabalho acadêmico concede direitos de uso a terceiros usando uma licença aberta (Creative Commons Attribution, CC-BY ), permitindo acesso gratuito imediato ao trabalho e autorizando qualquer usuário a ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, rastreá-los para indexação, passá-los como dados para software ou usá-los para qualquer outra finalidade legal. |
Conformidade com a Ciência Aberta
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Este periódico segue o modelo Gold Open Access. |
Ética na Publicação
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A Revista ARS adota as diretrizes do Committee on Publication Ethics (Comitê de Ética em Publicações - COPE), do Código de Boas Práticas Científicas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e do Guia de boas práticas para o fortalecimento da ética na publicação científica, do SciELO, como referência para a implementação de boas práticas científicas em todas as etapas de trabalho, desde a submissão de textos até sua publicação. |
Foco e Escopo
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Em sua política editorial, a Ars prioriza a publicação de material original e inédito, de modo que 80% dos artigos e os ensaios visuais especialmente concebidos para a revista decorrem, necessariamente, de pesquisas acadêmicas e artísticas novas, realizadas no âmbito da pós-graduação. Ao lado de textos inéditos, é parte de sua política editorial a republicação periódica de textos fundamentais de história, teoria e crítica de arte, lançados há muito, no intuito de recuperar fontes relevantes de pesquisa bibliográfica para o uso nos cursos de graduação e de pós-graduação. Como iniciativa acadêmica, nascida numa escola de artes, a revista abre-se à discussão do problema da formação, não apenas aquela dos estudantes que pretendem se tornar artistas, professores, educadores ou teóricos, mas também a formação de uma experiência de criação e reflexão, capaz de favorecer a constituição de pontos de vista emancipados no ambiente globalizado da cultura contemporânea. A missão editorial da Ars consiste em 1) incentivar a produção artística e cultural brasileira em geral; 2) oferecer a artistas, professores de arte e pesquisadores atuantes no Brasil e no Exterior, em início de carreira ou com trajetórias profissionais já consolidadas, o fórum privilegiado de debate e intercâmbio de conhecimentos que a vida acadêmica pode propiciar; 3) constituir-se em uma instância de crítica e revigoramento recíprocos para o meio acadêmico e artístico e cultural, favorecendo uma presença propositiva da Universidade na sociedade brasileira; 4) buscar o nível da excelência acadêmica na pesquisa artística, cultural e científica; 5) incentivar o diálogo das artes visuais com outras áreas da produção cultural e científica e 6) formar um público leitor na área especializada da arte e da cultura, público ainda incipiente no ambiente brasileiro. Em consonância com o escopo editorial adotado, a ARS prioriza artigos que contribuam de forma inequívoca com o debate acerca da arte e cultura contemporâneas, da história, teoria e crítica de arte e de temas correlatos. Estes, quando contemplados, precisam manter como horizonte de diálogos, de forma inequívoca, as artes plásticas, interesse primeiro do periódico -- a publicação de textos estritamente de outras áreas, como cinema, teatro, literatura, entre outras, fica a critério exclusivo do corpo editorial. |
Preservação Digital
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Este periódico segue os padrões definidos no programa de Política de Preservação Digital do Programa SciELO. |
Fontes de Indexação
Ficha Bibliográfica
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Websites e Mídias Sociais
Preprints
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A revista Ars aceita a submissão de preprints do servidor SciELOPreprints. A aceitação de Preprints de outros servidores será analisada pelos editores do periódico. |
Processo de Avaliação por Pares
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A Ars adota a avaliação duplo-cega por pares por pareceristas ad hoc com colaboração de professores-pesquisadores conceituados de universidades brasileiras e estrangeiras, o que garante, a um só tempo, rigor e transparência nos critérios de avaliação;
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Dados Abertos
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Os manuscritos devem vir acompanhados de uma declaração de disponibilidade dos dados usados e gerados na pesquisa subjacentes aos textos |
Cobrança de Taxas
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A Revista Ars não cobra qualquer tipo de taxa para a submissão, avaliação e/ou publicação dos artigos. |
Política de Ética e Más Condutas, Errata e Retratação
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Princípios éticos dos editores A Revista ARS adota as diretrizes do Committee on Publication Ethics (Comitê de Ética em Publicações - COPE), do Código de Boas Práticas Científicas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e do Guia de boas práticas para o fortalecimento da ética na publicação científica, do SciELO, como referência para a implementação de boas práticas científicas em todas as etapas de trabalho, desde a submissão de textos até sua publicação. Os Editores da ARS estão comprometidos em identificar e impedir a publicação de artigos em que sejam verificáveis a ocorrência de má conduta de pesquisa ou violações éticas, especialmente os casos de plágio, manipulação de citações, falsificação/fabricação de dados, ausência de autorizações pertinentes, veiculação de opiniões discriminatórias, entre outros. Casos dessa natureza que chegarem ao conhecimento dos Editores serão analisados individualmente, sendo sempre concedido o direito de defesa. Quando tais práticas de má-conduta forem identificadas em artigos ainda em avaliação, será suspenso o processo de análise do manuscrito até verificação do caso; quando as suspeitas forem concernentes a artigos já publicados pela ARS, e quando houver provas concretas de sua ocorrência, a Revista se encarregará de disponibilizar em seu site uma nota de retratação, comunicando claramente os motivos que a justificam. Finalizado o processo de avaliação, aos autores fica assegurado o direito de solicitar a reavaliação da decisão ao corpo editorial, desde que se apresente justificativa, embasada no parecer enviado, para tal pedido. Os recursos solicitados pelos autores serão analisados caso a caso pela equipe editorial. Os Editores da revista têm total autonomia para aceitar ou dispensar as solicitações assinaladas e se comprometem a atuar conforme as diretrizes de boas práticas adotadas pelo periódico. Cabe aos editores selecionar pareceristas de modo a minimizar possíveis conflitos de interesse entre autores e avaliadores. Nos casos em que tal situação porventura ocorra, o corpo editorial da revista encaminhará o artigo a um novo parecerista, que esteja apto a realizar a avaliação do artigo. Os Editores se colocam à disposição para efetuar eventuais correções, solicitadas pelos autores, nos artigos publicados, desde que respeitada a viabilidade técnica de retificação em cada caso. |
Política sobre Conflito de Interesses
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O conflito de interesses pode ser de natureza pessoal, comercial, política, acadêmica ou financeira. Conflitos de interesses podem ocorrer quando autores, revisores ou editores possuem interesses que podem influenciar na elaboração ou avaliação de manuscritos. Ao submeter o manuscrito, os autores são responsáveis por reconhecer e revelar conflitos financeiros ou de outra natureza que possam ter influenciado o trabalho. Caso haja, ainda que potencialmente, conflito de interesse, o(s) autor(es) deve(m) informá-lo em documento próprio assinado e anexado à plataforma de submissão. Para informações adicionais, acesse: Disclosure of Financial and Non-Financial Relationships and Activities, and Conflicts of Interest. |
Adoção de Softwares de Verificação de Similaridade
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Com o intuito de fortalecer os princípios éticos adotados no processo de avaliação e publicação, a Revista Ars utiliza os recursos e programas antiplágio disponíveis à comunidade científica da USP, como a plataforma iThenticate. Suspeitas ou acusações de plágio serão investigadas pelo corpo editorial e, caso sejam confirmadas, serão tomadas alguma das seguintes ações: suspensão do processo editorial, para manuscritos ainda em fase de avaliação; publicação de retratação, em caso de artigos já publicados. |
Adoção de Softwares Uso de Recursos de Inteligência Artificial
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Em conformidade com a declaração do COPE (Comitê de Ética em Publicações) de 2024, a Revista ARS declara que ferramentas de IA não podem atender a requisitos de autoria; não podem afirmar a presença ou ausência de conflitos de interesse; nem gerenciar contratos de direitos autorais e licenças. Os autores são totalmente responsáveis pelo conteúdo de seu manuscrito, e, portanto, são responsáveis por qualquer violação da ética de publicação adotada por esta Revista. Para mais informações veja o: Guia de uso de ferramentas e recursos de Inteligência Artificial na comunicação de pesquisas na Rede SciELO. |
Questões de Sexo e Gênero
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A equipe editorial da revista Ars, além dos autores que publicam na revista, devem sempre observar as diretrizes sobre Equidade de Sexo e Gênero em Pesquisa (Sex and Gender Equity in Research – SAGER). As diretrizes SAGER compreendem um conjunto de diretrizes que orientam o relato de informações sobre sexo e gênero no desenho do estudo, na análise de dados e nos resultados e interpretação dos achados. Além disso, a Ars observa a política de equidade de gênero na formação de seu corpo editorial. |
Comitê de Ética
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Os autores devem anexar uma declaração de aprovação do comitê de ética da instituição responsável por aprovar a pesquisa |
Direitos Autorais
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Propriedade intelectual Os autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho licenciado sob Licença Creative Commons do tipo atribuição Creative Commons Attribution BY 4.0. Após a publicação dos artigos, os autores permanecem com os direitos autorais e de republicação do texto. |
Propriedade Intelectual e Termos de Uso
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Responsabilidade do site: O conteúdo das submissões é de responsabilidade exclusiva dos autores, assim como a obtenção da permissão por escrito para usar em seus artigos materiais protegidos por lei de Direitos Autorais. Responsabilidade do autor: Compromissos éticos dos autores
O conteúdo das submissões é de responsabilidade exclusiva dos autores, assim como a obtenção da permissão por escrito para usar em seus artigos materiais protegidos por lei de Direitos Autorais. Todo o conteúdo da revista e os artigos publicados pela revista Ars, exceto onde especificado de outra forma, estão licenciados sob a licença Creative Commons Attribution CC-BY. Autores de artigos publicados pela Ars mantém os direitos autorais de seus trabalhos, licenciando-os sob a licença Creative Commons Attribution, que permite que os artigos sejam reutilizados e distribuídos sem restrição, desde que o trabalho original seja corretamente citado. |
Patrocinadores e Agências de Fomento
Editor-Chefe
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Editores Executivos
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Editores Associados ou de Seção
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Editora Assistente
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Comissão Editorial
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Equipe Técnica
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Assistência Editorial
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Tipos de Documentos Aceitos
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Manuscritos nos idiomas português, inglês, espanhol e francês são aceitos como submissão e publicação, nas seguintes categorias:
A revista Ars aceita a submissão de preprints do servidor SciELOPreprints. A aceitação de preprints de outros servidores será analisada pelos editores do periódico. |
Contribuição dos Autores
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No caso de artigos com múltipla autoria, poderão ser listados como coautores apenas aqueles que desempenharam todas as seguintes funções: contribuição substancial para a concepção ou elaboração do artigo, escrita do rascunho inicial ou revisão de conteúdo da versão final e aprovação da versão submetida. Todos os coautores assumem a responsabilidade pelos dados e pelas informações do artigo. Orientadores e orientadoras, quando não cumprirem as funções acima delimitadas, não devem ser listados como coautores;
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Preparação do Manuscrito
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Formato de Envio dos Artigos
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Diretrizes para normatização dos textos I. ELEMENTOS GERAIS DO TEXTO Elementos requeridos para a submissão de manuscritos:
Formatação Artigos, traduções e ensaios devem ser submetidos em formato MS Word (.doc) ou OpenOffice usando fonte Times New Roman, corpo 12. Os parágrafos devem ser justificados e com entrelinhas em espaço 1,5. As páginas devem ser tamanho A4, com margens superiores e inferiores de 2,5 cm, e margens laterais de 3 cm. Os textos podem ser acompanhados por até 10 imagens, preferencialmente coloridas, com resolução de 300 dpi, salvas em jpeg ou tiff (imagem vertical: 24 x 18 cm; imagem horizontal: 24 x 36 cm). Não deve constar nenhuma identificação de autoria no documento, haja vista a avaliação às cegas por pares. Padronização 1.Os artigos devem ter entre 4.000 e 10.000 palavras; 2. Traduções devem ter, no máximo, 9.000 palavras. Devem também vir acompanhadas de autorização do autor por escrito e do texto original. 3.No cabeçalho dos textos deve ser indicado o título sem qualquer menção à autoria, haja vista a avaliação cega por pares. 4.Todas as informações de autoria e instituição/afiliação (Departamento, Faculdade e Universidade na qual leciona ou realiza pós-graduação) devem ser preenchidas somente no campo “autoria/metadados” do sistema OJS e não devem ultrapassar o limite de 120 palavras. 5.Os textos devem ser acompanhados de: a) título, com a respectiva versão em inglês e em espanhol. Em português e espanhol, recomenda-se que os títulos sejam escritos com maiúscula apenas na inicial da primeira palavra e dos nomes próprios. Em inglês, excetuando-se artigos, preposições e conjunções, as demais palavras devem ser capitalizadas. b) resumo, com no máximo 120 palavras, que sintetize os propósitos, métodos e conclusões do texto, acompanhada de respectiva versão em inglês (abstract) e espanhol (resumen). c) palavras-chave, no mínimo 3 e no máximo 5, separadas por ponto-e-vírgula, que identifiquem o conteúdo do artigo, com a respectiva versão em inglês (keywords) e espanhol (palabras-clave).
6. Notas de rodapé devem ser indicadas por algarismos arábicos em ordem crescente e devem ser inseridas após os sinais de pontuação, conforme exemplo a seguir. Devem ser usadas para indicar referências adicionais e imprescindíveis, comentários do autor e a citação de materiais como comunicações pessoais, anotações de aulas, trabalhos de eventos não publicados, por exemplo. Recomenda-se que sejam relativamente curtas, em função do layout da revista. 7. Algarismos e numerais entre 0 e 10 devem ser grafados por extenso (ex.: zero, um…). Do 10 em diante, em numerais. 8. Os termos em idiomas diferentes do idioma do texto devem ser grafados em itálico. No entanto, palavras em língua estrangeira que representam um nome próprio – títulos de exposições, instituições etc. – não devem ser grafados em itálico.
9. Títulos de obras e livros devem ser grafados apenas com a inicial da primeira palavra maiúscula, excetuando-se os nomes próprios. No corpo do texto, títulos devem aparecer italicizados. Em inglês, todas as palavras, salvo artigos, preposições e conjunções, devem ser capitalizadas: Outros critérios: confrontos com a arte do século XX; A forma difícil: ensaios sobre arte brasileira; História da arte no Brasil; Blaise Cendrars no Brasil e os modernistas. Painters and Public Life in Eighteenth-Century France; Farewell to an Idea: Episodes from a History of Modernism. a) Títulos de jornais, revistas e obras seriadas recebem maiúsculas em todas as palavras, excetuando-se as preposições, quando for esta a grafia adotada pela publicação. Assim como os livros, devem aparecer italicizados: Jornal da Tarde, Literatura e Sociedade, Novos Estudos Cebrap, Folha de S. Paulo. b) Para revistas acadêmicas, só se deve colocar a expressão “revista” para os casos em que, sem ela, o nome desaparece. Quando houver um nome independente da instituição que a publica, não é necessário o uso da expressão. Os títulos devem aparecer italicizados: Revista USP; Revista do IEB; Revista do Livro. Ars; Modos; Magma; Literatura e Sociedade; Novos Estudos Cebrap. c) Qualquer referência à parte de uma obra (capítulo, seção de livro, episódio de um filme, ensaio de revista, artigo de jornal, verbete de dicionário etc.) deve ser citada entre aspas, sem itálico e em minúsculas (salvo os nomes próprios ou quando a capitalização for uma escolha editorial – por exemplo, História da Arte): “O métier de Manet” (capítulo de livro); “O Cinema Novo diante da modernização conservadora (seção de livro); “A difícil História da Arte Brasileira” (artigo de jornal); “Contraposto” (verbete). d) Quando obras estrangeiras (livros, filmes, músicas, poesias, poemas, obras de arte etc.) forem mencionadas no texto, recomenda-se usar o título apenas em português, caso houver uma versão brasileira consagrada. Caso contrário, deve-se indicar uma sugestão de título junto à primeira ocorrência: O capital; Grundrisse der Kritik der politischen Ökonomie [Elementos fundamentais para a crítica da economia política]. |
Ativos Digitais
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Formatação de imagens 1. As imagens devem estar em jpeg, tiff ou png e ter 300 dpi (dimensões aproximadas de 17 x 24 cm, proporção que pode variar de acordo com a imagem). 2. Os autores devem fornecer as legendas das imagens e indicar, entre parênteses, a posição em que as figuras devem aparecer no corpo do texto (figura X). As legendas de imagens incluídas ao longo do texto devem seguir o seguinte padrão: Figura (número em ordem crescente). Nome, sobrenome, Título em itálico, ano. Técnica, dimensões em cm. Acervo/Fonte (nome de museu, coleção, livro etc., se houver), cidade (se houver). 3. A revista não se responsabiliza pela obtenção do copyright de imagens. 4. Os autores devem providenciar as imagens que queiram incluir em seus textos. 5. A revista se reserva o direito de não publicar imagens sem a qualidade necessária para sua correta veiculação. 6. Todas as imagens, seguindo as especificações indicadas anteriormente, devem ser anexadas no momento de submissão sob a aba “Outros” na plataforma OJS. |
Citações e Referências
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I. CITAÇÕES E REFERÊNCIAS NO CORPO DO TEXTO 1. As citações de até três linhas devem estar entre aspas e no corpo do texto. As intervenções feitas nas citações (introdução de termos e explicações) devem ser colocadas entre colchetes. As omissões de trechos da citação podem ser marcadas por reticências entre parênteses. “[A adoração ao popular na arte brasileira] se justificava como sendo a preservação dos valores nacionais (...). Em consequência, a arte nacional popular opta por uma espécie de mimetismo do popular no sentido de querer se expressar como ele.” (Zilio, 1982, p. 39). 2. Acima de três linhas, a citação deve vir destacada em recuo de 4 cm da margem esquerda, sem aspas, em tamanho 10. O espaçamento das entrelinhas da citação deve ser simples; entre o texto e a citação utiliza-se espaçamento de 6 (antes da citação) e 12 cm (depois da citação). 3. Todas as referências bibliográficas mencionadas ao longo do texto devem ser indicadas conforme sistema autor-data logo após a citação ou o nome do autor:
a) Se o nome do autor aparecer antes da citação, os dados devem aparecer ao lado do nome: Ao tratar da pintura de Jasper Johns, Leo Steinberg (2008, p. 69) diz que “os objetos que incorpora em seus quadros são aqueles igualmente desinteressantes para o mendigo e para o milionário”.
b) Após uma citação, deve-se apresentar, entre parênteses, o sobrenome do(s) autor(es), ano de publicação e página da citação. O sobrenome do autor deve vir apenas com a primeira letra em caixa alta, e a(s) página(s), antecedida(s) de p. (no caso de uma única página ou de um intervalo): Devemos considerar que os objetos que Johns “incorpora em seus quadros são aqueles igualmente desinteressantes para o mendigo e para o milionário” (Steinberg, 2008, p. 69).
c) Se houver mais de um autor, deve-se citar os dois, ligados por ponto-e-vírgula: c) Mesmo que o sobrenome seja claramente uma expressão composta, como Sales Gomes, Almeida Prado, Buarque de Holanda deve-se indicar apenas o último: Gomes, Prado, Holanda. d) Quando há citação de trabalhos de autores diferentes, deve-se separá-los por ponto e vírgula, dentro dos parênteses: Esse assunto foi abordado por autores consagrados (Candido, 1993; Kayser, 1976; Rosenfeld, 1985). d) Caso haja duas obras de autor com a mesma data (publicadas no mesmo ano), deve-se evitar a confusão indicando com letra minúscula cada uma das edições. A atribuição das letras deve seguir a ordem em que cada referência aparece na bibliografia (a que aparece primeiro lugar recebe a letra a, em segundo lugar, a letra b, e assim por diante). Na bibliografia ao final, os títulos também deverão ter a indicação da letra correspondente: (Rosenfeld, 1985a, p. 45), (Rosenfeld, 1985b, p. 101). e) No caso de trechos parafraseados, e não citados literalmente, no corpo do texto, a referência bibliográfica deve ser introduzida por “cf.”: Ao tratar da pintura de Jasper Johns, Leo Steinberg diz que os objetos por incorporados em suas telas são desinteressantes do ponto de vista de classe (cf. Steinberg, 2008, p. 69). f) Ao citar uma passagem de um autor que não foi consultada diretamente, mas a partir de sua menção em outra obra, deve-se colocar a expressão “apud” (em minúscula e sem itálico), expressão latina que equivale a “referido por”, “citado por”: O interesse de Worringer pela abstração e pela chamada arte primitiva coincidia, como ele mesmo veio a afirmar, “com a predisposição de todo um período em reorientar, fundamentalmente, seus padrões de valor estético” (apud Arnheim, 2004, p. 53). g) Se uma obra for citada mais de uma vez em seguida, deve-se repetir a indicação conforme sistema autor-data: Com esse professor que, segundo Marta R. Batista, é um “pintor hoje totalmente esquecido” (Batista, 2006, p. 56), a artista paulista se iniciou no “segredo da composição da cor” (Batista, 2006, p. 57). h) Quando houver aspas nos trechos de citações com mais de três linhas, deve-se substituí-las por aspas simples: Pode uma cultura imposta, e, portanto, artificial, transplantada por ordem do colonizador, ‘vingar’ numa terra pobre e sem preparo para recebê-la, com sua problemática social e humana insolucionada, e poderia essa cultura frutificar como ‘muda que pega de galho’? (Amaral, 2013, p. 162) i) Se uma citação trouxer uma expressão em itálico, não é necessário dizer que o grifo é do autor da obra; mas se o autor do artigo quiser colocar itálico numa ou mais expressões, deve registrar o fato: (Xavier, 2014, p. 57, grifo(s) meu(s)). j) Nos casos em que o trecho citado for traduzido pelo autor do artigo, deve-se indicar o fato ao final dos parênteses: (Diderot, 2008, p. 95, tradução minha). Alternativamente, o autor também pode inserir uma nota de rodapé, após a ocorrência da primeira tradução de sua autoria, com os seguintes dizeres: “Exceto quando indicado, todas as traduções são de autoria do(a) autor(a) deste artigo” k) No caso de citação longa (superior a três linhas), a indicação bibliográfica deve vir ao final da citação, depois do ponto final, pois entende-se que este se refere ao texto citado:
A história da arte da Antiguidade que me propus escrever não é mera crônica de épocas e das transformações que aquela experimentou, posto que tomo a palavra história no sentido mais amplo que tem na língua grega, e é minha intenção procurar apresentar um sistema. (Winckelmann, 1972, p. 104) Conforme afirma Winckelmann (1972, p. 104) a respeito de seu método historiográfico, “tomo a palavra história no sentido mais amplo que tem na língua grega, e é minha intenção procurar apresentar um sistema”. l) Uma obra mencionada só deve trazer as referências bibliográficas se de fato for citada; a simples menção da obra não requer dado nenhum, a não ser, por exemplo, que o autor queira registrar o ano da primeira edição. m) Quando se trata de uma citação retirada de documento depositado em arquivo, que não será citado na bibliografia, a referência na nota de rodapé basta, não sendo necessário colocá-la no corpo do texto. 4. Todas as referências citadas ao longo do texto devem ser reunidas e apresentadas ao final do artigo, sob o item "Referências", e devem seguir o modelo especificado no item III. Obras complementares que porventura não tenham sido citadas ao longo do texto devem ser incluídas ao final do arquivo sob a chancela “Referências complementares”. II. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS As referências devem ser organizadas utilizando-se o sistema alfabético. A indicação completa da obra deve contar com os seguintes dados: sobrenome (em caixa alta) e nome do autor; título de parte da obra (capítulo, por exemplo, quando for o caso); título da obra; organizador (se houver); tradutor (opcional, se houver); número da edição; cidade; casa editora; ano; número das páginas (se estiver citada uma parte da obra). Qualquer dado adicional só deve aparecer se for importante para o contexto. 1. Quando forem citadas duas obras de um mesmo autor, o nome do autor deve aparecer por completo nas duas vezes (e não com um traço no lugar do nome), em ordem cronológica decrescente. Caso haja coincidência quanto ao ano da publicação de textos de um mesmo autor, faz-se uso das letras do alfabeto em ordem crescente, após o ano de publicação (ver idem 3.d. do tópico anterior). 2. Deve-se deixar o espaço de uma linha entre as obras citadas. 3. Em obras com título e subtítulo, o primeiro deve ser grafado em negrito e separado do segundo por meio do uso de dois pontos: SIMIONI, Ana Paula Cavalcanti. Profissão artista: pintoras e escultoras acadêmicas brasileiras. São Paulo: Edusp, 2008. 4. As referências bibliográficas em língua estrangeira seguem as mesmas normas descritas. 5. Quando a obra não trouxer algum dado da edição, anotar com abreviaturas entre colchetes: [s.l.] sem lugar de publicação; [s.e.] sem editora; [s.d.] sem data; [s.p.] sem página. 6. Formato das citações:
a) Livros: SOBRENOME, Nome. Título do livro em negrito. Edição. Cidade: Editora, ano. i) Livro com organizador: FERREIRA, Glória (org.). Brasil: Figuração x Abstração no final dos anos 40. São Paulo: Instituto de Arte Contemporânea - IAC, 2013. ii) Livro com dois autores: DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. O anti-Édipo / trad. Luiz B. L. Orlandi. São Paulo, Editora 34, 2011. iii) Livro com três ou mis autores: CONDURU, Roberto et al. (org.). Encontros com a arte contemporânea. Vila Velha: Museu Vale, 2017. iv) Livro com título e subtítulo: SCHWARCZ, Lilia Moritz. O sol do Brasil: Nicolas-Antoine Taunay e as desventuras dos artistas franceses na corte de d. João. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. b) Capítulos de livros: SOBRENOME, Nome. Título do capítulo. In SOBRENOME, Nome (do organizador da obra; se for o mesmo autor do capítulo, suprimir a referência ao autor e seguir diretamente para indicação do título da obra, antecedido por “In”). Título do livro em negrito. Cidade: Editora, ano, pp. 0-0. CLARK, T.J. We Field-Women. In CLARK, T.J. Farewell to an Idea: Episodes from a History of Modernism. New Haven and London: Yale University Press, 2001, pp. 55-137. c) Artigo em periódico: SOBRENOME, Nome. Título do artigo. Título do periódico em negrito, Cidade de publicação, vol., n., p. 0-0, mês abreviado. ano. ZILIO, Carlos. As batalhas de Araújo Porto Alegre. ARS, São Paulo, vol. 13, n. 26, pp. 92-103, 2015. d) Teses e dissertações: SOBRENOME, Nome. Título da tese/dissertação em negrito: complemento do título sem negrito. Ano. Tese/ Dissertação (Doutorado/ Mestrado em Área X) – Faculdade X, Universidade X, Cidade. BITTENCOURT, Renata. Um dândi negro: o retrato de Arthur Timótheo da Costa de Carlos Chambelland. 2015. Tese (Doutorado em História da Arte) - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas. e) Documentos obtidos em meios eletrônicos: SOBRENOME, Nome. Título do artigo. Título do periódico em negrito. Cidade: Editora, vol., fascículo, pp. 0-0, mês, ano. Disponível em: <URL completo do documento>. Acesso em: dia mês abreviado ano. SIMIONI, Ana Paula Cavalcanti. Le voyage à Paris: L’Académie Julian et la formation vers 1900. Cahiers du Brésil Contemporain, Paris, Maison des Sciences de L’Homme, n. 57/58-59/60, 2004-2005, pp. 261-281. Disponível em: < http://www.revues.msh-paris.fr/vernumpub/D-5-Simioni.pdf>. Acesso em: 4 nov. 2022. f) Filmes:
Título do filme em negrito (ano de lançamento), Direção, Roteiro, País de produção, min, Son., color./pb. g) Entrevistas: i) Em periódicos: SOBRENOME, Nome (do entrevistado). Título da entrevista (se houver). [Entrevista concedida a] Nome do entrevistador. Título do periódico, local de publicação, vol., n., pp. 0-0, mês abreviado, ano. CANDIDO, Antonio. A Literatura é um direito humano fundamental. Entrevista a Luis Augusto Fischer, Flávio Loureiro Chaves e Flávio de Azevedo e Souza. Ponto e Vírgula. Porto Alegre, ano 1, n. 2, pp. 6-9, maio-jun. 1991. ii) Em livros: SOBRENOME, Nome (do entrevistado). Título da entrevista (se houver). [Entrevista concedida a] Nome do Entrevistador. In Título do livro em negrito. Edição. Cidade: Editora, ano, pp. 0-0. GUILBAUT, Serge. Historiadores del arte hoy. Entrevista concedida a Yves Michaud. In GUILBAUT, Serge. Los espejismos de la imagen en los lindes del siglo XXI. Madri: Ediciones Akal, 2009, pp. 107-112. |
Documentos Suplementares
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No momento de submissão do manuscrito também solicitamos o envio do Formulário sobre conformidade com a Ciência Aberta |
Declaração de Financiamento
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Fontes de Apoio No caso de artigos resultantes de pesquisas financiadas por órgãos de fomento, é necessária a identificação da instituição financiadora, nome do edital e número do processo, quando houver, inseridos em nota de rodapé (preferencialmente no título do artigo). Já o apoio recebido de pessoas físicas pode ser indicado na seção “Agradecimentos”. |
Contato
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ARS | Depto. De Artes Plásticas ECA-USP |
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